Circus

17 Brincando com você


Notas iniciais
AVISO: ESSE CAPÍTULO CONTÉM LEMON! É, pois é... Enfim, se você não gosta, pule direto pro final, pois antes disso não tem nada importante...
Se você gosta, boa leitura... Enquanto você lê, eu vou estar procurando um lugar pequeno e escuro pra me esconder >.

Tenma podia estar em dúvida sobre o que queria fazer antes, mas naquele momento tudo o que queria era ter Taiyou para si. Ser dele e torná-lo seu. “Ótimo... Mas como é que eu faço isso?” Tenma começou a se lembrar de que não tinha qualquer experiência em sexo ou qualquer coisa parecida.

-Algum problema, Tenma? Eu vou brincar sozinho se você não começar. – Disse Taiyou sedutoramente.

“Uau, Taiyou... Você não imagina o quanto isso ajudou... Bem... Nada” Tenma pensou. Tenma segurou os ombros de Taiyou e o empurrou, fazendo-o se deitar olhando para cima e depois colocou um joelho de cada lado dos quadris de Taiyou. E segurou os pulsos do mesmo.

-Eu comecei. Não ouse brincar sozinho. É pra isso que eu existo.

Taiyou sorriu. Tenma desceu até o pescoço dele e o beijou. Taiyou soltou um pequeno suspiro. Tenma subiu até a orelha de Taiyou e mordiscou-a de leve. Ele só queria que Taiyou continuasse a fazer aqueles sons tão baixos que o estavam deixando louco.

Voltou ao pescoço e decidiu parar de ser tão bonzinho. Ele lambeu, chupou e até mesmo mordiscou o pescoço do ruivo. Ele desceu até alcançar a clavícula. Ele distribuiu doces beijos até chegar aos mamilos de Taiyou. Ele soltou um sorriso malicioso e abocanhou o mamilo direito enquanto massageava o esquerdo.

Taiyou arfou. Ele estava fazendo de tudo para não soltar nenhum gemido, mas sabia que cedo ou tarde isso seria inevitável. Tenma mordeu o mamilo de Taiyou.

-Ai! Tenma... Cuidado. – Taiyou disse.

Tenma parou por um segundo e olhou para ele. O rosto estava vermelho, ele parecia muito, mas muito nervoso. Sua respiração estava completamente alterada e seus batimentos descompassados. Não importava, para Tenma aquilo só o deixava mais lindo.

-Não... Eu vou me divertir muito com você, Taiyou. Te ouvir gemer é divertido, você não fez isso até agora, então... Aguente ou comece a gemer enquanto aguenta.

Tenma voltou a mordiscar o mamilo de Taiyou. Não só isso, ele passou a lamber e chupar também. E depois trocou de mamilo, afinal, Taiyou merecia o “pacote completo”.

-Ten... Ma... Eu... N-não... Vou... Gemer... – Disse ele arfando.

-Espere pra ver.

-Por... Que... Você... Não... – Taiyou realmente estava com dificuldades para falar. – Tira... As roupas?

-Ah! Bem pensado.

Tenma tirou seu agasalho e sua calça moletom. Ele já estava ficando excitado com o que acontecia e queria tirar sua cueca também, mas pensou em deixar para depois, o que importava agora era conseguir tudo o que pudesse e mais de Taiyou.

Tenma voltou a olhar para o ruivo e sorriu, ele estava tão fofo. As mãos ao lado da cabeça, o corpo seminu, o rosto corado, com pequenas gotas de suor surgindo em seu rosto e mordendo os lábios para impedir que os gemidos saíssem.

Tenma sorriu e voltou à posição que estava antes, mas agora ele descera até o umbigo. Só com uma leve lambida ele conseguiu tirar um suspiro de Taiyou, mas aquilo não era o suficiente. Ele desceu sua mão lentamente. Antes ela se encontrara na cama, mas agora ela estava próxima à cueca de Taiyou.

Tenma passou seu dedo por cima da roupa e levou sua mão ao membro de Taiyou, mesmo que ainda coberto pela roupa de baixo. Ele massageou levemente o membro de Taiyou.

-Ahnn... Ten... Ma... Ahnn... Não seja mal... Comigo. – Disse Taiyou.

Tenma olhou para o rosto de Taiyou e sorriu, satisfeito.

-Eu fiz você gemer. Agora... Bem, vou continuar fazendo.

O moreno retirou sua mão do membro de Taiyou e a usou para retirar a última peça de roupa deste. Taiyou sentiu-se aliviado por ter sua ereção liberada, mas depois se sentiu constrangido, afinal ele se declarou, deu a ideia, mas era Tenma que estava fazendo tudo. Sentiu Tenma tocar levemente seus testículos.

-Ahnn...

Tenma levou sua boca até o membro de Taiyou e lambeu-o lentamente e quando se sentiu pronto colocou-o dentro de sua boca. No começo só a glande, mas depois o membro todo. Ele começou a sugá-lo timidamente, mas só aquilo já estava levando Taiyou à loucura. Ele estava gemendo. Mais alto e com frequência agora.

-Ahnn... Ahn... Tenma... Eu... Vou...

Tenma não parou de fazer o que estava fazendo antes, simplesmente esperou que Taiyou gozasse em sua boca, apesar de pensar que fosse engasgar ou algo assim. Isso não chegou a acontecer, ele engoliu tudo o que pôde, mas um pouco escorreu pelo canto de sua boca.

Ele levantou a cabeça e olhou para Taiyou. O ruivo estava ofegante. Ele se impulsionou para cima e fez com que Taiyou o encarasse. Assim que os olhos se encontraram, Tenma o beijou, fazendo que o ruivo provasse o próprio gosto. Quando se separaram, Tenma notou que o pênis de Taiyou não estava mais ereto.

-Ah! Isso não pode acontecer ainda! – Tenma levou sua mão ao membro do amigo e começou a masturbá-lo – Estamos só começando.

-Ahnn... Ten... Ma... Eu... Ahn... Quero fazer isso também!

-Quer assumir um pouco o volante? Tudo bem então.

Taiyou inverteu as posições ficando por cima de Tenma e logo retirou a boxer dele. O fato de Tenma não tê-la tirado até aquele momento estava irritando profundamente Taiyou. A questão era que o moreno estava se deliciando tanto só de ouvir os gemidos de Taiyou que se esquecera do próprio prazer.

Taiyou desceu a boca até alcançar os testículos de Tenma e os lambeu. Ele precisava ir direto ao ponto, pois se fizesse qualquer coisa antes ele tinha certeza de que perderia a coragem. Ele subiu a língua e lambeu toda a extensão do membro, até chegar à glande e depois colocou o membro na boca. Ele estava muito envergonhado e naquele momento estava com medo de fazer algo errado ou que desagradasse Tenma, mas ao contrário do que pensava, o moreno estava gostando muito daquilo.

-Ahnn... Ahn... Tai... You...

Tenma percebeu que se continuasse como estava, logo iria chegar ao seu ápice, mas ele não estava onde queria estar. Não mesmo, e por isso, delicadamente, pousou uma mão no ombro de Taiyou e o puxou. Ele tirou seus lábios do membro de Tenma a contragosto e o olhou.

-Qual o problema?

-Não cheguei... Onde quero chegar... – Disse arfando.

-Tenma, você não quer dizer...

-Taiyou... Eu sou seu, agora é hora de torná-lo meu.

Taiyou desviou o olhar envergonhado e deitou-se novamente olhando para o teto. Tenma voltou a ficar por cima dele e o olhou.

-Sabe, Taiyou... Por mais que eu tenha certeza de que posso me arrepender de dizer isso... Eu... posso parar se quiser. – Tenma já havia acalmado a respiração, por isso podia falar normalmente, vantagens de ter sido atleta, ele conseguia muito bem controlar a respiração. – Digo... Vai doer, eu sei disso, você sabe disso, então eu posso pa-

-Tenma, não ouse sugerir isso! Eu esperei muito tempo, sonhei com isso, pedi para que acontecesse. Sim, eu tenho plena consciência de que dói, mas eu quero continuar. Quero, porque finalmente isso é real.

-Seu desejo é uma ordem.

Tenma colocou três dedos em sua própria boca e lubrificou-os. Quando se sentiu satisfeito, os tirou de sua boca e pediu para que Taiyou afastasse as pernas. Estar exposto daquela maneira não era exatamente a coisa mais confortável do mundo para Taiyou, mas era só Tenma que estava vendo.

Tenma circundou a pequena entrada virgem de Taiyou e colocou o primeiro dedo. Taiyou não ficou extremamente desesperado ou sentiu uma dor extrema. Era um pequeno desconforto, o qual ele teria de aguentar se quisesse que Tenma fosse dele e somente dele.

Tenma aguardou um pouco e depois colocou o segundo dedo. Com isso Taiyou sentiu-se um pouco mais desconfortável, mas de novo nada que ele não aguentasse. E Tenma colocou o terceiro dedo. Taiyou não teve problemas até então. A realidade é que, se você enfrenta dores muito fortes (como as que Taiyou enfrentava de quando em quando) um misto de dor e prazer não era tão ruim assim.

O moreno começou a movimentar os dedos dentro de Taiyou, mas ele queria estar dentro dele logo. Aquilo o estava deixando muito desesperado, mas tinha que esperar. Pelo bem de Taiyou.

Fez isso por mais algum tempo, até que chegou à conclusão que não aguentaria mais e disse:

-Me desculpe... Taiyou... Eu simplesmente... Não posso aguentar mais.

Taiyou sorriu e afastou um pouco mais as pernas.

-Venha, Tenma. E venha logo.

Tenma se ajeitou e pediu para que Taiyou colocasse suas pernas em seus ombros. Assim ele o fez. Tenma olhou para Taiyou, este sorriu e fez um sinal para que continuasse. Tenma começou a penetração lentamente. Taiyou soltou um gemido de dor.

-Você... Está... Bem? – Perguntou Tenma, arfando de prazer. Ele estava se controlando muito para não começar a se movimentar.

-S-sim... Continue... Por favor.

Tenma colocou-se por inteiro dentro de Taiyou. Era apertado, quente e incrivelmente bom dentro dele. O moreno esperou até que Taiyou se acostumasse ao menos um pouco.

Taiyou desceu suas pernas até a altura da cintura de Tenma e entrelaçou suas pernas nela. Fazendo isso fez com que Tenma desse uma pequena estocada. Ele queria mais, mas aquele era o jeito de fazer o moreno começar a se mover.

Tenma entendeu aquilo como uma bandeira verde e começou a mover-se. Ele dava estocadas lentas. Ele estava inseguro, com medo de machucar, estar machucando ou já ter machucado Taiyou.

-T-tenma! Ahn... Mais!

Tenma aumentou o ritmo e a força das estocadas. Taiyou parecia estar gostando. Mas não era como se ele estivesse amando aquilo. Pelo menos não até Tenma tocar um ponto especial.

Taiyou soltou um gemido mais longo e mais alto e disse com certo esforço: “Esse lugar”. Tenma acertou o ponto mais algumas vezes. Ele queria continuar proporcionando prazer à Taiyou, mas não pôde. Ele gozou dentro do ruivo. Se bem que não demorou muito para Taiyou fazer o mesmo. Sentir aquele líquido o preenchendo simplesmente fez com que ele não aguentasse mais e gozasse também.

Tenma retirou-se cuidadosamente de dentro de Taiyou e viu seu sêmen escorrendo de dentro dele. Junto com uma substância vermelha. Tenma levou seu dedo à substância e depois trouxe para perto de seus olhos. Taiyou arrepiou-se com o toque e fechou as pernas rapidamente.

-Taiyou... Você está sangrando!

-É normal. Sabia que você acabou de “forçar” a entrada num orifício virgem? É claro que iria sangrar. Se importa se eu manchar seu lençol?

-Não. Mas você tem certeza de que está bem, não é?

-Estou melhor que jamais estive na vida, Tenma.

Tenma deitou-se ao lado de Taiyou.

-Posso te fazer uma pergunta. – O moreno sussurrou no ouvido do outro.

-Pode.

-Você era virgem?

-Eu não falei orifício virgem agora mesmo? O que você acha que quer dizer?

-Estou perguntando se você... Inteiro... Era virgem. Por que agora não é mais, mesmo que não tenha sido você a se divertir com meu corpo.

-Eu? Era sim. Estava guardando isso para alguém muito, muito, mas muito especial. E esse alguém é você, Tenma. Aliás, e quanto a você?

-Eu... Completamente virgem. Agora, ainda tem parte de mim que é...

-Não se preocupe. Eu cuido disso amanhã. Depois do circo é claro.

Taiyou sorriu e virou-se para encarar Tenma, já que até então ele estava olhando para o teto.

-Tenma... Isso muda muito? A nossa amizade? A gente não vai passar a... Tipo, se odiar ou só transar o dia todo sem nem nos divertirmos mais.

-Muda, mas não muito Taiyou. Vamos continuar como éramos antes, com alguns bônus antes de dormir.

-Sério?

-Sim. Afinal somos melhores amigos. Melhores amigos e... Se me permitir, é claro... Namorados. – Taiyou arregalou os olhos. – Quer namorar comigo?

-Se eu quero? É claro que eu quero!

Tenma beijou Taiyou e depois o abraçou, fechando seus olhos para dormir disse:

-Espero que nunca se esqueça de que eu te amo pra sempre.

Taiyou fechou os olhos também.

-E espero que você nunca se esqueça de que eu sinto o mesmo.

.

.

Enquanto isso na recepção do prédio de Tenma...

-Senhor Matsukaze, está muito tarde para você entrar! Não acha que seria melhor esperar até amanhã para visitar Tenma? – Disse a recepcionista.

-Me desculpe, senhorita. É que eu não vejo meu filho já faz anos. Eu realmente preciso ir. Espero que me entenda. Qual o apartamento dele?

A recepcionista abaixou a cabeça derrotada.

-2302.

-Obrigado.

Matsukaze foi até o elevador e apertou o botão que dizia 23. “Tenma... Finalmente vou vê-lo... Meu filho.”.

Notas finais
Fora de brincadeira, acho que eu vou mesmo procurar um lugar pequeno e escuro pra me esconder!
Ai, ai... Eu ainda morro fazendo isso um dia, mas não antes de terminar de postar essa fic!
Até o próximo!