Notas iniciais
Cap novo da madrugadaaaa!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Espero que gostem e espero também que tenham estoques de sangue em casa cof cof ~le com hemorragia~ Espero seus reviews e que sobrevivam até o final kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk É isso aí amores, boa leitura.

Era 09h30min, Reiji despertou lentamente e com muita dificuldade abriu os olhos, arderam com a claridade que batia- apesar de fraca- pela cortina. Ele tentou mover o corpo, mas um braço o segurava pela cintura firme e sorriu relembrando os momentos da noite anterior.

Reiji: “outra vez meu corpo ta destruído…”

Riu baixinho e se virou bem devagar para não acordar o colega de banda.

Reiji: “bem, mas não posso negar que valeu muito a pena.”

Sorriu olhando para o Kurosaki que ainda dormia tranquilamente. Reiji ficou o observando por um tempo indeterminável sorrindo, olhando cada traço do rosto, a respiração calma e devagar, os lábios um pouco entreabertos. Estreitou de leve seus olhos ainda com o sorriso na face, levando uma mão delicadamente ao rosto dele acariciando-o logo abaixo da boca, mas precisamente no queixo e foi levantando pelo rosto, agora fazendo um carinho na bochecha. (N/A: cof cof quem está no grupo que fiz no face, se recordará dessa cena cof cof )

Reiji: eu… te… amo.

Confessou baixo ainda acariciando-o.

Reiji: Ranmaru.

Sorriu e seu coração doeu, como queria dizer aquelas palavras para o maior, mas quando o mesmo tivesse acordado. Olhando para o Kurosaki ali, Reiji lembrou como o mesmo havia chorado e foi tomado por um excesso de ódio pelos pais do colega de banda, como eles tinham coragem de machuca-lo tanto?! Reiji com todo o cuidado se desfez do braço do albino e levantou devagar para não fazer barulho (e também por que não podia fazer esforço com o quadril) e procurou seu celular no bolso da calça, quando encontrou foi até o banheiro vestindo a boxer no caminho.

Yoshino: moshi, moshi…

A voz da mulher era completamente sonolenta.

Reiji: Yoshi-chan preciso de um favor urgente.

Yoshino: a essa hora Reiji? Ahh… tudo bem, diga.

Reiji: descubra o contato dos pais do Ran-Ran.

Yoshino: quem?

Reiji: quer dizer… do Ranmaru, o meu colega de banda.

Yoshino riu pelo apelido.

Yoshino: tudo bem, mas para o que quer?

Reiji: é um assunto pessoal e muito urgente. De preferencia quero o número do telefone da casa, ou o particular, até das empresas serve.

Yoshino: pode deixar senhor, até o fim do dia te entrego o contato.

Reiji sorriu.

Reiji: sempre podendo contar com você. Valeu Yoshi-chan.

Yoshino: de nada, bye.

Reiji: bye.

Ele saiu do banheiro e se certificou que o albino não tinha acordado, e para sua sorte não. Reiji deixou o celular em cima do criado mudo e foi até a cama novamente se deitando.

Reiji: eles vão ouvir umas verdades Ran-Ran…

Falou e sorriu beijando o maior na bochecha.

..............................

Tokiya se acordou e estava morrendo de sono, havia dormido praticamente nada, noite passada. Ele abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi o seu namorado sentado na beirada da cama e estava vendo algo no celular, Otoya estava só com sua cueca e o cabelo todo desdenhado que fazia uma visão perfeitamente sexy aos olhos do Ichinose. Tokiya sorriu de canto e se moveu sorrateiramente até o menor.

Tokiya: o que está fazendo?

Perguntou baixo no ouvido do ruivo e logo em seguida mordeu o lóbulo, Otoya se arrepiou totalmente.

Otoya: e-eh… bem, eu acordei e fiquei com pena de te despertar. Tava dormindo tão bem e…

Ele não conseguia raciocinar direito pelos beijos que Tokiya dava em seu pescoço.

Tokiya: e…?

Perguntou sorrindo vendo como o ruivo estava reagindo aqueles beijos, ele abraçou o corpo do Itokki o colando mais ao seu.

Otoya: e… e… e-eu resolvi ver as n-noticias nos… s-sites, ver se via… alguma coisa do… show… aah…

Ele havia fechado os olhos sentindo seu corpo esquentar pelos beijos e carinhos que as mãos do Tokiya faziam em si.

Otoya: T-Tokiya… nós temos que nos arrumar para…

Tokiya: tá muito cedo.

Ele foi com os beijos para a nuca do menor que mordeu os lábios.

Otoya: mas temos que viajar cedo e… ah!

Ele não segurou o gemido quando uma mão do maior foi para seu membro o massageando sobre o tecido.

Otoya: Tokiya!

Ele pendeu a cabeça para trás deixando seu pescoço ainda mais vulnerável, e seu corpo também. A outra mão que estava em seu peito, foi para um dos mamilos massageando-o eroticamente e a outra mão estimulava com mais força o membro que ganhava vida, era esfregado com tal malicia pelo moreno que o fez encher de sangue em segundos.

Otoya: T-Toki… aaah…eu … eu vou…

Seu rosto suava e estava ficando vermelho, Tokiya sorriu o vendo totalmente entregue. Ele puxou Otoya, obrigando-o a deitar e se colocou por cima do mesmo. O ruivo gemeu com as esfregadas do quadril do Ichinose contra o seu, Tokiya retirou a boxer do ruivo e caiu dentro, o sugando com afinco.

Otoya: ahh!!

Ele arqueou o tronco sentindo seu membro latejar na boca do mais velho que o sugava a cada segundo com mais vontade, estimulando seu períneo com a outra mão, Otoya estava quase na beira da loucura com os movimentos libidinosos da língua e das mãos do namorado. O Itokki não aguentou e acabou gozando intensamente na boca do parceiro, que engoliu enquanto divertia-se com a expressão do menor.

Otoya: Tokiya… você…??

Ele foi beijado com vigor e correspondeu sentindo seu coração pular no peito.

Tokiya: você é tentador demais para eu resistir…

O rosto do Otoya ficou mais vermelho que o próprio cabelo.

Otoya: você é muito pervertido.

Tokiya riu de como ele falou, pareceu uma criança.

Tokiya: quer que eu mude?

Perguntou o fitando nos olhos.

Otoya: n-não… eu… gosto de você assim.

E mais uma risada não foi segurada pelo moreno com a vergonha do namorado.

Tokiya: que bom, porque seria impossível mudar. A não ser que mudasse de namorado, porque com você é impossível ser forte.

Otoya sorriu.

Tokiya: e ambos não queremos isso não é?

Otoya colocou as mãos na nuca dele.

Otoya: quero ser seu pra sempre.

Confessou baixo e corado, mas era muito sincero e fez o Tokiya beijá-lo como se fosse o ultimo beijo de suas vidas.

Otoya: me preencha Tokiya.

Tokiya: mas antes eu tenho que…

Otoya: n-não! Por favor, agora. Eu estou mais acostumado, além disso… me corpo ta queimando… por favor.

Implorou no ouvido do moreno provocante. Tokiya gemeu baixinho ao sentir as pernas do ruivo entrelaçarem sua cintura o trazendo para si, ele ouvia a respiração rápida do ruivo em seu ouvido e sorriu resolvendo atender seu pedido.

Tokiya: se tiver doendo muito me fala, não tem sentido só eu ter prazer.

Ele pode sentir que Otoya sorriu pelo jeito que o abraçou.

Otoya: eu te amo.

Tokiya acabou dando um sorriso.

Tokiya: eu te amo, meu Otoya.

Ele o penetrou de forma lenta e cuidadosa, já que não teve preparação. Mas o orifício do ruivo ainda estava meio lubrificado da noite anterior, então não foi difícil entrar todo e logo.

Otoya: ah!

Tokiya: ta doendo?

Otoya: não… só espere um pouco…

A voz dele era abafada, já que ele havia enterrado seu rosto na curva do pescoço de Tokiya. O Ichinose se mexeu ao escutar a aprovação do parceiro, estocava com calma, mas ainda fundo e sempre atento aos gemidos do ruivo para ver se não estava sofrendo.

Otoya: ahh!!

Com o gemido longo e alto, e também com o jeito que ele se agarrou mais ao corpo do maior, Tokiya sentiu que poderia aumentar o ritmo e assim fez, arrancando gemidos cada vez mais agudos e sexys do menor.

Otoya: ah… Tokiya!! Não pare!! Mais!! Aahhh!!

Ele arqueou a coluna quando teve sua próstata violentamente atingida em uma estocada deliciosa que o fez revirar os olhos. Tokiya se sentiu mais excitado com os gemidos constantemente altos e começou a acompanha-lo nos sons também. Os movimentos dos quadris estavam mais rápidos e desesperados, um batendo contra o outro, um se enterrando de forma mais profunda no outro, os gemidos que varias vezes saiam em uníssono extremamente altos e excitantes. Tokiya levantou o tronco para poder olhar para o rosto do Otoya, adorava aquela expressão, adorava os gemidos saindo de sua boca vermelha e entreaberta, adorava o cabelo grudado na testa pelo suor.

Otoya: Tokiyaaa… aahhh… e-eu…!!

Ele cravou as pequenas unhas na costa do moreno que acelerou muito mais as estocadas levando os dois ao delírio total e por fim no delicioso orgasmo. Tokiya se jogou ao lado do moreno ofegando.

Tokiya: ah… é muito bom começar o dia com o pé direito.

Otoya riu do comentário do parceiro e se virou pra ele.

Otoya: eu sei que digo isso muito, mas… eu te amo.

Tokiya o olhou.

Otoya: mais que qualquer coisa na minha vida.

O moreno sentiu o coração acelerar no mesmo instante, mais do que já estava.

Tokiya: eu amo você… para o resto da nossa vida, juntos.

Otoya se aproximou dos lábios do maior.

Otoya: para o resto da nossa vida todinha? Tipo… até ficar velhinhos?

Tokiya riu.

Tokiya: quem sabe até depois da morte.

Ele o beijou.

........................

Ai havia acabado de sair do banheiro, tinha ido escovar os dentes e quando retornou viu Syo se remexendo na cama, tentando sentar.

Ai: bom dia…

Sorriu e antes que pudesse fazer qualquer outra coisa sentiu uma almofada atingir seu rosto.

Ai: o que foi??

Syo: “o que foi”??!

Apontou para seu quadril, Ai reprimiu o riso, mas acabou ficando com a expressão cínica que fez o chibi bufar.

Ai: pensei que já estava acostumado.

Cruzou os braços.

Syo: estava, mas com esse tempo de separação e com o jeito que você tava ontem e pelas inúmeras vezes. É meio impossível não ter o corpo como se tivesse passado por um trator!!

Ai acabou rindo.

Syo: não ria!! Eu não posso andar, será que vou ficar paraplégico?

Ai riu mais se sentando na cama.

Ai: não exagera Syo, você já ficou assim antes. Além disso, ontem você precisava ser castigado.

Syo o fuzilou.

Ai: você bem que tava gostando.

Sussurrou provocativo no ouvido do chibi.

Ai: não sentia minha falta?

Syo estremeceu todo quando Ai lambeu lentamente seu lóbulo.

Syo: droga…

Ai sorriu.

Syo: eu realmente te amo muito.

Eles ficaram se olhando e Ai sorriu doce acariciando o rosto do namorado.

Ai: eu te amo, meu chibi.

Syo riu, já tinha se acostumado com Ai o chamando assim. Eles se beijaram de forma carinhosa.

Syo: você ficará sem um tempo… sabe?

Brincou o provocando.

Ai: hm… sério? E eu não tomei banho esperando companhia.

Falou fingindo chateação e beijava o pescoço de Syo, justamente nas partes mais sensíveis fazendo o menor gemer.

Syo: A-Ai… p-pare… ah…

Ele agarrou os ombros do veterano sentindo o corpo reagindo aos estímulos. Ai o pegou e carregou no colo, obrigando o chibi abraça-lo com as pernas para se apoiar e gemeu meio dolorido. Ele estava o levando em direção ao banheiro.

Syo: o que você vai…?

Ai: tomar banho, com você.

Respondeu cinicamente.

Syo: por que sinto que não é só banho?

Perguntou arqueando a sobrancelha, Ai riu.

Ai: você é muito esperto.

Syo sorriu e passou os braços pela nuca do maior.

Syo: eu não sou seu escravo sexual sabia?

Ai: sério? Você sempre destrói minhas ilusões Syo.

Fingiu ficar magoado.

Ai: talvez deva procurar o Suien?

Provocou e riu da carranca do menor.

Syo: você tem amor a vida não tem??

Ai: tenho amor por você.

Syo sorriu e o beijou.

Syo: também te amo baka.

Eles riram.

.....................

Ren acordou e na hora ouviu o barulho de agua caindo e deduziu que o Hijirikawa estava tomando banho. Ele sorriu se colocando de pé e sorrateiramente foi ao banheiro abrindo a porta, assustando o moreno.

Masato: Ren? Pensei que estava dormindo.

O ruivo sorriu e se apoiou a porta.

Ren: acordei agora.

Ele desceu o olhar pelo corpo molhado do parceiro que corou violentamente tentando ignorar aquele olhar.

Masato: eu já vou sair.

Ren: pode ficar, vou escovar os dentes.

Avisou ainda sorrindo e foi até a pia. Masato o olhou de esguelha e resolveu continuar com o banho. Ren escovou os dentes com pressa e saiu do banheiro em seguida, sabia que o moreno adorava tomar banho e ficar vários minutos com a cabeça embaixo d’agua. Ren retirou a boxer que havia colocado para ir ao banheiro e retornou ao local bem silencioso para que o namorado não escutasse.

Ren: fiquei chateado por não me acordar pra tomar banho com você.

Sussurrou rouco na orelha de Masato que se arrepiou até o ultimo fio de cabelo.

Masato: Ren?? O que você… ahh!!

Ele gemeu ao sentir o corpo do ruivo colar ao seu embaixo do chuveiro molhando os dois. Ren desceu uma mão vagarosamente pelo corpo indo para o membro começando a estimulá-lo.

Masato: ahh…

Ren: faz um bom tempo que não fazemos amor embaixo do chuveiro Masa.

O moreno corou.

Masato: Ren… aah… p-pare…

Ren o levou até a parede e Masato se apoiou nela enquanto as mãos do maior exploravam seu corpo e consequentemente fazendo-o pegar fogo e o membro ficar logo ereto.

Ren: adoro como reage aos meus toques.

Mordeu o pescoço do moreno deixando uma marca vermelha e a mão voltou a masturbar o parceiro.

Masato: você sempre… faz isso… ahh…sempre abusando…

Ren: a culpa é sua de ser tão gostoso.

O moreno sorriu e desistiu totalmente de convencer o namorado a parar. Ren aumentou o movimento com a mão na ereção o fazendo gemer alto e pender a cabeça, apoiando-a no ombro do ruivo enquanto este beijava e chupava seu pescoço. Ren molhou seus dedos na agua e levou dois a entrada do moreno invadindo-o.

Masato: ah! Ah! Ren!!

Aquilo era crueldade, Masato não iria aguentar ser masturbado e invadido pelos dedos do ruivo que tocavam sua próstata a todo tempo. Ren o virou para ele fazendo a costa do moreno grudar na parede gelada o fazendo se arrepiar, o ruivo se ajoelhou e substituiu a mão pela boca chupando-o com vigor e urgência enquanto os dedos ainda invadiam a entrada do Hijirikawa que gritava de êxtase.

Masato: ahhh!! Uuuhh! Reen… aahn…

Ele agarrou com as duas mãos a cabeleira do maior e movia o quadril contra a boca do mesmo, fazendo-o engolir seu membro mais. O Hijirikawa chegou ao ápice em um gemido mudo e se despejou na boca do parceiro.

Ren: você é delicioso.

Disse enquanto subia beijando todo o corpo do menor até chegar em sua boca e roubar um beijo de tirar o folego.

Masato: você não tem jeito…

Disse sorrindo enquanto era virado e prensado contra a parede fria, ele gemeu baixinho sentindo a cabeça do pênis de Ren roçando em sua entrada.

Ren: se não quiser, essa é a hora… não conseguirá me parar depois.

Masato sorriu.

Masato: não dá pra ser forte com você.

Ren sorriu e beijava seu pescoço e nuca enquanto penetrava o corpo do moreno.

Masato: ahh!!

Ele fechou o punho com força contra a parede e cerrou os dentes, sentindo seu interior ser preenchido pelo membro do Jinguji.

Masato: R-Ren…

Ele gemeu sufocado apoiando a testa na parede e ofegava.

Ren: doeu?

Perguntou baixo em seu ouvido.

Masato: n-não, continue…

O maior sorriu e o estocou com força, colando seus corpos e praticamente esmagando o de Masato contra a parede. Se movimentava estocando sempre com força a próstata do moreno que gritava seu nome, Masato não sabia como se concentrar no sexo e ao mesmo tempo colocar força em seus pernas para não desabar devido ao prazer que recebia, elas estavam bambas e a cada investida Masato sentia ir ao céu. Ren o afastou mais da parede, empinando seu quadril e Masato se apoiou melhor a parede, cerrava os dentes com força e gemendo.

Masato: ahh… Ren… m-mais!! Aaaahnn!!

Ele empinou mais seu quadril e empurrava-o contra o de Ren que invadia-o cada vez mais fundo. Escorregava dentro daquela cavidade quente mais rápido a cada segundo. Ren queria ver o rosto do seu amado se desfalecendo em prazer, então o virou para si carregando-o no colo e o levando contra a parede com força, se enterrando em si de uma vez só o que fez Masato arregalar os olhos e gritar.

Masato: ahh!!! Ren!!

Ren: você é maravilhoso Masa…

A voz saiu rouca e embargada de desejo, o moreno se arrepiou e mordeu os lábios cravando suas unhas na costa larga do Jinguji. Ren retomou os movimentos ainda mais rápidos e fundos.

Masato: aaaaa-aahn… Uuuh… hmm… R-Reen… m-mais rápidoo…

Ren deixou um baixo gemido sair, os “exercícios” ficaram mais intensos, vigorosos, Masato pressionou suas paredes internas apertando o membro do ruivo, tornando tudo mais delicioso para os dois.

Masato: Ren… aaahn…

Ele gemia extasiado no ouvido do ruivo só para provoca-lo e conseguiu, Ren sorriu maliciosamente e o suspendeu com mais força, seus corpos estavam ensopados e colados um no outro, o tesão correndo pelos seus corpos como a água que caia, os gemidos cada vez mais altos e o orgasmo se aproximando.

Ren: Masa… eu vou…!

Masato: e-eu t-também e… aahh!!

Ele arqueou a coluna quando o orgasmo chegou e logo sentiu seu interior ser invadido pelo sêmen do namorado.

Ren: é sempre tão bom…

Confessou ofegante, colocando o moreno no chão que quase caiu pelas pernas que estavam completamente trêmulas pelos espasmos.

Masato: baka…

Ren sorriu e beijou seu pescoço.

Ren: não me peça pra resistir, amor e desejo andam juntos sabia?

Masato revirou os olhos e riu colocando suas mãos na nuca do parceiro.

Masato: e como sei.

Sorriu cinicamente e o puxou para um beijo ardente.

.............................

Ai se vestia calmamente e segurava para não rir do chibi andando todo enferrujado.

Syo: droga…! Preciso manter uma distancia segura de você.

Ele se sentou com dificuldade, Ai riu vestindo sua camisa e terminando de prender o cabelo.

Ai: precisa de ajuda?

Perguntou apontando para os tênis do menor.

Syo: por favor…

Ai sorriu e se ajoelhou colocando-os em seus pés, quando terminou ele se levantou e beijou o menor.

Ai: me desculpa.

Syo riu.

Syo: tudo bem, acho que merecia esse castigo.

Ai: com certeza merecia.

Eles riram e antes que se beijassem de novo, Ai recebeu uma mensagem e foi ler curioso ao ver que era de Ringo.

Syo: o que ele quer essa hora?

Perguntou curioso. Ai lia toda a noticia que o ídolo de cabelos rosas mandou por mensagem pra ele.

Ai: não é possível…

Ele estava como se tivesse visto um fantasma.

Syo: Ai? O que foi?

Ai o entregou o celular ainda abismado se sentando na cama ao lado do Kurusu. Syo leu rapidamente e ficou no mesmo estado que o veterano.

Syo: os pais do Ranmaru?? Mas o que eles estão pensando?!

Ai: droga! Se o Ranmaru viu isso… ou pior quando ele vê…

O bluenette se levantou com pressa.

Ai: eu preciso falar com ele, Syo você…

Syo: pode ir. Eu vou terminar de me arrumar e ir tomar café.

Sorriu ao namorado que agradeceu o beijando rápido e saiu pela porta afobado.

........................

Camus estava sentado na cama, não tinha muito animo para sair e encarar o indiano.

Camus: preciso me afastar dele.

Suspirou e se assustou com as batidas incessantes e com Ai o chamando como se o hotel tivesse pegando fogo.

Camus: Mikaze? Que foi?

Ai estava ofegante.

Ai: um desastre aconteceu! Olha!

Ele deu o celular para que o conde lesse a noticia e o mesmo arregalou os olhos ao ler tudo.

Camus: dessa vez os pais dele ultrapassaram todos os limites!!

Ai: sim, por que fizeram isso?? Sabendo que o Ranmaru é uma figura pública, eles realmente devem odiá-lo muito.

Dizia irritado.

Camus: vamos ao quarto dele.

Ai: mas… você não parece tá preparado para ver o Cecil, sabe que pode encontra-lo.

Camus suspirou pegando seu casaco.

Camus: eu sei, mas… algumas coisas são mais importantes que essa dor que eu to sentindo.

Disse calmo, Ai sorriu e concordou.

.......................

Reiji estava terminando de se arrumar enquanto Ranmaru estava no banheiro escovando os dentes. O moreno se assustou de leve ao sentir os braços do Kurosaki o abraçando por trás.

Ranmaru: Reiji… obrigado por ontem.

Reiji: hã?

Ranmaru: err… por ter me consolado e por ter tido tanta paciência. Não falo só do sexo…

Reiji riu.

Reiji: não precisa agradecer Ran-Ran, faria tudo de novo. E não estou falando só do sexo.

Foi a vez do Kurosaki rir. Eles ficaram uns segundos assim, Reiji sentia seu coração batendo rápido por aquele abraço, por senti-lo tão perto. Já Ranmaru estava perdido em seus pensamentos e tentando criar coragem para o que queria fazer.

Ranmaru: Reiji…

Ele virou o Kotobuki pra ele.

Reiji: q-que foi?

Ele estava ficando nervoso por aquela proximidade e pelo olhar intenso do albino.

Ranmaru: bem, eu… queria saber se… err…

Reiji ficou curioso e sem saber o porque o maior estava nervoso assim.

Ranmaru: o Ai e Camus… sempre dizem que… eu cozinho bem… então… err… nós podemos… um dia… lá no meu apartamento, já que a casa da banda vive cheia e…

Reiji: isso é uma tentativa de me chamar pra sair?

Perguntou sorrindo levemente.

Ranmaru: é… eu acho.

Ele desviou o olhar, estava se sentindo ridículo. Reiji se esforçou muito para não se deixar levar pela emoção.

Reiji: é claro que eu aceito Ran-Ran!

O albino olhou para Reiji que sorria de um jeito lindo.

Ranmaru: não precisa aceitar por educação e…

Reiji: e quem disse que estou aceitando por educação? Eu realmente quero sair com você!

Disse animado o abraçando forte.

Ranmaru: bom, então quando voltarmos para Shibuya, combinamos um dia.

Reiji: hai!

Eles ficaram se olhando por uns segundos e ambos coraram de leve.

Ranmaru: eu vou terminar de me arrumar.

Ele entrou no banheiro novamente com a blusa na mão e Reiji sorriu abertamente colocando a mão no peito, seu coração tava quase saído, se sentia tão feliz.

Reiji: “Ran-Ran e eu num encontro de verdade??”

Ele mordeu o lábio completamente animado com a ideia. Quando Ranmaru voltou do banheiro ouviu batidas na porta e foi abrir.

Ai: Ranmaru como você… Reiji?

Ele arregalou os olhos vendo o moreno que corou furiosamente.

Camus: o que você ta fazendo aqui?

Reiji err… bem… eu tava preocupado com o Ran-Ran pelos pais dele.

Ranmaru: ele só me ajudou.

Ai: hm… e por que está com a mesma roupa de ontem?

Perguntou sorrindo para o moreno que voltou a corar.

Ranmaru: ele dormiu aqui. Eu tava um pouco mal e não quis me deixar sozinho.

Disse tentando esconder a vergonha. Camus e Ai os olhavam desconfiados.

Camus: sei.

Ai: acreditamos.

Disseram cinicamente.

Reiji: err… nee nee vocês também viram a reportagem?

Ai: sim, por isso viemos aqui.

Ranmaru: entrem, não vamos conversar isso no corredor.

Camus e Ai concordaram adentrando o cômodo.

..............................

Cecil estava inconformado, as horas se passaram e ainda não conseguia falar com Camus, o mesmo o evitava o tempo e a manhã inteira.

Cecil: droga!!

Otoya: Cecil!!

O indiano levantou a vista e viu Otoya e Natsuki com um grande sorriso.

Cecil: oi gente, que foi?

Natsuki: Cecil-kun… por que está assim? Ainda não falou com o Myu-chan-sempai?

Cecil: pelo visto você já sabe o que aconteceu ontem.

Natsuki: o pessoal me falou logo quando cheguei.

Cecil: se reconciliou com o Nagi?

Natsuki abriu um grande sorriso.

Natsuki: sim!! Estamos namorando de novo e o melhor é que o Syo-chan também voltou com o Ai-chan-sempai!!

Ele abraçou o moreno com força.

Otoya: pra ficar tudo perfeito, só falta você e o Camus-sempai se entenderem, e meu sempai baka com o Ranmaru-sempai.

Disse sorrindo. Cecil riu de leve.

Cecil: bom, acho difícil o Camus olhar na minha cara depois de ontem. Ele me evitou o tempo inteiro.

Natsuki: vá falar com ele Cecil-kun! Vocês se amam!

O moreno ficou pensativo uns segundos e resolveu tentar uma ultima vez.

Cecil: ok, uma ultima vez eu vou lá com ele.

Os dois amigos sorriram a ele e deram força.

..........................

Cecil subiu no elevador e logo quando as portas se abriram ele viu Camus e Mikio. Um garoto que sempre despertou o maior ciúme no Cecil por ter sido o primeiro kouhai de Camus e nada o tira da cabeça que o ruivo tem uma queda pelo veterano.

Mikio: Cecil-san… como vai?

O indiano estreitou o olhar.

Cecil: oi Mikio. O que faz aqui?

Não foi nada sutil na pergunta e Camus percebeu.

Mikio: nós temos uma apresentação em um reality hoje.

Cecil: que ótimo.

Sorriu forçadamente.

Camus: eu te levo até a recepção Mikio.

Mikio: eu ia adorar sempai e…

Cecil: eu preciso falar com você Camus e precisa ser agora.

Os dois ídolos olharam para o indiano que estava terrivelmente sério.

Camus: não pode ser depois? Por que eu…

Cecil: tem que ser agora!

Mikio: ohh pensei que não fossem mais sempai e kouhai.

Aijima arregalou os olhos e fitou o conde sério.

Camus: tecnicamente ainda somos, pelo menos até voltarmos para Shibuya.

Cecil não estava entendendo. Mikio sorriu cinicamente.

Mikio: bom, então quando estiver livr- digo… sem o Cecil-san, eu ligo para fazermos alguma coisa sempai.

Sorriu e foi até o elevador, quando passou do lado do moreno o encarou sarcasticamente, Cecil cerrou o punho com ódio daquele cara.

Mikio: eu disse que nunca teria um kouhai como eu Camus-sempai.

Piscou cínico e fecharam-se as portas do elevador.

Cecil: por que disse a esse cara que não seria mais meu sempai?!

Ele estava visivelmente irritado. Camus estranhou o comportamento.

Camus: não entendo a surpresa, quem começou com essa história foi você.

Respondeu seco e deu de andar em direção ao quarto, Cecil o seguiu e entrou no dormitório antes que ele fechasse a porta.

Cecil: mas não decidimos nada!

Camus: decidimos sim, ou melhor, você decidiu! Preciso relatar toda aquela conversa em que disse que me esqueceria e que queria que o Kisuke se tornasse seu novo sempai?? Ou então o…

Ele parou antes que falasse do beijo, mas o menor havia entendido.

Cecil: o beijo você ia falar?

O loiro se surpreendeu.

Camus: o Mikaze e o Kurosaki te falaram isso?

Cecil: não, eu ouvir sem querer. Mas sobre isso Camus… eu…

Camus: não precisa me dizer nada. Eu vi perfeitamente que o escolheu!

Cecil: eu não escolhi nada!!

Camus: ah não??

Ele riu sarcástico.

Camus: e aquele beijo foi o que?? Um momento entre amigos?

Cecil: foi uma despedida!! Ele disse que iria se afastar de mim para que não sofresse, ele entende que eu não o amo e-!

Camus: bom, então você é ótimo para se despedir de alguém. Porque aquele beijo foi realmente “lindo” Cecil, mostrava o quanto estava entregue. Espero que tenha apreciado.

Sua voz era sarcástica, mas Cecil viu a dor que tinha nos olhos do maior e resolveu mandar o receio que tinha de sofrer para o inferno. Camus ia passar por ele, mas o menor o segurou pelo pulso forte e tirou coragem de sabe-se lá onde o beijando. Camus ficou surpreso por aquilo e por mais que tivesse com muita raiva e mágoa do kouhai, não conseguiu afastá-lo. Cecil gemeu baixinho quando sua língua se entrelaçou a do mais velho de uma forma tão perfeita, o beijo do loiro tinha uma capacidade de acender seu corpo inteiro.

Cecil: Camus…

Ele estava ofegante.

Cecil: é você que eu amo!! Foi por você que eu me apaixonei tão perdidamente! O Kisuke-sempai pode ser tudo, mas… ele jamais me faria sentir o que sinto com você!

Seus olhos estavam se umedecendo.

Cecil: não… não me deixa! C-Continue sendo meu sempai e…

Ele corou com o olhar de Camus sobre si.

Camus: você disse que não me queria mais.

Cecil: eu tava magoado! Você me fez sofrer muito, achava que fosse mentira o que dizia estar sentindo por mim, mas…

Ele foi cortado pelo beijo que foi dado dessa vez pelo conde. Se beijavam com necessidade e luxuria, Cecil sentiu sua costa ser levada contra a parede e as mãos do maior descerem para sua cintura, ele agarrou a nuca de Camus puxando-o para si.

Camus: você é irritante…

Sussurrou no ouvido do kouhai que se arrepiou todo.

Camus: mas eu amo você.

O indiano sorriu abertamente ouvindo aquilo.

Cecil: achei que eu nunca fosse ouvir isso.

Camus: mas…

Ele apertou a cintura de Cecil que gemeu baixo.

Camus: se deixar que aquele cara se aproxime de você de novo, é melhor preparar o seu caixão e o dele.

Cecil riu.

Cecil: sim senhor. Não quero experimentar da sua fúria, já tive exemplos que ela é bem assustadora.

Sorriu ironicamente.

Camus: bom garoto.

Disse com um mínimo sorriso perto dos lábios do outro. Se beijaram outra vez com veemência, Cecil o amava tanto e tinha o desejado por muito tempo que não conseguia segurar suas mãos, que ora agarravam-se a cabeleira do loiro ora desciam para suas costas entrando de leve por dentro da camisa do mesmo que acabava sempre deixando um suspiro escapar. Camus não percebeu quando foi empurrado em direção da cama e só viu quando já estava sentado e o menor em seu colo o beijando cada vez mais afoito, nem parecia ser o mesmo Cecil inocente e alegre que conhecia.

Camus: C-Cecil o que…?

Cecil: Camus eu preciso de você.

Disse sem rodeios deixando o maior em um estado de transe.

Camus: m-mas nós ainda…

Cecil: você não me quer?

Perguntou entristecendo sua feição, sabia que era novo e inexperiente demais para o conde.

Camus: não! Não é isso!

Respondeu de imediato.

Camus: eu só quero que tenha certeza, que não se arrependa. É muito cedo ainda e você nunca esteve com ninguém não é?

Cecil balançou a cabeça positivamente.

Cecil: nem com mulheres, mas…

Ele se encaixou melhor no quadril do veterano que acabou gemendo.

Cecil: eu sei perfeitamente o que quero agora.

Sorriu meio pervertido.

Cecil: eu quero ser seu. Se vamos namorar… isso teria que acontecer um dia não é? Por que não hoje?

Perguntou sorrindo. Camus estava surpreso, mas não era de ferro e muito menos indiferente a Cecil, ao contrario aquele garoto o excitava e muito. O loiro sorriu e o beijou com paixão invertendo os lugares e deitando Cecil com ele por cima. Seus beijos logo foram para a pele macia do pescoço do kouhai que começou a gemer baixinho pelas sensações, a cada novo beijo e chupão que já ficavam intensos, Camus sentia necessidade de explorar aquele corpo então desabotoou a blusa que o indiano usava logo se livrando da mesma.

Cecil: ah…

Ele gemeu um pouco mais alto sentindo os dedos do veterano brincarem com seus mamilos, os enrijecendo rápido.

Cecil: Camus…

Não teve como não gemer seu nome com a boca de Camus descendo de seu pescoço para os ombros, depois para seu tórax, indo para seus mamilos e abocanhando um de cada vez. Os dentes puxavam delicadamente os mamilos, depois mordia-os, labendo em seguida enquanto as mãos desceram para sua calça abrindo o zíper.

Cecil: Camus… ahh…

Os beijos continuaram descendo pelo corpo do menor, indo para sua calça onde logo a retirou e sua cueca também. Cecil corou furiosamente ficando nu na frente de Camus que o fitava de forma tão intensa.

Camus: não fique assim…

Ele riu da expressão do kouhai.

Cecil: é que… é meio constrangedor.

Camus fez um caminho de beijos e lambidas de volta para o ouvido do indiano.

Camus: e se eu tirar as minhas também?

Perguntou roucamente pervertido, Cecil corou mais.

Cecil: é uma b-boa ideia.

Camus sorriu e se colocou em pé, tirou sua blusa a jogando em um canto qualquer e depois logo abriu o fecho da calça a tirando e quando ia tirar sua boxer, Cecil o parou.

Cecil: espera… eu queria… queria…

Ele se sentou ficando com o rosto a altura do quadril do loiro.

Cecil: não tenho experiência alguma, mas… eu vou me esforçar.

Camus sorriu daquele jeito que só Cecil tinha. O indiano tirou sua boxer bem devagar e os orbes alargaram ao ver o volume que o conde possuía.

Cecil: “espero que isso caiba em mim.”

Pensou tenso, mas ao mesmo tempo excitado mais ainda. O menor levou a mão timidamente ao membro e começou massagea-lo, Camus não segurou o gemido baixo sentindo a textura de sua mão no seu membro o massageando daquele jeito. Cecil aumentava os movimentos a medida que os gemidos do loiro ficavam mais constantes e resolveu arriscar usar sua boca para dá-lo prazer.

Camus: argh…!

Ele segurou os ombros de Cecil não aguentando aquelas sensações, aquele formigamento em seu baixo ventre com a boca indo e vindo em sua ereção. Cecil acelerou por conta própria tomando cuidando com os dentes e pressionando sua língua em toda a base e também chupando com afinco a cabeça fazendo Camus tremer todo. Não demorou para o indiano sentir sua boca encher com uma quantidade significativa do sêmen do veterano que o beijou provando seu gosto na boca do menor o deitando outra vez.

Camus: agora é minha vez…

Sussurrou provocativo e logo desceu com a boca para a ereção do kouhai começando a bombeá-lo com rapidez e intercalava sugando a cabeça do pênis de Cecil.

Cecil: Camus!! Ahh!!

Ele jogou a cabeça para trás quando o conde abocanhou seu membro e o sugava com maestria, sua língua fazendo movimentos em toda a base deixando Cecil louco. Camus também estimulava os testículos do menor, o fazendo gritar em sua cama e logo se desfazer em um delicioso orgasmo.

Cecil: Uuuh… ahh…

Camus subiu em si outra vez o beijando com calma.

Camus: Cecil… eu vou…

Cecil: eu sei, não se preocupe.

Sorriu sem folego. Camus levou seus dedos ao orifício do kouhai e ficou fazendo movimentos circulares sem pressa no anel, Cecil gemia, aquilo era muito bom. Camus retomou com os beijos no pescoço do moreno, mordia-o de vez em quando quando sentiu o ânus relaxado introduziu um dedo com calma, Cecil recebeu muito bem o primeiro digito e já gemia com mais vontade. Agarrou-se ao corpo de Camus quando sentiu o segundo ser colocado, dessa vez foi mais desconfortável, mas nada que não pudesse aguentar. Quando a dor passou Camus começou a movimentar os dedos alargando a entrada, pressionando as paredes internas, tocando sua próstata com intensidade… Cecil já estava gemendo muito e seu corpo ficava mais quente a cada segundo.

Cecil: C-Camus… ahh… por favor… se coloque dentro de mim…

Camus: mas você já ta preparado?

Cecil: s-sim, por favor. No começo vai ser desconfortável, eu sei. Mas eu quero.

Camus o beijou outra vez, sua língua tocava as partes mais sensíveis da boca do menor o fazendo ficar com mais tesão e implorar desesperadamente pela invasão. O conde se encaixou melhor entre as pernas do indiano e as abriu consideravelmente facilitando o contato, roçou de leve a cabeça na entrada e com muita paciência forçou a penetração. Cecil arqueou a coluna e fechou forte os olhos sentindo uma ardência, nada que não pudesse aguentar, mas ainda doía um pouco pelo tamanho do veterano.

Camus: Cecil? Quer que eu tire?

Cecil: não! Por favor Camus, continue. Eu posso aguentar.

O canto de seus olhos estavam marejados e Camus tentou sair, mas Cecil o prendeu entre suas pernas e o puxou com força terminando de preenche-lo.

Camus: Cecil!!

Ele mordeu os lábios com força, aquilo doeu mesmo.

Cecil: isso é inevitável, por favor, só não se mova por um tempo.

O maior estava preocupado com o kouhai e se deitou sobre ele o beijando ternamente enquanto a mão ia para seu membro massageando-o. Cecil gemeu sentindo prazer com aquilo e sorriu abraçando Camus.

Cecil: se mova.

Camus concordou e estocou-o devagar, não apressava os movimentos, queria que Cecil estivesse mais relaxado, mas não podia negar que aquilo era muito bom. O canal era tão apertado e quente, seu membro sendo esfregado pelas paredes úmidas, aquilo estava tirando-o o juízo. Cecil sentia aos poucos a dor se dissipando e seu interior se contraindo ao redor do membro de Camus, ele sentia algo dentro de si crescendo, era uma sensação gostosa e efervescente, estava deixando-o em extase.

Cecil: ahh… Camus… aumente-!!

O loiro obedeceu no mesmo instante e acelerou as estocadas fazendo o moreno revirar os olhos. Cecil sentia arrepios deliciosos com a intimidade de Camus o tocando tão profundamente, a cada instante o conde ia mais rápido e mais fundo. Sons baixos, porém cheios de prazer saiam pela boca do loiro que eram abafados pelos gemidos altos e constantes do moreno que se desfalecia de tanto prazer. Camus levou a mão ao membro e começou a masturba-lo na velocidade que o penetrava fazendo Cecil ir a loucura e enterrar suas unhas nos ombros do veterano.

Cecil: Camus!! Ahhhh!! Assim… aaahn…!!

Cecil achou que aquilo não poderia ficar mais prazeroso, até Camus encontrar sua próstata o fazendo arquear a coluna e gritar o nome do conde, sendo invadido por uma poderosa onda de prazer. Camus sorriu satisfeito ao descobrir o ponto G do menor e começou a estoca-lo sem piedade naquele local todas as vezes fazendo o Cecil delirar, literalmente.

Cecil: ahhhh!! Camus…!! Eu não vou mais aguentar!! Eu não consigo e…!! ahh!!

Seus olhos estavam se revirando a cada investida, a cada movimento que a mão do maior fazia em sua ereção, ele não estava mais suportando tanto.

Camus: E-Eu também estou chegando no limite e…!!

Cecil: dentr…! Goze dentro de mim Camus…!! Ahh…!

Eles chegaram ao clímax juntos, Cecil jamais imaginou que sexo fosse tão bom e Camus nunca teve tanto prazer com alguém antes. Os músculos de ambos cederam pela exaustão e Camus saiu de dentro do moreno, caindo ao seu lado completamente sem folego. A respiração completamente irregular, espasmos violentos pelo corpo inteiro e suspiros de satisfação saindo pela boca dos dois. Cecil se virou para o loiro se aconchegando ao seu corpo, Camus passou seu braço por ele carinhosamente.

Cecil: Camus… você me perdoa pelo beijo?

Perguntou envergonhado.

Camus: sim, mas já está avisado se beijá-lo de novo.

O moreno riu.

Cecil: sim. E… nós estamos…?

Camus sorriu pela vergonha do kouhai.

Camus: sim. Mas se quiser que pergunte formalmente… Cecil você quer namorar comigo?

O menor abriu um largo sorriso e o abraçou com força.

Cecil: sim. Eu te amo.

Camus: eu também te amo.

Confessou em seu ouvido para depois beijá-lo com carinho.

Notas finais
Gostaram????? Os lemons TokixToya e RenxMasa foram rápidos por tipo... eles já serem namorados e não poderia colocar muito detalhes senão o cap ficaria enorme. Espero que tenham gostado e muitos beijos!!!