Notas iniciais
Olá, eu estava pensando colocar essa fic quando terminasse a que coloquei primeiro mas não resisti então espero que gostem e comentem obrigada.

Capitulo 1.

- Mamae tem um homem na porta! – Ela corria em direcção a sua mãe assustada, era noite e não era comum, terem visitas e o estranho ainda não tivera se pronunciado, e começou provocando o pânico entre as crianças.

- Theodore sai já dai! Afaste-se da janela! – Ela correu em busca do seu bastão, algo que usava como suporte de segurança.

- Ele vai nos machucar mamae? – Pergunta a menina ainda mais assustada vendo a mãe de braço em punho.

- Não se depender de mim, vão para os vossos quartos, agora!

Anastácia assustada, já com seu bastão em sua posse, tentando de tudo para que os seus filhos ficassem sempre protegidos, abriu a porta para confrontar o homem que os assustavas e acabou gritando.

- O que pensa que está fazendo?! – E diante dos seus olhos ele cai e num sussurro pede-lhe.

- me.. me .. ajude. – E desmaia.

4 horas antes.

- Ora bem meu caro, isso irá servir-lhe para aprender a não meter-se comigo! – Vários socos foram deferidos na zona lombar, seguindo de cortes propositados e fundos.

- Me solta! Luta comigo cara a cara seu filho da mãe! Ai vamos ver quem não deveria meter com quem!

- Pelos vistos você ainda não apanhou o suficiente! Elena liga a corrente vamos ver se ele vai falar mais alguma coisa, depois de ter o cérebro frito! – Dando gargalhadas altas, ele atira um balde com água gelada, ao ligar a corrente eléctrica, por várias vezes gritos ecoam um armazém vazio e imundo onde albergou-o por várias semanas de tortura.

- Eu vou matar você Linc. – Raiva só aumentava, ele não se dava por vencido, mesmo após ter servido de saco de pancada, de ter em seu corpo vários cortes, mesmo com choques que perduravam semanas, ele não se dava por vencido, e isso só aumentava a raiva de Linc.

- ELENA! ME DÁ ESSE CHICOTE!

- Linc já chega! Ele não aguenta muito mais, para por favor!

- Cala a boca me traz esse chicote agora! Caso contrário é você que apanha! Entendeu!? – Elena assim o faz e desvia o olhar, Linc difere varias chicotadas naquele belo corpo, ele fez o que pude para suportar aquela dor mas sucumbiu a sua fraqueza, ele finalmente tinha esgotado todas a suas forças e se deixado ir. O pânico fez com que Linc quisesse livrar dele o mais rapidamente possível, seguiram rumo a um bosque e ele o largou no meio de nada.

- Linc, ele vai morrer aqui. – Ela sentiu dor por vê-lo assim, ela mentalmente esperava que um dia ele a perdoasse.

- Eu espero mesmo que ele morra!

- Por favor, você já se divertiu o suficiente! Vamos deixa-lo perto de um hospital.

- Cala a boca miserável, esse verme alimentará os animais, arranca logo com isso. Ele não tem quaisquer hipóteses!

Passaram-se algumas horas até que finalmente tivera acordado, deu por cima a olhar em volta, estava escuro a noite estava fria o que fazia o seu corpo doer cada vez mais, tentando se equilibrar junto de uma arvore, deu por si a “ ver flashes” do que tinha acontecido, confuso e cansado ele começa a caminhar em busca de socorro ele não faz ideia do quanto tempo andou talvez umas duas horas até chegar a um bairro que por sinal era bem calmo, não havia ninguém na rua até que então reparou numa casa em que o alpendre estava iluminado, tentou encontrar forças para subir as poucas escadas que ali se encontravam, degrau a degrau cada vez mais a sua força se esvanecia e o seu corpo sangrava, deu por si em frente a porta e por alguns instantes viu-se parado no tempo esperando que alguém o encontrasse pois ele, havia esgotado as suas forças, começou ouvindo um burburinho percebeu que eram crianças e quando deu por si, uma mulher de pele branca e faces rosadas, o olhando com os seus lindos e assustados olhos azuis, deu por si a imaginar que era um anjo, até que tudo a sua volta começou a escurecer e sem ouvir o que ela lhe disse ele simplesmente pede “ me.. me.. ajude.”

Notas finais
Digam-me o que acharam beijos..