Notas iniciais
Deixei uma citação de Dia dos Namorados no inicio do capitulo, espero que gostem.

Citação de Dia dos Namorados.


Como encontrar o verdadeiro amor? Quando parei para pensar sobre o que esse dia, 12/06 significava apenas me veio essa pergunta. Como encontrar o verdadeiro amor? Hoje eu vi uma colega de sala trocando bilhetes com um garoto que ela nunca tinha sequer cumprimentado. Ela está procurando alguém para chamar de ‘namorado’ e ela vem fazendo isso a muito, muito tempo. Ela também inventou mentiras sobre isso, a meses ela vem dizendo que gosta de diferentes garotos, e que todos esses garotos gostam dela. A busca da pessoa perfeita é tão importante que ela não se importa de mentir para as próprias amigas sobre os garotos que ela beija, em um mês eu contei sete. As mentiras já são automáticas e ninguém mais acredita. A busca pela pessoa perfeita não deveria significar se humilhar.

Eu vou dizer o que significa ter alguém do lado. Significa conforto, significa atos mais do que palavras. Significa partilhar dos sentimentos mais simples do mundo. Amor nunca significou amar mais o outro do que a si mesmo, não se lembrar de quem você era até conhecer aquela pessoa. Encontrar alguém não significa ser a única coisa certa na sua vida.

Eu vi pessoas com sorrisos singelos no rosto ao falar no celular, ao ganhar uma rosa, trocando beijos, abraçadas ou simplesmente se olhando. São pessoas normais, elas não são especiais para os de fora, não precisa a pressa para arrumar alguém especial.

Eu também vi pessoas quebradas, machucadas. E eu realmente desejei que elas pudessem seguir enfrente o mais rápido possível, que não desistisse. Elas irão encontrar outras pessoas, se apaixonaram outra vez, tudo ao seu tempo, esse é o verdadeiro significado de Maktub.

Costumo de dizer que as pessoas que amam alguém, mesmo que o sentimento não seja correspondido são pessoas de sorte. Muitos morrem sem descobrir como é esse sentimento.

A todos os apaixonados de hoje, lhes desejo um Feliz dia dos Namorados.

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New York – 09 de Janeiro – Terça-feira – AADNY – Campus — 18h45min

Quinn. Você passou todo o caminho de volta pensando nela. Não era incomum, ela tinha essa coisa sobre você, te deixava atordoada. Quinn era uma pessoa que deixava marcas, todas das de que se lembrava com mais nitidez eram ruins, ela provocara muitos estragos e você sempre pensou que não importava o que ela tentava fazer para o seu melhor, ela sempre arrumava uma maneira de te machucar. Voltando a mais de um ano atrás você pode admitir que a prova disso foi Get It Right, você estranhou as intenções dela no inicio e ainda assim decidiu ignorar, ela te feriu quando disse aquilo sobre seu lugar não ser ali. No começo você pensou que era porque Finn era bom demais pra você, se ele poderia ter alguém como Quinn Fabray porque teria alguém como você ao lado? A ironia foi que você só entendeu depois da pequena reunião no Glee Club em que Mr. Schue lhe entregou aquele troféu como prêmio aos seus esforços de ter vencido a competição e Quinn veio conversar com você, uma das raras conversas civilizadas que vocês duas tiveram.

Flashback

Os passos ficavam mais suaves à medida que seus amigos iam saindo da sala do coral, você ainda ficara para recolher algumas partituras e em parte para aproveitar a quietude de lugar. Aquela semana beirou ao inferno, competição, Sue, músicas originais e seu mais recente pesadelo Quinn e Finn outra vez como o casal sensação da escola. A única coisa boa foi que dessa vez vocês ganharam e particularmente melhor que isso foi que você recebeu um reconhecimento não só do seu professor como também dos seus colegas. Foi unanimidade.

- Parabéns pelo troféu. – Alguém alguns passos atrás de você a parabenizou. Você reconhecia aquela voz então foi normal seu corpo enrijecer quando notou a familiaridade.

- Obrigada, apesar de achar que você também merecia, querendo ou não mais da metade da musica foi em conjunto. – Você agradeceu por educação e se virou encarando as orbes esverdeadas. – O que está fazendo aqui Quinn? Como pode ver, Finn não está aqui e receio que você também não deveria estar.

- Por mais que pense que um namoro gira em torno de estar 24h com uma pessoa eu não sou pregada a ele Berry, nem mesmo sou siamesa dele. E que eu saiba eu tenho o direito de ir e vir.

- Ótimo, sendo assim saio eu. – Você estava prestes a sair pelo lado oposto ao de Quinn, no entanto ela foi mais rápida entrando em sua frente.

- Precisamos conversar. – Ela interrompeu com paciência, você apenas estreitou os olhos em negação.

- Não, na verdade não precisamos Quinn. Acho que tudo o que tínhamos para falar foi dito naquele auditório. – Você se desvencilhou mais uma vez e dessa vez quase alcançava a porta, só não o fez porque a voz dela te parou.

- Você não entendeu nada não é Rachel? Você não pertence aqui, você é bem mais que Lima, bem mais que Ohio. Você não percebe que Finn nunca vai mudar por sua causa? Os sonhos dele se limitam a uma boa casa, um emprego que lhe dê dinheiro o suficiente para se sustentar, uma mulher e filhos. Isso é o que ele quer e é o que ele vai conseguir. NY? Isso é muito mais do que ele pode sonhar. – Disse segura.

- Se Finn me ama ele vai comigo. Irão surgir oportunidades incríveis, ele é talentoso Quinn e os sonhos mudam.

- Mudam? Você desistiria de NY, da Broadway para ficar em Lima, trabalhando como uma professora, por exemplo? Então você não é nem metade da pessoa que demonstra ser. Lima é pequena demais pra você, e você boa demais para Finn. É isso que você ainda não entendeu. – Ela assumiu um tom ainda mais firme e mais seguro na voz e você engoliu em seco porque tinha medo de acreditar naquilo.

- Você diz que meu futuro pode ser melhor se eu sair daqui e principalmente será melhor se eu ficar sem Finn. E quanto a você? Contenta-se com o futuro de Finn sendo que você pode ser melhor que isso.

- A questão nunca foi eu. Eu nunca tive a mesma ambição que você Rachel. Tudo e todos nessa cidade te reprimem de qualquer coisa. Você sabe como vai terminar? Todos iram mofar nessa cidade pelo resto de suas vidas e a maior chance de um futuro melhor é a sua.

- Sabe Fabray, você deveria se dar mais crédito. Você também pode ser boa demais para Finn Hudson. – Com isso você não esperou pela resposta dela e apenas saiu da sala com os olhos marejados, a cabeça dando nós em confusão.

Fim do Flashback


Você entendeu, então parou de doer. A segunda vez em que ela mais te feriu foi ainda naquele ano, dessa vez ela não precisou de palavras para feri-la, os atos dela fizeram esse trabalho. Vocês ainda tiveram o dueto I Feel Pretty/Unpretty, a lição daquela semana era difícil para todos, tinham que lidar com o que menos gostavam em si mesmos, desde o mínimo ao máximo. A lição piorou quando Finn acidentalmente a golpeou em seu nariz, o médico lhe instigou a fazer uma cirurgia e a primeira pessoa a qual você pensou para te ajudar com isso foi justamente Quinn. Suas intenções não apenas se tratava de você ficar mais bonita, e sim bonita o suficiente para Finn. Dificultou porque Quinn aceitou te ajudar, porque fez sentido todos os apelidos e brincadeiras, ela falava sério. Kurt naquela semana foi mais do que seu melhor amigo, foi a salvação que te impediu de deixar de ser você mesma. O problema é que você continuava com a sensação de inferioridade, de que tinha algo errado com você, que nada que fizesse seria suficiente, Quinn sempre havia bastado, até o final daquela lição.

Flashback

- Lucy hn? – Você perguntou entrando no auditório, a loira levantou os olhos do tênis que estava amarrado e lhe deu um sorriso sem graça.

- Agora todos sabem. Eu nem sempre fui a Quinn, metade da minha vida eu fui a gordinha, cheia de espinhas e exilada da escola. – Murmurou baixo, as faces avermelhadas, se assemelhava a uma criança que acaba de ouvir uma bronca.

- Você ainda é a Quinn para a escola inteira. – Você se sentou ao lado dela, ela ainda não te encarava.

- Mais ainda me sinto como a Lucy de quem todos riam. Eu tenho uma obsessão com espelhos desde que vim para Lima, ainda tenho medo de ver aquela garota no reflexo do espelho.

- Você ainda é a Quinn. É quem você é, ninguém se importa com quem você foi. – Quinn assentiu como quem realmente queria acreditar nessas palavras. – Se você odiou tanto o que aconteceu com você, que rissem de quem você era, porque faz isso com outras pessoas? Comigo? – Ela respirou fundo, parecia juntar todas as forças para responder.

- Porque foi um meio de te punir também, de punir todo mundo. É quase como aquilo de que ‘se aconteceu comigo, também tem de acontecer com você, porque simplesmente não é justo’.

- Simples assim? Não me parece justo. – Você se incomodou com a tranquilidade que ela falava, parecia não ser nada demais.

- Não existe justiça. – Ela se levantou, você apenas se manteve quieta enquanto ela te olhava e continuava a falar. – Fiquei feliz por você não ter feito a operação. Você não se perdeu de você mesma, sinta-se orgulhosa por isso. Todo mundo está.

Fim do Flashback


Depois daquilo Quinn tinha saído do auditório e você pensou que aquilo tinha sido o melhor elogio que ganhou dela. Ela continuou te machucando outras vezes, mais você simplesmente deixou de se importar. Quinn dizia o que ela achava que era melhor pra você só que no final a decisão ainda seria sua. Ela mostrou ser alguém diferente desde a época em que Shelby finalmente fora embora juntamente com Beth, a criança trouxe de volta a humanidade que Quinn preferia manter escondida e desde então vinha tentando ser alguém melhor.

- Hey garota Broadway. – Tracy tomou sua atenção quando você entrou no quarto. – E então, como foi com a garota Yale? Kurt me contou tudo sobre ela, loira, linda, líder de torcida que ficou grávida no 2° ano, deu a filha dela para a sua mãe biológica, que vocês disputaram aquele seu namoradinho, que ela sofreu um acidente no dia do seu quase casamento. Puxa, ela vai diretinho para o céu hein. – A avalanche de palavras deslanchou te deixando tonta, você parou por um segundo tentando colocar a cabeça em ordem e a olhou.

- Ele não te falou a cor das calcinhas que ela usa também não? – Revirou os olhos, Tracy riu. – Conto quando estivermos com Kurt, porque ele vai me fazer repetir tudo, se bem que não tem muito o que contar.

- É claro que não. Vamos ao encontro do Hummel então? Estou louca pra ver a tortura psicológica que ele vai fazer com você. – Ela sorri malévola, Tracy tinha prazer em bancar a bitch com você e fazia isso com perfeição.

- Já disse que eu detesto você? – A risada escandalosa veio como resposta.

Tortura Psicológica era um termo relativo, a curiosidade era da natureza do Hummel e por mais que não tivesse nada realmente importante a ser contado um mínimo detalhe para ele fazia a total diferença. Era hora do jantar e logicamente você e Tracy seguiram para o refeitório, Kurt comia compenetrado com Anthony ao seu lado lendo algum livro, você podia apostar que era algum gibi.

- Hey vocês. – Tracy cumprimentou bicando os lábios do namorado e se sentando ao lado dele. Você suspirou cansada quando reconheceu o brilho genuíno nos olhos de Kurt.

- Oi. – Você murmurou baixo.

- Pode começar a falar querida. Pelo tanto que demorou, suponho que tenham se falado bastante. – Pediu com um largo sorriso provocando um revirar de olhos, Tracy e Anthony riram observando sua ‘interação’ com Kurt.

- Passei 4h sentada em um trem e mais 1h ida e volta da estação até o Café. Você pode ver que passamos muito pouco tempo juntas e não falamos nada demais Kurt, contei sobre a faculdade, ela disse que ainda mantém contato com Mercedes, Santana e Puck, perguntou sobre você, Finn... nós não tivemos muito tempo.

- Conversa super leve a de vocês hein, Puck e Finn, cada uma com o ex.

- Fiquei sabendo que você roubou os dois namorados dela. – Tracy comentou rindo e bateu um high five com Anthony.

- Hey, eu não roubei Puck dela, eles não estavam juntos e outra, meu namoro com Puck durou uma semana. Não conta. E eles não estão juntos Kurt, Quinn mantém contato com ele por causa de Beth. Shelby também mora na Carolina do Norte e Puck visita a filha.

- Pelo menos ela tem noticias da menina. Descobriu o porque dela não ter vindo te visitar?

- Segundo ela eu também tinha um passe. – Você resmunga baixo.

- Bem lembrado.

- Não explica o motivo de ela não ter me ligado.

- Você também não ligou. – Ele adverte e você lhe da um olhar mortal.

- Foi ela quem quis manter contato em primeiro lugar. – Ele revira os olhos e você apenas tem de respirar fundo algumas vezes. – Ok, já chega certo? Quinn e eu não falamos nada muito importante.

- Você é a pior amiga do mundo. – Kurt exclamou inconformado. – Ao menos pode dizer como ela está?

- Parece bem, Quinn é um tanto quanto....fechada. – Você murmurou por fim, então todos voltaram a outros assuntos.

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- Rachel? – Tracy chamou baixo. Vocês tinham voltado ao quarto, sua colega de quarto precisava estudar e você precisava dormir, o sono apenas não chegava.

- Hn? – Você murmurou totalmente desperta.

- Porque você resolveu ligar para essa sua amiga?

- Quinn Fabray é o nome. – Você não queria falar. – Eu não sei.... você estava com Anthony, Kurt devia estar dormindo, Finn não atendia o celular e quando eu ia ligar para os meus pais o número dela ainda estava la, apareceu primeiro. Antes de eu vir para NY ela me deu um passe NY – New Haven, quis se assegurar de que manteríamos contato. Eu não queria meus pais pensando que eu ainda era alguém que precisasse de proteção e então liguei pra ela. Eu... acho que só queria falar com ela outra vez, ouvir uma voz familiar. Você pode entender?

- Sim, eu posso. Me pergunto como vocês acabaram amigas, claro, com você roubando o namorado dela.

- Cale-se. – As risadas escaparam dos lábios de ambas até você se concentrar novamente. – Digamos que fizemos da vida uma da outra algo parecido com estar no inferno. Não é muito diferente do que você já deve ter ouvido, garota líder de torcida e super popular inferniza a vida de estudante excluída. Então eu roubei o namorado dela. – Tracy agora tinha lágrimas escorrendo pelos olhos, você notou assim que ela se pendurou de cabeça para baixo te olhando, os cabelos quase se encostavam ao chão.

- Quem diria que a garota Broadway fosse tão má. – Uma careta foi a resposta. – E como acabaram ficando amigas?

- Nunca entendi o porquê da implicância da Quinn comigo, eu sempre achei que fosse algo mais pessoal, e eu meio que queria a vida dela pra mim. Digamos que Quinn Fabray é o tipo de pessoa que tem tudo e eu queria isso, cheguei à conclusão de que se fossemos amigas...

- Você teria tudo o que ela tinha. – Tracy completou como se entendesse o que você falava.

- As coisas naquela época eram complicadas, por mais que eu tenha ferrado com ela no inicio do 2° ano eu me arrependi e foi aí que eu quis me tornar amiga dela mais ainda. Quinn é fechada, e ela tinha tantos problemas, foi impossível que eu conseguisse me aproximar dela. No 3° ano tivemos alguns.... problemas, as diferenças se acentuaram ainda mais, e no inicio do 4° ano Quinn estava meio... quebrada, minha mãe tinha voltado junto com a filha dela e isso de certa forma a perturbou, ela queria ficar perto da filha e teve que mudar o jeito de ser, depois que minha mãe e Beth foram embora eu e Quinn meio que começamos realmente uma amizade. – Você tentou resumir o máximo que pode sobre toda essa história, não só você queria apagar as lembranças dos seus primeiros anos do McKinley como também acha que ninguém poderia entender sua história com Quinn.

- Quanto drama, o pouco que o Kurt contou sobre o colégio de vocês é suficiente para um livro inteiro. Essa Quinn vai direto para o céu se significar tudo pelo que ela passou, não parece ter sido fácil. – Comentou pensativa.

- Sim. De todos, Quinn é quem mais merece algo de bom na vida, teria sido mais fácil se ela tivesse deixado nós ajudarmos ela. Quinn Fabray é motivo de orgulho pra todo mundo, ela superou muita coisa sozinha e ainda assim é uma pessoa melhor.

- Você se orgulha dela?

- Sim. – Você respondeu confiante, não havia sombra de duvidas na sua voz, Tracy precisava entender. – Eu tenho orgulho de ter ela como amiga, por ela ser como ela é.

- Me apresente a ela um dia desses. – Sorriu com um brilho de curiosidade nos olhos voltando a se deitar direito na cama, por um curto espaço de tempo vocês ficaram em silêncio, era bom aquilo, só por um momento você achou que se fechasse os olhos dormiria imediatamente mais a voz de Tracy ainda soou pelo quarto. – Rachel?

- Sim?

- Como ela é?

- Hm... – Você se virou na cama, a mão alcançando uma gaveta em um criado mudo ao seu lado, a luz do abajur ajudou na iluminação e você não demorou a pescar uma foto em particular. Você se lembra muito bem de quando ela foi tirada, ultimo dia em que vocês estiveram na sala do coral, você pediu a Quinn que tirasse uma foto com você e ela apenas sorriu, era notável os olhos vermelhos, marejados e ainda assim quando se posicionam e o flash as cegou por um segundo o sorriso de ambas estava la, congelado, algo misturado com felicidade, tranquilidade, conforto e saudade do que aquilo mais tarde poderia significar. – Aqui, você mesma pode ver.

- Ela é muito bonita. – Respondeu enquanto dobrava o braço para baixo lhe devolvendo a foto.

- A garota mais bonita que eu já conheci. – Você murmurou olhando a foto mais uma vez, você a segurou por alguns minutos apenas a olhando, quando o rádio relógio marcou 23h00min seu celular vibrou com uma mensagem.

“Espero que tenha chegado bem. Adorei a tarde de hoje Rach, foi bom ver você outra vez, eu senti sua falta. Boa Noite! xXx QF.”

Você apenas sorriu e pegou no sono no instante seguinte. Nessa noite você dormiu segurando a foto que havia tirado com Quinn Fabray.

Notas finais
Sobre eventuais erros de ortografia, desculpem. Revisarei o capitulo agora e corrijo conforme eu encontrar.
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