Notas iniciais
Olá meu povo, estou de volta:D Por favor, comentem muito para saber se estão gostando. Espero que esse capítulo atenda as expectativas de todos e pelo menos para responder os comentários do capítulo eu venho aqui Ok? Escrevi uma One, do Spencer mesmo, vai ser postada no dia 27/09 domingo. provavelmente a tarde, depois darei mais detalhes. Chega de enrolação e vamos ao capítulo.

POV REID

Ally parecia um anjo dormindo em meus braços de costas para mim com seu rosto sereno e um sorriso de satisfação em seu rosto, minha ereção matinal cavando sua carne macia. Mas já são sete horas e ela tem paciente em uma hora e meia, então seria necessário acordá-la, mas eu faria isso com carinho.

S.R – Acorda neném. – disse mordendo sua orelha. –
ALLY – Que foi? – resmungou com a voz grossa de sono. –
S.R – Está na hora de acordar. –sussurrei quando fechei minha mão em torno de seu seio direito. – Mesmo que eu prefira que você fique bem onde está, você precisa levantar. Vamos Dona Preguiça.
ALLY – Mas é domingo. – gemeu, não sei se porque eu a acordei ou porque eu brincava com seu mamilo duro. -
S.R – Na verdade hoje é terça Neném, temos que tomar café e você precisa trabalhar. Você sempre acorda confusa?
ALLY – Não sei, não costumo acordar com pessoas me excitando, enquanto tocam meus seios. –se virou de frente para mim, passando a perna por cima do meu quadril e se aconchegando contra mim.
S.R – Hum... Fico feliz e aliviado em saber disso. Você está parecendo uma gatinha manhosa. – gemi quando senti sua intimidade roçar em minha ereção matinal. – E eu gosto muito disso.

Ajeitei-me melhor ficando entre suas pernas aproximando meus lábios dos seus e escovando-os nos dela, guiando minha ereção em sua entrada.
S.R – Posso? – olhei em seus olhos pedindo permissão. –
ALLY – Sim. – antes mesmo de ela terminar de responder eu já estava dentro dela, sentindo seu calor, umidade e suavidade contra mim, acho que estou viciado na sensação de estar dentro dela. –

POV ALLY

Depois de entrar em mim ele me beijou, porém eu me lembrei que ainda não havia escovado os dentes e tentei afastar nossos lábios enquanto ele se movia dentro de mim. Mas foi impossível.

ALLY – Spencer... – ele sorriu descendo o rosto para beijar meu pescoço. –

Suspirei levantando as pernas para agarrar seus quadris, ele gemeu empurrando seu membro mais forte em mim. Gemi quando o ar bateu em meu seio direito deixando o mamilo mais duro, sua mão começou a explorar todo meu corpo. Abracei seu corpo, com meus braços e pernas querendo estar colada a ele, Spencer moveu seu membro dentro de mim empurrando com força. Gememos em contentamento com a nossa união. Eu podia sentir cada parte dele dentro de mim, me preenchendo, alargando, tomando posse. Minha intimidade se contraiu novamente, e quando ele empurrou em mim, sua pélvis esfregando contra meu clitóris eu vim com força. Spencer jogou a cabeça para trás gemendo alto ao ter seu membro esmagado por mim. De repente ele se moveu dentro de mim, me fazendo engasgar, minha entrada estava pulsando forte em volta dele, e com dificuldade ele se movia, empurrando com força, me fazendo gritar. Suas investidas fortes e rápidas estavam deixando meu corpo em chamas, e mesmo eu acabando de vir, e ainda me recuperando do meu orgasmo, parecia que já estava pronta para outro.
S.R – Ally... – ele gemeu baixo, agarrei seus ombros com as unhas, meu corpo respondendo a ele novamente. –
ALLY – Spencer me faça sua mais uma vez. – pedi sem nenhuma vergonha. –
S.R – Porra sim. – ele disse gemendo enquanto se movia dentro de mim. –

Suas estocadas ficavam cada vez mais fortes e mais urgentes. Sentindo que ele estava próximo assim como eu, levei a mão entre nós agarrando suas bolas, Spencer engasgou, empurrando mais forte. As massageei, e ele gemeu voltando a me beijar com força. Sua língua entrando e saindo de minha boca, exatamente como seu membro fazia em minha intimidade. Ele deu mais duas estocadas fortes, tremendo dentro de mim como ontem ele veio, seu gozo desencadeou o meu, e vim novamente, o apertando em mim, ambos gritamos nosso ápice na boca um do outro.

Seu corpo caiu molemente sobre o meu, mas sem me esmagar, o rosto enterrado entre meus seios. Levei as mãos ao seu cabelo acariciando os fios sedosos com um sorriso preguiçoso. Poderia viver nessa cama, só com ele e mais nada.

S.R – Eu poderia ficar aqui para sempre – ele resmungou sem me olhar e ri isso o fez me encarar com um sorriso divertido. – Isso por acaso é engraçado mocinha?
ALLY – Sim, estava pensando a mesma coisa. – ele sorriu e deitou de lado usando meu seio como travesseiro. – Está confortável?
S.R– Imensamente. Não preciso de mais nada. – ele abraçou minha cintura e abracei seu rosto beijando seu cabelo. – Mas mesmo que eu queira que você fique em meus braços o resto da semana sem se mover, você precisa trabalhar. E levando em consideração que eu segurei você aqui por mais, quase, uma hora. Você precisa levantar e para poder trabalhar.
ALLY – Na verdade não. As terças pela manhã eu faço Professional Coach* e a sessão de hoje foi cancelada, Taylor está viajando pelo que fui informada. – termino minha frase e olho para ele e vejo aquela ruguinha logo acima do seu nariz o que indica que ele está intrigado. – Taylor é um senhor de quase 60 anos casado a 40 com a mesma mulher aguardando seu primeiro neto, se é por ciúme que você tem essa ruguinha na testa, pare agora.
S.R – Desculpe amor, mas eu sinto ciúmes não posso evitar, eu te amo afinal.
ALLY – Mesmo que eu tenha consulta somente ás 10:00 Hrs acho melhor sairmos da cama agora, enquanto conseguimos.

Eu estava pensando sobre uma coisa que talvez eu devesse contar a Spencer, não sei se ele irá trabalhar esse dia, mas levando em consideração que é um feriado importante aqui nos Estados Unidos, talvez eu possa passar o dia com o meu homem. Gostaria muito que ele ficasse comigo, já que ha dois anos eu prefiro passar essa data batida.

ALLY – Meu amor, você normalmente trabalha em 4 de Julho*? – pergunto como quem não quer nada. – Só curiosidade.
S.R – É difícil viajarmos para algum caso na semana de quatro de julho, porque a pergunta Neném?!
ALLY – Han... Quatro de julho é o dia do meu aniversário. – disse sentindo meu rosto em chamas por ter que contar isso. – Não queria dizer tão cedo, e também não quero que se sinta culpado se tiver de ir trabalhar.
S.R – Não me sentirei culpado, me sentirei triste por não estar com você se precisar viajar. – o vejo com a ruguinha novamente em cima do nariz. -
ALLY – Tudo bem. Mas isso me faz lembrar... Quando é seu aniversário meu amor? – levanto minhas sobrancelhas em questionamento assim que vejo seu rubor. -
S.R – Meu aniversário foi no dia em que pedi você em namoro. – ele disse com a voz temerosa. – o “SIM” que você me deu como resposta foi o meu presente, foi o melhor aniversário que eu já tive. – olhei para ele levemente irritada, mas emocionada por sua revelação. – Por favor, não fique brava comigo. Acredite. Você já me presenteou.
ALLY – Não estou brava meu amor. Você quebrantou meu coração com essa declaração. Mas antes que eu decida beijar você loucamente por causa disso, vou tomar banho. E você não se atreva a entrar naquele banheiro. Eu ainda preciso ir trabalhar. – digo dando um beijo nele e puxando seu lábio inferior para mim com meus dentes. – Porque você não prepara nosso café? Você precisa me alimentar, e não ser alimentado apenas. – mesmo envergonhada com o duplo sentido proposital na minha frase eu pisco maliciosamente para o meu homem e vou para meu banho vendo sua carinha confusa, obviamente ele não entendeu minha frase, tão inocente.

POV REID

Hoje é 30 de junho e já estou indo para mais um caso, não me parece nada bom. Mulheres estupradas, que não se lembram de absolutamente nada do que aconteceu durante o abuso. Espancadas e violentadas e a única coisa da qual elas se lembram é de receberem xingamentos durante o ato. Isso estava me incomodando, esse tipo de caso me incomoda desde que Ally me contou sobre ela.

A.H – Vamos revisar pessoal. – disse Hotch sentado de frente para mim. -
D.M – De acordo com o perfil das vítimas ele deve ter entre 30 e 40 anos. A vítima mais jovem do elemento tem 29 anos. – me arrepio, Ally faz 29 anos em quatro dias. – e todas são morenas logo podemos presumir que ele deve ter o mesmo perfil que as vítimas, pele parda e cabelos castanhos escuro. – isso estava me incomodando cada vez mais. –
D.R – Precisamos fazer essas meninas falarem, elas são nossa melhor chance, mas estão traumatizadas e duvido que consigam chegar perto de nós. Será que tem alguma policial feminina na delegacia?
S.R – Se tiver uma, ela não deve ter sido preparada para conversar com as vítimas. Nossa melhor chance seria com J.J, mas talvez eu possa fazer progresso. Não apresento ameaça, talvez elas confiem em mim.
A.H – Tudo bem, David e eu cuidamos de tudo na delegacia. Morgan venha conosco más coordene com a Garcia. Esse caso não vai ser fácil.

[...]

Já estamos á 48 horas nesse caso e não temos nada, não fizemos nenhum progresso. As vítimas não conseguiram nem mesmo olhar para mim. E isso só me faz pensar no quanto Ally deve ter sofrido...

S.R – Espera... Ally. – eu digo em voz alta. -
D.M – O que tem ela Reid? – Morgan me pergunta. -
S.R – Ela pode nos ajudar. Ally é Psicóloga, talvez consiga fazer as vítimas falarem com ela. Ela é especialista em vítimas de abuso. – só espero que isso não faça mal para ela, eu não disse sobre o que exatamente é o nosso caso. -
A.H – Acha que ela é a mais indicada para isso? Mesmo ela sendo Psicóloga, não saberá identificar o que precisamos.
S.R – Talvez não, mas ela pode fazer uma entrevista cognitiva, todo Psicólogo aprende como fazer isso na faculdade.
D.R – Podemos dar uma chance, pode ser a única que tenhamos em dias.
A.H – Tomara que isso dê certo. Chama ela Reid, pergunte se ela pode vir para nos ajudar vou pedir para Garcia reservar uma passagem para ela. – concordo com ele com um aceno da cabeça e me afasto para ligar para ela que ainda deve estar no consultório. –


~ Ligação On
Rachel – Consultório da Dra. Hernandez, em que posso ajudar?
S.R – Oi Rachel é o Dr. Reid, a Ally está com paciente agora?
Rachel – Oi Dr. Reid, não ela não está. Espere um momento que eu vou passar a ligação. – não demora muito e ouço a voz de Ally ao telefone. -
ALLY – Oi Meu Amor, diga que você está me ligando para contar que já está em casa. – respirei fundo pensando se ela aceitaria nos ajudar. – Porque eu saio daqui a pouco, tenho só mais uma sessão.
S.R – Na verdade Neném eu estou ligando porque precisamos da sua ajuda. Não acho que vamos conseguir resolver esse caso tão cedo. Infelizmente não fizemos nenhum progresso. – ainda estou com receio de pedir isso para ela, assim como muitas outras coisas. – Você é a única que conheço que pode nos ajudar.
ALLY – Claro meu amor faço o que precisar. Pode falar.
S.R – Precisamos que você nos ajude a interrogar as vítimas. Não conseguimos nos aproximar de nenhuma delas. Nem mesmo eu que normalmente consigo me aproximar mais facilmente desse tipo de vítima consigo fazer com que elas falem.
ALLY – Amor será que sou a pessoa mais indicada para isso? Eu sou Psicóloga, não sou Perfiladora como você meu amor. Como eu poderia ajudar?
S.R – Ally... Você é Psicóloga, sabe fazer entrevista cognitiva e acho que você conseguirá se aproximar das vítimas com mais facilidade, ou talvez você saiba o que dizer para que elas confiem em você para então confiar em nós. Não se preocupe vou estar ao seu lado.
ALLY – Tudo bem. Eu tenho uma ultima seção e então eu vou ajudá-los. Preciso ir para casa preparar uma mala e então vou ao aeroporto. Onde vocês estão?
S.R – Estamos em New York, e antes que você realmente venha preciso te contar uma coisa. As vítimas com as quais você irá falar... Elas são vítimas de estupro. – a ouço ofegar antes de responder. –
ALLY – Estupro... Em New York... Eu quero ajudar, ainda acho que talvez não seja a mais indicada para isso. Mas estou a caminho.
S.R – Você terá uma passagem reservada em seu nome, somente chegue no Guichê e apresente seu passaporte.
ALLY – Preciso passar meus documentos para alguém ou a Penélope dará um jeito nisso? – ouço uma risada dela. -
S.R – Na verdade acho que ela já deu um jeito meu amor. Vejo você mais tarde. Espero que isso termine antes do seu aniversário.
ALLY – Não se preocupe com isso. Amo você Garotão, até mais tarde.
S.R – Eu também Te amo Neném. –
Ligação Off ~

POV ALLY

Semana de 4 de Julho e não somente Spencer foi trabalhar, mas também segundo algumas mensagens que trocamos, ele não chega tão cedo. Parece que o caso em que estão trabalhando está difícil. Ainda bem que tenho apenas mais um paciente, estou psicologicamente exausta e sentindo falta do meu homem. Essa semana eu definitivamente queria ele todo para mim, chegar em casa e ser recebida por ele, por seus beijos e principalmente dormir ao seu lado. Pareço até uma criancinha mimada que está sem a mãe. Mas eu não posso evitar, amo Spencer. Depois que fizemos amor parece que tudo apenas ficou mais intenso, é uma necessidade estar ao lado dele. Ele me mostrou que as coisas podem ser diferentes, me mostrou o que é amar com paixão, e nunca saberei explicar o que aconteceu naquele momento. Nunca conseguirei explicar o que senti quando Spencer me fez sua, quando ele me amou com tudo o que tinha. Estou divagando e me assusto ao escutar o toque do telefone não deve ser paciente, se fosse Rachel não interfonaria, apenas mandaria entrar. Será que é Spencer que quer falar comigo?

~ Ligação On
ALLY – Pois não Rachel?! – pergunto assim que coloco no viva-voz. –
Rachel – Dra. Hernandez, Seu homem na linha dois. – ela diz com um sorriso na voz e eu suspiro ao saber que é Spencer. – Vou liberar.
ALLY – Oi Meu Amor, diga que você está me ligando para contar que já está em casa. – ouço Spencer dar uma respiração profunda. – Porque eu saio daqui a pouco, tenho só mais uma sessão.
S.R – Na verdade Neném eu estou ligando porque precisamos da sua ajuda. Não acho que vamos conseguir resolver esse caso tão cedo. Infelizmente não fizemos nenhum progresso. – fico preocupada, sua voz parece cansada e também receosa com algo. – Você é a única que conheço que pode nos ajudar.
ALLY – Claro meu amor faço o que precisar. Pode falar. – me prontifico imediatamente, tudo o que meu amor precisar. –
S.R – Precisamos que você nos ajude a interrogar as vítimas. Não conseguimos nos aproximar de nenhuma delas. Nem mesmo eu que normalmente consigo me aproximar mais facilmente desse tipo de vítima consigo fazer com que elas falem. – ele tem facilidade para se aproximar de vítimas femininas é?! Opa! Ele quer que eu o que?! Acho que não ouvi direito. -
ALLY – Amor será que sou a pessoa mais indicada para isso? Eu sou Psicóloga, não sou Perfiladora como você meu amor. Como eu poderia ajudar?
S.R – Ally... Você é Psicóloga, sabe fazer entrevista cognitiva e acho que você conseguirá se aproximar das vítimas com mais facilidade, ou talvez você saiba o que dizer para que elas confiem em você para então confiar em nós. Não se preocupe vou estar ao seu lado. – ainda não entendi, ele também é formado em psicologia, mas não vou dizer isso, ele pode pensar que estou duvidando de sua capacidade. –
ALLY – Tudo bem. Eu tenho uma ultima seção e então eu vou ajudá-los. Preciso ir para casa preparar uma mala e então vou ao aeroporto. Onde vocês estão? – decido que vou ajudá-los afinal com certeza é por uma boa causa. –
S.R – Estamos em New York, e antes que você realmente venha preciso te contar uma coisa. As vítimas com as quais você irá falar... Elas são vítimas de estupro. – não consigo evitar a surpresa ao ofegar de pavor, vítimas de estupro em New York. Eu fui uma vítima de estupro em New York. –
ALLY – Estupro... Em New York... Eu quero ajudar, ainda acho que talvez não seja a mais indicada para isso. Mas estou a caminho. – preciso ajudar da maneira que puder, elas precisam superar como eu superei. –
S.R – Você terá uma passagem reservada em seu nome, somente chegue no Guichê e apresente seu passaporte.
ALLY – Preciso passar meus documentos para alguém ou a Penélope dará um jeito nisso? – não posso evitar rir disso. -
S.R – Na verdade acho que ela já deu um jeito meu amor. Vejo você mais tarde. Espero que isso termine antes do seu aniversário. – ouço melancolia em sua voz. –
ALLY – Não se preocupe com isso. Amo você Garotão, até mais tarde.
S.R – Eu também Te amo Neném. –
Ligação Off ~

Estou preocupada com tudo isso, voltar onde tudo aconteceu. Tomara que eu possa ajudar em alguma coisa, se não isso tudo só vai servir para me fazer lembrar daquilo que tento esquecer a anos. Ouço uma batida na porta e me concentro para atender meu ultimo paciente de hoje, depois embarco para o desconhecido.

Estou no avião lendo o prontuário das vítimas que a Penélope mandou deixarem na portaria do meu prédio, ela não tem jeito sempre um passo a frente de todos. Essas garotas com certeza sofreram demais. Posso imaginar como se sentem, não é a toa que não querem nenhum homem ao lado delas. Será assim por um tempo. Espero que eu possa mudar esse pensamento. Talvez minha experiência e meus erros de não ter seguido em frente antes possa ajudá-las. Ou mesmo o fato de eu mostrar para elas que pode ser diferente, que existem homens bons possa tranqüilizá-las.
Minha mala é pequena então não preciso esperar por nada na esteira. Sigo para o portão de desembarque e procuro por Spencer, ele não disse ao certo se viria me buscar. Avisto um policial olhando para o portão e olho em suas mãos uma placa com meu nome. Não posso evitar sorrir Dra. Hernandez FBI é o que diz a placa. Encaminho-me até o policial e apresento meu passaporte confirmando que sou quem ele espera, obviamente ele me checa da cabeça aos pés e preciso limpara a garganta para que ele pare. Seguimos para a viatura e partimos para a delegacia, pelo menos estarei perto do Spencer. De repente escuto o tal do policial Kevin conversando comigo.

P.K – Não é melhor maneira de vir até New York não?! Aposto que preferia estar fazendo compras nas inúmeras lojas da Quinta Avenida. – ele me dá uma tentativa de sorriso sexy e faço um esforço sobre humano para não rir. –
ALLY – Se apostasse realmente, perderia seu dinheiro. Faço compras realmente quando preciso, gosto de roupas, mas não sou compulsiva.
P.K – Claro! Você é Psicóloga não é mesmo?! Não quer ir para o Hotel primeiro, reservar um quarto antes que fique sem no hotel de seus companheiros? – ele pergunta com voz de tarado, achando que eu vou cair nesse papinho, querido você é bonitinho, mas meu homem é muito mais. Melhor eu encerrar isso aqui antes que Spencer veja esse babaca flertando comigo. –
ALLY – Não será preciso. Com ou sem quartos disponíveis e terei um lugar para dormir. O Dr. Reid é meu namorado e eu posso dormir com ele afinal.
P.K – O Agente nerd e comprido? – ele disse com uma voz assustada e depois mudando para deboche. – Você está brincando não está?
ALLY – Não, não estou. E realmente você está certo. Se eu pudesse descrever ele em apenas uma palavra, essa palavra seria “COMPRIDO”. – digo com um sorrisinho malicioso para esse babaca entender que meu homem é mais do que o suficiente. –

Encerramos a conversa, pois chegamos na delegacia, desço da viatura sem esperar por sua demonstração de cavalheirismo somente para poder olhar minha bunda. Levo minha mala comigo, com poucas mudas de roupa, assim que passo pela porta sinto-me atraída por Spencer, é como se eu fosse uma pequena moeda sendo atraída por um poderoso ímã. O mesmo acontece com ele, ele está todo sexy falando sobre estatísticas e para quase que imediatamente para me olhar, atraindo todos os olhares para mim, mulheres interessadas e homens babando, babacas. Sorrio e me aproximo, sentindo o policial babaca logo atrás de mim, sorrio empolgada para Hotch, David e faço um perfeito High Five* com Morgan como forma de cumprimento. Me aproximei de Spencer e dei um selinho rápido nele, me afastei olhando no fundo de seus olhos e pude notar que ele ficou envergonhado. Não dissemos nada um para o outro, pisquei para ele e me virei para os outros que estavam presentes ali. Vendo David, Morgan e Hotch nos olhando tentando não rir.

ALLY – Bom ver vocês de novo. – digo completamente no controle de mim mesma. – Como posso ajudá-los? – Hotch se levanta e se aproxima para me apresentar. –
A.H – Esta é a Dra. Allyson Hernandez ela vai nos ajudar com o interrogatório das vítimas. Ela vai tentar se aproximar delas, ela é especialista em vítimas de abuso, tenho certeza que vai nos ajudar a progredir de forma que não conseguimos. – Hotch diz com uma confiança que eu queria ter. –
DELEG – Espero que sim agente. Seja bem vinda Dra. Hernandez.
D.R – Já foi informada com os detalhes Allyson? – David pergunta para mim, agora assumindo uma pose mais séria. – Podemos fazer isso a caminho do hospital onde a última vítima está em observação.
ALLY – Na verdade apenas li os prontuários das vítimas, gostaria de saber o que vocês já concluíram até agora e acho melhor começarmos pela primeira vítima.
D.M – Ela tem razão, talvez começando do início seja mais eficiente, do que com a última vítima, ela é quem está mais assustada.
S.R – Bom, então vamos começar. Me de sua mala Allyson. – ele me olha com um sorriso disfarçado e eu faço cara feia para ele. – Me dê ela logo Ally.
D.R – Você está fazendo um ótimo trabalho Allyson. – sorrio para ele e vejo Spencer se afastando com minha mala, mas volta logo em seguida. – Temos certeza que o elemento tem a pele mais parda e cabelos negros. Deve ter entre 30 e 40 anos e não deve ser inseguro, com certeza sexualmente competente, é apenas um babaca pervertido que se excita com a rejeição e ver a vítima se debatendo. – aceno. –
ALLY – Acredito que isso seja o suficiente para a entrevista cognitiva, não garanto que serei bem sucedida nela, é muito mais difícil em casos assim. Quem vai comigo? Preciso de supervisão.
A.H – Spencer vai acompanhá-la, ele nos manterá informados. Se comportem e não façam eu me arrepender. – sorrio quando vejo Spencer com vergonha. –
ALLY – Não se preocupe chefe. – sorrio para ele e chamo Spencer. – Vamos Dr. Reid, você pode me contar mais coisas enquanto estamos a caminho.
S.R – Vamos. – ele olha para seus amigos e diz. – Os Manterei informados conforme formos descobrindo algo. – ele segue para o carro e o acompanho. – Fez boa viagem Neném? – ele pergunta quando entramos no carro e eu aceno positivamente. – O que? – ele pergunta e não respondo apenas o beijo apaixonadamente no primeiro sinal fechado e depois sorrio. Ele diz. – Também senti saudades. Espero que esteja pronta para ajudar a colocar esse doente na cadeia.

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*Professional Coach é uma modalidade de coaching direcionada a empresários, consiste em auxiliar, através de técnicas, ferramentas e práticas do coaching, estes profissionais para que desenvolvam novas habilidades e as competências necessárias para o alcance de alta performance no ambiente empresarial.

*4 de Julho – Dia da Independência dos Estados Unidos : No século XVIII os colonos Norte Americanos, reunidos no Segundo Congresso da Filadélfia em 4 de julho de 1776, estavam determinados a romper definitivamente com a Inglaterra, proclamando então sua Independência. Essas resoluções não foram reconhecidas pela Inglaterra, iniciando então a Guerra das Treze Colônias essas quais foram apoiados pelos Franceses, inimigos históricos da Inglaterra, e venceram, tendo sua Independência reconhecida em 1783.

O High Five* é um gesto, ou cumprimento presente em diversas culturas, muito comum nos Estados Unidos, que ocorre quando duas pessoas tocam suas mãos no alto simbolizando parceria, amizade e vitória.

P.K –* Iniciais de Policial Kevin, foi o primeiro nome que veio na minha cabeça.

O aniversário do Spencer é diferente da data do Matthew em Criminal Minds, mas como eu não sei ao certo decidi usar a data de aniversário dele mesmo.

Notas finais
E aí o que acharam desse capítulo e o que acham que vai acontecer? Eu gostei muito de escrevê-lo, assim como todos os outros que já escrevi. Comentem muito volto pelo menos para respondê-los. Beijinhos de Luz