Combatentes

1 Combatentes Man' s


Notas iniciais
Boa leitura! Espero que gostem da temática.

Oceano atlântico

Os passos eram pesados no navio-aeródromo. Com a postura impecável e de olhos pesados avaliava o corpo da armada o Capitão-de-mar-e-guerra. Um dos postos mais bem colocado da Marinha.

Seu cabelo era esbranquiçado mesmo não tendo idade compatível para ter fios daquele tom. Perdera um olho em missão, contudo mesmo assim sua aparência era agradável. Entretanto os fuzileiros navais não apreciavam vê-lo adentrando sua cabine, como ocorria naquele instante.

— Senhor. – O fuzileiro naval sentado em sua cama, terminando de colocar o uniforme estranhou a visita do responsável daquele navio. Levantou sem mesmo terminar de calçar as botas e ficou estático e com a postura impecável.

— Não irei ficar de enrolação. – A voz severa, contudo preguiçosa chamou a atenção de mais três marujos. A razão que fizera o Capitão se deslocar de seu posto para vir até ele devera, no mínimo ser muito problemática, como o fuzileiro costuma resmungar.

— Nara, devido ao destaque de suas habilidades neste corpo, está sendo selecionado para uma missão em conjunto. Arrume suas coisas.

Kakashi virou nos calcanhares para ir embora e foi neste exato momento que a cabeça de Shikamaru acordou por completo. Missão em conjunto? E logo se pegou atrás do Capitão para se informar melhor da tal missão.

— Senhor, receio que as informações repassadas são poucas. – Kakashi parou de caminhar e olhou o marujo ainda sem a metade da farda deixando seu peitoral exposto, feito seus pés ainda sem os calçados.

— Termine de se vestir, não é tolerado desordem nesta unidade.

— Sim, senhor. – Foi o que dignou a responder. E voltou para sua cabine ainda com a cabeça fervilhando. Seus colegas o olharam questionadores assim que ele retornou a se vestir.

Shikamaru estava a três anos na Marinha e desde sua graduação havia se destacado pela suas habilidades e inteligência. A pouco fora transferido do submarino classe Scorpene para aquele navio sem motivos aparentes, contudo agora conseguia entender sua deslocação.

Era calmo, para não dizer preguiçoso. Escolhera aquele ramo influenciado pelos pais, os quais também foram fuzileiros navais. E por isso sua preferência pelo ingresso a corporação da marinha.

— Ei! Nara, vai desembuchando o que o capitão queria. – Um ruivo colocou o quepe e sorriu aberto.

— O mesmo que você ouviu, Sasori. – Terminou de vestir a composição da farda e seguiu para sua tarefa cotidiana. Com a seguinte pergunta na cabeça: o que será desta vez?

*******

Base Aérea – Catar

No grande pátio com vários EMB 312 Tucano prontos para rasgar o céu em mais um dia de reconhecimento e treinamento, entre estas aeronaves caminhava a passos apertados o homem com maior patente da Aeronáutica. Maito Gai – Brigadeiro.

Usava um bigode vistoso e o cabelo brilhante era coberto pelo quepe. Desde dos soldados a tenentes deslocavam-se de seu caminho, afinal nenhum queria ter a atenção do homem de meia idade voltada para si.

— Major! – Gritou a todo pulmão devido a um helicóptero que deixava a base e suas hélices faziam barulho, sem contar os caças que chegavam da patrulha.

— Sim, senhor. – Parou de mascar a goma e observou três caças chegarem. E se perguntou onde estava os outros dois da formação do quinteto.

— Tenente Uzumaki e Uchiha, onde estão? – Gritou com o vento em meio daquela poeira infernal. O Major apontou para os caças que acabaram de chegar.

— Estão no céu, senhor. Terminando de fazer a patrulha. – O Major informou e o Brigadeiro sorriu. Aqueles eram os melhores pilotos daquela base e devido a isso estavam sendo convocados para uma missão.

Olhou para o céu e viu os caças passarem baixos demais. Certamente pedido permissão para pousar enquanto a pista era liberada.

A-4MB Skyhawk, solicitando permissão para pousar. Desligo. – O ruído foi ouvido pelo outro piloto através do rádio de comunicação. O loiro que ainda sobrevoava a base esperando a pista ficar livre achava graça do modo que o amigo se identificava. Invés de falar seu nome de guerra ele pronunciava o modelo do caça.

Susano, você deveria ser dispensado por isso. Câmbio Alfa 2. – Sasuke sorriu a ouvir o seu nome de batismo soar no interfone de comunicação. Era seu fiel beta.

Raposa vermelha, não se intrometa. Cambio beta 3. — Fez uma manobra baixa demais, o combustível estava quase no fim e teria que abastecer se quisesse permanecer mais tempo no céu.

— Pista liberada, permissão para pousar Alfa 2. – A voz macia soou ao lado de seu capacete. E seguiu em direção a pista de pouso. – Entendido.

Ei, Susano dê uma olhada e veja como faz. Desligo. – Sasuke seguiu para a pista tentando localizar o caça de Naruto e logo o viu subir na vertical.

— Idiota, você vai ser repreendido por isso. – Sussurrou apenas para si, contudo ouviu a risada do amigo através do rádio. Naruto subia na vertical até alcançar mais de 45 mil pés e mergulhou logo em seguida, como se o caça tivesse perdido o controle.

Sasuke via a raposa vermelha mergulhar no vazio enquanto as medidas dos pés diminuíam drasticamente. E após o caça atingir 20 mil pés o desespero começou a tomar, mas ouviu a risada do Naruto e um grito empolgado atingir seu ouvido. O caça passou tão baixo que os ouvidos zuniram.

Sasuke desceu do seu caça e logo viu o amigo posar com o seu. Mal sabiam do que lhe aguardavam a poucos metros.

— Naruto, dê adeus a Aeronáutica. – Sasuke o repreendeu assim que o loiro se aproximou. As vezes se questionava como ele conseguiu se patentear em tenente, título mínimo para ter permissão para pilotar uma aeronave.

— Corta essa, Sasuke. Eles não vão dispensar o seu melhor piloto. – Naruto pôs seu óculos no estilo aviador e jogou um palito que carregava no canto da boca fora. O Uchiha o olhou torto. Isso era uma verdade, Naruto sempre fazia aquelas besteiras e ele se perguntava como ele conseguia se manter pateteado e o pior: pilotando um caça que valia uma fortuna e em combate.

Dentre todos aviadores, sem dúvida a equipe que compunha aqueles dois eram de longe a melhor. Nunca falharam em nenhuma missão e já faz seis anos que estavam naquele âmbito. Quatro anos para se especializar e dois em combate.

— Tenente Uzumaki! – E a ver o Brigadeiro se aproximar a passos duros sua ideia de permanecia foi descartada. Naruto era, na maioria das vezes, um homem de sorte. Entretanto a sorte havia lhe dado um tapa na cara justamente hoje, quando decidiu dar um show particular e na plateia estava o manda chuva.

— Sim, senhor. – Prestou continência e gelou por dentro, quando Sasuke o fulminou com os olhos.

— Alfa, como permite que seu Beta fique de gracinhas? Aquele caça custou muito aos cofres públicos. – Sasuke se irritava a cada palavra destinada a si, afinal a responsabilidade era dele. Maldito Uzumaki que segurava o riso.

— Desculpe, senhor. Isso não retornara a acontecer! – Prontificou a dizer em alto e bom som dando uma olhada mortífera para o loiro.

— Tem razão! Não acontecera, não nesta base. – Sasuke gelou por dentro. Não esperava que sua carreira fosse por água abaixo por conta de Naruto. Caso isso viesse a ocorrer ele explodiria o loiro com um míssil.

— Estão sendo transferidos para a realização de uma missão. Irão partir imediatamente, entendido?

— Sim, senhor. – Arrumaram a postura e prestaram continência antes de o homem lhe darem as costas. Mesmo Gai fazendo isso permaneceram na mesma posição. Naruto por costume e Sasuke esperando que o Brigadeiro se afastasse, para cair na porrada com Naruto. Entretanto o homem retornou a virar-se.

— Uzumaki! – Chamou Naruto que voltou a ficar atento. – Belo show, rapaz.

— Obrigado, senhor. – Gai colocou o óculos e se foi com mais meia dúzia de homens fortes e fardados.

Sasuke nada disse e Naruto sorriu largo. A sorte havia casado com aquele homem espontâneo e o azar com o reservado Uchiha. De certa forma isso equilibrava a amizade dos dois inseparáveis.

Que agora seguiriam para mais uma missão.

******

Área de conflito – Afeganistão

Os zunidos resultantes das trocas de tiros com rebeldes já estavam o atordoando. E mal tinha chegado no terceiro batalhão da força armada, no meio daquela área desértica e conflitosa.

Uma bomba fez areia e terra voar contra o seu rosto e sua farda verde impecável. Ouviu um estalo feito pelo tanque de guerra fez seu ouvido reclamar. Viu um soldado ser abatido e logo depois outra explosão mais à frente.

Aquele embate já estava durando tempo demais. Santos soldados que conseguiam sobreviver para mais um dia de combate sobre os pulsos firmes do Tenente Asuma.

— Vamos lá, seus vermes! Estão com medo de bombas, de granadas? Eu quero soldados e não garotinhos! Honrem a calças que vestem e voltem vivos.

— Sim, senhor! – Era complicado ouvir as ordens e aqueles pobres soldados de primeira viagem se assustavam com a rigidez da guerra e ainda mais com as orientações absurdas dos responsáveis.

— Senhor, onde estão os veteranos? – Um soldado recém-chegado e visivelmente abalado mancava por conta de um estilhaço que atravessava sua perna. Asuma suspirou, aquilo estava um inferno.

Será que era tão difícil se infiltrar e resgatar as mulheres raptadas por um grupo extremista? E mais, lidar com os recém-chegados estavam o matando. A guerra não era para todos. Alguns oficiais serviam apenas para lidar com as burocracias, feito aquele que chegava a pouco para falar com Asuma.

— Estão nos quintos dos infernos. Vá até a junta medica dar um jeito nesta perna, soldado!

Asuma gritou a última parte e o jovem de vinte e poucos anos seguiu seu rumo. Foi então que o homem de farda impecável e com mais estrelas no ombro que podia contar chegou.

— Tenente Sarutobi. – Asuma virou com o cigarro na boca e fitou o homem de cabelo esbranquiçado. Amigos de velha data. A presença daquele homem significava apenas uma coisa.

— Jiraya, o que faz aqui? Veio lutar? E por Deus me envie homens e não meninos. O que irei falar para mamães deles? – Jiraya riu e colocou o quepe por debaixo do braço.

E lá vinha mais um soldado raso sagrando. Asuma estava a tanto tempo naquele lugar que não aguentava mais ver seus meninos sangrando e morrendo. Voltando para casa sem uma perna ou um braço. Se questionava internamente se os treinamentos rígidos para um garoto virar homem através do braço mais cruel das forças armadas, ou seja, o exército verde, estava fraquejando com seus recrutas.

— Que lutaram com honra! E agora me diga, onde estão seus veteranos? – Asuma sorriu de canto. Aqueles sim eram soldados e suicidas, os quais eram transferidos a todo momento. E isso estava acabando com os nervos de Asuma e Jiraya apenas queria saber dos seus veteranos.

— Nos quintos dos infernos. Devem estar voltando ou sangrando em algum lugar. — Jiraya, um renomado Capitão não se importava com a falta de educação ou cordialidade de Asuma. Fuzileiros eram assim, os conflitos os deixavam cada vez piores.

As seis horas, direção oeste. – Ouviu o sussurro no seu ouvido. Ajeitou o aparelho de comunicação na orelha e logo em seguida o Sniper regulou a mira do rifle localizando mais um rebelde. Atirou acertando bem em sua cabeça e deixando os outros ao seu lado apavorados e desnorteados procurando de onde veio o tiro certeiro.

Entrada horizontal livre. Estou me aproximando. – Murmurou no rádio e começou a se aproximar rastejante pela areia. Caso alguém o viste era morte na certa, afinal nada estava o cobrindo pelo simples fato de ele ser a cobertura dos outros soldados.

Certo, infiltração concluída. Reféns localizados. – Escutou, novamente, a mesma voz em sua orelha. E então lembrou que ele e o outro soldado era o único que tinha sobrado da equipe de resgate. Enquanto eles faziam uma entrada mais sorrateia o restante do esquadrão batia na porta da frente. Que na opinião dele, ficava com toda a festa.

Estava naquele inferno fazia tempo, nem lembrava a última vez que tinha comido direito ou dormido. Saiu de sua posição rastejante e logo pôs se a correr entre as casas feitas de barro e palha, onde vinte mulheres estavam em cativeiro.

— Gaara, onde você está seu filho da puta?— Ouviu o rádio comunicador falhar e ficar sem comunicação com seu parceiro. Retornou a colocar o olho na mira da sua arma e com a lente de visão noturna pode ver mais rebeldes se aproximando do esconderijo.

— Merda! – Murmurou para si próprio. Aquilo era um grande empecilho que fora previsto, mas que esperava ter o gosto de não precisar ter que resolver. E onde estava o puto do seu amigo? Perdera contato via rádio e teria que dar um jeito naquele veículo sozinho.

Sua madeixa longa escorria pelas costas enquanto corria na areia quente num frio desgraçado daquele deserto a noite.

Mirou no pneu da frente assim que deitou no chão. Invés de atirar com a arma de longo alcance e de alta precisão teve que optar por uma que fazia um estrago maior. Caso viesse falhar ele tinha se condenado.

Colocou os óculos de visão noturna e sacou o famoso e infalível cano 12 e posicionou, agora era só esperar a aproximação do carro lotado de homens armados. Atirou e foi certeiro, mas não o suficiente para fazer o carro capotar e causar um grande estrago.

Foi então que os ocupantes começaram a atirar e ele teve que correr. Qualquer passo em falso custaria sua vida, afinal o terreno era recheado por minas velhas da primeira guerra mundial. Recebeu uma bala que se alojou no braço esquerdo e ali ficaria até ser removida.

O outro soldado infiltrado ouvia os tiros entre o choro cálido das mulheres cobertas da cabeça aos pés. Todas amontoadas em um canto jogadas no chão. E o ruivo estava com um grande problema, pois elas se negavam a acompanha-lo.

Neji? Temos um problema. — Com a arma pendurada ao lado do corpo correu até o cubículo e puxou o pano que servia de cortina. E neste exato momento viu o carro ser explodido.

Esperou pela resposta no comunicador e percebeu que o mesmo havia parado de funcionar. Suspirou a ver as mulheres todas chorando.

— Eu sou do bem. Vim aqui para resgatar vocês! – Disse tudo pausadamente, para que, elas entendessem. E a ver que não iria ter resposta suspirou novamente. Aquilo seria uma longa negociação.

Neji acabava de destruir um carro com uma granada de mão e se perguntava o que Gaara estava fazendo? Bebendo em missão, era só isso o que faltava.

Chutou a porta logo em seguida a fazendo ceder. No meio de poeira e má iluminação viu as reféns em um quanto e escorado na parede o seu companheiro de longa data.

— Mas o que você pensa que está fazendo aí? – Questionou bravo a calmaria do ruivo. Gaara era a porra de um soldado suicida, pensou. Mas alguma coisa estava errada.

— Elas não querem vir, o que posso fazer? – Neji ficou incrédulo diante tal afirmação. Obriga-las!

— Vamos! – Gritou com a voz severa e as mulheres vestidas de burcas azuis nada disseram.

— Elas não entendem, otário. – Gaara disse fitando a janela e o silêncio anormal. A menos de três quilômetros o responsável por aquela missão deveria estar rasgando o verbo.

— Somos soldados! – Neji mostrou a farda e logo depois a bandeira do seu país estampada na altura de seu braço na farda. E como se fosse um código uma mulher levantou e começou a falar um dialeto local, o qual eles não entendiam mesmo estando a três anos no Afeganistão.

— Vamos com vocês. – Gaara ficou pasmo, quando ela pronunciou perfeitamente o seu idioma e Neji afirmou. Em linha indiana, Gaara puxou a frente atento a qualquer sinal de revanche. Enquanto Neji cobria atrás, afinal não era segredo que aquele soldado tinha uma pontaria invejável.

Correram por três quilômetros em direção contrária da área de conflito e quando viram um caminhão do exército a tensão diminuiu. Istruíram através de gestos que as resgatadas seguissem até o veículo, entretanto nenhuma foi. Até ver uma mulher fardada da equipe médica.

Suspiraram aliviados. Era certo que eles sabiam o que faziam, mas a sensação de sair inteiro o quase isso de uma missão, era sublime.

— Vamos para casa! Urra! – Gaara pronunciou o grito de guerra dos fuzileiros. E mais meia dúzia de soldado que chegou para dar apoio o copiou.

— Que casa? Está mesmo achando que está livre disto aqui, Gaara? – Neji o questionou assim que uma enfermeira rasgou sua farda e começou a limpar a ferida sem mesmo aplicar anestesia.

— Anestesia? – Questionou para mulher e ela negou com a cabeça. – Temos pouca, você aguenta.

— É Neji, você aguenta. – Gaara caçoou de sua cara. E ele afirmou positivo. E mal a mulher saiu e o ruivo parecia inquieto.

— Vamos lá dar uma mão? – Apontou para área de conflito e uma grande bola de fogo que surgiu na mesma direção.

— Mais o que vocês pensam que estão fazendo? Disparar C3 está fora de questão, seus insolentes! – Asuma gritou com um soldado que havia disparado, sem permissão um míssil portátil de alcance mínimo de oito quilômetros.

— Senhor! Missão cumprida com cinco baixas. – Gaara prestou continência assim que achou o comandante. – Permissão para me juntar ao pelotão, senhor.

— Permissão negada. Bater em retirada! Objetivo atingido. – Asuma recolheu seu pelotão aos gritos e Gaara desanimou, afinal tinha corrido muito com a ideia de explodir os rivais.

— Onde está o outro fuzileiro? – Asuma questionou o Sabaku e ele apontou para trás.

— Ali, senhor. – Fez um gesto para Neji que deixou de carregar um soldado e seguiu em sua direção.

— Soldados, a passagem de partida deste inferno está logo ali. Foi uma honra servir junto a vocês. – Tanto Gaara como Neji estava atordoado com a informação. Eles estavam sendo dispensados? Sabaku sorriu com a ideia de finalmente voltar para casa.

— E me mandem lembranças. Um cartão postal do novo inferno que vocês irão. Urra!

— Sim, senhor! Urra. – Prestaram continência mais uma vez. Estavam indo para outro campo de batalha. E deixando aquele para trás depois de longo três anos. Dos cinco anos que estavam no exército viver uma guerra sem fim era para acabar com o ânimo de qualquer um.

Asuma viu os dois últimos fuzileiros e veteranos de seu esquadrão o deixar e suspirou.

— Santos soldados, estou perdido.

Mal sabiam que não iriam para outra zona de conflito e sim para uma missão. Uma missão conjunta com áreas distintas das forças armadas. A rivalidade entre componentes da Marinha, Aeronáutica e Exército ficariam de lado, quando percebessem que a rincha era o menor de seus problemas.

Pois para soldados machistas e fortes, nem mesmo um míssil em suas direções era pior do que elas, mulheres combatentes.

Notas finais
Espero que tenham apreciado a leitura. Até mais!