Come As You Are
5 C'mon Girl?
Notas iniciais
Antes de tudo eu e a Paola queríamos agradecer por todas as lindas reviews que vocês deixaram, serio mesmo ficamos muito feliz e o resultado disso foi um capítulo enorme pra vocês kkk
Bom nesse cap eu resolvi dar uma mudada porque eu quero que vocês conheçam melhor a Emy e espero que vocês aceitem bem essa mudança, sei lá to meio insegura =S
Mas acho que vocês vão dar boas risadas assim como eu e a Paola demos. Eu tava meio inspirada já que o pedreiro do vizinho me acordou com um barulho da furadeira ... vcs vão entender no decorrer do cap.
PS: Desculpem se ficou grande demais e olha que ainda tive que dividir em duas partes =P
E rapidamente se passou a primeira e a segunda semana de aula. – Que para Emy demorou séculos pra passar. – A garota está se adaptando facilmente a Califórnia e aos novos amigos, já que era uma menina bem socializável, ela normalmente não aparentava ser, mas era.
Os garotos estavam caminhando juntos pra casa como faziam todos os dias – Já que Brian, o único que ia de carro pra escola estava com “uma de suas putas” por ai, palavras de Jen. –, os garotos conversavam, riam e zuavam quem era o menor, quem era mais alto, quem era mais “bombado”, e quem era mais estranho. – Nesse aspecto Jen e Emy competiam lado a lado.
–Claro que uma de vocês tem que ser a mais estranha! – Jimmy gritava pra quem quisesse ouvir.
– Eu não sou lotada de piercings, alargadores e tatuagem como vocês. Sou a mais normal! – Concluiu Emy cruzando os braços.
– É ... tentar tacar fogo no carro de um professor é normal pra caralho, desculpa ai. – Ironizou Matt levantando os braços pro ar demonstrando-se por vencido.
– Falou o senhor bonzinho que nunca aprontou nada né? – Foi a vez de Jen.
– Mas nunca incendiei porra nenhuma, não sou tão idiota assim.
– Ahh então agora eu sou idiota? – Emy fingia uma falsa raiva tentando esconder o riso.
– E esquisita. – Completou Johnny, que até agora só assistia a conversa rindo da cara de todos.
– Vai se fuder anão!
– E essa noite? Os garanhões vão sair à caça? – Jen brincou dando uma cotovelada e uma piscadela pra Matt fazendo todos rirem.
ATENÇÃO: Após uma “pequena” briga entre Emy e o narrador em que ela alegava que ele era; “... um incompetente que não sabe descrever porra nenhuma, ate eu faria uma narração mais descente...”, o mesmo se irritou pedindo demissão sem ao menos concluir a merda do capítulo, e Emy resolveu narrar até que haja um narrador descente ao ver dela, ou seja, ninguém.
EMY POV’S ON
WHAT? O que ta escrito ali em cima? “Emy pov’s on” é o caralho, eu que mando nessa porra agora!
Então seus motherfuckers, agora é a minha vez de explicar essa porra e vocês vão ver que eu não sou tão chata assim como esse narrador idiota me descrevia ... tá, onde paramos então? Ah sim!
Finalmente cheguei, pode parecer viadagem minha, mas andar aqueles sete, ou eram oito? Enfim, andar aquela porrada de quarteirões cansava pra caralho.
Como de costume subi pro meu quarto assim que cheguei em “casa”, é estranho chamar esse lugar de casa, sei lá, não sinto como se aqui fosse a minha casa, ainda mais com essa porra de parede ROSA! Puta que pariu, quem foi o infeliz que escolheu a cor dessas paredes?
– Almoço ta na mesa. – Falou a minha tia entrando no quarto SEM AO MENOS BATER NA PORTA!
Desci peguei o prato de comida, um copo de coca (Cocaaaa como amo cocaaa.) e subi as escadas em direção ao meu quarto, e quando eu estava na metade do caminho a minha tia me berrou como se eu fosse uma surda.
– Emily! Aonde a senhora pensa que vai?
– Oiee! – Berrei também, ela não é a única que sabe gritar. – Pro meu quarto, pra onde mais iria? – Falei me virando e subindo os degraus novamente.
– Jamais! Volta agora, lugar de comer é na mesa de jantar! – Ordenou ela.
O MY FUCKING GOD! Ela tava mesmo me dando uma ordem? Titia do meu coração lindo e negro, se nem meus pais me davam ordem, imagine você.
– Mesa de jantar né? – Perguntei dando ênfase na palavra “jantar”.
– É.
– Então no JANTAR eu sento nela! – Falei e subi correndo batendo a porta do meu quarto antes que eu ouvisse ela falando mais alguma merda no meu ouvido.
Passei a tarde toda no meu quarto, como fiz durante essas duas semanas. Jen sempre me ligava pra sair, na verdade era pra beber, o que eu adorava muito, mas eu não estava muito animada. To em clima de adaptação, ME DEIXA! Mas quando eu voltar “ao normal” Huntington Beach que me aguarde!
Certo dia chamei Jen pra passar uma tarde lá em casa, já estavam tão juntas que achei que não teria problema, e outra, era uma forma de me desculpar por ter recusado os convites dela de sair e encher a cara. Chegamos em “casa” e minha tia tava na cozinha “cantando” suas musicas, eu e Jen rimos horrores da cara dela, Tia Beth (Foi assim que resolvi chamar essa velha depois que eu descobri que ela odiava que a chamassem assim.) quase teve um surto ao ver Jen, não sei se era porque ela tinha cabelo azul, ou suas roupas pretas ou aqueles piercings e alargadores ou o batom vermelho-cheguei, ou aquelas pulseiras de caveira ... pra mim ela tava foda.
– Oh meu santo deus, mais uma dessas na minha casa não meu senhor! – Minha tia exclamava olhando pra uma imagem de um dos milhares de santos que tinham espalhados pela casa. – Posso saber quem é você?
– Meu nome é Jen Tia Beth, Emy falou super bem de você! – Falou piscando pra mim enquanto eu tentava engolir o riso. – Sua casa é bem... bem... hummm ... cheia de santos e planta. – Jen ficou tão assustada quanto eu quando pisei pela primeira vez nessa casa.
– Emily essa menina toda ... toda ... você é amiga dela? – A cara dela era ótima!
– Amiga? – Falei olhando pra Jen com cara de dúvida. – Não, eu encontrei ela na esquina de um bar e prometi a ela que podia tomar banho aqui se ela me desse umas “pedrinhas” brancas que tava num saquinho na mão dela. Qual que era o nome daquela pedra mesmo? Hmmm ... eu sei que começa com K ... Kar? Não ... Ke ... Não.
– Crack? – Jen resolveu entrar na brincadeira.
– Isso! Crack! – Ohh trem bão! – Falei dando uma fungada com o nariz fingindo sentir o cheiro do crack. Agora sim a cara da minha tia foi ótima! Mas o que eu jamais imaginava que poderia acontecer era que a minha tia pegasse uma vassoura e tentasse enxotar Jen pra fora de casa.
– Sai daqui garota! Essa casa não é um prostíbulo e muito menos um lugar pra se alojar drogados. – Minha tia falava tentando acertar Jen com a vassoura.
– Mas e meu banho tia? A garota ruiva aqui prometeu. – Jen disse colocando a mão na barriga de tanto rir, ela já nem conseguia mais fugir das vassouradas de minha tia, então entrei no meio e contei a verdade. Mal conseguimos subir as escadas de casa de tanto que riamos.
– Puta que pariu, que quarto feio! – Foi a primeira coisa que Jen falou ao entrar no meu quarto. – Que paredes são essas? Não acredito que você tem um quarto assim! – Ela era bem sincera, uma coisa que gostava muito nela.
– Porra, você acha mesmo que eu ia escolher uma cor dessas pro meu quarto? – Até tentei me defender falando que eu não tinha escolhido a cor das paredes, mas nada adiantou, ela não parava de me zuar.
– Mano, ta faltando uns posters de banda nessa sua parede. – Ela falou imaginado aonde ficaria cada pôster.
– Mas é claro que não vou pendurar os meus pôsteres nessa parede escrota. – Me defendi e contei o meu plano pra Jen e ela como amou o plano se ofereceu pra me ajudar.
– O seu quarto vai ficar do caralho! – Falou mega animada.
Passamos a tarde toda assim, jogando papo fora e bebendo, já que do nada a Jen tirou uma garrafa de Vodka da mochila e jogou pra cima de mim perguntando onde ficavam os copos e saiu à procura deles pela casa. Jen também me contou como era a sua família e ficou louca quando viu a minha guitarra, ela arranhava algumas coisas, mas confessou que seu amor era pela bateria mesmo, que tocara desde os seis anos de idade. Fodástica ela!
~~~~~~
A noite caiu e eu estava no notebook conversando com o Adam, que depois de me mandar inúmeras mensagens falando pra eu largar um pouco a minha guitarra e conversar com ele eu acabei cedendo.
Por incrível que pareça a Tia Beth não me incomodou muito durante esses dias, o que era um milagre porque aquela maldita adora me irritar. Mas acho que ela percebeu que eu estava irritada quando meus pais ligaram pela milésima vez pra ela pedindo pra falar comigo (Já que eu não atendia o meu telefone.), e quando ela entrou no meu quarto SEM BATER NA PORTA, e falou que eram eles, eu comecei a gritar tanto e falei inúmeros palavrões que provavelmente ela precisou ouvir no mínimo duas horas direto de suas musicas gospel pra desintoxicar seus ouvidos dos palavrões que ela ouviu. Nem ao menos ela me mandou dormir hoje e olha que já são dez e meia da noite, aposto que ela ficou com medo de mim.
Eu não vou conversar com os meus pais nem fudendo “aahh, mas eles são os seus pais”, FODAS! Se me querem longe, ok vou ficar bem longe deles!
Depois de ficar horas conversando com o Adam, eu resolvi dormir e finalmente poderia dormir até tarde, já que amanha seria sábado e eu não teria absolutamente nada pra fazer, ou seja, eu poderia dormir até necrosar na cama que nada me tiraria de lá.
~~~~~~
*bum* *bum* *tss* (Isso era pra ser uma onomatopéia, se virem aí.)
Um barulho irritante ecoava no meu quarto, virei pro canto tentando dormir novamente, mas a porra não parava, chequei se era o meu celular e nada, não conseguia identificar aquele som.
– Ahh enfim parou. – Falei aliviada e virei pro canto pra dormir de novo.
E quando eu fechei os olhos o barulho começou de novo, e agora tava mais rápido, aquela desgraça parecia ta dentro do meu quarto e eu não sabia o que era.
*bum* *tss* *bum*
Analisei um pouco mais o barulho e descobri que aquele som irritante que estava dentro do meu quarto era o barulho de uma bateria, eu amo baterias acho lindas e super fodas, sonho em aprender a tocar um dia, mas nesse momento eu queria enfiar a baqueta garganta abaixo do capeta que tava tocando essa merda a essa hora da manha.
– Que inferno! Eu quero dormir! – Gritei remexendo na minha cama. – Quem que é o sem mãe que ta tocando essa merda a essa hora? Ainda são ... são – Tateei pela cama a procura do meu celular para olhar quantas horas eram pra poder xingar direito e percebi que já se passavam das duas horas da tarde, tá quebrei a cara, mas saibam que ser acordada por uma bateria seja a hora que for, NÃO É BOM!
Fiquei na cama por alguns minutos mentalizando em como eu mataria aquele maldito da bateria ou desejando ter um ataque do coração ou que um meteoro caísse em minha cabeça, qualquer coisa pra que eu pudesse dormir novamente. Desisti de dormir mais, aquela bateria não ia deixar e eu também tava com uma fome da porra, peguei um short no armário e uma blusa de banda qualquer que tava jogada no chão e desci pra comer algo e ir a procura do maldito que tinha me acordado. Ao chegar na sala dei de cara com a minha tia.
– Todo fim de semana é essa mesma barulheira meu senhor, esses meninos não param um segundo... – Ouvi a Tia Beth reclamando sozinha e fui comer. – Agora vão ficar a tarde toda, isso porque ainda não começou a gritaria... – Ela ainda chingava ao vento.
– Ta doida mulher? Falando sozinha?
– Já basta essa barulheira Emily, agora vai vim você pra me irritar?
– Jamais titia querida. – Falei dando uma piscadinha pra ela e fui em direção a porta pra procurar a fonte que estava tocando bateria.
– Posso saber aonde a senhora vai? – Disse parando em frente a porta que dava pra saída.
– Hummm... Não. – Falei tentando tira-la da frente da porta.
– Você não vai sair de casa antes de arrumar o seu quarto! – Ela parecia uma lagartixa colada na porta com os braços abertos evitando a passagem.
– E como a titia sabe se eu arrumei o meu quarto ou não? – Já disse que eu amo irritar ela?
– Eu te conheço bem garota e sei que você não arrumou! – Falou apontando o dedo pra mim. Então me virei de costas e fui em direção às escadas pra subir pro meu quarto, e quando percebi que ela tinha saído da porta, desci correndo e sai porta a fora deixando pra trás a minha tia e os seus gritos que logo deixei de escutá-los porque o som da bateria os abafaram.
O som de bateria vinha da casa do lado e logo lembrei que Jimmy morava lá, percebi que o som vinha da garagem da casa e me pus à frente daquele portão azul enoorme.
Sem pensar duas vezes bati no portão e nada de alguém atender, bati mais uma vez com mais força e quase quebrei a mão e pra que? Pra nada! Então apelei e enfiei o pé naquela porra e juro que quase quebrei o meu pé também e nada, ninguém atendeu. Fiquei parada e comecei a andar em círculos em frente daquele portão esperando que o barulho da bateria cessasse para que a pessoa pudesse me ouvir batendo, mas claro que não parou.
Pensei um pouco e vi que o portão não estava totalmente fechado e resolvi abrir um pouquinho pra ver quem estava tocando. Fodas eu tava invadindo mesmo! Ninguém me conhece nesse lugar mesmo, qualquer coisa eu corro e pronto.
Tomei todo cuidado, só abri uma brechinha do portão, mas eu não via nada mais alem que umas baquetas se mexendo, então empurrei um pouco mais o portão para o lado e vi um menino de cabelos negros tocando, era Jimmy. Ele estava tão concentrado que nem ao menos me viu quando abri o portão e fiquei parada na entrada o observando.
Ele parecia tocar com paixão, como se sua vida dependesse daquilo, como se cada batida que ele desse naquela bateria bombeasse o sangue que circulava em suas veias fazendo- o correr, como se o mundo não existisse, e existisse somente ele e a sua bateria. E ali fiquei parada por uns dez minutos babando vendo-o tocar, eu estava tão admirada que até me esqueci do meu ódio por terem me acordado.
– Puta que pariu cara! Você toca bem pra porra! – Gritei batendo palmas quando finalmente ele parou.
– Caralho garota, você quer me matar do coração! – Jimmy falava com a mão no peito enquanto eu ria.
– Foi mau cara, mas é que eu fiquei chocada!
– Obrigado .. – Falou meio sem graça com a mão coçando a nuca.
Eu entrei na garagem sem ao menos ser convidada fechei o portão e comecei a analisar cada canto daquele lugar.
– Microfone ... guitarra ... baixo ... outra guitarra .. e por fim bateria, você toca isso tudo? – Perguntei olhando os instrumentos que estavam na garagem.
– Não, microfone não tem como tocar. – Falou dando uma risadinha.
– Babaca! Você entendeu! – Falei me aproximando e dando-lhe um tapa no ombro dele.
– Ai! Cara você bate forte! – Disse acariciando o ombro. – Entendi ruivinha, relaxa foi so uma brincadeira. Mas respondendo a sua pergunta, sim, toco um pouco de tudo. – Disse sentando e rodando no banquinho da bateria. – Mas e você? Toca alguma coisa? Baixo?Guitarra?Microfone? – Riu.
– Sim. Toco guitarra. – Falei orgulhosa. Jimmy apontou pra uma das guitarras que estavam escoradas num apoio indicando para que eu pegasse uma delas e eu que sou super tímida fui correndo pegar a mais bonita de todas e me joguei num sofá que tava num canto.
– O que vamos tocar madame? – Jimmy brincou fazendo reverencia.
– Qualquer coisa! – Falei em tom de desafio.
– Como eu sei que a senhora gosta de Metallica então que tal uma deles?
– Amo! Vamos “One” então?
E assim comecei a tocar a introdução de One e depois entrou Jimmy com a bateria, estávamos perfeitos. Gente o meu vizinho toca bateria! To amando esse lugar!
Quando estávamos quase no fim da música alguém abriu o portão e só pude ver dois corpos escuros, pois estava entrando luz e aquilo tava me cegando. Logo reconheci um corpo todo musculoso que de fato era o de Matt e um também forte, mas não tanto quanto o primeiro.
– Porra Matt fecha logo isso! Meus olhos tão ardendo. – Gritei pondo minhas mãos no rosto.
– Jimmy seu filho duma vadia, não podemos te largar por uma hora que você já troca a gente? – Disse a segunda sombra que logo depois fui ver que era Brian.
– Vocês demoraram seus putos! E cadê a minha cerveja Gates?
– Ta aqui sua piranha. – Brian fechou o portão e jogou para Jimmy uma cerveja. – Aceita também gatinha? – Falou se jogando ao meu lado no sofá.
Sinceramente era engraçado ver esses meninos conversando, pareciam ser tão amigos que já ate usavam palavrões entre eles como se fossem elogios. Matt também se juntou a nos e sentou ao meu lado.
– Poxa e eu vou sentar aonde? – Jimmy reclamou, já que aquele era um sofá de três lugares.
– Se quiser pode sentar no meu colo gatinha. – Brian falou com Jimmy imitando uma bicha e fazendo biquinho.
– Sai fora homem!
– Nossa, mas que guitarra maravilhosa! – Exclamei analisando a guitarra e depois olhando pro Jimmy. – Tenho uma grande paixão por guitarras, poderia ficar horas admirando uma.
– Maravilhosa que nem o dono. – Brian falou se levantando e parando na minha frente. – Se quiser pode ficar me admirando.
– Ha! Ha! Eu gosto de admirar coisas maravilhosas, não idiotas.
– Eu sei que você me deseja. – Falou piscando pra mim e mordendo os lábios.
– O máximo que eu desejo de você é DISTÂNCIA! – Falei já irritada. Mano esse menino se acha pra caralho e eu odeio gente assim, “mas ele é tão lindo”, mas é um bosta que só sabe falar de si mesmo e... e ... vou parar de falar dele porque to ficando mais irritada.
– Relaxa Emy, esse idiota é assim mesmo, não pode ver uma garota que tenta dar em cima... Daqui um tempo você se acostuma. – Matt falou passando a mão por volta do meu pescoço me abraçando. –
– E ai, legal vocês terem uma banda, quem faz o que aqui? – Falei roubando um gole da cerveja de Jimmy e tentando mudar de assunto, claro que eu não ia me abalar com o que Brian falava.
Depois que os meninos me contaram o que cada um fazia e depois de uma briga entre eles sobre quem era o melhor da banda, quem era o mais bonito e quem era o mais talentoso, em que nessas discussões o Brian queria vencer todas, eles me chamaram pra assistir um ensaio.
– Cadê aquele gordo do Zacky com o gnomo? – Jimmy perguntou.
– Ta chegando, você sabe que o bolota tem que fazer um lanche antes de cada ensaio. – Respondeu Matt.
– Lanche? Eu lancho, o Zacky faz uma ceia. – Brian falou fazendo todos rirem.
– E que é Zacky? – Perguntei.
– O membro mais importante dessa porra toda aqui. Cheguei! – Uma sombra abriu o portão ao lado de outra pessoa baixinha que com certeza era Johnny.
– Fecha logo! – Alguém gritou.
Fui apresentada a Zacky pelos meninos. A primeira coisa que reparei nele foram os seus grandes olhos azuis-esverdeados, que puta merda. Ele nem era tão alto, mas nem tão baixo, – Era um pouco maior que eu. –, tinha cabelos negros com uma franja de lado um pouco acima da altura de seus olhos, uma pele clara, seu corpo também era rodeado de tatuagens, nos lábios ele tinha dois snakebites, um em cada canto da boca deixando-a bem volumosa. Ele vestia uma calça jeans qualquer, usava uma blusa vermelha, um par de tênis brancos e nos braços várias pulseiras de metal.
Zacky foi super educado comigo, até perguntou se Brian já tinha dado em cima de mim, pelo visto eles se conhecem bem.
Quando o ensaio estava pra começar recebei uma mensagem de Jen.
“O sua puta to sem nada pra fazer, ta afim de por o seu plano em pratica não? Aproveita que to animada, passa aqui em casa! Beijos de sua amada.”
Notas finais
E ai?? qual será o plano da Emy??? oq vcs acham que pode ser ??? Hehehe
AAAAHHHH E NO PRÓXIMO CAPÍTULO VAI TER UMA BRIGA (PORRADAAAA)
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