Changes of Destiny
18 Caminho além do literal
Notas iniciais
Freddie pegara seu carro na tarde de sexta-feira afim de buscar Sam para irem rumo ao Last Forest Park. A cidade era um pouco isolada e seu comércio pequeno. Havia apenas um centro movimentado onde os habitantes costumavam frequentar mais. O nerd esperava que pudesse fazer tudo que estava planejando com sucesso. Mas, agora só lhe restava esperar.
A loira conversava com sua mãe sobre a necessidade de acompanhar Freddie. Ela não havia se contraposto nem nada, mas Sam achava que deveria deixar tudo às claras. Realmente queria estar presente para Pam naquele momento e não era o tipo de garota que abandonava as pessoas que amava por um homem.
Mas, aquele não era qualquer homem. Ela sabia disso e queria mostrá-lo que estaria ali por ele a qualquer custo, assim como Freddie fizera com ela. Felizmente, as coisas se ajeitaram incrivelmente e nada poderia deixá-los mais felizes.
— Eu juro, mãe. Assim que eu comprar um celular novo, vou te ligar! — Sam dizia com a mochila pronta nas costas — E você precisa me adicionar aos seus contatos quando eu fizer isso, tudo bem?
Pam sorriu e a confortou pelos ombros. Nunca havia sido cuidada de uma forma tão especial. Julgava estranho ainda esse cuidado todo vir de sua filha menos carinhosa, mas não podia apreciar mais. Estava preocupada com Sam, queria protegê-la desse tal de Leonard Benson, mas sabia que a garota sempre fora forte o suficiente para arcar com as suas próprias escolhas.
Mesmo que as tentativas da Puckett-mãe com o amor fossem um pouco frustradas, ela acreditava que sua filha devia apoiar o homem que amava. Sentia seu coração em paz ao pensar em Fredward. Ela ainda não havia lembrado quem era, mas, por algum motivo tinha o melhor dos sentimentos sobre ele.
— Você já repetiu isso umas cem vezes! — respondeu brincando — Já entendi tudo. Agora, você precisa entender uma coisa. — suspirou com um olhar sério — Se cuida, Samantha. Eu estou longe de ter cara de avó!
— Mãe, você é sem noção.
Sam revirou os olhos e quis acabar logo com aquele constrangimento. Fala sério, Pam Puckett dando aula de educação sexual? Corta essa. Afinal, ela sempre se cuidava. Quando mantinha relações com Jonah no ano passado, usara camisinha todas as vezes. Sempre quis tomar anticoncepcional injetável, achava infinitamente mais prático. Para sua satisfação, no começo desse ano conseguira esse feito com sua ginecologista.
Finalmente, aquele momento de puro silencio desconfortável havia se quebrado com o barulho da campainha. Sam julgou ser Freddie no exato momento, mas se enganou.
— Oi, Carls! — disse com um sorriso batendo na própria coxa.
Carly sorriu e adentrou a residência da loira. Havia pensado que jamais deixaria Sam ir sem se despedir oficialmente. Era apenas um fim de semana, mas vocês sabem como é Carly Shay.
A loira contara a ela sobre todo o lance com Freddie logo na manhã de segunda feira. A morena teve que fingir que não sabia de nada e até sorriu largo quando Sam confessou que estava mesmo apaixonada. Ela não entendia ainda muito bem essa questão do sexo casual, mas queria apenas ver Sam feliz. Estava achando um máximo que sua amiga estivesse tão empenhada em ajudá-lo, em ser sua força. Carly realmente admirara isso.
Desejou ter feito o mesmo com Griffin.
— Em um dia descubro que você está apaixonada e no outro sai de lua de mel? Sam! Isso é incrivelmente bizarro! Mas, é incrível mesmo assim! — ela dizia com um entusiasmo um pouco exagerado, ainda mais porque isso se tratava de uma fuga contra um psicopata.
Sam rira com as sobrancelhas se arqueando.
— Lua de mel? Shay, se liga! Estamos, tipo, correndo de um louco. Não tem nada romântico nisso!
Carly preparava-se para responder, mas as três foram surpreendidas por uma buzina alta que vinha do lado de fora. Na Range Rover azulada que agora estava estacionada na frente da casa das Puckett, Freddie brigava com Griffin que apertara a buzina de propósito. O bad-boy estava no banco do carona e fora até lá com o amigo para se despedir de Sam.
Ainda não havia se acertado com Carly, a garota tinha saído de sua casa chorando naquela tarde de quarta-feira e até então os dois não mantiveram nenhum contato. Griffin estava magoado demais para falar algo e Carly não suportou ter sido rejeitada. O diálogo que tentaram ter não passou de mais uma estúpida briga e eles, simplesmente, não conseguiam se entender. A morena pensava estar certa, mas o motoqueiro também julgava-se como o certo da situação. O orgulho pairava sobre ambos e, naquele momento, era mais forte que qualquer outro sentimento que possuíam um pelo outro.
Pam, Carly e Sam abriram a porta e deram de cara com os meninos ajeitando o porta-malas que ainda estava cheio de tralha da festa de Griffin. Quando se aproximaram, o bad-boy virou para olhar Carly e eles ficaram se encarando por um tempo.
— Oi senhora Puckett, como está? — o nerd começou se aproximando da mulher — Eu sou Freddie. Espero que esteja tudo bem pela senhora eu levar a Sam.
Pam sorriu e apertou a mão do garoto que estava estendida em sua direção. Sentiu que ele cuidaria de sua filha com maestria caso um dia faltasse. Era estranho ter esse tipo de pensamento quando falamos de um namoro adolescente, mas Pam não pôde evitar. Claro que queria viver o suficiente para ver suas filhas crescidas e adultas, mas temia que isso não acontecesse. Após o coma alcóolico, muitos traumas surgiram em sua mente.
— Claro, rapaz. Para de me chamar de senhora, me sinto velha demais. — sorriu simpática dando um tapinha amigável em seu ombro — Eu vou ficar bem. Vocês não precisam se preocupar.
A loira a olhou sorrindo.
— Maneira a sogrinha, Freddie! — Griffin gritara em impulso.
Benson o repreendeu firmemente e os dois se surpreenderam ao ouvir Pam.
— Eu sempre quis um genro decente que me chamasse de sogrinha!
Sam revirou os olhos e pediu para que sua mãe entrasse em casa logo. Ela gargalhou e deu uma piscadinha cúmplice a Freddie enquanto era praticamente empurrada pela filha. As duas já haviam se despedido muitas vezes. Os abraços foram longos e as palavras necessárias já haviam sido ditas, então Pam se contentou em adentrar desejando mentalmente que Sam ficasse segura. Estava muito orgulhosa dela por estar fazendo aquilo e queria ficar cem por cento curada para que a loira também sentisse orgulho dela.
Freddie guardava algumas coisas em seu porta-malas. Ele já havia comprado comida para evitar mais trabalho quando chegasse lá. Levava mantimentos básicos de mercado e arrumava as compras no espaço com delicadeza. Seus dotes culinários até eram dignos de apreciação, já que ele teve que cozinhar bastante em Toronto. Foi lá que aprendera a fazer bons pratos para matar sua fome.
Então, ele vira que ainda havia um espaço considerável ali e observou Sam.
— Quer colocar sua mochila aqui, amor? — ele perguntara despretensioso.
Sam não pôde conter um mínimo sorriso que já estava se formando em seu rosto.
— Amor? — Griffin ria enquanto encarava os dois.
Freddie finalmente percebera que estava fazendo aquilo com frequência. Refletiu tentando lembrar qual fora a última vez que a chamou pelo nome diretamente, mas falhou. Era incrível como as coisas entre eles apenas aconteciam naturalmente. Nada fora arquitetado, ele só sentia que precisava chamar aquela garota de amor. E que mal havia nisso se era um sentimento completamente genuíno?
— Deixa de ser mala. — disse Carly encarando Griffin mais uma vez.
Sam surpreendeu-se um pouco com a atitude de sua amiga. Dificilmente, soltava uma fala ríspida assim fora de um contexto propício. A loira, inclusive, havia percebido que os dois estavam um pouco distantes de uma maneira esquisita. Quando se encontravam, era possível sentir o clima pesar. Tinha, definitivamente, algo errado.
Griffin abaixara a cabeça em desânimo formando um bico chateado em seus lábios. O quão triste estava a ponto de nem ter forças para revidar? Desejava resolver logo essa situação, mas sentia seu coração congelar toda vez que se lembrava do que Carly havia dito a seu respeito.
— É isso, gente. — disse Freddie ao fechar a porta traseira de seu carro — Estamos indo.
Sam decidiu ir com sua mochila recostada no pé. Ela achava que podia querer mexer em algo ali durante a viagem, então queria mantê-la perto de si.
Encarava seus amigos respirando fundo e observou que Carly pendurava um olhar levemente preocupado. Deu um abraço intenso em Griffin e ele acariciou seus cabelos os bagunçando um pouco. Abraçou sua amiga e quis agradecê-la infinitamente por estar cuidando de sua mãe. Sua família não era a mais comum, mas com certeza era preciosa. Os Shay nunca deixaram nada faltar para Sam, mesmo sem qualquer obrigação. Ela nunca soube como agradecer, mas sabia que eles tinham ciência de que ela os amava.
As duas se entenderam pelo olhar quando Sam se soltou do abraço e andou em direção ao carro.
Freddie abraçava Carly apertado em agradecimento por tudo também. Se demorou em seu abraço com Griffin e lançou um sorriso esperançoso para ambos.
— Se entendam, amigos. — disse quando Sam bateu a porta — Eu daria tudo para não ter segredos com a Sam, então não desperdicem o que vocês tem. — ele suspirou pesadamente — Pode ter doído, mas vai passar. Não vou deixar que nada de mal aconteça com nenhum de vocês, mas fiquem juntos senão eu mesmo faço questão de esganar os dois.
Eles riram e Carly comprimiu os lábios assentindo apenas com sua expressão. O bad-boy o lançou um aceno do topo da cabeça e sorriu querendo esquecer toda aquela história. Se entregar novamente a garota que amava estava sendo um de seus maiores desafios.
Freddie deu partida em seu carro e Sam imediatamente ligou o ar e em seguida o rádio. Na calmaria daquela estação, saíram as ondas sonoras de Session 32 de Summer Walker. A garota repousou sua cabeça para trás acomodando-se no apoio do banco. Fechou os olhos e mexeu-se no ritmo da música enquanto lambia os lábios.
O nerd sorriu a observando entre olhadas curtas. Concentrava-se nas ruas, mas pensou que podia passar o dia todo apenas a fitando. A esse ponto, já se encantava com mínimas atitudes que sua loira demonstrava. Ou melhor, seu amor. Freddie rira sozinho ao se lembrar que realmente a chamou desse jeito na frente dos outros. Estava ficando automático, na verdade.
— Freddie? — ela disse quebrando o silêncio — O que você falou pra sua mãe? Achei que era impossível ela te deixar fazer uma coisa dessas.
Ele levantara uma das sobrancelhas concordando um pouco com aquilo.
— Eu não contei onde estamos indo ou o que meu pai disse, mas eu enfatizei que precisava disso e que não teria como ela me impedir. O dinheiro é meu, ou quase... então, é impossível me empatar.
Sam concordou com a cabeça olhando a movimentação na janela. Eles não iriam nem tão longe assim, mas era um alívio pensar que nem a mãe de Freddie e nem aquele pai asqueroso que ele tinha poderiam atrapalhar a paz que sentiriam nesse lugar. Lua de mel, pensou ela comicamente. Como Carly Shay sempre arrumava romance nas mais cabulosas situações?
Por um lado, ela estava certa. Podiam aproveitar um dia a dia grudados apenas os dois, a sós, por três dias inteiros. Não era nada mal, na verdade, era um sonho de tão bom. Se a motivação não fosse tão sinistra, isso podia ser facilmente considerado um ninho de amor. Mas, não era totalmente desse jeito.
Na madrugada de quinta, Freddie instalou as câmeras espiãs como havia comentado. Entre uma lâmpada e outra dos trilhos de iluminação, realmente ficaram imperceptíveis. Testara a imagem algumas vezes, até um exagerado número de vezes para certificar-se que nada daria errado. Ele torcia para que pelo menos uma vez seu pai aparecesse em sua casa, apenas para saber o que ele tramava ou o que conversava com sua mãe, esse seria um bom jeito de desestabilizá-lo. Mantendo-se sempre um passo a frente dele. Porém, o homem ainda era uma incógnita e os arrepios do moreno não diminuíam ao pensar nele.
Quando o carro parou no sinal, Sam repousou sua mão em cima da de Freddie que, por sua vez, estava encostada em sua coxa. Ele a olhou lentamente e entrelaçou seus dedos nos dela. Eles sorriam um para o outro como realmente um casal recém casado. Pareciam fazer inúmeras promessas com o olhar e seus sorrisos se alargavam naquele minúsculo período de tempo.
— Estou aqui com você. Não esquece. — ela disse apertando as mãos para intensificar ainda mais o toque.
Ele beijou toda a extensão de sua mão e a encarou novamente.
— É impossível esquecer. — sorriu de lado e seus olhos se comprimiram um pouco — Desde que você reapareceu, tem sido impossível ficar sem pensar em você.
Voltara a dirigir e Sam pôde sentir sua espinha queimar por completo depois daquela frase. A voz de Freddie havia se tornado seu som favorito, ainda mais quando ele a dizia coisas daquele tipo. Ela achava realmente muito difícil sentir algo tão forte por alguém como sentia por ele. Parecia consumir seu corpo de maneira avassaladora e sua racionalidade se distanciava cada vez mais. A emoção era sua maior companheira ultimamente, ela nem havia parado para refletir onde as coisas estavam indo.
Tinha vontade de apenas se deliciar com aquelas sensações, assim como aproveitava uma brisa batendo em seus cabelos. Pensava ser dois de seus maiores estados de paz: um carinho da natureza que recebia e seu coração em um ritmo totalmente inconstante ao observar Freddie. Nunca havia sentido algo perto disso, a euforia e calma se encontrando em um só. Julgava poético até o jeito que o nome do garoto soava. Era poesia pura a história como se reencontraram e fizeram isso ser uma oportunidade de mudança de vida. Mal podia acreditar que realmente tinha ele em seus braços.
— Sam, eu quero que isso seja uma boa experiência pra você. — comentou após alguns devaneios — Afinal, eu te trouxe aqui, imagina se te arrasto pra uma merda de rolê.
— A Carly disse uma bobagem sobre isso que está me fazendo rir até agora.
Freddie deslizou as sobrancelhas em confusão.
— O quê?
— Ah, Freddie, é ridículo!
— Fala! — seus olhos pareciam infantis de tanta curiosidade que carregavam.
Sam afastou sua franja de perto de seu olho e comprimiu os lábios contendo o início de uma risada.
— Ela disse que é nossa lua de mel. — disparou e riu como se fosse algo realmente absurdo — É escroto, eu não te disse que ela só pensa em casamento?
— Estou me sentindo um otário. Droga, falhei em ser cavalheiro! — a encarou rapidamente — Agora preciso fazer o pedido oficial!
A loira acertou um tapa barulhento em cima de seu ombro. Não podia nem sequer reclamar do deboche de Freddie, porque ela faria igualzinho se tivesse a oportunidade.
— Você é idiota! — exclamou entre gargalhadas — Sabe de uma coisa? — ela fez uma pausa — Eu já rotulei muitas de minhas relações e nenhuma delas tinha uma conexão como a nossa. Estou pouco me lixando pra classificação de sei-lá-o-que. Se você disse que está comigo pra valer, eu acredito.
Ele se virou sorrindo e a lançou uma piscada com um dos olhos. Pensavam a mesma coisa nessa questão, apesar de Freddie ainda querer colocar um anel de compromisso no dedo dela. Sentia vontade que o mundo soubesse que eles estavam juntos e não podia controlar.
— É melhor acreditar mesmo, porque não vou mais te largar, princesa Puckett.
Os dois tinham a sensação que estavam perto do destino, até avistarem uma placa que os levou a certeza. Estavam a 1km da cidade e sentiam um clima de ruralidade os rodear. O verde era muito bem cuidado e tinham paisagens realmente bem bonitas passando por eles. A noite já estava quase caindo, então o céu parecia mudar de cor a cada segundo, o que deixava tudo ainda mais lúdico.
Freddie olhava com atenção para os lados afim de encontrar o endereço exato que Griffin havia o passado. As casas ali eram bem rústicas, mas passavam um ar familiar e bem preservado. Nada parecia manchado ou mal feito. O nerd também sabia que seu amigo não gastava seu dinheiro com porcarias — bom, pelo menos até agora que estava bancando essa lua de mel dos dois.
Avistou uma casa revestida de madeira amarronzada quase que inteiramente e constatou rapidamente que era aquela. O número era bem claro e perceptível, então fez menção em estacionar no pequeno jardim semi-abandonado que havia ali na frente.
Os dois recolheram suas coisas e ajeitaram com cuidado na casa. Freddie guardara as suas compras no devido lugar e riu ao ver Sam enfiando dezenas de pacotes de bolo-gordo que retirara de sua mochila no armário principal.
O lugar era exatamente como Griffin havia descrito. Simples, mas aconchegante. Ao ver o quarto, sentiram que precisavam descansar um pouco naquela cama média que se posicionava no meio.
Sam pulou acomodando-se rapidamente enquanto ligava a TV. Pulou os canais jornalísticos e chatos e bufou ao parar no Dingo Channel. Queria assistir a semi-final de America Sings, mas ainda não havia começado.
Freddie ficou em cima dela enquanto a mesma tentava desviar o olhar para identificar a imagem que aparecia zapeando os canais.
— Freddie, eu quero ver TV!
— Aham, quer sim. — disse enquanto depositava pequenos beijos entre o rosto e o pescoço da loira.
— É serio! — ela ria acariciando com delicadeza o cabelo dele.
Freddie desceu os beijos um pouco para o início dos seios da garota. Ela acompanhou aquele movimento soltando uma risada cheia de incredulidade.
Puxou-o pelo queixo e o beijou nos lábios. O nerd correspondeu deslizando sua mão pela cintura dela. Se demoraram ali até que ele deitou-se ao seu lado em seguida pelo desconforto da posição.
— O que você acha da janta ser lasanha?
Sam arregalou os olhos em admiração.
— Eu amo lasanha! Mas, como pouco porque ninguém nunca me ensinou a fazer.
— Eu te ensino, amor.
A loira sorriu levemente e depositou um selinho na boca dele.
— A minha é a melhor de todas, você vai ver! — disse por fim com empolgação.
Se alguém os visse de fora, com certeza duvidaria que eles já foram capazes de se odiar. Pareciam o complemento perfeito. Tinham a dose perfeita de oposição e similaridades. Era claro que era invejável de se observar: um amor não declarado verbalmente sendo demonstrado em pequenas atitudes. Agora só lhes restava assumir.
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