Coisas Sobre Nós

2 Por enquanto, isso é o suficiente_Hyuuga Hinata


Notas iniciais
OLÁ LINDOS! nossa, fiquei tão feliz com os reviwes de vocês que escrevi um capitulo fresquinho hj, mas não fiquem mal acostumados ein! MUITOOO OBRIGADA, E QUE TODOS SEJAM BEM VINDOS!

Capítulo 2: Por enquanto, isso que vivemos é o suficiente para mim_Hyuuga Hinata.


[Pov Sakura]



Por kami! Como era estranho receber uma notificação do Hokage para comparecer a sua sala. Não é que eu não as recebia antigamente, recebia sim, mas só que eram solicitações de Tsunade, e não de Naruto. Cômico, não é?! Meu grandioso melhor amigo realmente tinha conquistado o seu posto tão desejado, e olha que ninguém acreditava nele no começo... Bem, apenas no começo mesmo, na época em que éramos guenins, porque depois Naruto comprovou ser o grande homem que é.


Mas eu jamais, nunquinha mesmo, admitirei isso na frente dele neh. Porque vocês, mais do ninguém também conhecem o pequeno ego que aquele loirinho possui.

Pois bem, fui para a sala do novo Hokage, ficava nos prédios do Kages, era a mesma antiga sala de Tsunade que eu conhecia tão bem. Os móveis, os livros, os pergaminhos e até mesmos os gritos enlouquecidos de bronca de Shizune continuavam os mesmos.

Depois de pedir licença e ser anunciada a minha chegada à sala do Hokage, eu entrei e encontrei Naruto sentado na poltrona, assinando alguns pergaminhos sobre a mesa do escritório estando sério, sério até de mais. Havia uma outra coisa que eu precisava admitir, Naruto havia amadurecido, depois da guerra, das perdas e das mortes, ele mais do que qualquer um havia também mudado. Não tinha perdido a sua essência, mas também havia mudado.

– Sakura-chan! – Ele gritou alegremente ao me avistar, fazendo aquele sorriso tão contagiante que ele sempre possuía – Faz tempo que não a vejo! Que ótimo que você chegou porque a Shizune está me matando com esses pergaminhos!

– O Uzumaki! Isso é maneira de falar!? Eu não estaria te cobrando nada se você tivesse feito o seu trabalho devidamente a semana passada inteira!

Era impossível não rir daquela cena, os dois deram uma leve discutida. Estressada, Shizune saio da sala e me deixou sozinha com o meu antigo companheiro do time sete.

– Ela anda muito estressada, já pedi para tirar uns dias de férias, mas assim que propus isso ela ficou ainda mais puta – Explicou Naruto logo depois rindo junto comigo.

– Você está a irritando de propósito! – Acusei, e ele começou a rir ainda mais alto, pois é, eu o conhecia muito bem, e sabia que estava certa. – Mas vamos conversar agora sério, porque o ilustre Hokage me chamou até a sala dele? – Pronto, viu! Era só eu dar um pequeno elogio para esse loirinho e ele já ficou com o ego lá em cima, fazendo até um sorriso zombeteiro. – Baka – Precisei murmurar, ele demorou um pouco para se recompor e finalmente me falar o motivo de estar lá.

– Preciso que você me dê todas as substâncias pedidas nesse relatório e que as entregue até amanha de manhã – Ordenou me entregando um pergaminho no qual eu conhecia muito bem à caligrafia.

– Quem que Tsunade está cuidado?

– Tesc! Lá vem você de novo com essa teoria... Já lhe disse que ninguém. Ela se aposentou e saiu de Konoha, viajando pelo mundo shinobi, quantas vezes vou ter que te contar isso, Sakura? Você sabe muito bem que antes dela se tornar Hokage ela nem ficava em Konoha! Ela sempre adorou viajar.

– Naruto! Eu conheço bem a letra dela, esses remédios quem pediu foi ela! Quem você está querendo enganar?!

– Ninguém Sakura, ninguém!

Ele se ergueu e foi até a enorme janela de vidro de sua sala, observando naquela noite Konoha sendo iluminada pelas luzes da rua. Realmente aquela vista era linda, mas Naruto não ia me enrolar por muito tempo.

– Espero que você não esteja me contando a verdade por um ótimo motivo, Uzumaki!

– Tesc! Não me chame assim, para você é Naruto-kun! – Brincou fazendo um sorriso zombeteiro. – Ei, como a Shizune sumiu, que tal você me ajudar a sair daqui e a gente vai comer ramen no ichiraku? Faz tempo que não passo lá, sempre quando saiu daqui já é muito tarde. Que tal? Vamos jantar?!

Pois é, lembram-se quando falei que Naruto havia mudado um pouco? À parte do ramen não mudou nada. Mas antes que eu respondesse, alguém bateu na porta, e com a permissão do Hokage, entrou. Pelo alivio de Naruto, não era Shizune e sim Hinata.

– Han... D-Desculpe, Hokage-sama. Não sabia q-que n-não estava s-sozinho. – Murmurava timidamente Hinata, que apesar dos anos, sempre continuava a gaguejar na frente do Naruto, apenas na frente dele. Pois é, algumas coisas nunca mudam.

– Não se preocupe, Hinata! Já estava de saída. – Rapidamente disse, pronta para sair da sala – E Naruto eu sinto muito, mas preciso ir atrás desses remédios neh, deixo o jantar para outro dia, até. – E sem mais cerimônias eu fui embora.


[...]



[Pov Shikamaru]



Desde que meu pai morreu, eu sou responsável por todos os setores táticos de Konoha, isto é um saco, não há muito que argumentar, não sei nem como o meu pai conseguiu trabalhar nesse ramo por tanto tempo, mas como estávamos em um período extremamente pacifico entre todas as grandes cinco aldeias, graças a isso não tinha muito trabalho a se fazer. Não até hoje de manhã, infelizmente.



O Naruto... Melhor, o Hokage, me chamou para ir a sua sala hoje, fui e encontrei Hiashi saindo do prédio, e assim que cheguei na sala dele, vi Hinata saindo também. Quase me trombei com ela, mas no final não aconteceu nada.


A vida de Hokage é realmente puxada, em outras palavras era realmente um saco, Naruto mais do que ninguém percebeu como a burocracia era enrolada e longa. Mas quem mandou se tornar o melhor ninja de Konoha? Agora arque com as consequências! Pois é, é estranho pensar que Naruto se tornou realmente Hokage, mas foi um cargo mais do que merecido.

Enfim, entrei na sala dele e me surpreendi com as pilhas de pergaminhos acumuladas em cima da sua mesa, que a propósito, acho que ele só percebeu que existiam naquele momento.

– Desculpe a demora, Hokage-sama, mas perdi a hora.

– Nem me diga, somos dois. Mas não me chame assim, me chame de Naruto, Shikamaru. Não estou ainda acostumado com todas essas formalidades.

– Mas uma hora vai ter que se acostumar, Hokage-sama.

Mesmo contrariado Naruto não se queixou pelo modo que o tratava, e logo começou a explicar o motivo de me chamar.

Adivinhem? Era sobre o exame chunnin, no qual a sede seria novamente Konoha e eu seria responsável em organizar. Tesc! Pior, mais uma vez a minha companheira da organização seria uma loira extremamente problemática. Droga! Ela adorava acordar cedo! Lá vão embora minhas horas de bons sonhos da manhã.

Logicamente Naruto percebeu meu descaso sobre isso, mas murmurou algo como “nada menos espero de você, mas sei que vai fazer um excelente trabalho, como sempre”. E parti antes que ele inventasse mais alguma coisa para mim. Tesc! Tinha esperanças que quando Naruto tornasse Hokage sobraria menos trabalho para mim. Doce ilusão.

Ao sair do prédio dos Kages, andei pelas ruas de Konoha naquela manha quente. Como de costume, Konoha esplandecia felicidade e encanto, apesar de todas as minhas reclamações por tudo que faço por essa vila, não posso negar que amo, e farei qualquer coisa para mantê-la segura. Assim como quero cuidar de todos os “reis” daqui.

Depois de realizar a organização do exame chunnin vou pedir um novo emprego para o Hokage; pois é, pode se surpreender mesmo, eu, Nara Shikamaru, pedindo um emprego. Mas enfim, quero estar realmente ligado aos “reis”, e acho que está pode ser a melhor experiência que poderia ter.

Quando percebi já estava de frente a uma floricultura, cômico, não é? Entre todas as esquinas que cruzei e virei, sem prestar atenção em qual caminho tomava, era lá que eu termino. Era sempre lá.

Sem pensar duas vezes, eu entrei na loja. Como esperado Ino estava trabalhando lá, agora era ainda mais frequente do que antigamente, principalmente depois da morte de seu pai e o adoecimento de sua mãe, que ainda está tão abatida quanto a minha sobre a realidade de nossas famílias.

Ia me aproximando dela quando a vi atendendo duas pessoas, que para a minha surpresa eram Lee e Tenten; mas diferente do que a maioria dos morados de Konoha que esplandeciam alegria, ambos tinham expressões tristes nos rostos. Imediatamente percebi que eles compravam flores para a lapide de Hyuuga Neji.

Assim que eles compraram o buquê de flores e saiam da loja, nos encontramos e nos cumprimentamos com simples acenos e poucas palavras. Logo depois me aproximei de Ino, que não tinha mais clientes para atender.

– É triste vê-los ainda tão abatidos, não é? – Comentou Ino percebendo a minha aproximação.

– Não podemos julgar. Foi muita sorte nossa não ter acontecido nada com o nosso time nesta guerra.

– Sim, mas... Lee perdeu seu grande rival, Tenten o seu grande amor. Não é algo que possa ser superado da noite pro dia.

– Nós perdemos nosso sensei. Sabemos que é uma dor muito difícil, mas eles são fortes e irão superar juntos. Assim como nós superamos – Murmurei em seu ouvido enquanto enroscava meus braços em sua cintura e a puxava em minha direção.

– Hum... Cadê o Shikamaru que sempre está tão preguiçoso de manhã?

– Eu sempre fui preguiçoso – Murmurei não antes de dar um suave beijo em sua nuca.

– De manhã é ainda mais – Retrucou antes de roubar um selinho meu.

– Tomei uma boa dose de café antes de ir a sala do Hokage. – Tentei roubar um selinho dela também, mas a minha tática deu errada. Droga! Isso não acontecia antigamente.

– Nova missão? – Perguntou curiosíssima e eu sabia que enquanto eu não respondesse jamais poderia dar um beijo decente nela.

– Organizar o exame chunnin... – E nem deu tempo para terminar de me explicar e ela já se afastou imediatamente me encarando seriamente.

– Não me diga que vai ser com a histérica loira?!

– Na verdade gosto de nomear você assim, e não ela. – O pior que é verdade – Ei, esperai Ino, calma, é só um serviço, fala sério! Não precisa ficar com essa cara.

– Essa cara?! Não estou com cara nenhuma! Só não gosto de vê-lo de novo com ela!

– Ei Ino, volta aqui. Você sabe que não tenho nada com ela.

– Esse é o problema Shikamaru... – E antes que pudesse me justificar ela continuou –...E não negue! Vocês nunca tiveram nada oficial, mas sempre tiveram um caso! Não minta para mim, Nara!

– Isso já faz tempo, você sabe que não a vejo... A o que? Três anos? Talvez mais! E olha que foi na guerra!

– Idai! Você sempre teve um tombo por ela!?

– Você não quis dizer uma “quiedinha”!? – Pois é, eu fiquei confuso.

– Você sempre teve uma “quiedinha” por mim, mas para a irmã do Kazekage era um “tombo” mesmo!

Ok, tive que concordar que essa foi inteligente.

– Ino, volta aqui. Não precisa dessa ceninha de ciúmes.

– Ciúmes! Eu não estou com ciúmes! E não me encare desse jeito, Nara! Certo, eu to com ciúmes, mas foda-se! Me diz se você nunca transou com aquelazinha?

Sabia que precisava dizer a verdade para Ino, principalmente por ela ser minha amiga e namorada. Pois é gente, acontece quando pessoas ficam vulneráveis e carentes principalmente pela perda de nossos pais, consequência da guerra... Então um deu apoio ao outro, e meio que acabou rolando e quando percebi já estava preso nela, enfim, estamos juntos. Mas o meu lado mais racional dizia para mentir, afinal, para que causar problemas com algo tão antigo e que não tinha mais nenhum significado.

– Você sabe que não, Ino! – Pois é, vocês perceberam qual opção eu escolhi, certo?

– Sei?

– Sabe! – Exclamei voltando a puxá-la pela cintura e encarando seus olhos azuis, que sempre foram tão lindos – Agora dá parar com essa birra e cumprimentar seu namorado direito, ou está difícil?

– Está difícil – Ela murmurou sorridente e sapeca, mudando completamente de humor. Pois é, por isso que eu a chamo de “loira histérica”. Ino era bem mais bipolar do que Temari, na verdade, Temari era misteriosa. Enigmática até de mais.


[...]



[Pov Hinata]



Hoje fazia exatamente três anos e oito meses que meu primo morreu na batalha da quarta guerra mundial, salvando a vida de Naruto e principalmente a minha. Ou seria ao contrario? Bem, a verdade eu não sei. Mas de qualquer forma, Neji está morto.



“Peço desculpas, primo”. Pedi ao me sentar na grama e encarar a sua lápide, que estava ao lado de seu pai, enterrados no cemitério de Konoha, em uma área mais isolada do centro.


“Peço desculpas por passar tão tarde aqui, mas não pense que esqueci, muito pelo contrário. Mas as coisas andam tão corridas, que apenas agora, no meio da noite, que consegui passar aqui”.

Delicadamente coloquei um buquê de flores em sua lápide, como esperado havia lá um outro buquê, provavelmente deixado pelos companheiros de meu antigo primo.

“Meu pai também passou por aqui, provavelmente de manha, antes de ir a reunião comigo e com o Naruto, não é? Não vejo nenhuma flor, mas tenho certeza que esses castiçais com velas foi ele quem trouxe. Sabe como papai te amava, certo? Ele o considerava realmente como um filho, mais do que isso, o orgulho do clã Hyuuga. Você era o maior símbolo de superação que já existiu em nossa família. Me pergunto qual seria o meu destino de líder do clã se você realmente estivesse vivo, porque eu tenho certeza, que você seria um líder muito melhor do que eu. Há! Como pude esquecer de te avisar, eles me reconheceram Neji! Aqueles rabugentos anciões que nós dois sempre reclamávamos, me elogiaram e disseram que eu era a melhor opção como líder do clã Hyuuga. Pois é, acho que até o papai ficou surpreso, não mais que eu, mas com certeza ficou”.

Suspirei encarando o epitáfio “Hyuuga Neji, alguém que mudou seu destino”, foi involuntário não deixar lágrimas escorrerem por meu rosto.

– Sinto saudades, primo, até mesmo a Hanabi. – murmurei sentindo meu corpo começando a vibrar de emoção – Ela nunca irá admitir para mim, mas sei que minha irmãzinha jamais achou um oponente para treinar como você. – Senti minha voz começar a vibrar – Sentimos saudades, muitas... – Coloquei a mão na boca antes que começasse a soluçar. Droga! Eu sempre prometia que na próxima vez que fosse vir lhe visitar não ia chorar, mas nunca conseguia cumprir tal promessa.

E lá estava eu de novo, chorando na frente da lápide de meu primo, com o corpo encolhido e tremulo.

– Seu primo não gostaria de vê-la chorando. – Apesar da voz firme e séria, aquele tom de voz não era para dar-me bronca, provavelmente apenas um conselho.

– E-Eu sei, m-mas foi mais forte do q-que eu, N-Naruto-kun.

Eu enxugava com a manga da blusa de frio as lágrimas que escorriam pelo meu rosto, e quando percebi, ele já se sentava ao meu lado, me ajudando a secá-las passando delicadamente o polegar em meu rosto.

– É muita gentileza sua passar aqui depois e um dia tão cansativo de trabalho. – murmurei quando parei de chorar.

Naquele momento Naruto trazia uma singela rosa, que foi colocada com cuidado junto aos buquês, mas percebi que ele carregava algumas a mais junto dele.

– É o mínimo que poderia fazer. Graças a ele que estou vivo, melhor, que nós dois estamos. Neji era um excelente ninja...

– O melhor Hyuuga.

Em silêncio, oramos por um breve momento pelo meu primo. Torço que onde ele esteja, tenha se encontrado com o seu amado pai.

Após rezarmos, eu e Naruto nos levantamos para ir embora, mas percebi que diferente de mim, que ia para o clã. Naruto permanecia no cemitério. Curiosa, eu o segui. Não trocamos palavras, ele apenas deixava uma rosa em lápides, algumas eu não fazia a menor ideia de quem eram, mas tinha certeza que todas as lápides eram de ninjas ou civis de Konoha que morreram durante a guerra.

Achei aquela atitude digna de extremo respeito. Eu sabia que Naruto sempre se condenou por essa guerra, afinal, ele era um jinchuuriki, e o maior motivo da guerra foi as bijuus. Mesmo que indiretamente, e sabendo que ele não tinha culpa, ele havia sido um dos motivos do inicio da guerra. Sendo assim, o responsável pela morte de milhares de pessoas. E aquilo dilacerava o nobre coração de Naruto.

Neji morreu na data de hoje, mas os pais de Ino e Shikamaru seriam amanha, o restante dos mortos em dias diferentes. Um ciclo de tristeza sem fim, que entristecia Naruto.

Após acabar todas as rosas que ele carregava, ele andou em minha direção em silêncio, possuindo seus olhos cobertos pelos fios de cabelos dourados.

Pela minha surpresa, ele puxou a minha cabeça em sua direção e me beijou com uma volúpia e desejo. Explorando a minha boca com uma anciã que jamais imaginei. Quando nos separamos sem fôlego, me surpreendi ao perceber que seu corpo vibrava e que seus olhos tão próximos dos meus, estavam levemente marejados.

– Eu preciso de você... – Murmurou antes de me beijar outra vez.

Apesar da surpresa, por um lado eu estava feliz...

Imediatamente eu o abracei, e o beijei com cuidado, delicadeza e massageie seus cabelos.

Percebi que o clima de antes, que possuía rajadas de vento úmidas e geladas no cemitério à noite, havia sido trocados por um clima mais seco e quente. Provavelmente naquele momento Naruto já havia nos teletransportado para o seu confortável apartamento com o jutsu que aprendeu com seu pai.

Senti ele me pegar pelo colo, sem que desgrudássemos nossos lábios, e me levou até seu quarto, o lugar que eu já conhecia tão bem.

Naquela noite eu seria mais uma vez completamente sua, e estava feliz por isso, afinal, Naruto estava precisando ser consolado, ele precisava se sentir amado, algo que sempre lhe faltou em sua vida.

E mais do que ninguém, ele sabia que eu era a pessoa que mais o amava.

E antes que ele voltasse a se culpar, e a me perguntar se aquilo realmente era apenas casual, eu daria todo o amor que eu sentia por ele: nos beijos, nas sucções, nos apertões ou nos gemidos.

Porque eu o amava, sempre o amei mais do que tudo. Naruto-kun era, foi e sempre será o homem da minha vida.

Neste momento, não me importava se ele era cafajeste por não conseguir retribuir os meus sentimentos e mesmo assim estar comigo. Como também não me importava com o meu cinismo de mentir para mim mesma, dando-me esperança que um dia ele sentiria o mesmo amor que eu sinto por ele.

Porque por enquanto, isso que vivemos é o suficiente para mim.

Apenas, por enquanto.


Continua...


Notas finais
Nossa, esse capítulo saiu bem maior do que eu imaginei, de verdade. Mas queria terminar com uma cena NaruHIna, ai ficou grandinho.
Nos proximos sempre tera pelo menos algo da turma viu, vou desenvovler varios casais nessa fic. Para aqueles que cohecem o jeito que eu escrevo, sabem que adoro colocar outros casais, mas sempre focado no principal, neste caso, NaruHina.

Esperando por novos reviwes, e caprichem ein! eu amo aquele reviwe bem feito.
Já mereço recomendações?!

bjs e até o proximo amores