Notas iniciais
Esse capítulo está ENOOOOOOOORME, eu sei. E olha que era pra ele ser ainda maior, mas aí resolvi dividir em dois. Enfim, estamos lá pro episódio 2~3 do anime.Enjoy!

- - 田中太 (Tanaka Tarou)-san entrou na sala.

[田中太] (Tanaka Tarou): Oláá~

[田中太] (Tanaka Tarou): Alguém online?

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Eu aquiii! ヾ(^∇^)

[田中太] (Tanaka Tarou): Sakuya-san!

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Como vai, Tanaka-san?

[田中太] (Tanaka Tarou): Bem, bem.

[田中太] (Tanaka Tarou): Sakuya-san, me diga uma coisa.

[田中太] (Tanaka Tarou): Você já ouviu falar de um grupo chamado Dollars?

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Dollars? (゚ペ)

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Ah, aquele grupo incolor de Ikebukuro, certo?

[田中太] (Tanaka Tarou): Isso.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Ouvi dizer que eles estavam por trás dos desaparecimentos. (‘A`)’’

[田中太] (Tanaka Tarou): É mesmo?

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Uhn, sim.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Mas sinceramente

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Não acho que eles estejam por trás disso.

[田中太] (Tanaka Tarou): Por quê?

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Bem, é um fato que sempre que acontece algo em Ikebukuro, as pessoas associam aos Dollars.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): E realmente é impossível saber quem faz parte desse grupo.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Mas acho que existem pessoas mais perigosas que uma simples gangue em Ikebukuro.

[田中太] (Tanaka Tarou): Hm... Tipo quem?

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Já ouviu falar de Orihara Izaya?

[田中太] (Tanaka Tarou): Não.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Ele é um informante em Ikebukuro.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): E a pessoa mais horrível que você pode vir a conhecer.

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Então corra dele. (*°∀°)

[田中太] (Tanaka Tarou): Entendo.

[田中太] (Tanaka Tarou): Obrigado.

- -(Kanra)-san entrou no chat.

[](Kanra): Boooaaaa noiteeeeeeee~~ ♪

[田中太] (Tanaka Tarou): Boa noite!

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Boa noite, Kanra-san.

[](Kanra): Sobre o que estão falando?

[田中太] (Tanaka Tarou): Ah.

[田中太] (Tanaka Tarou): Sobre Orihara Izaya.

[](Kanra): O informante? Hm...

[朔夜ねね] (Sakuya Nene): Waaaah~

[朔夜ねね](Sakuya Nene): Tenho que ir, pessoal. ヾ(´・ω・`)

[Private Message for [田中太] (Tanaka Tarou)] [朔夜ねね] (Sakuya Nene): Tanaka-san, mais tarde nos falamos!

[Private Message from [田中太] (Tanaka Tarou)]: Certo.

[朔夜ねね](Sakuya Nene): Boa noite a todos!

[田中太] (Tanaka Tarou): Sim, boa noite!

[](Kanra): Noite~

- - 朔夜ねね (Sakuya Nene)-san saiu do chat.

Fechei o notebook e peguei minha jaqueta preta.

Eu não sabia por que Tanaka Tarou estava perguntando sobre os Dollars.

Mas sinceramente não estava interessada.

Não era como se alguém com quem eu conversava por um chat online pudesse me encontrar.

Durante o dia eu costumava sair para passear com Heiwajima-san.

Bem, na verdade, eu sabia que ele ficava perambulando pelo bairro sem mais o que fazer ou com Tanaka-san, então o encontrava e passava a tarde toda junto dele.

Dois dias depois daquela conversa no chat, andávamos nós três pelas ruas numa tarde ensolarada.

Celty passou com sua moto relinchado em alta velocidade.

Uma mancha escura num dia tão colorido.

- Oh, a Motoqueira Negra. – Tanaka-san disse.

Heiwajima-san ficou olhando enquanto a moto se perdia de vista.

- Viciada em trabalho.

- Sem dúvida. – suspirei.

Naquele mesmo dia, algumas horas depois, Tanaka-san nos deixou sozinhos para resolver um assunto pessoal.

E foi quando tive a pior visão da minha vida.

Andávamos por uma rua quando Heiwajima-san parou de repente.

Deu um grunhido alto e nervoso. Uma veia saltou na sua testa.

Ele mordeu o cigarro.

- O que foi, Heiwa...-san? – perguntei, olhando na mesma direção que ele.

Então eu o vi.

Orihara Izaya, ali, em plena luz do dia.

Conversava calmamente com três adolescentes, dois garotos e uma garota, estudantes da Academia Raira.

Pisquei.

Nesse milésimo de segundo, Heiwajima-san tinha arrancado uma lixeira de uma loja de conveniência de seu lugar e jogado com todas as suas forças contra Izaya.

A lixeira atingiu seu alvo em cheio, fazendo-o cair no chão.

Por dentro, eu continha minha risada.

Ver Izaya se machucando foi algo que eu desejava há muito tempo.

Mas guardei esse sentimento para mim mesma.

Acho que era terrível demais para se transbordar no meu exterior tão frágil.

Heiwajima-san se aproximou de Izaya, que se levantava.

- I-ZA-YA-KUUUUN... – ele chamou com sua voz tenebrosa.

Segui atrás dele, um pouco distante. Não era bom ficar próxima quando estava em seu modo destrutivo, e ele mesmo não gostaria de me machucar, eu presumia.

- Eu não disse para nunca mais mostrar a sua cara em Ikebukuro? – Heiwajima-san disse, tirando os óculos e me entregando.

Segurei-os entre meus dedos finos, levemente aflita, me afastando um pouco mais.

Um dos adolescentes olhava para mim fixamente.

Encarei-o de relance e ele desviou o olhar, corando.

- Shizu-chan... – Izaya disse entredentes, um sorriso aflito marcando seu rosto. – Pensei que você trabalhava lá na Entrada Oeste.

- Fui despedido de lá há algum tempo. – Heiwajima-san informou-o. – E eu já não mandei você parar de me chamar assim? Eu tenho nome, e é Heiwajima Shizuo!

O jovem que me encarava reagiu instantaneamente ao ouvir o nome de Heiwajima-san.

Quem afinal de contas era aquele moleque?

Provavelmente não era de Ikebukuro...

Andava com Masaomi Kida, outro garoto que eu já tinha visto andando por aí anos atrás com um lenço amarelo, a cor de sua gangue, no pescoço.

E havia uma garota... Bonita, mas extremamente sem graça. Cabelos negros, óculos grandes e busto avantajado. Uma expressão tímida e recatada...

Lembrei dos meus tempos de colegial.

Certas coisas nunca mudavam.

- Vamos, Shizu-chan... Ainda está bravo porque o culpei por aquele crime? – Izaya disse.

- Não estou mais. Só quero arrebentá-lo. – Heiwajima-san respondeu.

- Você não vê lógica quando está irritado... Que coisa...

Izaya suspirou longamente, sorrindo.

- Vejo que continua em Ikebukuro também, Yaya-chan. – Izaya percebeu a minha presença.

- Você não tinha outro apelido melhor para me dar, maldito? – respondi.

- Oh, agora não me chama mais de “Orihara-san”... Está bem mais abusada do que antigamente, hein? O que aconteceu? – ele riu.

Ameacei tirar meu taco de beisebol de sua capa.

Heiwajima-san estendeu a mão, fazendo um sinal para parar.

- Deixa que eu cuido disso, Furisaki.

Recoloquei a alça da capa no ombro.

- Que obediente! Você a treinou bem, Shizu-chan! – Izaya deu um sorriso sacana.

- Quem eu preciso treinar é você, cão maldito... – Heiwajima-san estalou a língua.

- Vamos, Shizu-chan... Me deixe sair dessa. – O informante tirou sua faquinha do bolso, apontando para seu inimigo.

Isso não seria nada bonito de assistir.

Notei que a garota de óculos olhava assustada para a cena, tremendo.

Suspirei. Se você queria morar em Ikebukuro, tinha que se acostumar com a violência cotidiana.

Um grupo de delinqüentes se aproximou correndo. Seguravam canos e pedaços de madeira nas mãos.

Eles nos cercaram

Oh, droga, mais problemas.

- Como ousa nos fazer de imbecis? – um deles disse.

- Vamos mostrar o que conseguiu mexendo com os Dollars...

Dollars?

Aquela escória?

Não me façam rir.

Alguns deles se aproximaram de mim.

- Ei, ei, essa garota de cabelo rosa...

- Que gatinha!

Revirei os olhos.

- Roupas de barman? – um delinqüente notou.

- H-Heiwajima Shizuo!

- Quem diabos são vocês? – ele se virou, impaciente.

Foi então que fizeram a coisa mais imbecil do mundo.

Um dos delinqüentes saiu correndo e quebrou o pedaço de madeira em suas mãos na cabeça de Heiwajima-san.

Abri o zíper da capa do meu taco de beisebol.

A coisa ia ficar feia.

Heiwajima-san se endireitou, seu sangue pingando no asfalto.

- Você foi direto para a minha cabeça, não é? Sabia que poderia matar alguém acertando um lugar vital na cabeça...? – ele grunhiu. – Se sabia disso, então estava tentando me matar. Então está preparado para o que posso vir a fazer com você...

Heiwajima-san encarou o delinqüente, o rosto ensangüentado.

Em uma fração de segundo, socou o infeliz com tanta força que ele voou e fez as roupas dele serem arrancadas de seu corpo.
E então começou a espancar o resto dos homens à sua volta.

Heiwajima-san era a violência em pessoa.

Ele transbordava violência.

Ainda assim, ele a rejeitava mais do que tudo.

Curioso? Para mim, não.

Somente eu poderia entendê-lo perfeitamente.

Porque somente eu o amava incondicionalmente.

Mas ignorei a sua vontade naquela hora.

Um dos homens segurou meu pulso esquerdo.

Parecia impaciente.

Bem, eu também.

No mesmo instante, desferi meu taco de beisebol no estômago do maldito.

Ele caiu no chão.

Acertei mais uns três homens em seguida.

- Bem, foi bom vê-los! – Izaya sorriu e começou a correr, acenando.

- VOCÊ NÃO VAI FUGIR MESMO! – gritei. – Heiwaji...-san!!

Heiwajima-san olhou.

Levantou uma máquina de refrigerantes próxima.

- Não o deixarei escapar... – grunhiu antes de jogá-la em direção a Izaya.

Uma pessoa surgiu do nada, e segurou a máquina antes que fizesse mais estragos.

A força do objeto era tão grande que fez o homem ir para trás por mais ou menos um metro.

Alguém que podia parar a força estrondosa de Heiwajima-san.

Sim, existia.

E sim, era humano.

Era Simon Brezhnev, um negro russo bastante simpático que trabalhava num Sushi Bar.

Mas que, assim como Heiwajima-san, odiava a violência.

- C-Como...? Veio do céu...? – um dos adolescentes perguntou.

- Essa não é a pergunta correta a se fazer, mas se quer saber, estava fazendo uma entrega no último andar desse prédio. – Simon respondeu.

- Simon, seu desgraçado... – Heiwajima-san resmungou.

- Shizuo, não é bom lutar. – o homem aproximou-se, sorrindo.

- CALE-SE! SAIA DO MEU CAMINHO! – Heiwajima-san estava descontrolado.

- Heiwa...-san. — me aproximei com cautela.

Mas, obviamente, a raiva o tinha consumido.

Ele investiu um soco poderoso contra Simon.

O russo parou-o com uma mão.

O impacto foi tão forte que o som ultrapassou o do meu mp3 no volume máximo.

Corri até eles.

Notei que o adolescente que me encarou agarrou o pulso da jovem ao seu lado, morta de terror, e saiu correndo.

- Heiwaji...-san! – chamei o loiro à minha frente.

Ele continuou encarando Simon.

- Chega, Heiwa...-san! Acalme-se! – gritei.

Silêncio.

O ar continuava pesado.

- Acalme-se, por favor! – gritei mais uma vez.

Heiwajima-san grunhiu.

- Heiwaji...-san! – insisti.

Finalmente, Heiwajima-san suspirou e voltou a si.

Recolheu a mão poderosa, abaixando a cabeça.

Simon também suspirou, sorrindo.

- Ayame-chan, você tem que controlar mais a raiva de Shizuo. – ele me repreendeu.

- Sim, Simon-san, me desculpe por isso. – respondi, olhando para Heiwajima-san. – Hei...-san...

- Foi mal, Simon. – Heiwajima-san desculpou-se. Estava decepcionado consigo mesmo, eu sabia. Ele sempre se sentia assim depois de se descontrolar.

- Sem problemas! Por que não passam lá no Rússia Sushi para esfriar a cabeça? – Simon convidou, sorrindo.

- Outro dia, Simon-san, obrigada. Agora vamos cuidar desses machucados. – sorri de volta para ele, acompanhando Heiwajima-san pela rua.

- Você ainda me deve uma música lá no Rússia Sushi, Ayame-chan! Venha logo, o peixe está o mais fresco possível! – o russo clamou.

- Siiiim! – respondi, rindo. – Heiwa...-san, temos que passar numa farmácia. Kishitani-kun está trabalhando hoje.

- Eu sei. – ele respondeu.

Notas finais
Ai, ai aiii~ o começo do próximo capítulo vai ser lindo e fofo e meigo e todos vocês vai ficar "aaaawww"~ Então, continuem deixando suas reviews lindas e fofas que estou ADORANDO ler~~