Cheerock

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Olá ghosts!! Como vão vocês? Aqui vai mais um! Espero que não tenha dado para notar, mas eu estou com muuuita vontade de fazer uma cena de beijo... kkkkk >:) Enfim... comentem viu!! Falem qualquer coisa, até coisa ruim eu aceito! kkkkk

Carly

No outro dia acordei quase onze da manhã. Tomei um banho, vesti minha roupa e desci as escadas. Janice estava na cozinha fazendo o almoço.

– Bom dia – falei ao entrar.

– Bom dia, Carly. Como foi a noite?

– Muito boa – sorri – Muito obrigada por estar me abrigando aqui, Janice. Eu vou hoje para a casa pegar minhas coisas e falar com Josh. Prometo que não ficarei aqui muito tempo.

– Ah, mas que pena! Você já é uma convidada muito querida em minha casa!

– Obrigada, mas eu realmente não quero...

– Ah, besteira, não nos sentimos incomodados. Você disse que vai voltar para aquela casa, a do seu padrasto?

– Sim, todas as minhas coisas estão lá, inclusive meus livros e amanhã tenho aulas.

– Oh, sim. Mas não é perigoso?

Dei de ombros.

– Serei cautelosa.

– Leve Victor com você. Ele vai visitar o avô hoje.

Será que ele não ficaria chateado?

– Victor! – ela gritou.

– Oi

Respondeu ele aparecendo na porta vestido com calças jeans e camiseta do Slipknot.

– Leve a Carly hoje, ela disse que precisa pegar as coisas em casa.

Ele me olhou.

– Bom dia, Upsent.

– Bom dia, Simons.

– Ok, eu levo. O suicídio é seu.

– Obrigada Janice – falei antes de sair atrás dele – Nosso segundo encontro e você fala essas coisas animadoras. Agora já sei por que você não tem namorada.

Ele olhou pro outro lado e andou mais rápido.

– Não é um encontro – resmungou.

– Eu sei gênio, é brincadeira – ele olhou rápido pela janela e olhou o céu, estava bem ensolarado, mas mesmo assim ele pegou um guarda-chuva.

– Saindo – ele gritou.

– Vou guardar o almoço de vocês no forno – gritou Janice de volta.

– Vamos – disse ele saindo. Segui-o e me esforcei para acompanhar o passo.

– Ei, eu tenho perninhas muito menores.

Ele parou e se virou. Ficou me encarando por um tempo.

– Desculpa. Vou mais devagar agora.

Então se virou e recomeçou a andar mais devagar e calado.

Comecei a me perguntar se eu disse algo que o deixou com raiva, talvez o lance do encontro, já que ele ficou calado depois desse comentário.

– Você sabe que aquele negócio que eu falei, do encontro, era só brincadeira, né? – falei depois de um tempo.

Ele ficou um tempo me olhando, franziu as sobrancelhas, respirou fundo e deu um sorriso de covinhas.

– Agora sei. Vem.

Recomeçamos a andar, mas ele continuava calado.

– Pra que o guarda-chuva? Tá muito ensolarado.

– A previsão do tempo disse que ia chover.

– Esse tempo imprevisível...

A situação estava tensa, eu estava nervosa e nem sabia por quê.

Ele riu.

– É, o tempo...

Ri também.

De repente ele parou e me puxou pra esconder na parede. Comecei a ficar nervosa, eu sabia o que ia por aí.

Mas ele apenas me segurou na parede e olhou devagar para a rua.

– Acho que um dos brutamontes de ontem está rondando a rua.

Ah... ãn... nossa. Alguém me explica porque eu fiquei tão nervosa?

Ele me olhou.

– O que a gente faz?

Os olhos azuis estavam perfurando os meus. Eram tão intensos, tão lindos, tão profundos... e o jeito que ele me olhava, como se estivesse preocupado comigo, nem o Taylor me olhava assim quando a gente namorava.

– Carly?

Esses olhos estúpidos me hipnotizando...

Ele começou a sacudir meu ombro.

– Carly.

– Oi – acordei do transe. Ai, que vergonha...

– O que você tem?

– Nada! Eu estou completamente normal. Uma garota normal atrás de um muro se escondendo de um estuprador rondando minha antiga rua.

Só depois de dizer isso percebi a gravidade da situação.

– Ai meu Deus, o que a gente vai fazer?

– Era o que eu estava te perguntando antes de você ir à Marte.

Eu tenho 99,9999999...% de certeza que fiquei vermelha.

– Desculpa.

Ele deu de ombros, então olhou mais uma vez.

– Tive uma ideia. Na hora que ele estiver rondando pra lá, a gente corre para o asilo. Depois quando ele estiver distraído a gente corre pra sua casa.

– Vai funcionar?

– Tem ideia melhor?

– E se não funcionar?

– Não seja pessimista pro meu lado, Upsent.

– Vai funcionar.

– Obrigado.

Ele segurou minha mão.

– Prepara... vai! – sussurrou me puxando.

O homem de fato estava de costas e milagrosamente não viu quando corremos e entramos no asilo.

Suspirei quando entramos.

– Por pouco.

– Por muito! Vai ser pessimista assim na casa da dona Chica.

– Certo, foi por muito.

Ele assentiu e sorriu.

– Victor está de volta com a namorada dele! – disse Sr. Covalski alto.

– Ela não é minha namorada!

Os velhinhos começaram a vir olhar pela janela a “namorada” do Victor.

– Então por que estão de mãos dadas?

Ele largou minha mão de prontidão e todos começaram a rir.

– Victor, eu neto! – falou um velho no meio de todos. Ele parecia um vovô típico, tirando que vestia roupa do Nirvana e a guitarra no ombro. Os cabelos completamente brancos, a pele enrugada, os olhos azuis e o sorriso caloroso.

– Oi vovô. Estamos só de passagem. Carly precisa pegar umas coisas na casa dela, mas aquele cara ali rondando a rua não pode nos ver.

O avô de Victor veio em nossa direção e entregou a guitarra para o neto.

– Aqui está Mary Ann, cuidei muito bem dela.

– Está perfeita, vovô – respondeu sorrindo enquanto analisava a guitarra.

– E o CD?

Victor tirou um CD do bolso e deu ao avô.

– Oh... eu lembro desse álbum!

– A gente tem que ir vovô.

– Claro, eu entendo – ele estava sorrindo, mas parecia triste mesmo assim – Vocês podem ir por trás, a área de serviço. O vigia nem vai ver.

– Obrigado. Vem Upsent.

Ele me puxou pelo braço e me levou por um corredor estreito até o final da propriedade, onde tinha uma portinha enferrujada. Saímos por ali e corremos para entrar na casa.

Entramos tão rápido que nem me lembrei de que Terrence poderia estar ali e nos denunciar, mas ele não estava.

A casa estava virada de cabeça para baixo. Até o sofá estava largado num canto da sala e o chão estava cheio de papéis e coisas quebradas.

– Nossa... acho que ele precisa de uma diarista.

– Vem – falei subindo as escadas com pressa. Queria sair dali o mais rápido possível.

Entrei correndo no meu quarto e peguei todas as bolsas, abri em cima da cama e soquei todas as minhas roupas, livros e coisas importantes dentro.

Victor fechava as bolsas lotadas e pendurava nos ombros junto da guitarra.

– Acabei, vamos.

Saímos correndo e refizemos o caminho de ida.

Quando já estávamos bem longe pude respirar.

– Deu tudo certo – disse ele depois de um tempo.

– Sim...

– Finalmente algo deu certo.

– Obrigada por me ajudar.

– Eu mereço um quilo de chocolate em agradecimento. Sou um amigo fantástico.

– Não abusa.

O caminho de volta foi bem mais tranquilo e menos tenso que o de ida.

De fato quando estávamos perto de chegar a casa dele nuvens de chuva começaram a se formar.

– Bem que você disse – falei.

– Bem que a previsão do tempo disse – corrigiu.

Entramos e ele me ajudou a levar tudo para o quarto.

Janice estava com o pai no quarto e disse que podíamos passar o dia vendo televisão. Pareceu algo incrivelmente simples para mim, mas Victor pareceu impressionado e muito feliz.

Comemos nosso almoço e fomos direto para a TV.

– Eu quero que você fique aqui para sempre!

– Sua mãe não deixa você ver TV o dia todo?

– Ela diz que estraga o cérebro.

– Minha mãe não se importa.

Ele colocou na MTV.

– Você gosta?

– Adoro esse programa.

– Depois a gente coloca um que você goste mais.

– Cadê o Hugo?

– Na casa de um amigo estudando. Ele faz muito isso. É um nerd.

– Já percebi.

– Eu por acaso vi que aquela bolsa no seu quarto era...

– Aquela que eu vim ontem? Da Patrisha. Resolvi roubar dela depois dela ter sido tão chata.

Ele riu.

– Eu não esperava isso de você.

– Roubar?

– Frescar assim com minha cara.

– Eu estou falando sério.

– Eu estou falando da marca.

– VH? Ai meu Deus... Victor e Hugo!

– Eu não acredito que você só percebeu agora.

– Mas...

– Lembra quando eu disse que você nem fazia ideia do quão criativa era nossa família? Minha mãe adora essa marca.

– Eu nem consigo acreditar!

– Você nem faz ideia. Quer pipoca? Vou fazer.

E ficamos a tarde assim. Comendo besteira, vendo televisão e conversando aleatoriedades.

De noite eu já estava me sentindo em casa de um jeito que eu nunca senti antes.

Victor

Naquela manhã eu tomei meu banho e fui direto checar as notícias do tempo. Hoje era o dia que eu tinha prometido ao vovô que ia visita-lo e precisava levar um CD do Nirvana pra ele. Peguei o mais clássico que tinha na estante e guardei no bolso.

Estava quase pronto pra sair e a caminho da porta quando minha mãe gritou da cozinha.

– Victor!

Apareci na porta e vi que Carly já estava ali de pé.

– Oi

– Leve a Carly hoje, ela disse que precisa pegar as coisas em casa.

Olhei-a.

– Bom dia, Upsent.

– Bom dia, Simons.

– Ok, eu levo. O suicídio é seu.

Ela riu.

– Obrigada Janice – ela disse antes de me seguir pela sala – Nosso segundo encontro e você fala essas coisas animadoras. Agora já sei por que você não tem namorada.

Senti minhas bochechas esquentando e olhei para o outro lado antes que ela visse. Andei ligeiramente mais rápido também para disfarçar.

– Não é um encontro – falei baixinho e envergonhado. Eu nem entendo o motivo do meu desconforto, só sei que meu coração ia pular pela boca e meu rosto estava queimando.

Ela riu. Comecei a ficar mais nervoso ainda. Ela estava levando na brincadeira.

– Eu sei gênio, é brincadeira.

Lembrei a previsão do tempo e olhei a janela. Apesar de estar completamente ensolarado, peguei o guarda-chuva.

– Saindo – gritei pra avisar minha mãe.

– Vou guardar o almoço de vocês no forno – gritou ela de volta.

– Vamos – falei saindo pela porta e andando rápido.

– Ei, eu tenho perninhas muito menores.

Parei e a encarei. Calma Victor, é de Carly Upsent que estamos falando! Vocês se odeiam. Pare de ter esses trecos de mulherzinha e se concentre no que é importante.

– Desculpa. Vou mais devagar agora.

Voltei a andar à um ritmo normal.

Estava incrivelmente silencioso. O clima estava muito pesado, creio que em parte culpa minha e dessa loucura na minha cabeça.

– Você sabe que aquele negócio que eu falei, do encontro, era só brincadeira, né? – ela cortou o silencio.

Parei e olhei-a. Ela parecia confusa. Se eu continuar assim talvez ela pense que eu estou sentindo alguma coisa por ela. Isso está fora de cogitação. Sorri.

– Agora sei. Vem.

Recomeçamos a andar, mas ainda estava nervoso. Devo ter comido algo estragado no café da manhã.

– Pra que o guarda-chuva? Tá muito ensolarado.

– A previsão do tempo disse que ia chover.

– Esse tempo imprevisível...

Ela está mesmo falando sobre o tempo?! Deve estar mesmo muito desesperada pra quebrar o gelo.

– É, o tempo...

Ela riu também.

Chegamos a esquina do asilo e vi um dos caras de ontem e ele estava se virando em nossa direção. Puxei-a comigo para nos escondermos no muro. Dei uma olhada e vi que ele não tinha nos visto.

Estamos muito fudidos. Ele com certeza vai olhar para nós e nos ver. Porra.

– Acho que um dos brutamontes de ontem está rondando a rua.

Olhei-a para ver se ela estava pirando. Na verdade ela nem pareceu me escutar. Estava me encarando. Olho no olho. Aqueles olhos verdes penetrantes... Foco Victor, foco!

– O que a gente faz?

Comecei a ficar preocupado. Ela não parava de me encarar. Tinha até um sorriso bobo no rosto. Ela estava incrivelmente bonita. Senti uma vontade quase incontrolável de me aproximar e... Foco Victor, foco, caralho!

– Carly?

Ela continuava me encarando. Senti que se aquilo continuasse, eu não iria me segurar.

Sacudi o ombro dela, quase desesperado com a possibilidade de desastres chegando. Ela deve ter paralisado de medo e eu aqui pensando em... Foco Victor, foco!!!

– Carly.

– Oi – ela piscou e ficou vermelha como um pimentão.

– O que você tem? – seu hipócrita...

– Nada! Eu estou completamente normal. Uma garota normal atrás de um muro se escondendo de um estuprador rondando minha antiga rua.

Será que ela está vendo a gravidade da situação?

– Ai meu Deus, o que a gente vai fazer?

Agora viu.

– Era o que eu estava te perguntando antes de você ir à Marte.

Ela voltou a ficar vermelha, ainda mais.

– Desculpa.

Dei de ombros e virei para olhar a rua. O homem ia e voltava pela rua, como um guarda de castelo.

– Tive uma ideia. Na hora que ele estiver rondando pra lá, a gente corre para o asilo. Depois quando ele estiver distraído a gente corre pra sua casa.

– Vai funcionar?

– Tem ideia melhor?

– E se não funcionar?

– Não seja pessimista pro meu lado, Upsent.

– Vai funcionar.

– Obrigado.

Segurei sua mão – um arrepio percorreu meu braço, diga-se de passagem.

– Prepara... vai! – sussurrei correndo quando ele se virou e saiu voltando pela rua.

Entramos no asilo sem problemas.

Ela suspirou.

– Por pouco.

– Por muito! Vai ser pessimista assim na casa da dona Chica.

Ela riu.

– Certo, foi por muito.

– Victor está de volta com a namorada dele! – disse Sr. Covalski alto.

– Ela não é minha namorada!

Todos começaram a vir pela janela para observar minha nova namorada.

– Então por que estão de mãos dadas?

Putz! Larguei a mão dela e senti um nervoso. Sinto-me uma criança tendo que segurar a mão de alguém para me acalmar.

– Victor, eu neto! – falou vovô. Surpreendi-me por ele estar de pé e carregando Mary Ann, mas fiquei muito feliz por vê-lo. Mas logo a tristeza me abateu, hoje não poderia ficar o dia todo com vovô como tinha planejado.

– Oi vovô. Estamos só de passagem. Carly precisa pegar umas coisas na casa dela,

mas aquele cara ali rondando a rua não pode nos ver.

Ele veio em nossa direção e os velhos da janela começaram a se dispersar.

– Aqui está Mary Ann, cuidei muito bem dela.

– Está perfeita, vovô.

– E o CD?

Tirei o CD do bolso e entreguei para ele.

– Oh... eu lembro desse álbum!

– A gente tem que ir vovô.

– Claro, eu entendo – falou ele sorrindo tristemente. Uma dor encheu meu peito, eu realmente queria ficar com ele... – Vocês podem ir por trás, a área de serviço. O vigia nem vai ver.

– Obrigado. Vem Upsent.

Puxei-a pela área de serviço até chegarmos ao portão dos fundos, que na verdade era muito menor que eu e bem frágil.

Corremos para a casa no final da rua quando o “guarda” estava de costas e entramos correndo antes que ele se virasse.

Parecia que um furacão tinha passado por ali. Lixo por todos os cantos e os móveis revirados e derrubados pelos cômodos.

– Nossa... acho que ele precisa de uma diarista.

– Vem – ela disse me guiando pela escada.

Ela largou tudo em cima da cama e socou as coisas dentro. Eu fechava as bolsas e as pendurava no ombro junto de Mary Ann.

– Acabei, vamos.

Corremos para fora e refizemos o caminho de ida. O cara devia estar lá só de enfeite, pois nem deu bola para nós. Na verdade nem pareceu notar que passamos por ali.

– Deu tudo certo – falei para acalma-la. Pensei em segurar sua mão, mas isso seria muito careta.

– Sim...

– Finalmente algo deu certo.

Ela riu.

– Obrigada por me ajudar.

– Eu mereço um quilo de chocolate em agradecimento. Sou um amigo fantástico.

– Não abusa.

Perto de casa o clima fechou e lembrei que tinha esquecido o guarda-chuva no quarto dela na hora que fui fechar as bolsas larguei-o no chão e esqueci-me de recolher. Ainda bem que não existe nenhuma identificação nele.

– Bem que você disse – ela disse, se referindo ao tempo.

– Bem que a previsão do tempo disse – corrigi.

Quando chegamos ajudei-a a guardar as malas no quarto e vi em seu quarto uma bolsa Victor Hugo. Quase caio na gargalhada.

Passamos pelo quarto dos meus pais e mamãe disse que podíamos passar o dia vendo televisão. Quase caio para trás de felicidade. Corri para que a maratona começasse logo.

O almoço foi macarronada – meu preferido, desde quando mamãe faz minhas vontades?! – e depois fomos para a sala.

– Eu quero que você fique aqui para sempre!

– Sua mãe não deixa você ver TV o dia todo?

– Ela diz que estraga o cérebro.

Ela riu.

– Minha mãe não se importa.

Liguei na MTV. Eu não tinha certeza se ela gostava ou não, mas era meu canal preferido.

– Você gosta?

– Adoro esse programa.

– Depois a gente coloca um que você goste mais.

Ela riu, mas não negou.

– Cadê o Hugo?

– Na casa de um amigo estudando. Ele faz muito isso. É um nerd.

Ela riu. Nossa, ela está rindo bastante...

– Já percebi.

– Eu por acaso vi que aquela bolsa no seu quarto era...

– Aquela que eu vim ontem? Da Patrisha. Resolvi roubar dela depois dela ter sido tão chata.

Foi minha vez de rir.

– Eu não esperava isso de você.

– Roubar?

– Frescar assim com minha cara.

– Eu estou falando sério.

– Eu estou falando da marca.

– VH? Ai meu Deus... Victor e Hugo!

– Eu não acredito que você só percebeu agora.

– Mas...

– Lembra quando eu disse que você nem fazia ideia do quão criativa era nossa família? Minha mãe adora essa marca.

– Eu nem consigo acreditar!

Ela riu muito.

– Você nem faz ideia. Quer pipoca? Vou fazer.

Assistimos televisão até Hugo chegar e exigir um tempo na televisão também. Discovery channel não é pra mim...

Mamãe desceu e preparou um jantar.

Depois de comer cada um foi para seu quarto.

Eu gostaria de dizer que apaguei assim que deitei a cabeça no travesseiro, mas não foi assim. Ainda passei um bom tempo no mundo da lua antes do sono me envolver.

Notas finais
REVIEWS?!?! kisses!