Notas iniciais
Divos e Divas!! o/ o/ gomen pela demora!! Espero que vocês gostem desse cap, eu me esforcei nele *-* e levem em consideração o bloqueio mental que estou ~le chora~ Ahh!! E esse cap vai dedicado a diva, linda e perfeita LahRds pela recomendação que fez a fic *-* *-* muito obrigada amore, fiquei tão feliz em ler sua recomendação. Me deixou muito happy mesmo. Espero seus reviews divos, alegrem meu kokoro com eles pliss!

Já havia se passado três dias desde a frustrada tentativa de encontro, e Reiji evitava Ranmaru a todo instante, não dormia mais na casa da banda e só comparecia a ensaios ou reuniões. O Kotobuki não estava com raiva do albino, mas considerava a ideia de desistir desse amor quase impossível, Ayume querendo ou não sempre estaria no meio deles, sempre seria a ex namorada de Ranmaru. Situação parecida com a de Ren e Masato, Seira sempre era o motivo das brigas frequentes do casal, mas todos sabiam o quanto o ruivo amava o namorado e mesmo com todas as tramoias da atriz, eles sempre ficavam, no fim, de bem.

Mas com ele não poderia ser assim. Que garantias ele tinha que o Kurosaki fosse sentir um amor tão grande como o kouhai sentia por Masato? Que ele não iria se sentir atraído pela ex, que por sinal era linda, e ir pra cama com ela? Nenhuma. Nenhuma garantia ele tinha e se era pra sofrer… preferia dar um basta naquilo logo.

Ranmaru: Reiji!

O moreno estremeceu, estava quase indo embora quando foi abordado pelo maior.

Reiji: Ran-Ran, o que houve?

Perguntou tentando parecer o mais natural possível. Ranmaru estreitou levemente seu cenho.

Ranmaru: eu que deveria fazer essa pergunta. Você não dormiu mais aqui, por quê?

O menor ficou o olhando e sorriu de leve.

Reiji: sentia falta do meu apartamento um pouco…

Piscou ao Kurosaki que continuou o fitando de um jeito desconfiado.

Reiji: e também tenho algumas coisas que preciso fazer, então é melhor que eu fique lá… por enquanto.

Falou desviando o olhar do colega de banda.

Reiji: bom, nos vemos…

Ele ia se despedir quando o Kurosaki puxou seu braço o trazendo para si.

Reiji: Ran-Ran??

Ranmaru: é por minha causa não é?

Reiji: o que?

Perguntou meio assustado.

Ranmaru: o motivo que não para mais aqui.

Reiji engoliu em seco.

Reiji: claro que não Ran-Ran! Não tem nada a ver com você…

Ranmaru: então, porque além de não dormir mais aqui… ainda fica me evitando o tempo inteiro??

Reiji corou e desviou o olhar dos orbes do outro.

Reiji: isso é paranoia sua…

Ranmaru: não é não! Está estranho desde o nosso…

Ele interrompeu sua própria fala, fixando mais profundamente o olhar no Kotobuki que corou mais ainda.

Ranmaru: Reiji… você…?

O telefone do moreno tocou na hora, obrigando os dois a saírem do transe que estavam.

Reiji: etto… eu tenho que ir Ran-Ran.

Ranmaru: espera! Vai passar o natal aonde?

O Kotobuki petrificou com a pergunta.

Reiji: com a minha mãe e… a Raiko. E você?

Ranmaru o fitou, não acreditando muito naquilo.

Ranmaru: aqui mesmo. Provavelmente o Ai e o Camus passarão aqui também.

Reiji sorriu.

Reiji: que bom. Então nos vemos amanhã, eu passo aqui pra falar com vocês. Sayonara.

Ele se despediu tentando parecer o mesmo Reiji animado que sempre foi, mas Ranmaru sabia que aquele sorriso era falso.

.........................

Na academia…

Ren: nós precisamos fazer isso.

Disse calmo, depois de explicar o “plano nas entrelinhas”, a Tokiya, Otoya e Masato.

Ren: os senpais e nossos amigos estão com a gente nesse plano, Ran-chan já concordou em fazer a parte dele… mas nós sabemos que é preciso um “extra” nisso e pra ele precisaremos do Ai-senpai.

Tokiya cruzou os braços.

Tokiya: acha que vai dar certo?

Ren: vocês dois são os kouhais do Reiji, me digam vocês.

Tokiya e Otoya se olharam.

Otoya: baseado na personalidade imprevisível e doida do Rei-chan… vai dar certo.

Eles riram.

Masato: tem que dar. Só temos isso pra fazer aqueles dois idiotas se entenderem.

Tokiya: Kotobuki-senpai tá numa depressão contagiosa e irritante desde o encontro.

Otoya bateu no braço dele.

Otoya: não fale assim!! Ele tem motivos pra isso, aquela vaca da Ayume o fez pensar que ela havia dormindo com o Ranmaru-senpai! É claro que ele tem o direito de se sentir mal!

Todos olhavam para o ruivo meio surpresos pela atitude dele.

Otoya: o que? Eu não gosto de ver o Rei-chan assim!

Virou a cara cruzando os braços.

Ren: oh o Ikki tem pavio curto quando quer hein? Cuidado Ichii, ou ele que vai mandar na relação.

O moreno o fuzilou e virou a cara.

Masato: fala a pessoa que também não manda em nada na nossa.

Alfinetou cinicamente, Tokiya e Otoya riram da careta do Jinguji.

Ren: Masa… assim você acaba com minha imagem.

Masato: só estou falando a verdade.

Deu de ombros.

Masato: ou você acha mesmo que manda em alguma coisa?

Arqueou a sobrancelha sarcástico.

Ren: depois nos entendemos.

Encarou maliciosamente o Hijirikawa que corou de leve e bufou virando a cara. Tokiya e Otoya observavam aquilo segurando o riso.

Tokiya: podemos voltar para o drama da vida amorosa dos nossos senpais?

Cruzou os braços sarcástico.

Ren: hai, hai.

Fez um movimento com a mão.

Ren: todos estão preocupados e torcem por eles, mas nós precisamos junta-los. São nossos senpais e…

Ele olhou para o namorado e depois para os dois amigos.

Ren: se estamos felizes e juntos hoje, a quem devemos isso?

Os três presentes arregalaram os olhos.

Otoya: Rei-chan…

Masato: Kurosaki-sempai.

Eles suspiraram.

Ren: foi ele que me incentivou a criar coragem e admitir que amava o Masato, antes tinha receio dele me odiar.

O Hijirikawa o fitava.

Masato: e por causa dele eu acreditei que o Ren falava a verdade. Achava que ele estava apenas brincando comigo ou queria só se divertir. Mas foi o senpai que me convenceu que o Ren me amava de verdade.

Tokiya e Otoya se entreolharam.

Otoya: se não fosse pelo Rei-chan, Tokiya nunca tinha se confessado e eu descoberto que o amava.

Ele sorriu de leve.

Otoya: até dar a impressão que estavam tendo um caso, ele fez para me fazer ter uma atitude.

Os três riram da careta do ruivo.

Otoya: naquela vez me senti enganado, mas sabia que o senpai fez o que fez porque nos queria juntos.

Tokiya: e pela primeira vez ele tá amando alguém.

Ren: nós já sofremos por causa do amor, então sabemos bem o que eles estão sentindo. Inclusive o sentimento de achar que o outro não nos corresponde.

Todos ficaram em silêncio.

Ren: o Reiji os vê como seus irmãos mais novos e adora vocês. Ran-chan, apesar do jeito marrento e que sempre tenta se fazer de indiferente… eu sei que ele se importa comigo e com o Masa, sempre que precisamos dele ou que estamos com problemas, ele nos ajuda.

Otoya: nós tiramos a sorte grande quando os escolheram pra serem nossos senpais não?

Eles riram.

Masato: o começo era difícil a convivência, pelo gênio difícil do Kurosaki-senpai. E até hoje não o perdoo por ter jogado meu tatame no lixo.

Ren riu.

Ren: mas ele depois acabou te dando outro.

O moreno sorriu.

Masato: foi.

Ele se levantou da cama.

Masato: vamos continuar com o “extra” do plano. Ren e eu falamos com o Ai-senpai.

Tokiya: e quanto a Raiko, Otoya e eu nos entendemos com ela.

Otoya: hai!!

Falou animado.

..........................

Syo estava no seu dormitório, como Natsuki havia saído com Nagi, ele tinha o quarto todo pra ficar com seu namorado a sós.

Ai: como o Natsuki e o Nagi estão?

Perguntou enquanto abraçava o menor por traz, estavam sentados na cama com Ai apoiado no espelho da mesma.

Syo: estão ótimos, até o projeto de anão de jardim nunca mais deu os pitis dele. Natsuki anda mais reluzente que o normal.

O veterano riu.

Ai: fala o ser mais alto da terra.

Syo virou a cara.

Syo: pelo menos sou mais alto que ele.

Bufou tirando outro riso do bluenette.

Syo: deveria ser crime o senpai fazer bulliyng com o kouhai dele.

Ai revirou os olhos.

Ai: mas não estou aqui como senpai, mas como namorado.

Syo: pior ainda! Se você me ama, não tem que ficar me sacaneando pela altura!

Fez um bico irritado.

Ai: mas o que seria das melhores relações sem essas demonstrações de afeto?

Falou cinicamente recebendo um olhar de repreensão do chibi.

Ai: não me olhe assim…

Ele o abraçou mais forte e enterrou seu rosto na curvatura do pescoço do Kurusu, Syo corou de leve com aquilo.

Ai: eu te amo. E quando amei você, já tinha seus belos 1.61 de altura e amei mesmo assim…

Syo riu.

Syo: que declaração de amor linda.

Falou sarcástico, mas mesmo assim estava corado.

Ai: hmm… mas te fiz corar com ela.

Pressionou com o dedo indicador a bochecha direita.

Syo: baka. Não to corado…

Ai: claro que não está.

Disse irônico.

Ai: acho que usarei essa declaração quando casarmos. Já que gostou tanto dela.

Disse rindo de leve, Syo arregalou os olhos e o fitou virando um pouco a cabeça para o lado.

Ai: que foi?

Syo: casar?

Ai ficou observando a expressão surpresa do kouhai.

Ai: alguma objeção com isso?

Syo: err… n-não… mas…

Ele estava corando mais ainda, nunca se imaginou casado com Ai. O Kurusu queria sim, passar sua vida inteira com o veterano, mas nunca passou pela cabeça que Ai pensasse nisso e muito menos num compromisso tão serio.

Ai: não é proibido pessoas do mesmo sexo casarem, pelo menos até onde sei.

Ficou pensativo.

Syo: eu sei que não é.

Falou baixo.

Ai: então o porque ficou assim?

Syo desviou o olhar.

Syo: é que… nunca imaginei que tinha vontade de casar.

Ai o olhava e passou os dedos pelos cabelos loiros carinhosamente.

Ai: e não tinha, nunca fui muito fã de coisas tradicionais. Mas… desde quando namorei um certo garoto, ele começou a me fazer gostar de coisas que não dava valor antes. E ele é o único que me faz querer casar com tudo que tem direito e passar a vida inteira com ele.

Ai se aproximou do ouvido do chibi e sussurrou lentamente.

Ai: “quando duas pessoas são unidas pelo amor na terra… ninguém pode separar. Até que a morte separe os corpos e a almas eternizem no tempo com o amor.”

Syo corou profundamente com as palavras que eram ditas no casamento.

Ai: mas me responda… se eu te pedir em casamento, você aceitaria?

Continuo sussurrando no ouvido do menor que sentia o arrepio subir pela espinha.

Syo: e-eu te amo, você sabe disso. Passar minha vida com você, eu não poderia querer algo melhor… e claro que eu aceitaria me casar com você.

Ai sorriu contra a pele de Syo e passou o nariz, roçando-o delicadamente na nuca do Kurusu.

Ai: Koishiteru…

Syo sorriu fechando os olhos em deleite pelo carinho que o namorado fazia em si.

Syo: Koishiteru.

Depois de ter dito aquilo o Kurusu se virou para Ai e sorriu aproximando os lábios dos dele.

Syo: de tudo que aconteceu de bom pra mim desde que entrei na Saotome… você foi o melhor deles.

Ai fitou os olhos do kouhai intensamente e sorriu. Ele tocou o rosto de Syo com carinho e encerrou a distancia o beijando com amor e sem pressa. O menor apoiou seus braços no colchão enquanto o rosto era tocado pelas mãos de Ai e vez ou outra o bluenette fazia um carinho em sua nuca. O beijo durou o máximo que eles conseguiram ficar sem ar e antes de termina-lo, Ai mordeu de leve o lábio inferior do loiro.

Syo: Ai…

Ele voltou a ficar por cima de Ai, o maior passou seus braços pelo corpo do Kurusu o abraçando.

Ai: que foi?

Syo: você tava meio estranho quando chegou aqui, o que aconteceu?

O Mikaze ficou em silencio e depois soltou um suspiro lento.

Ai: é o Reiji e o Ranmaru, eles estão cada vez mais estranhos. Reiji tenta em todos os ensaios mostrar que ele continua com aquela animação dele, mas o conhecendo bem… você percebe que ele tá fingindo.

Syo: o plano vai dar certo e verá que depois de amanhã, eles estarão juntos.

Disse confiante e tentando acalmar o namorado.

Ai: eu espero. Já é uma boa vantagem o Ranmaru saber dos sentimentos do Reiji, só precisamos colocar na cabeça daquele outro baka que é correspondido.

Bufou.

Ai: como o Camus disse, esses dois são mais trabalhosos que o Starish inteiro.

Syo riu.

Syo: não damos tanto trabalho assim.

Ai: nem um pouco.

Disse irônico. Syo revirou os olhos.

Ai: mas eu juro, que se depois de amanhã eles não saírem da estaca zero… eu ajudo o Camus a jogar os dois dentro do mesmo ambiente e gritar na cara deles que se amam.

O loiro começou a rir da carranca de Ai.

Syo: você é engraçado quando tá com raiva.

Ai o fitou.

Ai: ah, ah… você nunca me viu com raiva chibi. E nem vai querer ver…

Murmurou cinicamente.

Syo: deu medo agora.

Ai: é bom ter mesmo.

Disse sorrindo o puxando para outro beijo. Os dois ouviram batidas na porta e se separaram.

Syo: pode entrar!

Autorizou vendo Ren e Masato adentrando seu quarto.

Ren: desculpe se nós atrapalhamos qualquer coisa.

Falou maliciosamente recebendo um olhar fuzilador de Syo.

Masato: calado Ren.

Disse sério fitando o parceiro e depois dirigiu o olhar ao veterano.

Masato: Ai-senpai, nós precisamos falar com o senhor um assunto sério.

Ai arqueou a sobrancelha curioso.

Ai: e o que seria?

Ren: sobre o plano de juntar o Ran-chan com o Reiji.

Syo: mas já não tínhamos acertado tudo?

Perguntou confuso.

Ren: mas tem uma peça chave e precisamos de você senpai, pra nos ajudar.

Ai estava meio surpreso, mas balançou a cabeça concordando.

.............................

Ranmaru estava jogado no jardim da mansão olhando para o céu, estava um dia belo, apesar da estação.

Ken: que postura bela para o líder do Quartet Night.

Ranmaru, ainda olhando para o céu, disse.

Ranmaru: vai embora Ken.

O moreno riu e se aproximou do Kurosaki sentando ao lado dele.

Ken: não é jeito de falar com um amigo de séculos.

Disse sarcástico.

Ranmaru: o que veio fazer aqui?

Perguntou, dessa vez o fitando.

Ken: estava passando por perto e decidir te ver. Faz tempo que não nos falamos mais.

O albino o olhava desconfiado e sentou.

Ranmaru: não é do tipo que faz algo sem planejamento. Não viria aqui, mesmo que fosse pra me ver, apenas por estar passando perto.

Ken o fitou de esguelha.

Ranmaru: fala logo, o que quer?

Perguntou irônico.

Ken: não dá pra ser “simpático” hoje em dia.

Ranmaru: não pra alguém que te conhece bem.

Eles riram.

Ken: era sobre o seu novo companheiro, o Reiji.

Ranmaru estreitou o cenho.

Ranmaru: o que quer falar dele?

Perguntou desconfiado.

Ken: a irmã dele, Raiko. A conhece?

Ranmaru: bom, já tive alguns contatos com ela. Mas a garota tem um gênio difícil, nosso ultimo contato não foi muito bom. Mas a mãe deles é encantadora.

Ken sorriu.

Ranmaru: mas por que tanto interesse nisso?

Ken: a irmã dele, deu uma surra há dois dias na sua ex lá na agencia.

Falou naturalmente. Ranmaru arregalou os olhos.

Ranmaru: a Raiko o que…? Na Ayume?

Estava incrédulo.

Ken: uma surra bem dada. Ayume tá toda roxa, dolorida, ela cancelou compromissos e sumiu da agencia nesses dias. E parece que ainda tá com um ferimento, que provavelmente foi a unha da Raiko que fez.

Ranmaru não acreditava no que estava ouvindo.

Ken: o que me deixa curioso é… o porquê da irmã do seu novo companheiro de banda dar uma surra na sua ex-namorada?

O albino engoliu em seco começando a desconfiar do motivo.

Ranmaru: Ken, você e eu somos amigos desde crianças. O que eu vou te falar agora… terá que morrer aqui, promete que não vai dizer a ninguém.

Ken estava bastante curioso e concordou.

Ranmaru: eu to apaixonado pelo Reiji.

O moreno arregalou os olhos.

Ken: pelo Reiji??!

Estava completamente incrédulo.

Ranmaru: você sabe que eu já saí com homens, Reiji oficialmente também. Já até namorou publicamente alguns.

Ken: bom, sim. Mas… eu não pensava que poderia acontecer isso, você sempre tirou da banda todos que começavam a gostar de você, então é meio impactante saber que dessa vez foi você que se apaixonou.

O Kurosaki riu.

Ken: espera! Então a Raiko bateu na Ayume por isso?

Ranmaru: eu acho, é que foi por ela ter inventado ao Reiji que nós transamos justamente na noite em que tínhamos acabado de ter um encontro.

Ranmaru bufou.

Ranmaru: mas a Ayume me fez o favor de ir ao meu apartamento e estragar tudo com o Reiji.

Ken estava surpreso.

Ken: então é reciproco o sentimento?

Ranmaru: meus kouhais dizem que sim, o Tokiya e Otoya já falaram que o Reiji também gosta de mim a eles, só não tem coragem de se declarar assim como eu.

Ken: nossa…

Ranmaru: há dois dias a Raiko foi ao meu apartamento tirar satisfações sobre eu ter dormido com a Ayume, queria saber se era verdade e eu disse que não. Então deve ter sido por isso que ela foi a agencia bater nela.

Ken riu.

Ken: mas que historia!

O albino o fitou de esguelha.

Ranmaru: por favor, Ken, você é filho de diretores e seu pai é um dos sócios da agencia. Não vai contar isso a ninguém, sabe que é proibido romance entre colegas de banda.

O moreno sorriu.

Ken: você é meu melhor amigo baka! Eu jamais faria nada pra te prejudicar e o Reiji também é meu amigo desde quando ele estreou como idol. Se vocês se gostam, eu só tenho que desejar muita felicidade e sorte a vocês.

Piscou cínico ao Kurosaki que riu.

Ken: então ela e o Reiji são irmãos muito próximos não é? Pra ela fazer isso por ele.

Ranmaru: na verdade… eles têm algum desentendimento que ocorreu no passado. Raiko o evita o tempo inteiro, não fala com ele há anos.

Ken: hã??

Ranmaru: exatamente o que ouviu, a mãe deles me falou. Então é estranho ela ter feito tudo isso por ele.

Eles ficaram em silencio.

Ken: a não ser… que ela já esteja o perdoando pelo que fez. Irmãos são irmãos… não importa o quanto briguem ou tentem se matar.

O albino riu.

Ranmaru: tem razão.

O Kurosaki ficou pensativo e sorriu de canto fitando o amigo.

Ranmaru: mas Ken… por que tanto interesse na irmãzinha mais nova do Reiji?

O sorriso cínico que o outro deu fez o albino rir.

Ranmaru: não diga que seu coração foi conquistado? Que milagre!

Disse irônico.

Ken: hey! Espera aí! Eu não sou tão cafajeste assim…

Ranmaru: imagina, nem um pouco.

Ken: fala o que está apaixonado pelo maior do Japão.

O albino o fuzilou.

Ranmaru: Reiji é o cafajeste dos homens e você das mulheres! Eu to bem arranjado!

Ken riu.

Ken: a Raiko é diferente das outras mulheres, dá pra ver só de olhar nos olhos dela.

Falou sorrindo de canto.

Ken: não nego que adoraria conhece-la.

Ranmaru: hm… boa sorte pra enfrentar a fera.

Ken: que coisa feia falar assim da sua cunhada.

Disse cinicamente, o Kurosaki revirou os olhos.

Ken: bem que você poderia me ajudar Ranmaru, dá uma força lá com o Reiji. Pra ele me apresentar a irmã dele…

Aliciou sorrindo.

Ranmaru: ah claro, ele já vai fazer isso. Aquele ali morre de ciúme até dos kouhais dele, da irmã não quero nem imaginar.

Ken suspirou.

Ken: então se declara logo pra você poder convencê-lo.

Ranmaru riu se levantando da grama.

Ranmaru: você é amigo do Reiji, pede você.

Ken: você corre menos o risco de ter a cabeça decapitada.

Disse seguindo o Kurosaki que riu mais uma vez.

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Raiko estava na sua aula de dança, mas antes de entrar na sala foi abordada pelos kouhais do irmão mais velho.

Otoya: Rai-chan!

A morena olhou meio incrédula para os dois.

Raiko: o que estão fazendo aqui?

Tokiya: queríamos falar com você Raiko, é importante.

A Kotobuki arqueou a sobrancelha.

Raiko: eu não vejo nenhum assunto que poderíamos ter, mas… podem falar.

Otoya: na verdade temos sim, é o Rei-chan!

Raiko estreitou as sobrancelhas.

Raiko: o que tem ele?

Cruzou os braços.

Tokiya: ele deve ter sumido da casa de vocês, então provavelmente você não sabe… mas o Kotobuki-senpai tá péssimo.

A menor arregalou os olhos.

Raiko: ainda é pelo encontro fracassado?

Otoya: na verdade, nós achamos que ele desistiu do Ranmaru-senpai.

Raiko: hã??

Otoya: ele acha que esse amor não tem a menor chance de dar certo, a Ayume sempre estará no meio deles.

Raiko suspirou.

Raiko: em nível de insegurança e burrice na matéria amor, Reiji gabaritou sem hesitar a prova.

Falou sarcástica.

Tokiya: por isso precisamos da sua ajuda pra fazer eles se entenderem.

Raiko: minha ajuda?

Otoya: nosso plano é…

Começou a explicar o que eles tinham pensado para a noite do natal.

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Camus e Cecil estavam na sala de coreografia do Starish, o indiano ensaiava enquanto o veterano revisava as partituras das novas musicas do Quartet Night.

Cecil: droga… isso é cansativo!

Resmungou se espreguiçando. O loiro levantou a vista.

Camus: você ainda não tá 100% bom nessa parte da dança, tem que treinar mais.

Cecil: mas por que só eu?? Eu não vou dançar sozinho no palco!

Cruzou os braços.

Camus: porque você é o único que parece um robô enferrujado, os outros estão ótimos.

Cecil arqueou a sobrancelha irritado e virou a cara. Camus riu.

Cecil: eu odeio essa parte! Eu não consigo mexer as pernas dessa forma junto com os braços e…

Ele tentava fazer, mas se desequilibrou e iria ao chão se o loiro não tivesse corrido e o pego antes.

Cecil: droga…

Camus: cuidado Cecil! Se machucar não vai adiantar de nada.

O conde o colocou em pé, mas ainda estavam muito perto. Cecil o olhou.

Cecil: nee nee não posso dar uma pausa?

Perguntou olhando-o de forma cúmplice.

Camus: hm… depende.

Cecil: do que?

Perguntou sorrindo.

Camus: que seja rápido. Você tem que ensaiar. Na turnê de vocês o Quartet Night não estará aqui.

Avisou aproximando os lábios dos do menor.

Cecil: aah… por que vocês não vão estar aqui? Será um saco 15 dias sem vocês.

Camus sorriu.

Camus: o Starish vai sobreviver sem os senpais deles, alias vocês são capazes até de gostarem por ficarem livres da gente por duas semanas. Na verdade um mês, já que a nossa turnê pela Europa será um mês inteiro.

Cecil se aproximou mais do veterano.

Cecil: nem todos. Tenho certeza que o Syo e eu detestaremos esses 30 dias.

O conde riu.

Camus: eu nem imagino a razão.

Cecil sorriu fechando os olhos e aproximando seus lábios do senpai, quando eles iam se beijar a porta foi aberta revelando o ex-kouhai do conde.

Mikio: err…

Ele ficou estático vendo os dois quase se beijando. Cecil se afastou de Camus e fitou o outro cinicamente.

Cecil: como vai Mikio?

Mikio estava o encarando como se quisesse mata-lo com o pensamento.

Mikio: ótimo.

Cecil: ehh? Não parece. Está com cara de poucos amigos, o que houve?

Perguntou sarcástico e o outro precisou se controlar para não falar coisas que não devia ao indiano.

Camus: queria falar comigo Mikio?

Perguntou para quebrar o clima tenso ali.

Mikio: hai! Mas poderia ser a sós?

Cecil estreitou o cenho.

Camus: b-…

Ele foi interrompido pelo indiano.

Cecil: eu estava ensaiando Camus!

Mikio: você não vai morrer se o Camus não estiver aqui dois segundos não é?

Falou sarcástico.

Cecil: assim como você não vai morrer se esperar!

Rebateu irritado.

Camus: parem com isso!

Repreendeu sem paciência, os dois bufaram virando a cara.

Camus: tudo bem Mikio, mas não podemos demorar ok?

Mikio sorriu balançando a cabeça. Cecil olhou meio indignado para o conde até o mesmo se aproximar dele e beijá-lo rapidamente.

Camus: eu já volto.

Sorriu ao menor que estava paralisado pelo ato do senpai.

Mikio: vocês…?

Ele também estava estático.

Camus: ah… eu não te contei, desculpe Mikio. Mas o Cecil e eu estamos namorando.

Passou o braço pelo kouhai.

Mikio: achei que não se envolvesse com homens.

Ele não disfarçou a decepção.

Camus: e não me envolvia. Até me apaixonar por ele.

Cecil corou furiosamente.

Mikio: etto… bom, por isso eu não esperava.

Ele fitou o chão.

Mikio: então acho melhor deixar vocês dois sozinhos.

Camus: mas não queria falar comigo?

Mikio: não era tão importante assim. Tchau senpai, Cecil.

Ele acenou aos dois rapidamente e saiu. Cecil fitou o loiro.

Cecil: por que fez isso?

Estava incrédulo pela atitude do namorado. Camus suspirou.

Camus: ele tinha que saber um dia não é?

Se afastou do menor indo em direção ao sofá.

Cecil: mas não tem problema?

Camus sorriu.

Camus: teria, se eu não falasse nada. Ele ia continuar tendo falsas esperanças comigo e… surgiria problemas entre a gente não?

Cecil corou.

Cecil: quando vocês eram senpai e kouhai, ele tentou alguma vez…?

Camus: sim.

Respondeu voltando a fitar as partituras.

Camus: mas naquele tempo eu não me envolvia com homens e foi essa a desculpa que dei a ele, no fim não era nenhuma mentira.

Cecil caminhou em direção a onde Camus estava e sentou ao seu lado.

Cecil: eu nunca gostei do Mikio, mas não queria que ficasse nenhum clima estranho entre vocês.

O conde riu de leve e o puxou para mais perto.

Camus: o Mikio é bem forte, ele vai superar isso e quando menos esperar estará apaixonado por outra pessoa de novo.

Aijima fitou o maior.

Cecil: obrigado…

Ele começou a corar, se sentia ridículo por sentir ciúme de Mikio, mas… quem ama sempre estará sujeito a esses sentimentos estúpidos não?

Cecil: p-por…

Ele foi interrompido pelos lábios do veterano, Camus o beijou delicadamente.

Camus: de nada.

Respondeu sorrindo de canto e voltou a beijá-lo outra vez.

........................

A aula de dança havia terminado. Raiko saia da academia com duas amigas quando levantou sua vista e viu Ken encostado em seu próprio carro de frente para a entrada.

Raiko: “o que ele…?”

Pensou perplexa desviando o olhar para o outro lado da rua como uma forma de fingir que não havia o visto.

Ken: realmente vai fingir que não me viu?

A voz rouca e cínica dele fez com que as duas garotas que estavam com a morena parassem o passo e o fitarem.

Raiko: “merda!!”

Nana: está falando conosco?

Perguntou abrindo um sorriso, tanto ela como a outra garota estavam deslumbrada com a beleza dele.

Ken: sim. Com a sua amiga que achou algum ponto interessante no poste da esquina.

Falou sarcástico. Raiko bufou.

Raiko: o que você quer??

Cruzou os braços.

Ken: calma Raiko.

Levantou as mãos como defesa.

Ken: não precisa ser tão espinhosa.

Raiko: é bom pra espantar coisas desagradáveis.

Ken: isso foi uma indireta?

Raiko: se a carapuça serviu.

Eles estavam se encarando sarcasticamente.

Yuu: etto… se conhecem de onde?

Perguntou olhando para a Kotobuki.

Raiko: de lugar nenhum!

Ken: quer que eu diga a circunstância bela e super comum que nos conhecemos?

Raiko o fuzilou.

Raiko: o que quer?!

Ken: falar com você.

Raiko: pra que?

Ken: é um assunto particular.

Raiko pôs as mãos na cintura.

Raiko: não vejo nenhum assunto que poderíamos ter.

Ken: eu posso te dar vários, basta querer.

Nana e Yuu arregalaram os olhos com a malicia das palavras. Raiko revirou os olhos.

Raiko: não vai receber um não como resposta né?

Ken: jamais.

Piscou a morena que bufou.

Raiko: Nana e Yuu podem ir, vou falar com esse encosto e depois vou pra casa.

Ken: tão delicada como coice de mula…

Murmurou e recebeu um olhar fuzilador da Kotobuki.

Nana: só me diz uma coisa…

Cochichou a Raiko.

Raiko: o que?

Nana: onde arranjo um igual a esse?

Perguntou cinicamente e Raiko revirou os olhos.

Yuu: ele é muito gostoso.

Raiko: duas pervertidas. Fiquem com ele e se dividam a vontade.

Falou irônica.

Nana: hmm… mas parece que ele quer é você.

Raiko a fitou por uns segundos e depois passou a mão na mecha do seu cabelo.

Raiko: se for isso, vai continuar querendo. Não sou para o bico dele.

As amigas riram e se despediram dela.

Ken: falavam de mim?

Perguntou sorrindo.

Raiko: e por que acha que perderia meu tempo falando de você pra elas?

Ken: porque geralmente sou um assunto preferido das mulheres.

Raiko: provavelmente das desocupadas na seca.

Ken acabou rindo o que impressionou a morena.

Ken: adoro esse seu humor com pintada de crueldade.

Raiko sorriu de canto.

Raiko: mas o que queria falar?

Perguntou cruzando os braços.

Ken: vamos a um café? Não vai querer que sejamos vistos conversando na rua né?

Raiko: é tão famoso assim?

Perguntou irônica.

Ken: eu não me envolvo muito com o mundo dos idols, mas… já fiz alguns trabalhos como modelo. Sou conhecido mais por ser filho de um dos sócios da agencia Saotome.

Raiko ficou surpresa e riu.

Raiko: então é o tipo perfeito de playboy que trabalha por esporte?

Falou maldosamente.

Ken: é sempre assim tão cruel?

Perguntou sorrindo.

Raiko: na verdade, esse é o dia que estou mais simpática.

Respondeu sarcástica e caminhou para o lado carona do carro.

Raiko: vamos logo a um café, assim me livro de você mais rápido.

Ken: que amor.

Revirou os olhos entrando no carro junto com a morena.

.........................

Ranmaru, Ai e Camus estavam na cozinha da mansão da banda, os três não entravam em acordo sobre os preparativos do dia seguinte.

Ringo: etto…

Ele estava sem saber o que fazer para diminuir a discussão que estava entre os três companheiros.

Ai: eu me recuso a fazer isso!!

Virou a cara irritado.

Ranmaru: eu não sou uma maquina de comida para conseguir cozinhar tudo!!

Camus: isso é culpa sua! Se jogasse o Kotobuki contra a parede e falasse logo que o ama não precisaríamos fazer isso!!

Ranmaru: vai ficar jogando na minha cara é?!! Justo o cara que levou uma vida pra descobrir que amava o Cecil e só tomou uma atitude quando ele estava a um triz de ir pra cama com o Kisuke!!

O conde o fuzilou.

Camus: cala essa boca Kurosaki!! O Cecil só deu um beijo naquele imbecil!!

Ranmaru: teria dado muito mais se você não se decidisse!! E como tinha dado!

Camus puxou o albino pela gola da camisa e o jogou contra a parede.

Camus: o Kotobuki é muito diferente não é? Pelo menos o Cecil não dormiu com metade de população japonesa!

Ranmaru arregalou os olhos e levou a mão ao pescoço do conde apertando firme.

Ranmaru: não se atreva a falar do Reiji assim!!

Camus: e você não fala do Cecil!!

Ai: idiotas!

Ele bateu com uma frigideira na cabeça dos dois.

Ranmaru: Ai!!

Camus: o que pensa que esta fazendo Mikaze?!!

Ai: fazendo os dois pararem com essa briga estupida!!

Os dois se fuzilavam.

Ai: ninguém aqui é perfeito e todos temos passados condenáveis. Isso não interessa agora!

Ringo: minna não briguem!

Eles olharam para o ídolo.

Ringo: eu tive uma ideia!

Sorriu e sentou na cadeira.

Ringo: a comida pode ser preparada pelo Ran-chan, Ren e o Ma-kun! Os três são divinos no fogão!

Ranmaru: mas os dois vão passar o natal com a família deles.

Ringo: eles estão querendo ir lá só até meia- noite, mas disseram que virão aqui para ajudar vocês nos preparativos.

Ranmaru suspirou.

Ranmaru: bom, com a ajuda dos dois é bem mais fácil.

Ringo: o Syo-chan vai passar o natal aqui não é mesmo?

Ai confirmou.

Ringo: vocês dois poderiam se responsabilizar pela decoração da arvore, Syo-chan entende de design e seu bom gosto combinado com o perfeccionismo será ótimo Ai-chan.

Ai: tudo bem.

Ringo: Camus-kun e Cecil-kun ficarão responsáveis pelas sobremesas.

Ranmaru: é a única coisa que ele sabe fazer mesmo.

O albino recebeu um olhar assassino do conde.

Ai: Ranmaru!

Repreendeu suspirando.

Ringo: Nacchan cuidará da decoração da mesa e o Toki, Oto-chan, Ryuya e eu cuidaremos da decoração da casa.

Ryuya: e quem mandou me colocar nesse meio?

Ele entrou na cozinha fitando o Tsukimiya.

Ringo: não seja chato Ryuya!! Você vai passar o natal aqui mesmo, não custa ajudar.

Fez um bico cruzando os braços.

Ryuya: vocês tinham que inventar isso esse ano? Todos os anos nunca comemoramos.

Falou entediado.

Camus: olhe quem inventou…

Apontou ao Kurosaki.

Ranmaru: em minha defesa, o Ren e o Masato que inventaram isso. Eu ainda não entendo o que uma festa de natal vai me ajudar.

Ai sorriu de canto lembrando do que tinha que fazer.

Ai: no fim vai dar certo, você vai ver.

Todos olharam intrigados para o bluenette.

Ringo: de qualquer forma, eu to muito animado por esse natal! É a primeira vez que passaremos todos juntos!

Os olhos dele brilhavam. Os quatro presentes suspiraram.

Ringo: chatos!

Mostrou a língua a eles.

Ryuya: bom, se não tenho outra escolha. É melhor procurar os artigos de decoração logo.

Olhou diretamente ao amigo de cabelos rosas.

Ringo: etto… não seria mais indicado esperar o Toki-kun e o Oto-chan?

Ryuya: adiantamos logo, quando eles chegarem amanhã é só arrumar.

Ringo desviou o olhar do Hyuga. Ranmaru, Camus e Ai se entreolharam estranhando o comportamento dos dois.

Ringo: tudo bem.

Ryuya: na academia, talvez tenha algo. Antigamente o Saotome fazia festas nessa época do ano.

Ringo: no porão??

Perguntou meio receoso. Ryuya o fitou.

Ryuya: algum problema?

Ringo desviou o olhar sentindo o rosto esquentar.

Ringo: não. Vamos lá. Meninos nos vemos depois.

Ryuya: até.

Eles se despediram dos três que estavam meio incrédulos.

Camus: só eu notei esse clima suspeito entre eles?

Os dois amigos riram.

Ai: eles estão estranhos de um tempo pra cá.

O albino sorriu.

Ranmaru: já imaginávamos que a historia deles não ia acabar tão facilmente não é? Já era mais do que na hora deles se resolverem logo.

Os três sorriram cumplices.

Notas finais
Etto... estão gostaram??? ~le na torcida para que sim~ Mereço seus reviews?? ou odio eterno? ~le dramatica totalmente~ kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk beijinhos divos e divas!!! PS: a frase que usei na cena AixSyo, foi inventada por mim, no casamento japones eles nao falam isso cof cof era só para dar um clima melhor na cena kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk