Coincidências do Amor
15 Os "quase" da vida!
Notas iniciais
POV REID
ALLY – Talvez em outro momento. – ela negou minha oferta. –
Não sei se eu ficava feliz com essa decisão dela, porque embora essa noite tenha sido quente, eu realmente não saberia o que fazer, ou se ficava decepcionado por isso não acontecer hoje. Eu deveria colocar meu celular para carregar, pois poderia termos outro caso á qualquer momento. Mas eu não poderia me mover agora, eu ainda estou nu. Só um cochilo e então eu levanto e faço o que preciso.
[...]
A próxima coisa que eu vi foi que eu estava voltando lentamente à consciência. Estiquei-me e encontrei resistência diante de mim. Esfregando minha ereção matinal contra aquilo sem pensar, eu apertei meus braços em torno da coisa macia que eu estava segurando e suspirei em contentamento.
Então a coisa se moveu.
Isso é incomum, pensei grogue. A maioria dos travesseiros não se move.
Lembranças da noite passada caíram no acaso e eu percebi onde eu estava... E o que eu estava fazendo.
Eu estava me esfregando contra Ally.
Estava me esfregando nela enquanto ela dormia. Pulando acordado, eu abafei um gemido quando vi Ally deitada inocentemente em meus braços enquanto eu estava descaradamente me aproveitando de seu estado inconsciente.
Oh Deus! Sou um pervertido.
Em algum momento durante a noite nós mudamos as posições porque eu estava enrolado em torno dela como se fosse meu cobertor de segurança, suas costas pressionadas contra meu peito. Ela se moveu de novo e eu congelei, não tendo certeza do que eu deveria fazer. Meu braço direito estava sob ela e dormindo muito, mas eu não conseguia movê-lo sem tremer e acordá-la.
Eu precisava de uma escova de dente imediatamente, um banho, e colocar meu celular para carregar. Mas primeiro, eu precisava sair dessa cama sem que Ally acordasse e descobrisse que eu tinha me transformado em um polvo durante a noite, e um pervertido matinal.
As duas pernas dela estavam entre as minhas e mais fáceis de soltar do que os meus braços. O colchão balançou um pouco com os meus movimentos, mas Ally não acordou então eu contei isso como uma vitória.
Agora que minhas pernas estavam livres, eu poderia usá-las como alavanca para me afastar e esperava assim, que trouxesse a libertação do meu braço. Eu observei o lado de seu rosto enquanto eu cuidadosamente removi o meu braço de debaixo dela, tentando desesperadamente ignorar a sensação da minha pele esfregando ao longo do fundo de seu peito.
Um problema se formou quando tudo o que restou foi a minha mão. Algo me disse que não daria certo. Eu pensei brevemente sobre puxar minha mão, mas isso seria inútil. Eu não sabia o que fazer. E havia duas razões para isso. Um, eu tinha acabado de acordar, então todas as engrenagens não estavam girando a toda velocidade ainda e, dois, eu estava começando a pensar que talvez não fosse tão ruim enfrentar a sensação enquanto Ally estivesse dormindo.
“Não é como se ela fosse saber” argumentou o recém-descoberto lado pervertido do meu cérebro. Mas pareceu que todos os meus argumentos não valeram nada porque Allyson fez a decisão por mim. Ela rolou para ficar sob seu estômago e o movimento foi tão repentino que eu não tive tempo de reagir quando seu seio quente e pressionado ajustou-se perfeitamente na palma da minha mão aberta à espera. Meus dedos instintivamente se enrolaram em torno dele e eu fiquei muito duro, ainda mais do que eu costumava ficar durante a manhã.
Meus olhos fecharam e eu flexionei meus dedos, desfrutando tudo do momento.
Oooh... O seio da Allyson estava na minha mão... Eu estava tocando-o...
Eu sei o que fiz isso durante boa parte da noite, e não apenas com a minha mão, mas eu estava tão fora de órbita que a sensação de tocá-los sem toda aquela adrenalina me parecia muito melhor, mais sublime.
Espere.
O que diabos eu estava fazendo? Apalpando uma garota adormecida? Claro que mesmo ela sendo minha namorada isso é errado da minha parte.
Eu pulei para trás e puxei meu braço em direção a mim com mais força do que antes. O impulso de puxar o meu braço para trás, juntamente com o meu corpo enrijecido do salto, me levou a começar a rolar em minhas costas. E eu não tinha percebido o quão perto eu estava da beirada da cama porque eu senti um momento de leveza quando eu me mexi para agarrar alguma coisa antes de proferir em pânico
S.R – Merda! – Então eu caí forte no chão com um baque. –
ALLY – Hmm. – Ally gemeu de cima da cama e sua cabeça apareceu sobre a minha, enquanto ela olhava para baixo de cima da cama. – Spencer?
S.R – Sim. – eu respirei rolando sobre minhas costas. -
ALLY – O que houve, porque está aí no chão? – e agora o que eu respondo?! –
S.R – Eu estava tentando levantar sem acordá-la. – ela sorri docemente para mim. – Eu preciso tomar banho, comer alguma coisa e colocar meu celular para carregar, coisas que eu deveria ter feito antes de dormirmos.
ALLY – Eu posso tomar banho com você Garotão? – ela disse com a voz maliciosa, o que me fez engolir em seco. – Eu espero você fazer as outras coisas que tem para fazer, pois se nos empolgarmos, você não poderá me culpar por tê-las esquecido.
S.R – Você não acha que estamos indo rápido de mais Neném?! – eu perguntei inseguro com tudo o que está acontecendo, mas quando vi um vislumbre de insegurança passar pelo se rosto mudei meu discurso. – Noite passada foi maravilhosa, e eu não sei se posso me controlar mais, não quero assustá-la.
ALLY – Não vai. – ela disse sorrindo. – Anda, coloque seu celular para carregar e me encontra no banheiro.
S.R – Tudo bem. – disse resignado, porém aceitando meu destino feliz. – Já vou. – ela sorriu e foi em direção ao banheiro, enquanto eu colocava meu celular para carregar, me certificando de que não havia mensagens e nem ligações perdidas. –
Fui em direção ao banheiro e quando entrei no Box a encontrei se ensaboando, não sei se eu sou muito tarado ou ela estava realmente fazendo isso de uma forma erótica, essa é a primeira vez que estou vendo ela completamente nua, tive que me conter para não gemer com sua visão gloriosa. Ela viu quando entrei e me puxou para que me juntasse á ela debaixo da água quente que caía. Senti toda a tensão sexual deixar meu corpo, mesmo que ainda estivesse excitado, senti meus músculos relaxarem, a tensão que estava em meus ombros desceu pelo meu corpo indo direto para o ralo, eu estava com os olhos fechados e sentia Ally se mover bem na minha frente. Dei um salto com o toque repentino dela. Quando abri os olhos e encarei seus olhos gentis ela sorriu para mim tranquilamente. Ela queria apenas me abraçar, mesmo sem malícia esse gesto era íntimo e aproximava nossas almas, e não nossos corpos. E assim ficamos, sem nos mexer, abraçados enquanto o chuveiro liberava sobre nós a água que levava nossas inseguranças e problemas. Ela cheirava meu peito e acariciava minhas costas enquanto eu acariciava seus cabelos.
ALLY – Meu amor, você está desconfortável com o que aconteceu ontem, ou com o que está acontecendo agora? – ela disse com a voz abafada em meu peito. -
S.R – Na verdade eu não sei bem, eu me senti fora de órbita à noite toda e ainda não entendi muito bem as sensações que dominaram meu corpo. Mas com certeza foi uma noite maravilhosa, eu Te Amo, independente se entendo o que aconteceu essa noite, os meus sentimentos por você só aumentam.
ALLY – Eu também Amo você, mas agora vamos tomar nosso tão merecido banho. – e assim nós fizemos, sem malícia alguma. –
Como nós dois decidimos lavar os cabelos o banho foi demorado, mas eu saí primeiro, já que seu cabelo é muito comprido.
Aproveitei o momento para fazer algo para comermos, fiz o café e já preparei um suco de laranja, pois a Ally não gosta muito de café pela manhã. Fiz panquecas, ovos e alguns bacons. Logo ela veio para a cozinha, usando apenas uma camiseta minha, e que um raio parta minha cabeça se a visão mais sexy do mundo não é ela usando minhas roupas. Eu posso me acostumar com isso para o resto da vida.
POV ALLY
Não nego que ao sugerir que tomássemos banho juntos, eu estava com idéias mais românticas, mas aparentemente o Spencer precisa de um tempo. Então agora que já tomamos nosso café, estou puxando ele para nossa cama, para assistirmos um pouco de TV, porque televisão?! Porque ele não gosta muito de assistir programas que passam essa hora, e assim consigo distraí-lo com beijos e quem sabe cobrar a oferta que ele me fez ontem?
S.R – Algo em especial que queira assistir Neném? – ele me perguntou ainda em pé ao lado da cama, enquanto eu voltava do banheiro depois de deixar nossas roupas sujas no seu devido lugar, olhava para ele com luxúria. – O que foi?
ALLY – Você é tão apetitoso, me sinto uma canibal pervertida, mas simplesmente não posso evitar. Só de lembrar o que você me fez sentir ontem, eu fico molhada.
POV NARRADOR (eu)
Spencer rosnou e tomou sua boca com voracidade. Ally se agarrou com desespero ao corpo dele que a empurrou em direção á cama, já deitando por cima dela e esfregando sua iminente ereção no centro de Ally.
As línguas se procuravam com loucura, e Spencer empurrava seu membro totalmente endurecido em Ally, buscando o máximo de fricção que pudesse conseguir. O desejo explodia em sua veia. Ele desceu beijos pelo pescoço dela, enquanto sua mão ia direto aos seios dela. Deixou de beijá-la na boca para beijar seu pescoço, mas não era isso que Ally queria, ela agarrou seus cabelos e guiou sua boca novamente em direção a sua. Ele invadiu sua boca novamente enquanto descia uma mão de seu seio direito para a feminilidade de Ally, encontrando um short até aquele momento, desconhecido e invadiu a barreira da calcinha.
S.R – Porra, Neném. – gemeu ao senti-la quente e escorregadia. – Tão molhada. – deixou um dedo deslizar em seu canal apertado e ela deu um grito de prazer.
ALLY – Ai... Spencer eu preciso de você. – ela pediu desesperada. – Quero que você retribua o favor como você mesmo disse.
E tomando uma respiração profunda ele tomou a decisão de ajudá-la em sua missão de avançarem no relacionamento, se descobrindo juntos.
POV REID
Determinado agora a trazê-la ao prazer de uma forma diferente da forma que fiz ontem, me abaixei para beijá-la suavemente enquanto meus dedos desnataram a borda da calcinha dela. Eu não iria estragar tudo.
Ally virou-me com um suspiro suave e balançou os quadris num movimento circular, enquanto eu escovava levemente a pele logo abaixo da linha da costura.
Será que eu vou saber como estimulá-la da forma correta? Comecei a tirar seu short e calcinha, agora meio desesperado para fazer as coisas da maneira correta.
E como diabos eu ia saber o que era aquilo lá embaixo? Como eu saberia o que fazer? Tocar sem ver parece ser mais fácil do fazer isso olhando. Eu poderia muito bem bisbilhotar ao redor até que eu encontrasse o lugar certo para fazer, o que eu devo admitir, estava ansioso para fazer, mas da maneira correta.
ALLY – Você está pensado de mais. – ela disse olhando para mim. – Eu sei que está. Apenas siga seus instintos, eu vou deixar você saber se está funcionando para mim, da maneira que deve ser.
Parei por um segundo, mas logo comecei a fazer o que achava certo. Desci as mãos por suas pernas, sentindo a maciez da sua pele aveludada me impelindo a beijá-la. Com minha ação Ally geme de contentamento, suspira e arqueia seu corpo para cima, ao meu encontro. Subo um pouco mais e beijo sua barriga circulando seu umbigo com minha língua, fazendo com que ela estremeça embaixo de mim. Com medo eu pretendia enrolar mais um pouco por ali mesmo, porém ela estava impaciente e tinha outros planos, pois pegou meus cabelos e guiou minha cabeça de encontro a sua intimidade.
E assim pareceu a coisa certa a se fazer, beijei o seu clitóris, que eu já havia tocado e não sabia nem como era, estava inchado e ouvi-la gemer me incentivou a continuar.
S.R – Você é tão suave. – disse também gemendo. –
Ousadamente eu levei meus dedos até sua feminilidade abrindo suas dobras, gemendo novamente com a sensação que mover meus dedos por toda a sua extensão molhada me causou. Introduzi um dedo nela e voltei minha boca para seu clitóris inchado e necessitado, dando uma atenção maior para ele. Estava indo devagar quando senti Ally segurar meus cabelos pressionando ainda mais minha cabeça ali e confirmando isso quando suas pernas prenderam minha cabeça no lugar, ela estava em êxtase, ainda não havia gozado e não estava descontrolada, mas sem dúvidas, ela estava gostando da sensação.
POV ALLY
PARAÍSO!
É onde eu estava nesse momento, sentindo a boca do meu homem na minha intimidade. Eu quase desmaiei quando a sua língua lambeu lentamente o meu clitóris, as minhas mãos apertavam tão forte o lençol da nossa cama que temi que eu rasgasse o tecido.
ALLY – Oh meu... Oh... – choraminguei, gemi, arfei...
Foda-se!
Eu nem sabia, mas eu estava em estado ZEN, com a sua boca me fazendo ver estrelas. Nunca havia me sentido assim, a sua língua quente e molhada, ia do meu clitóris até a minha entrada, sem contar as chupadas. Era como se ele beijasse minha intimidade, como beija a minha boca.
E Deus, aquilo era bom... Fodidamente bom...
Não demorou muito para eu estar arfando e gemendo como uma insana, contudo quando o meu orgasmo veio, foi tão forte que quase desmaiei novamente, as mãos de Spencer foram parar em minha bunda, me apertando de uma maneira completamente erótica e pervertida. Ele continuou me lambendo, me provando... Quando finalmente ele se afastou, eu era uma bagunça completamente ofegante.
Quando finalmente abri os olhos para encará-lo, ele lambia seus lábios vermelhos e carnudos me dando um sorriso sem vergonha.
S.R – Você é deliciosa, e como você eu poderia fazer isso sempre.
Eu podia ter 28 anos, mas corei como uma garotinha de 15. Rindo ele se colou a mim e me beijou. O gosto do meu prazer, em seus lábios quase me fez gozar novamente, a sua língua devorou a minha, até que o ar fosse necessário, quando se afastou, eu estava ofegante. Mesmo depois que ele subiu minhas mãos continuaram em seus cabelos sedosos, eu fiz carinho e escutei ele ronronar, o som mais adorável que já ouvi. Desci uma das mãos pelo pescoço, ombros e acariciei seu peito firme.
O empurrei para que agora ele estivesse deitado e comecei a beijar seu pescoço desci para seu peito onde também mordi, sem realmente machucar, não me incomodar com os poucos pelos presentes ali, com a intenção de repetir o que fiz ontem fui logo em direção a sua calça do pijama que pendia em seus quadris deixando- o ainda mais quente. Introduzi meus dedos através do seu cós e comecei a descê-la, me surpreendendo ao vê-lo sem cueca.
ALLY – Olha só o que temos aqui. – disse com a voz maliciosa vendo-o corar. –
Isso me deixou quente, então voltei e beijei seus lábios novamente, quando nos separamos ele estava com os olhos fechados e depois disso tive um vislumbre de seu sorriso de satisfação.
Num momento de distração, enquanto eu voltava a beijar seu peito para refazer o caminho anterior ele simplesmente mudou nossas posições, se encaixando no meio das minhas pernas, e gememos com a nova sensação. Senti seu membro como uma corda grossa, quente e pesada entre minhas coxas, ele já beijava meus seios e eu arqueei meu corpo contra o seu no mesmo instante em que ele voltava para beijar meus lábios, meus mamilos intumescidos esfregaram contra os seus e eu gritei de prazer assim como ele urrou com a sensação. E então nós paramos por um segundo, quando sentimos sua ereção próxima a minha entrada, ele estava duro e eu molhada, a sensação era dos Deuses.
Foi então que eu olhei em seus olhos, na profundidade que até agora eu ainda não sabia se eram castanhos ou verdes, enquanto ele olhava profundamente nos meus olhos azuis, como se ambos enxergássemos a alma um do outro. Com um acenar de cabeça após infiltrar meus dedos em seus cabelos sedosos, dei a entender que eu queria aquilo, eu quero me entregar a ele. Quero que ele me tome para si. Quero finalmente pertencer ao meu homem de corpo e alma. Ele não me questionou, entendeu que era o que eu queria, senti uma de suas mãos descer do meu quadril passar por minhas pernas e depois abandoná-las, aparentemente ele estava segurando seu membro, eu não poderia afirmar com certeza e nem tinha coragem de olhar lá para baixo. Spencer de fato estava segurando a si mesmo, tive a certeza quando senti seu membro em minha intimidade, deslizar do meu clitóris para minha entrada e depois fazer o caminho inverso, e foi quando ambos gozamos, somente com essa sensação, sem ele de fato se conectar a mim. Gememos, ele apertava firmemente a carne macia de minha coxa, enquanto eu cravava minhas unhas em suas costas o arranhando completamente.
Como poderia sem nem nos conectarmos intimamente termos sensações tão intensas?! Oh... Meu Deus, nós gozamos em total sincronia. Mesmo sem me tomar para si Spencer me marcou da forma mais primitiva possível. Foi quando ouvimos seu celular tocando insistentemente, que não seja o que estou pensando.
S.R – É o Doutor Reid. – ele disse ainda ofegante, depois de se afastar de mim ainda olhando para meu corpo com os olhos tomados de luxúria. – Não, na verdade eu estou na casa da Ally, o celular estava... Ham... Em um cômodo diferente, corri para poder atendê-lo. – ele parou novamente para ouvir. – É claro, estou a caminho.
ALLY – Você tem um novo caso, não tem?! – questionei, mesmo já sabendo a resposta. – Ham... Depois conversamos sobre isso Garotão.
S.R – Você não vai ficar chateada com a situação? – ele estava envergonhado, e eu respondi sua pergunta com um aceno negativo com a cabeça. – Tudo bem, eu vou tomar banho. O caso parece ser grave. Prometo que... Que... Bem, que resolvemos o que tiver que resolver na minha volta.
Assim que ele entrou no banho, eu respirei profundamente. Eu definitivamente estava pronta para isso. Mas o quase não me deixa superar meus traumas.
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