Changes of Destiny
5 O jogo
Os quatro se entreolhavam desconfiados com seus respectivos amontoados de cartas de baralho na mão. Pensaram, de primeira, em jogar buraco, mas Carly não entendia muito bem como as regras funcionavam.
A mesinha perto da cama do hotel coberta com uma toalha vermelha dava um ar mais característico ainda a um jogo de cartas. Resolveram optar por um jogo simples onde formariam duplas. A pessoa da dupla que conseguisse formar quatro cartas iguais em número primeiro venceria, mas teria que dar um jeito de avisar seu parceiro. Se alguém de fora percebesse uma movimentação estranha: game over!
Estava divertido ir para a terceira rodada. Griffin havia comprado algumas cervejas que já estavam se esgotando. A tensão desse quase primeiro dia de aula tomara os quatro em cheio. Todos já haviam bebido pelo menos duas garrafas.
Carly fazia dupla com Sam e Griffin com Freddie. Isso seria muita ironia se eles não tivessem realmente tirado na sorte minutos antes. Um bom "zerinho ou um" se encarregou de decidir quais seriam as duplas formadas.
— Games! — gritou Carly enquanto olhava para Sam vitoriosa.
Freddie bufou olhando para Griffin com raiva. Colocou as suas quatro cartas iguais na mesa e disparou:
— Estou te dando o sinal há uns 6 minutos! — o moreno gritou — Está cego, cara?
Griffin colocou uma das mãos sobre a cabeça enquanto apoiava seu cotovelo na mesa. Começou a rir porque se lembrou como Freddie era competitivo e provavelmente estava bravo de verdade. O bad-boy não ligava para essas coisas tanto quanto o nerd.
— Foi mal! — disse Griffin rindo um pouco — Estava meio distraído.
Freddie deu de ombros e se levantou para pegar mais uma cerveja no frigobar. Aquela era a última presente ali, então sabia que teria que perguntar se alguém ao menos queria dividir com ele.
— Ei, é a última garrafa, — disse se levantando com a bebida na mão — alguém vai querer?
Sam o olhou pensando que poderia beber mais cerveja, porém desistiu quando percebeu que estava mesmo era com fome. Carly fez um movimento com as mãos negando e Griffin apenas respondeu "pode beber".
Freddie tinha aprendido a apreciar o gosto por uma boa bebida alcóolica, em especial, as cervejas. Sentia arrepios todas as vezes que se lembrava o que sua mãe pensaria disso e, ainda pior, o que pensaria se descobrisse que o garoto tinha uma identidade falsa desde quando estava no Canadá para conseguir essas belezuras.
Estava encarando Sam ainda em pé enquanto a loira dava uma olhada em suas unhas. Ele sentiu seu corpo esquentar quando ela começou a tirar a franja dos olhos e se voltar para ele. Queria ficar sozinho com ela. Estava doido para que eles pudessem usar aquela cama enorme que existia ali no quarto de Griffin. Teve vontade de disfarçar quando ela percebera que a estava encarando, mas seu corpo não parecia obedecer seus comandos racionais.
Carly os olhou curiosa. Tinha percebido que eles estavam trocando olhares esquisitos. Se virou para o motoqueiro ao seu lado para checar se ele também havia percebido. Desejava inventar uma desculpa para sair dali com Griffin, mas sabia que isso seria estranho demais para se fazer na frente de Sam.
Griffin começou a juntar as cartas da mesa e as guardar num potinho apropriado. Estava pensando em que discurso inventar para sair do quarto, afinal, tinha dito que teria um compromisso e até agora não tinha pensado em um convincente. Freddie fez uma menção discreta para o amigo começar a acelerar as coisas e fazer o que tinha que fazer logo. Na verdade, Griffin estava frustrado, queria ir para fora dali com Carly, mas nenhuma brecha crível para que isso acontecesse aparecia.
— Já está na minha hora, — começou o bad-boy — mas não se preocupem. Vocês podem ficar a vontade aí. Devo voltar só no final da tarde. Minha moto está fazendo um barulho estranho e preciso sair para comprar umas peças. Creio que vá demorar.
Ele sentiu suas bochechas arderem pela mentira tão deslavada que contara. Carly, também, não tinha a mínima vontade de continuar ali dentro, provavelmente, segurando vela para o casalzinho que estava prestes a ir do ódio profundo ao tesão.
— É incrível que conserte sua própria moto. Eu já consertei a de várias pessoas, mas nunca tive a minha. — Sam falou um pouco pensativa.
Freddie se perguntou porque achara aquilo adorável. Que ódio que sentia. Tinha plena consciência de que aquela garota era o próprio demônio. Não havia nada de adorável nela. Deveria manter seus pensamentos lúcidos para que aquilo não mexesse com ele, tinha raiva de ser tão cego quando se tratava dela. Ele tinha perfeita ciência de quem era Samantha Puckett. Ela não tinha doçura, não tinha compaixão e muito menos algo que pudesse descrevê-la como "adorável". Precisaria se lembrar disso mais vezes.
— Logo, logo vai ter a sua, loirinha. — Griffin soltou com um sorriso amistoso — Garotas que gostam de motos merecem tudo de bom.
Sam sorriu e o olhou com ternura. O nerd que acompanhava com atenção todas as suas feições estava visivelmente indignado pela garota ser completamente doce com Griffin a troco de nada. Por que ele nunca recebera aquela olhar? Por que ele não merecia a doçura de Samantha?
— Se você tem que ir mesmo, — Carly começou olhando pra Griffin — a gente se vira aqui. Quando sairmos deixaremos a chave embaixo do tapete de entrada. Qualquer coisa te mando uma mensagem.
O menino sorriu para ela desejando tirá-la dali com ele. Sentiu-se tão idiota por querer tanto aquela garota. Estava começando a perceber o efeito que causava nele e tinha medo que fosse amor.
Nunca havia se apaixonado antes, muito menos pensou que isso aconteceria conhecendo tão pouco uma pessoa. Ele sabia que Shay tinha algo diferente, porque realmente nunca havia se atraído por uma menina como ela. Nunca havia se atraído assim por ninguém.
Griffin já havia batido a porta, enquanto Carly encarava ele indo embora sem a mínima ideia do que faria naquele quarto. Viu Sam se levantar da cadeira para se sentar na cama perto do pequeno telefone preto que estava na cômoda.
A loira deu uma checada em um papelzinho do lado e se apressou em ligar para a recepção.
— Alô? Ah, sim. Eu gostaria de saber se o serviço de almoço ainda está funcionando — a loira falava empolgada ao telefone — Sim? Perfeito! Eu gostaria de ter aqui no quarto mesmo!
Ela olhou atentamente a uma gaveta que ficava logo abaixo de onde telefone estava. Abriu e logo encontrou o que queria. O cardápio era melhor do que ela esperava, estava ciente de que era um bom hotel e que Griffin tinha grana, mas não sabia que era tão bom.
— Eu vou querer um prato com doze costelas ao molho barbecue grandes, um balde família de discos de frango frito com ketchup ao lado e um taco de vegetais picantes. — a garota olhava fascinada para o cardápio como criança olha doces — Não posso me esquecer... Um pudim de pote também!
Freddie estava tentando ao máximo não deixar seu queixo cair. Lembrava-se que Sam adorava comer, mas não se lembrava que era tanto. Imediatamente deu uma checada na barriga da loira que estava um pouco a mostra quando sua blusa se levantou levemente enquanto ela estava naquela posição. Quis perguntar na hora como ela tinha aquele corpo e ainda conseguia comer mais que ele e Griffin juntos.
Sam desligou o telefone com um sorriso imenso no rosto.
— Isso aqui é incrível! Eles tem de tudo! — a garota exclamou ainda dando uma última checada no cardápio.
— Vai explodir depois que comer isso tudo, Puckett. — Freddie disparou sem pensar.
"O quê?" Sam se perguntara onde havia deixado sua meia de manteiga, porque esse seria o momento perfeito para usá-la. Quem o nerd pensava que era para falar dela daquele jeito? Quem ele pensava que era para determinar a quantidade ideal de comida que Samantha deveria ingerir?
— Vou explodir a sua cabeça, isso sim, nerd. — quando Sam declarou, Carly a olhou com surpresa.
Freddie achou que tinha feito apenas um comentário inocente. Conseguiram se dar tão bem na festa, achou que aqui não seria diferente. Naquele momento teve certeza que Sam não havia mudado em nada, continuava a mesma agressora de sempre. Mas, Freddie, não era mais aquele bobinho de dois anos atrás.
— Pode vir, valentona. — ele riu em sarcasmo — Não sinto nem um pingo de medo!
Ele a lançou um olhar desafiador e a loira teve certeza que nunca havia sentido tanta raiva em sua vida. Tinha se esquecido completamente como Freddie a irritava. Ela tinha vontade de colocá-lo no seu lugar. Um nerdinho soberbo que nunca e nem seria superior a ela. Era assim que pensava.
— Então, vamos ver o que sente quando eu fizer isso! — Sam levantou sua mão esquerda, a melhor para socos, perto do rosto de Freddie, mas se assustou quando ouviu um grito escandaloso, a fazendo parar imediatamente.
— Já chega! — Carly gritou — Vocês parecem duas crianças! Que insuportável!
A morena estava certa que os dois não se entenderiam e que Griffin estava maluco quando achara que aquele plano funcionaria. Achara um desperdício estar ali ouvindo a briga idiota dos dois enquanto podia estar saindo com o bad-boy ou assistindo A Vaquinha em casa.
— Eu não fico aqui nem mais um segundo! — exclamou antes de bater a porta com raiva deixando o quarto.
Sam olhou com fúria para o nerd.
— Está vendo o que fez? Conseguiu irritar até a Carly! — a garota disparou enquanto apontava para a porta que Shay havia batido.
Sentou-se na cama emburrada, em seguida.
— Você sabe que isso não é verdade, Samantha... — Freddie disse calmo — nós dois a irritamos.
Sam tentou ponderar, mas o bobalhão havia acabado de chamá-la de Samantha. Que diabos é isso? Ele sabia que Sam não gostava de ser chamada assim.
— E você sabe que eu odeio que me chamem de Samantha. — fez aspas com as mãos mostrando repulsa ao seu próprio nome.
Começou a morder a parte interna da bochecha nervosa e a balançar o pé um pouco impaciente.
— Também sei que quando está brava morde a boca, sabia? — Freddie a lançou um sorriso de lado característico.
Com toda aquela confusão que acontecera desde que Griffin havia chegado, Sam não reparou em quanto Freddie estava diferente. O Canadá parecia ter feito bem a ele. É verdade, o garoto tinha mudado radicalmente sua aparência física e a loira pensava se era possível que isso pudesse acontecer em apenas dois anos.
Reparou que seus ombros estavam mais largos e seus braços mais definidos. Seus músculos apertavam a manga daquela polo vermelha com listras azuis que ele estava usando e Sam se perguntou porque odiava listras em todos os caras, mas em Freddie parecia ficar bonito.
— Me desculpa, Sam. Sei que não gosta que te chamem pelo seu nome completo. — o moreno disse sereno sentando na cama também.
Sam o acompanhou em seus movimentos enquanto ele sentava. Freddie pareceu tão doce que ela nem dera tanta atenção ao que ele tinha acabado de fazer. Tinha engolido seu orgulho para ficar bem com a loira, esse fato passou despercebido por Sam.
— E foi mal também por ter dito aquela parada da comida, — continuou e deu um pequeno riso — na verdade, acho incrível que você tenha esse corpão mesmo comendo essas porcarias.
A garota riu abafado e reparou que Freddie a estava olhando como nunca tinha feito antes. Ela sentiu sua pele rosar nas bochechas quando percebeu que o moreno encarava seu corpo de maneira maliciosa.
Há quanto tempo estava sem sexo para pensar que aquilo foi atraente? "É insanidade querer foder com o nerd", pensou. Mas, não pôde conter os pensamentos que vieram em seguida. Sam achava que as sobrancelhas grossas de Freddie eram harmoniosas e contrastantes — simultaneamente — com seu rosto um pouco delicado. Quando prestou atenção em seus olhos tão expressivos cor de molho de carne sentiu suas pernas amolecerem.
Não era possível que estava desejando o idiota. Ela queria se controlar, pensar racionalmente e chegar na conclusão que aquilo era apenas carência. Abstinência de sexo. Loucura passageira. Ela queria pensar que aquilo era tudo, menos uma atração genuína por Fredward Benson.
Olhou para o sorriso de lado com um toque puro que o moreno ainda sustentava enquanto a olhava. Pensou que era ridículo o quanto um sorriso poderia causar um efeito tão avassalador em suas partes íntimas. Sam estava se concentrando para cair em si e colocar na mente que não valia a pena ficar com o Benson, ela jurava que estava se concentrando.
Mas, sua mente não estava falando mais alto, seu corpo sim.
Como num surto urgente Sam tomou seus lábios segurando parte do seu rosto e de sua nuca com uma de suas mãos.
Freddie sentiu seu tórax pulsar em faíscas internas por longos segundos, enquanto tentava corresponder a urgência daquele beijo segurando sua cintura com uma força desnecessária.
Ele estava sentindo um gosto quente e doce que exalava da boca da garota. Sentia seu corpo implorar por cada célula do corpo de Sam. Fredward pensara que nunca tinha beijado alguém que tinha um sabor tão viciante. Pensara que nunca tinha tido um desejo como aquele.
Sua carne nunca esteve tão descontrolada como naquele momento, já havia sentido seu membro pulsar embaixo do jeans que usava e concluiu que nunca havia sentido tanto tesão antes. Não assim.
Ele teve o ímpeto de experimentar todos os gostos que existiam nela e se colocou a beijar com fúria seu pescoço que estava quase pelando em prazer. Sentiu-se arrepiar por toda espinha ao sentir a pele da garota em sua boca enquanto dava lambidas indelicadas por toda extensão perto da clavícula esquerda da garota.
Sam arfou no ouvido dele achando que não poderia ficar mais molhada quanto já estava. Segurou seu membro por cima da calça e quis acabar com tudo aquilo de uma vez por todas. Escutou um gemido rouco de Benson escapar enquanto ele sentia seu cheiro por baixo de seus cachos.
Freddie se pôs a tocar por baixo da blusa fina que Sam estava usando e achou que seria difícil aguentar mais tempo sem tê-la completamente para ele. Ouviu Sam suspirar bem perto de seu pescoço enquanto ele arrancava aquele tecido.
Fitou os seios fartos da loira presos naquele sutiã sem glamour, mas sexy, — porque tudo ficaria sexy envolvido por um par de seios como aquele, pensou Freddie — e sentiu extrema vontade de arrancar quando viu que seu fecho era na parte da frente.
Sam quase gritou abafado quando Freddie conseguiu se livrar de todos aqueles panos e quando ele começou a chupar seu mamilo com volúpia. Ela sentia suas costas arquearem na mão do moreno e teve certeza que ele a estava segurando porque se sentia amolecida em cada partícula do seu corpo.
O nerd se afastou e começou a tirar sua roupa com as íris negras de desejo por aquela gostosa que estava em sua frente. Ele achava que estava dentro de uns de seus sonhos eróticos, pois não conseguia simplesmente acreditar que poderia existir na vida real um desejo como aquele.
Ele iria provar que era bom. Queria ouvir Sam gemendo o seu nome por longos minutos, queria possuí-la sem pudor ou delicadeza.
Em irracionalidade, Freddie começou a tirar os sapatos de Sam que ainda a impediam de deitar na cama. A agarrou em seus braços aconchegando a loira deitada em um dos travesseiros que havia ali. Olhou em seus olhos azuis escuros de prazer e sorriu levemente ao reparar em seu rosto angelical que não condizia nada com sua personalidade.
Começou a tirar os jeans escuros da loira num desespero incompreensível. Sam gemeu baixo esperando Freddie e percebeu que seu corpo não reagira bem quando ele se afastou.
O moreno olhou para a calcinha fina que a loira usava. Suspirou e a roubou um beijo nos lábios inebriante e um tanto bruto. Passou, então, a lamber toda a extensão do tórax de Sam. Pulou seus seios de propósito e deu uma leve mordida na curva da cintura dela.
Samantha gemeu em desconexo.
— Anda, Freddie... — disse baixinho.
O nerd sorriu ao ver Sam se entregando completamente a ele. Passou seus dedos perto do clitóris dela em cima daquele tecido que ela ainda usava. A garota arfou olhando para seus movimentos.
Freddie arrancou a última sanidade que ainda havia lhe restado junto a calcinha de Sam. Rapidamente introduziu seu dedo médio dentro da garota e sorriu satisfeito ao vê-la com semblante de prazer. "Deliciosa", pensou.
Começou a lamber seu clitóris enquanto conduzia seus dedos já postos na menina em movimentos de vai e vem. Estava adorando ver Sam gemer alto.
Se demorou com seus dedos fazendo movimentos completamente inseridos nela. Acelerou o trabalho de sua língua no ponto de prazer da loira e sentiu suas costas doloridas onde Sam enfiava as unhas.
Gemia entre pausadas quando percebeu seus dedos completamente encharcados. Colocou suas mãos na cama enquanto voltava para cima de Sam afim de beijá-la. Ambas respirações eram descompassadas em um ritmo até complementar — se isso não fosse muito brega de se dizer.
— Você é tão gostosa. — disparou Freddie fazendo Sam se virar de quatro para ele.
Estava tão excitado que achava que pudesse explodir.
Sam estava em êxtase a ponto de quase implorar para Freddie estocar dentro dela.
O olhou por cima do ombro enquanto seus graciosos cabelos caíam pelo lado oposto de seu olhar. Freddie achou que estava no paraíso. Mal podia acreditar o quão maravilhosa ela era.
Sam começou a empurrar a parte traseira do seu corpo quando viu o membro de Fredward completamente desnudo.
— Freddie... — ela dizia entre algumas respiradas — sem camisinha não.
Ligeiramente, Benson se levantou da cama para procurar preservativos na carteira que estava em sua mochila. Encontrou e quis voltar urgentemente para possuir aquela garota.
Sam ainda estava completamente de quatro e completamente pronta para ele. Sem pensar muito, Freddie colocou aquela camisinha na velocidade da luz e deu sua primeira estocada em Sam.
Seus olhos fecharam e ele percebera que aquilo havia arrancado um gemido alto dos dois.
Freddie começou a estocar em um ritmo prazeroso e sem muita cautela por não aguentar mais não estar dentro dela. Ele movia a cintura de Sam de acordo com seus movimentos.
Começou a massagear seu clitóris enquanto a penetrava habilidosamente.
— Nerd... — Sam dizia em gemidos — isso, não para, porra...
Sam se sentia desconcertada. Nunca havia experimentado um sexo tão bom assim antes. Com Jonah não havia sido assim, nem com quem ela teve um tesão momentâneo em outras noites. Desde o primeiro toque estava extasiada.
Aquilo era diferente.
Ela sentia seu corpo estralar fogos de artifícios e sua pele arder enquanto Freddie a possuía se debruçando brincando com um de seus seios. Ele gemia alto e Sam se sentiu vitoriosa por ele estar tão excitado com aquilo quanto ela.
Se virou quando Freddie havia parado de estocar e havia ficado uns segundos com seu pênis parado dentro dela aproveitando cada sensação daquela loucura. Ele a olhou ofegante e entrelaçou seus dedos na parte de baixo do cabelo de Sam.
Freddie se pôs por cima da garota e começou a entrar com mais força e com mais rapidez.
— Estou louco para que você goze pra mim, Sam — disse ele ofegante perto de seu pescoço.
Sam sentiu que não aguentaria por mais tempo quando ouviu aquelas palavras de Freddie perto de seu ouvido. Sentiu uma parte do corpo do moreno encostar em seu ponto mais sensível enquanto ele ainda estava dentro dela entre penetradas intensas. Soltou um gemido alto e puxou a parte de trás do cabelo dele com força quando chegara ao ápice.
Freddie gozou assim que ouviu Sam gemer.
Ambos estavam paralisados enquanto se olhavam com as testas coladas respirando pesadamente.
O que tinha sido aquilo? Foi insanamente maravilhoso. Foi ridiculamente inesquecível.
De repente, Sam se afastou procurando por suas roupas e isso tinha deixado o Benson confuso. Não é possível que a loira não tinha sentido a mesma coisa que ele. Era impossível que ela não tinha achado que aquilo tinha sido inacreditavelmente bom.
Ele não entendia.
— O que foi? — Freddie perguntara enquanto tirava o preservativo do seu pênis.
Sam o olhou indecifrável.
— Isso nunca mais vai acontecer de novo, entendeu?
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