Coincidências do Amor
23 Recuperação + Visita Surpresa!
Notas iniciais

POV REID
Finalmente estávamos chegando ao seu apartamento, que era melhor já que tem elevador. Estou feliz de estar voltando com ela para casa, e ainda estou rindo com a cena de ciúmes dela no Hospital, como se eu tivesse olhos para outra pessoa além dela. Como poderia afinal.
ALLY – Meu amor, eu não quero causar má impressão, posso muito bem me virar sozinha, vá visitar sua mãe. – ela está falando sobre isso há mais de uma hora. –
S.R – Chega Allyson, já disse que não vou deixá-la sozinha. Prometo que iremos depois que você puder andar sem se apoiar pelo menos. Não vai demorar tanto assim. Minha mãe entendeu e ela quer conhecer você.
ALLY – Me sinto péssima, mas tudo bem. Você disse algo sobre buscar algumas coisas no seu apartamento, você pode aproveitar e, por favor, pegar a mala com minhas coisas que está lá? – ela pede batendo seus cílios e com aquela voz manhosa que me deixa agindo como idiota apaixonado e sorridente, como se eu pudesse negar algo para ela, especialmente quando ela fala assim. –
Somente sorri para o seu jeitinho de criança a beijei e segui para meu apartamento, precisava pegar algumas coisas minhas e as suas, já que claro, eu ficaria com ela em seu apartamento. Chegando ao meu apartamento, fui direto para o meu quarto, pegar algumas coisas, principalmente roupas para o rigoroso inverno de Washington. Quando vou para a sala, pegar a mala da Allyson que já estava pronta, para levar novamente para seu apartamento, eu escuto um barulho na minha cozinha. Isso me alarma e merda, minha arma está na casa da Ally. Encaminho-me até minha minúscula cozinha e me assusto com quem encontro lá. Afinal, como ela veio para cá? Quando isso aconteceu? E como ela entrou no meu apartamento?
POV ALLY
Spencer já havia ido para seu apartamento há alguns bons minutos, e logo a campainha toca, eu estou meio devagar, mas consigo andar sem problemas. Pensei que poderia ser Spencer, mas ele evitaria que eu andasse, então não deve ser ele.
Logo que chego á porta, depois de alguns minutos de uma caminhada lenta do meu quarto aqui. Abro a porta e sorrio com a imagem de quem encontro.
P.G – Ei lindinha, eu fico feliz em ver seus olhos brilhantes novamente. Que bom que está em casa. – ela diz e eu me afasto para dar espaço para ela entrar. – Ah! O seu porteiro me entregou isso. – ela diz enquanto me entrega uma caixa de algumas encomendas virtuais que fiz. – Disse que chegou enquanto você estava no hospital, e não quis te entregar logo que chegou, pois não queria atrapalhar.
ALLY – Sebastian é tão querido, um porteiro educado e nada fofoqueiro, além de ser gentil também.
P.G – Eu posso perguntar o que tem nessa caixa? – seus olhos ardiam de curiosidade. – E onde está o Reid?
ALLY – Ele foi ao apartamento dele pegar algumas coisas minhas que estão lá, e mais algumas coisas dele.
P.G – Vocês deveriam eliminar um apartamento e morar juntos, essa mudança semanal não está dando certo. Mas o que tem na caixa? – sorrio, lembrando da conversa que Spencer e eu tivemos, sobre talvez morar juntos em um futuro próximo. – Anda Ally, não gosto de ficar curiosa me diz. Oh Meu Deus! Deixe eu te ajudar a se sentar.
ALLY – São algumas coisas fofas que encontrei na internet, canecas e essas coisas. Para mim e para o meu homem. – ela sorri com meu comentário. –
P.G – Ele com certeza é seu homem, quando ele te beijava enquanto você estava inconsciente seus batimentos cardíacos aumentavam. Até dormindo você reage a ele, agora faz sentido você chamá-lo de Garotão.
ALLY – Esse apelido não tem nada haver com a forma que reajo quando ele me toca, é mais inocente do que você pensa.
P.G – Ally. – ela pausa a fala, incerta se deve continuar. – Obrigada.
ALLY – Pelo que? – pergunto confusa, não fiz nada para ela me agradecer. –
P.G – Você trouxe o sorriso novamente para o rosto do nosso menino. É meio absurda a forma como protegemos ele, e sei que isso o sufoca às vezes. Mas é que para todos nós, foi como se víssemos nosso filho crescer, a inocência entrega e paixão dele, sempre nos surpreendeu. Ele teve que ser um adulto aos dez anos de idade, e quando nos encontrou parece que viveu o que lhe foi tirado. Apenas obrigada por manter ele do jeito que ele é por não querer que ele seja diferente do jeito que nós o amamos.
Aquilo me surpreendeu e me deixou sem palavras, mas feliz de certa forma. Saber que de fato pessoas que o conhece ha tanto tempo, me aprovam. O que realmente importa, já que eles são a família de irmãos e irmãs que ele nunca teve.
Não demora muito e ela vai embora, pois ao contrário da equipe, ela ainda trabalha essa semana com a equipe do tal de Sam Cooper. E começo a achar estranha essa demora de Spencer, afinal de contas ele foi buscar ou fazer suas roupas. Ocupo-me com minhas encomendas fofas, será que Spencer vai gostar do que comprei para ele. Pelo menos o Natal, daqui há dois dias não passará totalmente em branco, a primeira coisa é minha caneca que tenho certeza que deixará Spencer envergonhado, ela diz “Nerd, Is The New Sexy” (Nerd, é o novo Sexy). Mas é a mais pura verdade. Espero que ele goste das coisas que escolhi para ele, tem coisas de Doctor Who? E Sherlock Holmes. Ai! Agora estou ansiosa.
De repente escuto algumas vozes, e essas por sua vez me deixam intrigada, ainda mais quando ouço a voz do meu homem. O que será que está havendo? E quem está junto com ele. Quando a porta abre e meu mundo rapidamente se ilumina quando o vejo, prendo a respiração. Oh Meu Deus! Ela está aqui, e agora estou suando frio. Acho que vou desmaiar.
POV REID
S.R – Mamãe? – pergunto intrigado, quando vejo quem está na minha cozinha com uma xícara de café. – Como você chegou aqui, ou melhor, como entrou aqui?
M.S* – Spencer, eu sou sua mãe esqueceu? Não preciso ser perfilador do FBI, para saber que a chave extra, estaria em cima do batente da porta, exatamente como quando era criança. – bom isso explica muita coisa. – Aonde você vai com aquelas malas? – ela pergunta ao passar por mim em direção a minha pequena sala. –
S.R – Para a casa da Ally, o apartamento dela é melhor e mais espaçoso, além de ter elevador no prédio. Mas, ainda não me disse o que está fazendo aqui mamãe.
M.S – Vim para ver você filho. E claro, conhecer sua namorada. Então quer dizer que ela acordou, que ótimo.
S.R – Fico feliz que esteja aqui mamãe. E sinto muito não cumprir com a promessa de ir para Las Vegas, para passarmos o Natal juntos.
M.S – Mas eu estou aqui meu filho. Agora vá levar as coisas da sua namorada, eu vou fazer um café para você e esperar aqui.
S.R – Na verdade mamãe, eu vou dormir com ela esses dias...
M.S – Como é? Vocês dormem juntos? – ela perguntou assustada e eu não pude evitar sorrir. – Não ria de mim Spencer.
S.R – Mas é claro mamãe, na verdade mal consigo me lembrar dos tempos que dormia sozinho, é bom ter ela em meus braços. – falo com certo tom de adoração em minha voz. – Sim, eu sou perdidamente apaixonado por ela. – respondo antes que ela pergunte. – Venha, vou levá-la para conhecê-la. Onde está sua mala?
M.S – Ali perto da porta. Mas filho será que é uma boa idéia eu ir até o apartamento dela sem avisarmos? Nós nem ao menos nos conhecemos ainda.
S.R – Não seja boba mamãe, vamos. Você fecha a porta? Vou levar sua mala também, assim você dorme lá.
E assim fomos discutindo por quase toda a rua, até chegarmos ao apartamento dela. Minha mãe insistia que poderia dormir sozinha no meu apartamento e eu neguei, até porque, nem mesmo a Ally deixaria isso acontecer.
Sebastian o porteiro, abriu o pequeno portão para pedestres para que eu pudesse passar e sorriu para minha mãe de forma educada. Enquanto ela ainda reclamava atrás de mi, eu me concentrava em chamar o elevador, pressionar o botão do andar do andar certo e claro, já deixo minhas chaves prontas para abrir a porta, mas assim que chego em frente a porta de seu apartamento noto que a porta não está trancada a chave, então guardo minhas chaves e me preparo para entrar.
M.S – ...Spencer e se ela não gostar de mim? – nem havia percebido que ela ainda estava falando sobre isso. – É melhor eu voltar ao seu apartamento filho.
S.R – Ai mamãe pare com isso. Já estamos aqui, venha, vamos entrar. – não dou tempo para ela falar mais nada e abro a porta e me deparo com a visão do meu mundo todo.
A cena chega a ser engraçada. Eu as conheço melhor do que ninguém. Então sei que ambas estão se analisando, estão com vergonha, medo da rejeição e preocupadas em impressionar.
S.R – Meu amor, tudo bem? – ela apenas acena afirmando que está, embora eu duvide um pouco. – Mamãe venha aqui. Ally, essa é minha mãe Diana Reid. Mamãe essa é Allyson Hernandez, minha namorada.
Quando é que isso iria acontecer? Eu não estou envergonhado com a situação, ansioso sim, mas não envergonhado. Mas as duas estão quase roendo as unhas uma na frente da outra de nervosismo. Mas no próximo segundo Ally se recompõe e toma o controle de si mesma, mostrando com sinceridade a alegria em conhecer minha mãe e recebê-la em sua casa.
ALLY – Oh! Senhora Reid, é um prazer finalmente conhecê-la. Spencer fala tanto da senhora, que é como se já a conhecesse. Fico feliz que tenha vindo passar o Natal conosco. – ela fala tudo rápido, e dá seu sorriso deslumbrante no fim, logo após estender a mão para minha mãe, incerta sobre um abraço, e eu não posso evitar suspirar. – Sinto muito, que tenha que ter vindo até aqui, nós que deveríamos ter ido até você. Mas a culpa é minha, não fique brava com o Spence.
M.S – É muito bom conhecer você também. – minha mãe diz incerta, mas aperta a mão dela mesmo assim, o que faz Ally sorrir ainda mais. – Você parece uma dessas modelos de capa de revista.
ALLY – Oh! Obrigada. – ela cora com o comentário. – Meu amor, porque você está parado aí? Leve a mala da sua mãe para o quarto de hóspedes, e troque a roupa de cama, você também precisa colocar toalhas no aquecedor. E pegue mais alguns cobertores, a previsão é de neve para toda a noite. – eu apenas sorrio e faço o que ela pediu. –
POV ALLY
Eu estava tão nervosa, consegui controlar minhas ações muito bem lá na sala, mas quando Spencer falou algo sobre café, eu apenas disse que eu faria, mesmo que demorasse, eu queria fazer esse café, para que eu pudesse me desesperar na cozinha.
Assim que o termino, me encaminho lentamente para minha sala, e não consigo evitar escutar a conversa entre Spencer e sua mãe.
M.S – Fico tão feliz que tenha encontrado alguém Spencer. Ela me parece uma boa menina. Tem um rosto tão doce.
S.R – Ela com certeza é a luz da minha vida, meu raio de sol, o ar que eu respiro...
M.S – Pensei que nunca ouviria você falar assim de uma garota, sabe eu vi como vocês ficam quando se olham, é como Ícaro ao Sol, não no sentindo ruim, no sentido bom. Bom isso talvez seja ruim de todo jeito. Talvez um Imã e uma moeda. A atração entre vocês é desconcertante sabia?
Eu volto para a cozinha, não posso aparecer lá corada, eles vão saber que ouvi. E não posso dar uma má impressão para minha sogra.
Volto a fazer minha lenta caminhada para a sala com duas canecas de café, o que me lembra que as novas que chegaram ficaram na sala. Espero que Spencer não tenha as visto. Eles continuam conversando, e só presto atenção, quando realmente entro na sala.
S.R — ...Posso cortar meu cabelo mamãe. – ele diz com paciência em sua voz. –
ALLY – Não! – eu digo um pouco alto, os assustando. – Desculpem. Mas meu amor, você não pode cortar seus cabelos. Gosto deles assim, compridos e bagunçados. Como vou pu... Fazer cafuné para você dormir? – eu ia dizer puxá-los enquanto fazemos amor, mas consegui reverter à situação. –
S.R – Viu mamãe, minha namorada gosta do meu cabelo, porque eu mudaria? – ele sorri para mim, com o meu sorriso preferido. –
M.S – Você não acha o cabelo dele esquisito? –
ALLY – Na verdade não, é uma das coisas que mais amo nele. É seu charme na realidade. Assim como amo a maneira que ele se expressa quando fala suas estatísticas. Ou ainda, a forma como ele demonstra o amor que sente por mim.
M.S – Eu fico muito feliz em saber que vocês estão felizes juntos.
POV REID
Ally não teve tempo para se desesperar com a situação, então assim que teve a chance ela simplesmente fugiu para a cozinha, na velocidade que lhe era permitida, mas fugiu. Enquanto isso minha mãe e eu conversávamos.
M.S – Fico tão feliz que tenha encontrado alguém Spencer. Ela me parece uma boa menina. Tem um rosto tão doce.
S.R – Ela com certeza é a luz da minha vida, meu raio de sol, o ar que eu respiro...
M.S – Pensei que nunca ouviria você falar assim de uma garota, sabe eu vi como vocês ficam quando se olham, é como Ícaro ao Sol, não no sentindo ruim, no sentido bom. Bom isso talvez seja ruim de todo jeito. Talvez um Imã e uma moeda. A atração entre vocês é desconcertante sabia?
Eu me sinto um pouco envergonhado com o comentário da minha mãe, é estranho para eu conversar com ela sobre esse tipo de coisa, embora eu esteja feliz que elas finalmente tenham se conhecido. Allyson está demorando, o que será que houve com ela?
M.S – Spencer, meu filho você está me escutando? – minha mãe me tira de meus devaneios e eu olho para ela e sorrio. – Você precisa cortar esse cabelo horroroso, está muito grande. – isso está absolutamente fora de questão, ainda mais eu sabendo que Ally gosta realmente deles assim. –
S.R – Não posso cortar meu cabelo mamãe. – digo com paciência. –
ALLY – Não! – Ally diz alto nos assustando e olho para ela intrigado. – Desculpem. Mas meu amor, você não pode cortar seus cabelos. Gosto deles assim, compridos e bagunçados. Como vou pu... Fazer cafuné para você dormir? – ela interrompe sua frase original, e eu sei bem o que ela ia dizer, e o fato dela corar, só deixa isso ainda mais claro. –
S.R – Viu mamãe, minha namorada gosta do meu cabelo, porque eu mudaria? – eu sorrio para ela, de modo a deixar claro que eu sei o que ela iria dizer. –
M.S – Você não acha o cabelo dele esquisito? – minha mãe pergunta realmente espantada, que apenas ela ache meu cabelo esquisito. –
ALLY – Na verdade não, é uma das coisas que mais amo nele. É seu charme na realidade. Assim como amo a maneira que ele se expressa quando fala suas estatísticas. Ou ainda, a forma como ele demonstra o amor que sente por mim.
M.S – Eu fico muito feliz em saber que vocês estão felizes juntos.
04 de Janeiro de 2016 17h45min
Ally e eu estamos a caminho do hotel, acabamos de deixar minha mãe na clínica e vamos voltar para Washington apenas na sexta-feira. Como ela ainda está limitada para algumas coisas, vamos apenas nos curtir longe de tudo e de todos. Perder-nos no nosso mundinho perfeito. Ally e eu passamos tanto o Natal quanto o Ano Novo junto com minha mãe na casa do Rossi, que como sempre é o Anfitrião de todas as festas. E foi tão bom. Minha mãe presente nas duas festas só me fez acreditar que finalmente eu tenho uma família de verdade, adotiva, mas numerosa, principalmente numerosa.
E a Allyson estava tão linda, e no dia de Natal, foi quando eu finalmente encontrei uma explicação para o que eu senti e pensei na primeira vez que a vi.
ALLY – Do que você está rindo garotão? – ela perguntou vindo em minha direção lentamente, fresca por seu recente banho. –
S.R – Estava apenas pensando no Natal, e me lembrando que naquele dia finalmente entendi o que senti e pensei quando a conheci.
ALLY – Você ainda não sabia? – ela me perguntou estreitando os olhos para mim. –
S.R – Quando eu a conheci, eu pensei que você era a mulher mais linda que já conheci, mas não tinha algo que pudesse comparar ou mesmo para explicar o quão linda você é. E no natal eu entendi a sensação que tenho toda vez que você sorri. Você é tão linda como uma manhã de Natal, você me traz alegria e esperança de uma vida melhor.
ALLY – Eu Te Amo Spencer – ela diz com os olhos marejados. – Você não imagina o tamanho do meu amor por você.
S.R – Imagino sim, na verdade eu sei. – digo para ela enquanto puxo para cama para ficar ao meu lado. – Neném, eu sei por que me sinto da mesma forma por você. O que sinto é intenso, eu acordo por seu sorriso, durmo por causa do seu cheiro e me forço a voltar bem dos casos porque quero voltar para você, a mulher da minha vida. – e depois da declaração de amor, nós provamos o que foi dito, nos amando. –
POV ALLY
Enquanto ele me beijava delicadamente, apesar de ambos sabermos o que vai acontecer nos próximos minutos eu noto Spencer um pouco distante.
ALLY – O que você tem? Porque está tão distante?
S.R – Nada meu amor, eu nem percebi que estava distante. Desculpe-me. – ele disse, mas o leve rubor em suas bochechas o entregou. –
ALLY – Pare de fantasiar Dr. Reid. – peguei em minha mão sua já crescente ereção. – Estou aqui para tornar todos os seus sonhos realidade. – ele grunhiu e se empurrou para as minhas mãos. –
S.R – Os meus sonhos? Todos eles?
ALLY – Sim. A menos que você tenha em mente, mas alguém fazendo amor comigo. – então ele rosnou novamente, mas dessa vez não foi de prazer. –
S.R – MINHA. – ele disse enquanto me empurrava para o colchão. – Só Minha.
ALLY – Foi o que pensei. – eu disse sorrindo e mordisquei seu delicioso lábio. –
O resultado foi eletrizante, conforme nós aprofundávamos o beijo, ondas de choque e de prazer ecoavam através de nossos corpos. Spencer passou os braços á minha volta e nossas pernas se entrelaçaram. Gemendo de prazer eu empurrei meu quadril para cima fazendo o seu se chocar com o meu. Fazendo com que ele também gemesse. Nada mais é tão certo, quanto a estar em seus braços sendo amada. Nada é tão certo quanto o nosso Paraíso particular.
Spencer intensificou nosso beijo acariciando minha língua com a sua própria, o fogo ardia em meu corpo, percorrendo minhas veias, explodindo ao longo do meu corpo e alojando-se em meu ventre. A sensação celestial que eu sinto desde a primeira vez que olhei dentro dos seus olhos. Faíscas voavam através de nós e eu o queria agora. Passei minhas mãos pelo seu torso, sentindo o contorno de cada músculo que ele tem. Comecei a desabotoar a blusa do meu pijama para sentir seu peito nu contra os meus seios.
S.R – Não, Ally, me deixe fazer isso. – ele disse enquanto segurava delicadamente minhas mãos, me fazendo parar. –
Enquanto ele desabotoou cada botão da minha blusa ele beijava cada pedaço de pele que ficava exposta. Gemi de puro prazer, e ele continuou seus beijos me torturando. Depois de tirar minha blusa ele seguiu para meu short, elevei meus quadris e Spencer o deslizou para baixo. Mais uma vez sem vergonha nenhuma eu fica totalmente exposta ao meu homem, completamente tomados de desejo. Ele tirou sua própria roupa com rapidez e logo ele se aninhava entre minhas coxas. Beijou meus seios enquanto puxava meus quadris para cima deixando minhas nádegas confortáveis em suas mãos. Apertei-me contra ele gemendo de prazer. Eu não demoraria muito para alcançar a plenitude assim que começássemos nossa dança do prazer.
Beijamos-nos novamente no instante em que nossos corpos se ligaram. Quando ele se moveu dentro de mim, ambos suspiramos com a intensidade de nossos sentimentos. Ele me preencheu perfeitamente, e mesmo que nós já tenhamos feito isso algumas vezes nos últimos meses, eu me senti diferente, nunca havia sido dessa forma.
POV REID
Eu estava no céu agora, a gora dos meus sonhos estava nos meus braços, mais uma vez. E mesmo assim, parecia que era a primeira. Eu estava á amando com cada parte do meu corpo. Beijei seus lábios enquanto me movia dentro dela, sentindo-se envolvido pelo seu calor. Meu coração saltava, enquanto eu adorava seu corpo com o meu próprio. Seus gemidos eram músicas para os meus ouvidos e me encorajavam a continuar, para que ela sentisse o mesmo que eu sinto. Liberei sua bunda após um apertão e passei minha mão sobre seus mamilos endurecidos, ainda empurrando contra ela para aumentar o seu prazer, girando meus quadris e encontrando aquele ponto, o seu ponto mais necessitado. Sentindo ela estremecer, enquanto eu investia e tocava seu ponto G e minha pélvis esfregava seu botão inchado. Ela enrolou suas pernas em volta do meu corpo e o ângulo me proporcionou ir ainda mais fundo, me fazendo não apenas tocar, mas esfregar seu ponto G. agora eu também gemia, enquanto sentia os músculos de sua intimidade me apertar deliciosamente. Não sendo capaz de resistir por muito mais tempo, eu arqueei minhas costas e bombeei uma vez, duas, três vezes mais antes de explodir dentro dela, ao mesmo tempo em que sentia suas paredes me apertando exigindo tudo de mim, enquanto ela também gozava. Desmaiei em seus braços, completo e totalmente satisfeito, a senti enrolando seus dedos suaves nos meus cabelos e isso me fez feliz. Sai do seu interior, imediatamente sentindo falta de seu calor me envolvendo e puxei-a em meus braços, enquanto beijava seus cabelos. Eu sabia que jamais poderia deixá-la ir, nunca poderia viver sem ela. Após alguns minutos nos recompondo ela disse.
ALLY – Sabe, eu acabei me esquecendo de entregar para você alguns dos presentes que comprei. Aliás, os únicos que consegui comprar. Eu não entreguei antes porque não consegui comprar nada para sua mãe.
S.R – Tem haver com aquela caixa que você deu um jeito de fazer caber na sua mala meu amor? – eu perguntei ainda muito relaxado. –
ALLY – Sim, eu encontrei algumas coisas na Internet, comprei algumas coisas para você e outras para mim. Você quer ver? – ela pergunta receosa, provavelmente com medo que eu não vá gostar. –
S.R – Sim, eu gostaria de ver o que você tem para mim.
Ela ainda com medo, levanta-se da cama, ainda nua e me faz suspirar, e vai em direção a sua mala. E tira de lá a caixa que eu já havia visto antes, mas não faço a menor idéia do que ela guarda, e não perguntei desde que ela não quis falar. Ela volta para a cama, ainda gloriosamente nua. Ela coloca a caixa sobre a cama, e segue para o outro lado, pega sua calcinha que eu havia jogado para longe e no percurso pega minha camiseta sobre o Recamier* (um móvel que fica ao pé da cama, link da foto nas notas finais.) e a veste, anulando assim minha visão do Paraíso e volta para a cama. Senta-se e começa a fuçar na tão misteriosa caixa.
ALLY – Bom, vejamos o que temos aqui. – ela diz com a sua voz de brincadeira. –
Logo ela tira de dentro da caixa, uma caneca e a gira para mim, para que eu possa ler o que está escrito e eu não posso evitar corar. “Nerd Is The New Sexy”.
ALLY – Essa obviamente é minha, o que você acha dela garotão? Vou levar ela para meu consultório também, assim todos vão saber que gosto do meu Nerd. – sorrio para ela feliz ao perceber que ela fala “Meu Nerd” e não “Dos Nerd’s”. – Vamos para a próxima. Oh! Essa também é minha. Vou deixar essa em casa, é um pouco pretensiosa, não?!
S.R – Na verdade, não. Você é minha heroína de qualquer forma. – sorrio para ela que segura uma caneca térmica da Mulher Maravilha. –
As duas seguintes também são dela, outra caneca térmica e uma Squeeze, ambas de oncinha. E então ela diz que agora são as coisas que ela comprou para mim. E sorrio tão grande que chega a doer meu rosto quando vejo a caneca “Doctor Who?”
S.R – É para mim? – ela assente. – UAU! Doctor Who? Onde você encontrou? Eu nunca achei nada tão legal da série para comprar.
ALLY – Achei na Internet. Fico feliz que tenha gostado. Agora o próximo. – e mais uma vez sorrio, com uma caneca térmica “Doctor Who?” novamente. – O seu sorriso com certeza é um presente para mim.
S.R – Obrigada meu amor, eu realmente amei. Tem mais? – tenho certeza que meus olhos brilham de excitação. –
ALLY – Sim eu tenho mais coisas para você. – e então ela puxa uma caneca e uma Squeeze de Sherlock Holmes. E eu franzo a testa. – Oh! Você não gostou?
S.R – Sim. Eu gostei meu amor. Mas, Squeeze?
ALLY – Bom, eu pretendo voltar a treinar, ir a academia e pensei que você pudesse me acompanhar, sempre que estiver em casa. Eu posso ajudar você no treino, só por questão de saúde e não de músculos.
S.R – Meu amor, eu não levo o menor jeito para isso. Eu aprecio o presente e sua intenção. Mas prefiro permanecer na minha zona de conforto.
ALLY – Ah! Tudo bem. – sinto a decepção em sua voz e isso me deixa triste. – Eu queria você junto comigo para evitar que eu tenha que dizer milhões de vezes que tenho namorado cada vez que eu levar uma cantada idiota.
S.R – Meu Amor... – Grrrr. Isso me deixa fervendo por dentro. – Tudo bem, eu posso tentar, mas não prometo nada. – e seu sorriso de volta é o melhor presente. –
ALLY – Sabe ainda tem mais aqui, mas eu realmente prefiro fazer amor. – meus olhos ficam escuros de puro tesão. – Eu adoro quando você reage dessa forma ao que eu digo.
S.R – Você me deixa louco. Eu sou louco por você.
E assim, mais uma vez nós nos amamos, naquele dia que pareceu diferente de todos os que nós já tivemos juntos.
Nada seria melhor do que nós juntos, e nada poderia ser maior que nós. A não ser a morte. Mas esse é uma palavra que não gosto de associar a Ally. Eu não poderia suportar se a perdesse. Nunca, se ela se fosse. Eu iria logo atrás.
Nosso amor não tem que ser perfeito. Mas eu preciso que ele seja Eterno.
***Amores da última vez esqueci de colocar Legenda
M.S é a sigla de Mãe do Spencer; Não coloquei Diana Reid porque as iniciais são as mesmas que as do Dave.
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