Chronicles Of a Love

2 Willing to give up his heart to a friend


Notas iniciais
Fiquei feliz por terem gostado do primeiro capítulo!! Thanks!! Não sei sei gostam de um draminha básico, tô querendo deixar a fic um pouco assim!! Mas o que vcs me dizem?? Capítulo Não Revisado!! Sorry!! Divirtam-see!! xD

Vários jovens saíam de forma tumultuada da sala do cinema, conversando alegremente a respeito do filme que acabaram de assistir. Entre esses, duas amigas dirigiam-se para o parque, parecendo igualmente excitadas.

“… E eu fiquei desesperada quando aquele Espectro do Anel, bicho feio, disse que ‘nenhum homem poderia matá-lo’, mas a Éowin não se deixou intimidar. Tirou o capacete dizendo ‘Eu não sou um homem’ e acabou com ele. Foi o máximo!” – a garota morena de cabelos curtos dizia empolgada, balançando as mãos no ar como quem empunhasse uma espada. Olhou para o lado ao não ouvir nenhum comentário da loira de longos cabelos e a viu distraída. Decidiu ficar em silêncio até que a outra falasse algo.

Após caminharem um pouco, a loira suspirou pesadamente, atraindo a atenção da garota morena que a olhou pelo canto dos olhos.

“Regina, você acha que… que eu estou desperdiçando meu tempo com a Zelena?” – questionou incerta.

A jovem morena foi surpreendida pela pergunta. Parou de andar, ficando com a cabeça baixa. 'É claro que sim! Ela não merece todo o seu esforço!... Por que você não olha para mim?', foi a primeira coisa que lhe veio à cabeça, mas sabia que não conseguiria dizer aquilo.

Emma ainda deu mais alguns passos a frente, antes de perceber a reação da amiga. Olhou para trás, vendo-a erguer o rosto e a encarar com aqueles olhos iguais a caldas de chocolate, enquanto suspirava.

“Não é a mim que você tem de perguntar isso, Emma…” – ela falou, enfim, com sinceridade. – “É a si mesma…” – completou tristemente. A loira desviou o olhar.

“Eu não sei mais o que pensar…” – disse confusa. – “Às vezes parece que vale a pena, outras não!”.

Voltaram a caminhar em silêncio durante alguns minutos. Emma olhou para Regina que caminhava calada do seu lado e sorriu.

“Mas sabe de uma coisa…” – a loira começou, vendo a outra virar-se para encará-la – “Quem realmente arrasou foi Legolas descendo do Olifante!” – disse voltando ao assunto do filme. Recebeu o assentimento e um belo sorriso de Regina. – “E o Pipin, quando pegou o Palantír… que piada!… Agora sei porque dizem que a curiosidade mata…” – continuou, arrancando da morena uma gostosa gargalhada.

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“Agora eu fiquei pasma, Regina!” – Rubi disse, encarando a amiga. – “Você teve uma oportunidade única para contar a ela o que sente, mas preferiu desperdiçá-la!” – balançou a cabeça inconformada.

“Não pense que foi fácil, Rubi!” – falou, deixando-se cair sobre a cama. – “...mas eu não estaria agindo certo com ela se fizesse isso. Acima de tudo, Emma é minha amiga e o que eu mais quero é vê-la feliz, mesmo que não seja comigo…” – suspirou. – “Eu acho que a maior prova de amor que eu posso dar são meu apoio e votos para que encontre a felicidade com a pessoa que ela ama…” – fechou os olhos, impedindo que uma lágrima escorresse por seu rosto.

“Você tem razão!” – a ruiva de olhos azuis sentou ao lado de Regina, afagando seus cabelos curtos. – “Mas é inegável o fato de que seria maravilhoso se essa pessoa fosse você…” – sorriu, recebendo assentimento e um triste sorriso.

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Regina entrou na sala de aula e viu Rubi em seu lugar, conversando com algumas meninas. Aproximou-se com um sorriso no rosto.

“Oi gente!” – cumprimentou a todas, obtendo uma resposta alegre das amigas.

“Como está hoje, Regi?” – Rubi perguntou, vendo a amiga ficar sem graça.

“Eu estou bem…” – disse, sentando-se em seu lugar. Ela lançou um olhar saudoso para a carteira atrás de si, onde Emma se sentava. Haviam se visto no dia anterior, mas isso não impedia que ela sentisse falta da loira.

A porta da sala foi aberta e Emma entrou aflita. Regina percebeu de imediato que havia algo errado. Ela se sentou sem falar uma única palavra com ninguém. Nem mesmo pareceu notar que Zelena não se encontrava ali. Simplesmente ficou parada, olhando para o nada. Parecia estar assustada com alguma coisa.

“Bom dia, Emma!” – Regina disse, fazendo-a fitá-la. A loira sorriu ao ver que a amiga estava preocupada com ela e se sentiu um pouco mal por deixá-la daquele jeito.

“Ahh,... Oi Gina!” – respondeu suavemente.

“O que acontec…?” – teve a sentença interrompida pela voz do professor que acabara de entrar na sala.

“Bom dia a todos!” – ele disse, seguindo até o centro da sala, enquanto os alunos iam para seus lugares. Após conferir a lista de presença, deixou-a sobre a mesa e olhou para a turma. – “Eu sei que é incomum nessa época do ano, mas temos um aluno sendo transferido para nossa escola hoje…” – disse, causando certo agito entre os jovens. Abriu a porta e permitiu que um rapaz entrasse.

O rapaz caminhou, parando em frente à sala com um sorriso no rosto. Cabelos castanhos e bem arrumado, rosto bem desenhado e tinha os olhos num tom azul como o céu do dia, sorriso chamativo, era alto e tinha um porte quase forte. As garotas suspiraram e, cochichando, davam risadinhas. Emma empalideceu bruscamente, engolindo em seco, quando o professor o apresentou.

“Esse jovem é Killian Jones e ele veio da Inglaterra. Irá estudar conosco…” – disse enquanto o rapaz sorria de canto. – “Há um lugar vago ao lado da Srta. Swan, Sr. Jones…” – apontou para a loira, que cobriu o rosto com a mão, enquanto o inglês sorria de forma surpresa. – “Pode sentar-se lá para começarmos a aula…”.

“Sim, muito obrigado, Sr. Nicolls!” – agradeceu indo para o lugar que lhe fora indicado. Sentou-se e viu a loira ao seu lado lançar-lhe um olhar incrédulo. Apenas sorriu divertindo-se com a reação dela.

As aulas passaram extremamente devagar para Emma. Ela precisava dar um jeito de contornar aquela situação. Faltando cinco minutos para o intervalo, jogou um pedaço de papel dobrado sobre o caderno do novo aluno.

Killian, disfarçadamente, leu o recado e o guardou no bolso do paletó do uniforme, ajeitou-se na carteira e olhou para a professora de matemática que explicava o conteúdo.

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Regina não conseguia prestar atenção ao que a professora dizia. Estava preocupada com Emma. A loira estava agindo de forma estranha. Estava agitada e não prestara atenção no que os professores disseram durante as aulas, nem ao menos a escutara quando falara com ela minutos antes.

‘Será que ela está zangada comigo?’, perguntou a si mesma, debruçando-se sobre a carteira. ‘Mas por quê?’, repensava no que acontecera no dia anterior.

Não lembrava de ter feito algo que justificasse a atitude da loira. ‘De fato, se tem alguém aqui que tem o direito de estar nervosa, essa sou eu!’, revoltou-se, lembrando das horas que ficou ouvindo Emma falar de Zelena. Suspirou pesadamente, escondendo o rosto entre os braços. ‘Rubi tem razão!… Não posso continuar guardando meus sentimentos dessa forma, mas também não vou contar para ela…’, concluiu seus pensamentos, erguendo o rosto e viu a professora parada à sua frente.

“Está tudo bem, Srta. Mills?” – questionou ela preocupada. Regina sorriu sem graça e balançou positivamente a cabeça.

“Sim. Apenas um pouco de dor de cabeça. Nada demais…” – disse, sorrindo. Aquilo não era de todo mentira, mas sua dor de cabeça tinha o nome de uma moça loira linda. O sinal para o final da aula tocou e a professora dispensou os alunos, voltando a encarar a jovem de olhos chocolates.

“Deve cuidar melhor de sua saúde, Regina…” – disse carinhosamente. A jovem concordou. Gostava muito da mulher gentil que era Belle French e isso não se devia apenas ao fato de ela ser esposa de seu seu pai. Ela gostava muito da madrasta. A mulher lhe sorriu e, ainda sorrindo, olhou para Emma.

A loira a encarou séria. Sempre que a Srta. Belle a olhava, parecia querer dizer algo, mas a loira não sabia o quê. Acompanhou-a com os olhos enquanto saía da classe e virou-se para Regina.

“Tudo bem com você?” – viu-a sorrir ao ouvir a pergunta. A morena balançou a cabeça positivamente, e a nuvem de preocupação, que estava sobre os olhos dela, esvaeceu. Emma não pôde deixar de sorrir também, um pouco mais tranquila. – “Eu vou descer na frente hoje…” – anunciou. – “Encontro com vocês daqui a pouco no pátio!” – acenou para Rubi e a loira saiu apressada, deixando-as sem compreenderem a atitude dela.

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Killian estava sentado embaixo de um Ipê Amarelo. A árvore não tinha mais as flores amarelas, e as folhas verdes tomavam conta de seus galhos. Pensou que estava um pouco quente para o final de maio, ou pelo menos estaria na velha Londres. Viu a moça loira aproximar-se, olhando para os lados, como que procurando por algo.

“Perdeste alguma coisa, Srta. Swan?” – perguntou debochado. Emma encarou-o com uma sobrancelha erguida e os braços cruzados. – “Hei, só estou brincando!” – se levantou da árvore e parou em frente a moça que o olhava seriamente como que o analisando.

“Você não mudou absolutamente nada, Killian…” – abriu um sorriso, balançando a cabeça.

“E tu pareces outra pessoa, loirinha!” – exclamou, analisando a amiga. – “Onde está aquela tampinha enfezada que eu conheci na Inglaterra alguns anos atrás?” – perguntou, vendo-a rir.

“Com certeza você está falando de Emma Swan…” – concordou, suspirando. – “O que você faz aqui em Storybrooke, Jones?” – inquiriu incisiva, fazendo o britânico arregalar os olhos.

“Não está feliz com minha presença, Emma?...” – questionou, simulando ressentimento, o que fez a amiga rolar os olhos.

“Não é nada disso e você bem sabe...” – cruzou os braços, virando o rosto.

“O que poderia ser, então?” – o seu tom de voz continha certa malícia, que fez a loira encará-lo. Killian olhava por cima do ombro da amiga e parecia encantar-se com a visão de algo.

Emma voltou-se para ver o que chamara atenção do britânico e viu Regina e Rubi se aproximando. A única coisa que conseguiu fazer foi fechar a expressão, lançando um olhar repreensivo ao inglês.

“Desculpem atrapalhar, mas, como você estava demorando, decidimos vir procurá-la, Emma…” – Regina disse, explicando-se antes mesmo de ser questionada. Jones olhava de forma curiosa da garota de olhos castanhos-chocolate para a amiga, que sorria levemente enquanto a encarava.

“Desculpe, mas ainda não fomos apresentados…” – Rubi se pronunciou, sorrindo. – “Sou Rubi Lucas e essa é Regina Mills…” – disse, recebendo um sorriso galante do inglês enquanto ele prestava reverência, como costumes britânicos. Regina fez mesura ao ser introduzida.

“Estou encantado em conhecê-las…”.

“Igualmente…” – a ruiva sorriu. – “Não sabia que já se conheciam, Emma…” – falou, voltando-se para a loira.

“Bem,… é que… o Killian… eu…” – ficou estranhamente desnorteada, tentando responder. Jones interrompeu-a.

“De fato, eu e a Emma nos conhecemos há alguns anos. Desde que ela estudou na Inglaterra…” – sorriu.

Regina virou-se para Emma, parecendo chateada.

“Você nunca me contou que morou na Inglaterra…” – falou, esperando explicações.

“Bem, foi por pouco tempo...” – A loira justificou-se rapidamente e, antes que Killian falasse mais alguma coisa, continuou. – “Sem contar que não aconteceu nada de importante lá, tirando o fato de que eu e o Jones nos tornamos grandes amigos, é claro…” – forçou um sorriso, suando frio.

Killian tentava entender o que a Emma estava fazendo. "Por que ela estava tão nervosa e dissera aquilo sobre a sua estadia na Inglaterra?"

‘O que está acontecendo aqui?’, perguntava-se mentalmente olhando confusamente de Emma para Regina.

Olhou para Rubi, que sorria com a conversa das duas amigas. Ficou alguns instantes observando a ruiva de forma pensativa e sorriu, voltando a encarar a loira e a jovem de cabelos curtos e olhos castanhos.

“Não fica brava comigo, Gina…” – a loira dizia, contendo-se para não rir do jeito que a morena mantinha o queixo erguido e os braços cruzados. Regina tentava manter-se a pose de séria, mas não tinha como continuar com uma discussão, quando ela a chamava daquela forma.

“Tudo bem, eu a perdoo, se…” – parou um segundo para pensar. – “Se você for tomar um sorvete comigo depois da aula!” – Emma abriu a boca para protestar, mas foi interrompido por um gesto da mão dela. – “E eu sei que você ainda não recebeu sua mesada e que também não fazemos nenhum trabalho extra há algumas semanas por causa das provas, mas meus avós já me mandaram dinheiro e, por isso, eu pagarei!” – disse, não deixando espaço para discordância. Virou-se para Rubi e Killian. – “Vocês também estão convidados, é claro!”.

“Eu agradeço seu convite Mills,… mas ainda não terminei de organizar toda a mudança!” – sorriu, vendo a garota olhar para Rubi.

“Hoje não dá Gina, mas tenho o ensaio do coral e uma reunião com os novos sócios da vovó!” – justificou-se, fazendo a amiga suspirar tristemente.

“Então poderemos marcar para um outro dia!” – suspirou, encarando Emma. – “Mas você ainda vai ter que me acompanhar hoje, ouviu bem...” — encerrou o assunto, sentando-se embaixo da árvore sobre a qual Killian encontrava-se sentado anteriormente.

“Mas, diga-me Emma…” – Killian começou, olhando para a amiga com um sorriso. – “Era dessas duas jovens adoráveis a quem te referias quando disseste que eu deveria tomar cuidado com certos namorados ciumentos?” – perguntou, deixando a loira confusa e as garotas levemente envergonhadas.

“Certamente não era de mim que essa loira aqui falava…” – Rubi riu ao lado da loira, percebendo que era uma forma de cortejo do jovem inglês.

“Pois eu não acredito que ainda estejas descompromissada…” – sorriu, fazendo Emma balançar negativamente a cabeça.

‘Ele não muda, mesmo…’, pensou desviando o olhar para Regina, ao ver que Killian passara a observá-la.

Regina abaixou a cabeça ao perceber que se tornara o centro das atenções, voltando a erguê-la em seguida. Ela olhou rapidamente em direção a Emma antes de balançar negativamente a cabeça, dizendo que também não tinha namorado.

Jones abriu lentamente um sorriso ao perceber a forma esperançosa com a qual aquela bela jovem encarou a amiga. Olhou para Emma e aumentou ainda mais o sorriso, notando que a amiga não percebia os sentimentos da garota de cabelos curtos, que estavam mais que óbvios.

‘As coisas não mudaram tanto assim, afinal de contas…’, voltou-se para Rubi que observava Regina com um sorriso pesaroso. A garota ruiva de olhos azuis o encarou, abrindo um belo sorriso.

“Hei, Regina!…” – ouviram alguém chamar. Todos, com exceção de Regina se viraram para ver quem era.

O rapaz que se aproximava calmamente, tinha os olhos verdes quase amendoados, os cabelos castanhos, bem aparados e penteados, tinha um rosto bonito. Usava a camisa do uniforme com os primeiros botões abertos, por puro charme, e as mangas arregaçadas.

Regina suspirou pesadamente, sabia perfeitamente qual a razão do jovem estar ali. Olhou para Emma e a viu encarando Daniel Noah com a mesma inimizade de sempre. Sorriu brevemente com a reação da amiga; qualquer pessoa que não os conhecesse poderia pensar que a reação dela não tinha nada de fraternal. Percebeu que a loira parou ao seu lado, suspirou novamente e se levantou, voltando-se para encará-lo.

“O que houve dessa vez, Daniel?” –A morena perguntou sem fazer rodeios. Estava já bastante aborrecida com a insistência daquele rapaz. Será que ele não se cansava de ouvir negativas?

Killian e Rubi deslocaram-se para trás da morena, enquanto Emma permanecia de pé ao lado dela, com os braços cruzados e um olhar assassino.

“Eu tenho aqui um programa que você não poderá resistir…” – disse com um ar superior, batendo levemente no bolso da camisa. Regina ergueu uma sobrancelha, perguntando-se o que viria agora? Daniel simplesmente ignorava a presença dos demais, principalmente a da loira, que lhe atirava adagas pelos olhos azuis. – “Você vai descobrir o que realmente significa diversão ao meu lado, hoje à noite, assistindo a uma nova peça no teatro municipal…” – puxou dois ingressos do bolso e os estendeu na altura dos olhos dela.

Regina leu o título da peça e abriu um sorriso.

“Onde você conseguiu esses ingressos, Daniel?” – questionou controlando-se para não rir. O rapaz sorriu vitorioso por, finalmente, ter despertado a atenção dela.

“Segredo comercial, minha querida!” – disse triunfante.

“Pois eu tenho uma coisa para lhe contar!” – olhou para o rapaz e sorriu sarcástica. – “Eu fui assistir a essa mesma peça dois meses atrás com meu pai e ela já saiu de cartaz! Esse ingresso foi falsificado...”.

“O quê?” – perguntou espantado, olhando os papéis em sua mão. Observou-a atentamente, tentando captar qualquer indício de brincadeira, mas ela o encarava seriamente. Cerrou os punhos, amassando-os irritado. – “Aquela trapaceira! Ela vai se arrepender de ter feito isso!” – jogou o papel no chão e saiu pisando duro, proferindo inúmeros insultos contra a pessoa que o tapeou.

A jovem de olhos castanhos balançou levemente a cabeça com um sorriso divertido no rosto. Rubi abaixou-se e pegou o papel que caíra próximo a seus pés, desamassou-o e leu o título da peça.

“Nossa!… ‘Sonhos de uma Noite de Verão’. Um clássico Shakespeareano!” – exclamou com um sorriso. – “Pena que não vale mais! Seria um ótimo programa…” – comentou, fazendo Regina encará-la incrédula.

“Sinceramente, Rubi, a peça é ótima, mas quando se tem alguém agradável ao seu lado…” – falou, suspirando. – “Nem que fosse uma peça enviada por Shakespeare do Além, eu não iria assisti-la com alguém como Daniel Noah…”.

“Desculpe a minha intromissão Mills, mas não considero sábio dizer que nunca se fará tal coisa…” – Killian falou, sorrindo gentilmente. – “Ninguém sabe o que futuro nos reserva…”.

“A única forma de eu aceitar sair com Daniel é estando sem opção, Jones…” – a jovem retrucou calmamente. – “Ele não é o tipo de pessoa com quem eu quero ter qualquer tipo de envolvimento… e, isso, eu posso lhe dizer com certeza…” – o assunto foi encerrado ao ouvirem o sinal do término do intervalo, anunciando que deveriam retornar para a sala.

Continua...

Notas finais
Galera, administrar tempo é muito difícil, então não estranhem se eu demorar muuito pra atualizar! E já avisando, é sempre bom contar com a ajuda de vcs!! Podem dar seus pitacos em relação a fic w!! fLW!!