Charlie é o Cara

21 Você é um Ken Man!


Notas iniciais
Boa leituraa! Me desculpem pelo atraso novamente...

POV-Charlie

Os seguranças da boate tiveram que separar a briga, os rapazes da Alpha Tau Omega saíam dali antes que pudesse sobrar algum problema para eles (com sobrar para eles eu quero dizer: serem presos, mas como a maioria dos rapazes da ROR já foram, eles nem se importam mais). José, o segurança fortão, foi quem conseguiu me tirar das costas de Johnny.

― José, me deixa! ― Gritei quando ele me pegou no colo e me jogou nas suas costas como se eu fosse um saco de batatas. ― Eu vou matá-lo. Você me ouviu, Johnny? Se esconda, eu vou caçar você! Sua família! Seus filhos quando eles nascerem! Isso aqui é briga de bar! Me poe no chão, José! Eu vou quebrar a cara dele!

Mesmo com todos os meus esforços, ele continuou me carregando para longe dali até me levar para fora da boate, só quando estávamos do lado de fora ele finalmente me colocou no chão.

― O que você fez? Eu estava ganhando aquela briga, ok? ― Falei indignada e então lhe dei um soco no seu peito mas ele nem se mexeu, apenas fez minha mão doer. ― O que tem de errado com você? É feito de ferro? Minha mão!

― Charlie! ― Ouvi alguém me chamar e vi os rapazes saindo de dentro da boate e vindo na minha direção.

― Adestrem ela. ― José falou para os rapazes e saiu andando de volta para a boate.

― O que você estava fazendo? ― Pete perguntou se aproximando, ele ainda segurava meus sapatos na mão.

― Brigando. ― Falei sem acreditar que ele havia perguntado isso mesmo. Ele tinha olhos, ele viu o que eu estava fazendo. ― O que você está fazendo com os meus sapatos?

― Eu estava usando eles como armas, isso aqui machuca pra caramba. ― Ele disse me mostrando os saltos.

― Isso deveria ser considerado como arma branca. ― Bruce falou olhando para os sapatos.

― Você está bem, Charlie? ― Mike perguntou se aproximando de mim e me olhando dos pés a cabeça como se procurasse algo errado.

― Bem? Eu estou ótima, pronta para outra! ― Falei rindo e dando soquinho no ar.

― Ela está bêbada. ― Jon falou me olhando dar soquinhos no ar.

― Tão bêbada. ― Joe completou. ― Ainda bem que ela não estava usando os sapatos ou aposto que ia enfiar o salto no ouvido de alguém.

― É, é melhor terminarmos essa festa em casa hoje. O que você acha, Charlie? Quer fazer pole dance lá em casa? ― Pete perguntou debochado.

― Quero! E eu posso beber mais whisky com coca?

― Você pode beber mais coca. ― Pete se aproximou de mim e foi me empurrando pelo ombros em direção ao estacionamento. ― Sem whisky. Vamos lá, Rocky.

― Onde está Cece? Eu quero que ela vá na nossa festa também! Chamem as outras meninas! ― Gritei enquanto Pete me empurrava pelo estacionamento até o carro.

Depois que saímos dali fomos para a casa e realmente, nós continuamos a nossa festa em casa. Cece veio também. Já passava das três da manhã e eu estava dançando What Does The Fox Say com Cece e Bobby, jogando Just Dance. Estávamos todos na sala da casa da ROR.

― Como você faz isso? Ela ganha todas! É como se você fosse um dos que fez esse jogo. ― Pete gritou do sofá sem acreditar na minha pontuação. ― Você tá trapaceando.

― Não tem como trapacear nesse jogo. ― Bruce explicou para ele.

― É claro que tem, ela não consegue descer de uma mesa e consegue ganhar tudo no Just Dance? ― Pete falou ainda indignado.

― Eu jogava isso o tempo todo com o meu pai. ― Falei rindo e dançando.

― Para de ser invejoso. ― Mike cutucou ele com o pé do outro sofá. ― Vamos lá Charlie, mostra como é que se faz!

― Bobby você é horrível, parece um boneco de posto. ― Joe falou olhando para Bobby dançar. ― Saí dai puto.

Joe se levantou do sofá e deu uma bundada em Bobby o afastando, então começou a dançar no lugar dele no jogo.

― É como assistir um show das Spice Girls. ― Jon falou olhando para nós três dançando.

― Eu sou a Victoria, falei primeiro! ― Cece gritou animada.

― Eu sou a Emma Bunton! ― Joe gritou.

― Sabe o que nós deveríamos totalmente dançar depois? ― Falei animada. ― It's Britney bitch!

― Total! ― Joe e Cece falaram juntos.

― É o suficiente pra mim.Alguém mais quer cerveja? ― Bobby perguntou se levantando e todos os rapazes se manifestaram.

― Posso dançar também? Eu adoro Britney, acho que é parte da minha alma feminina. Eu chorei assistindo Crossroads. ― Mike falou.

― Eu vou ajudar a pegar aquelas cervejas. ― Bruce falou se levantando do sofá também.

― Posso beber também? ― Perguntei quando paramos de dançar.

― Chega de álcool para você. ― Pete falou e apontou o dedo para mim.

― Você é tão estraga prazeres. ― Mostrei a língua para ele e fui me sentar ao seu lado no sofá.

― Amanhã você vai me agradecer. ― Ele sorriu convencido e olhou para os meus pés quando os coloquei no seu colo.

― Faz massagem? ― Pedi dengosa esfregando o pé no seu peitoral e ele riu.

― Sou só eu ou o Pablo está muito quieto? ― Cece falou ainda olhando para a TV para escolher a próxima música.

― Pablo? ― Joe chamou e todos nós olhamos para Pablo que estava deitado no chão com a cabeça em uma almofada. ― Oh, ele dormiu.

― Sério? ― Me estiquei no sofá e olhei para onde ele estava, realmente, ele dormiu. ― Quando eu fazia festas do pijama na minha casa, quem dormia primeiro nós sempre fazíamos alguma coisa ruim. Tipo passar mostarda no cabelo ou colocar creme de barbear dentro da calça.

― Isso é tão mal, você era a Angel do colégial, aposto. ― Jon falou para mim.

― Eu também. Ela tem uma atitude terrível. ― Pete concordou.

― Cala a boca! ― Falei para ele sem acreditar e pressionei meu calcanhar no seu peito com força até ele gemer de dor.

― Eu não sei... Esses olhos verdes, o batom vermelho, as pernas de fora... Me desculpe Charlie, mas aposto que você era o diabo. ― Cece disse rindo e se virando para mim.

― Viu, até Cece reconhece. ― Jon falou.

― Não acho que Charlie fosse tão má assim. ― Mike disse em minha defesa dando de ombros.

― Para de defender ela, vocês viraram BFF agora e estão aí. ― Jon falou.

― Charlie pode ser má se ela quiser, ela é o cara. ― Joe falou e piscou cúmplice para mim.

― Viram! ― Mostrei a língua para eles.

― Nós temos uma morena, uma ruiva e não podemos deixar as loiras de fora dessa festa. ― Bruce falou voltando com Bobby, cada um deles carregava um fardinho de long neck e foram distribuindo. Ele entregou uma para Pete e foi entregar para mim mas quando eu fui pegar, ele a afastou da minha mão. ― Vou pegar um refrigerante para você. ― E todos riram.

― Eu nem queria mesmo. ― Dei de ombros para eles. ― Nós vamos fazer isso com Pablo?

― Que ideia idiota, Charlie. ― Pete falou abrindo a sua cerveja e dando um gole. ― Vamos fazer isso.

Nós fomos dormir depois das quatro e meia, Mike e Joe me ajudaram a subir as escadas. Eu tinha até me esquecido que eu ia ter que dormir com Pete até o momento em que eu cheguei na porta do quarto, ele subiu primeiro porque disse que ia tomar banho. Pablo ficou dormindo na sala e Cece dormiu na sua cama já que estava tarde (ou cedo, se falando literalmente) para ir para a casa.

― Boa noite, Charlie. ― Os rapazes falaram quando em deixaram na porta.

― Boa noiteeeee! ― Acenei para os dois e abri a porta de uma vez. ― Oi Cowboy!

Fiquei parada na porta olhando Pete com um sorriso malicioso, ele estava agachado no chão do quarto ao lado de um colchão de ar de casal, estava ajeitando ali para ele dormir. Ele me olhou dos pés a cabeça com aquele sorriso, ele se demorou um pouco mais quando olhou para as minhas pernas. Joguei o cabelo para o lado e me apoiei no batente da porta, ainda olhando para ele.

POV-Pete

Se me controlar dormindo ao lado de uma Charlie sóbria já seria difícil e em parte até mais fácil, já que ela poderia colaborar e me dar alguns daqueles foras, com uma Charlie bêbada isso parecia missão impossível ou teste de fidelidade. Joga o cabelo pro lado, sorri desse jeito safado... Ai, ai, ai, meu pai. Não é fácil não. Agora sim que eu realmente queria matar eles.

― Oi. ― Respondi olhando para ela.

Charlie abriu um sorriso largo quando a respondi e mordeu seu lábio inferior. Ela então entrou dentro do quarto e fechou a porta, se encostou na mesma. Charlie então deslizou a mão até a chave da porta e a girou, trancando a mesma. Pronto, era só o que eu precisava, um incentivo para perder o controle de vez.

― Charlie, o que você está fazendo? ― Perguntei me levantando.

― Trancando a porta, ué. ― Ela respondeu ainda com aquele sorriso malicioso e encostada na porta, como se estivesse só me esperando para correr até ali e prender ela entre a porta e o meu corpo. ― Não gosto de dormir com a porta aberta.

― Não é? ― Acenei positivamente surpreso. ― Porque?

Charlie soltou uma risadinha maliciosa como uma criança quando faz arte e se desencostou da porta. Então começou a caminhar lentamente na minha direção. Engoli em seco e cerrei meus punhos com forças, tentando me controlar para não colocar as minhas mãos nela, porque se fizesse não ia conseguir parar.

― Se eu te contar, promete que não vai dizer para ninguém? ― Ela falou dengosa parada na minha frente. Então se aproximou mais, colando seu corpo ao meu. Pronto, agora que a coisa desanda de vez. Charlie colocou as duas mãos sobre o meu peitoral e deslizou por ali até a minha nuca, entrelaçando os braços em torno do meu pescoço. Ela começou a acariciar a minha nuca com a ponta dos dedos e puxar o cabelo levemente ali.

― Charlie... ― Comecei a falar, tentando para de olhar para a sua boca e apertando as mãos com ainda mais força.

Ela se divertia com isso, o sorriso debochado e malicioso continuava no rosto. Para ela era fácil né. Charlie pressionou mais seu corpo contra o meu e ficou na ponta dos pés para conseguir alcançar a minha orelha com a boca.

― Porque eu gosto de dormir pelada. ― Sussurrou em meu ouvido mordendo meu lóbulo de leve. Soltei um suspiro frustado com quando ela mordeu a minha orelha.

Não resisto mais, não adianta, eu sinto muito rapazes. Mas quando eu finalmente fui tocar em Charlie, ela se afastou com um sorriso debochado e gargalhou.

― Você tá ficando muito animadinho. ― Ela disse rindo.

― É claro que eu estou, você... ― Gaguejei, ainda olhando para ela.

― Eu quis dizer literalmente. ― Charlie apontou para as minhas calças.

― Oh! ― Falei quando olhei para baixo. Levei minhas mãos sobre o volumo na inha calça tentando escondê-lo. Extremamente envergonhado com aquilo. ― Só para deixarmos claro, isso nunca aconteceu antes, ok? Eu costumo ter muito controle sobre mim, é só que...

― Tudo bem. ― Charlie acenou positivamente ainda rindo. Ela se aproximou da cama e se sentou ali. ― Eu fiz isso com tanta facilidade, estou até honrada. ― Charlie sorriu debochada e piscou para mim enquanto se deitava e se cobria até a altura do queixo.

― Você está é? ― Olhei para ela sem acreditar que ela continuava debochando da minha cara.

Ela apenas respondeu acenando positivamente e percebi que ela estava se mexendo embaixo do cobertor.

― O que você está fazendo? ― Olhei confuso ao vê-la daquele jeito.

Charlie riu e então tirou as mãos para fora do cobertor mas continuou com ele até a altura do peito, percebi que ela segurava um pano na mão e... não é um pano, é o seu vestido! Ela o jogou na minha direção e o vestido bateu no meu peito e caiu no chão diante dos meus pés.

― Você estava falando sério... ― Olhei para o vestido diante dos meus pés sem acreditar. Logo em seguida eu fui atingido por mais duas peças, primeiro um sutiã e depois uma calcinha que caiu sobre o meu ombro.

Peguei a calcinha do meu ombro e a olhei sem acreditar, depois olhei para Charlie na cama.

― Apaga a luz, por favor? ― Ela pediu sorrindo.

― Ai meu pai. ― Engoli em seco.

Não, eu não posso ser tão crápula a ponto de fazer isso. Ela está bêbada e amanhã de manhã vai se arrepender amargamente disso, mesmo acreditando que o que se é dito bêbado (ou feito) é pensado sóbrio mas mesmo assim. Preciso cumprir a minha palavra com os rapazes, assim como não quero magoar Charlie.

Recolhi as roupas dela do chão e as juntei, colocando-as ao pé da cama. Olhei para Charlie e percebi que ela já estava completamente apagada, dormindo com a boca aberta, roncando e com o cabelo caído no rosto.

― Que surpresa! ― Destranquei a porta e desliguei o interruptor, apagando a luz e fui me deitar no chão. ― Boa noite Charlie.

Não demorei muito para pegar no sono, mesmo com o som alto do ronco de Charlie e aquele colchão nada confortável.

Abri os olhos quando senti algo subindo pelas minhas pernas e vi o volume sobre o edredom.

― Mas que po... ― Comecei a falar e me segurei na borda do edredom, com medo do que quer que ia sair dali debaixo. Uma mão branca com as unhas pintadas de algum tom de vermelho escuro, subiu pelo meu peito e logo em seguida quem apareceu foi Charlie, saindo debaixo do edredom. ― Charlie?

Ela se sentou sobre as minhas coxas e se apoiou com as duas mãos no meu peito. Charlie estava usando suas roupas novamente (ainda bem). Olhei para ela surpreso e ela sorriu.

― Pete. ― Meu nome saiu como um gemido da sua boca.

― O que você está fazendo? ― Perguntei ainda confuso.

― Eu quero você, Pete. Quero tanto você! ― Ela mal terminou de falar e se abaixou, escondendo seu rosto no meu pescoço e depositando beijos de leve por ali. Charlie subiu um pouco mais sobre mim e se sentou sobre o meu quadril de forma estratégica, se é que me entendem.

― Você quer? ― Repeti sem acreditar que ela havia realmente falado isso em voz alta. ― Eu também quero você. ― Levei minhas mãos para as suas coxas ao lado do meu corpo e ela começou a subir os beijos do meu pescoço pelo meu maxilar e depois até a mandíbula. Oh, não! Ela provavelmente está bêbada ainda. Não posso fazer isso. ― Não. Não. Não. Não.

Falei com um choramingo por ter que afastá-la de mim, segurei seu dois braços e a obriguei a se sentar sobre mim novamente. Charlie soltou um gemido agoniado e me olhou com cara de cachorrinho pidão quando a afastei.

― Não posso fazer isso, Charlie. Você está bêbada ainda. ― Apertei meus lábios, sem acreditar que estava mesmo falando aquilo.

Charlie fez um biquinho de desapontamento e fungou baixinho como se fosse chorar, ela voltou suas mãos para o meu peito e continuou deslizando-as ali.

― Eu não estou bêbada. ― Ela falou. ― Você não me quer? Vai partir meu coração dessa forma, Pete?

― Não. Não. Não. Não quero partir seu coração. Eu quero tanto quanto você mas... ― Passei a língua pelos lábios, fazendo uma pausa para pensar. ― Tem certeza que não está bêbada?

― Absoluta! Ninguém precisa saber, vai ser nosso segredinho. ― Ela abriu um sorriso malicioso e olhou para as minhas mãos que ainda seguravam seus braços, me esperando soltar.

― Ninguém precisa saber? ― Mordi meu lábio inferior e fui soltando seus braços lentamente.

― Ninguém! ― Ela acenou positivamente, me deixando ainda mais convencido disso.

Ela tirou o seu vestido e o jogou para o lado, ficando sobre mim vestindo apenas o conjunto de lingerie preto que estava havia tirado um pouco antes. Colocou o dedo indicador sobre os meus lábios, fazendo um sinal de Shhh.

― Quer ver o que Cece me ensinou? ― Ela perguntou e sorriu. Acenei positivamente sem desviar meus olhos do corpo dela. Minhas mãos subiam e desciam pelas suas coxas ao lado do meu corpo. Charlie passou a mão pelos cabelos jogando para trás, então começou a rebolar bem devagar no meu colo. Suas mãos deslizavam do meu peito para o meu ombro e ela ia aumentando o ritmo do rebolado. ― Você gosta disso, Pete?

Respondi com um sonoro ''Uhum'', Charlie parou de rebolar por um momento e me olhou um pouco confusa.

― Pensei que estivesse gostando. ― Ela falou.

― Eu estou, eu super estou. ― Respondi, sem entender o porque dela ter parado e dito isso.

― Não parece. ― Charlie respondeu e se afastou para trás no meu colo, se sentando sobre as minhas coxas novamente. Ela então colocou sua mão dentro da minha calça de moletom e cueca, tateando ali a procura de alguma coisa. A boca de Charlie então se abriu, formando um perfeito O em surpresa. ― Cadê?

― Cadê o que? ― Perguntei confuso.

Charlie apenas encolheu os ombros como se sentisse muito, rapidamente coloquei minhas mãos dentro da calça também e não havia nada ali. Nada, não havia nada, era como se eu fosse um boneco Ken.

― Ken Man! ― A porta do quarto se abriu e a luz se acendeu.

Uma multidão de gente começou a entrar no quarto, incluindo a banda da fanfarra da escola, os cara da ROR, As garotas da Kappa, os Alpha Tau e quem liderava o protesto era ninguém mais ninguém menos que Johnny.

― Parabéns, Peter. Você é um Ken Man! ― Ele gritou e todos ali riram. ― Vem querida, vem com um homem de verdade. ― Johnny falou confiante e ofereceu a mão para Charlie.

― Sinto muito, não sinto não. ― Charlie falou e deu de ombros, pegando a mão de Johnny.

― Nãoooooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!! ― Gritei em desespero e acordei. Me sentando bruscamente no colchão.

― Cala a boca, idiota! ― Ouvi Charlie resmungar e cobrir até a cabeça com o edredom. Olhei tudo a minha volta e vi que foi só um sonho.

Charlie continuava dormindo na cama, suas roupas ainda estavam no pé da cama.

― Foi só um sonho. Só um sonho... ― Falei para mim mesmo.

Esfreguei o rosto com as mãos e me levantei do colchão, saindo do quarto. A casa ainda estavam em silêncio o que só podia significar que todos ainda estavam dormindo. Fui até o banheiro e comecei a escovar os dentes, quando ouvi alguém bater na porta.

― Estou indo! ― Gritei com a boca cheia de pasta e corri até a porta. Abri a mesma e encontrei Amy ali.

― Oi, Pete. E aí, tudo bem? Eu estou aqui procurando pelo corpo da Charlie, caso vocês tenham matado ela e decidido e esconder os pedaços do corpo no porão. ― Ela sorriu animada ao dizer isso.

Notas finais
Gostaram? Não esqueçam de comentar! ;)