Catch me if you can
2 Capítulo 2: Back to Home
Na aula........
Svetlana estava a tentar perceber algumas frases na aula de Inglês, pois, ela era russa, e escrevia com outro alfabeto. No final da aula, a professora mandou fazer um trabalho de grupo para a aula seguinte. Como a professora escolheu pares por ordem alfabética, Stuart e Svetlana ficaram juntos.
- Menino Truscott, ajuda a Svetlana. Ela escreve em Cirílico*, por isso ajuda-a. — disse a professora
- Okay, professora. — respondeu ele
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No final das aulas......
Svetlana já estava pronta para ir de volta a casa a pé, mas alguém a agarrou por um braço.
- Hey, Lana. Não te esqueças que temos que fazer o trabalho juntos. Amanhã temos tarde livre, por isso, podemos ir para tua casa, ou para a minha casa. — disse Stuart
- Eu faço o trabalho sozinha e ponho o teu nome. — respondeu ela, cabisbaixa.
- Não. Eu vou ajudar-te. Vais para casa a pé?
- Sim....
- Eu vou com a minha mãe, mas se quiseres ela pode-te levar a casa, onde é que tu vives?
- Na Rua Green Woods em Crawley, na casa 61.
- Tu és minha vizinha!!! Eu vivo na casa 62!! Eu vivo á tua frente!! A minha mãe leva-te.
- Eu vou por mim própria...
Stuart agarrou o braço de Svetlana, e correu até ao carro da mãe.
- Hey mãe, podes levar uma amiga minha a casa? Ela vive exactamente á nossa frente, na casa 61. — perguntou Stuart
- Claro. Tu deves ser daquela família que se mudou á pouco tempo para cá.... — disse Rachel, que era a mãe de Stuart
- Sim, sou.....- murmurou Svetlana
- Pois, mãe, a Svetlana não fala muito, e quando fala, é um pouco baixo. Ela é pouco tímida. E amanhã, ela pode vir a nossa casa, porque temos que fazer um trabalho de pesquisa.
- Okay, Stu.
Rachel olhou para Svetlana, de uma forma preocupada. Svetlana estava cabisbaixa, com os olhos inchados, prontos para chorar. Todos permaneceram na viajem, calados. Entretanto, chegaram á Rua.
- Vou para casa. Xau, Stuart. — disse Svetlana correndo para casa
Adeus. — disseram Rachel e Stuart ao mesmo tempo.
- Stuart, reparei que aquela menina estava com vontade de chorar. Sabes mais ao menos o que aconteceu? — perguntou Rachel
- Não, não sei. — respondeu ele — Acho que vou a casa dela, perguntar aos pais se posso falar com ela.
- Fazes bem, querido...- respondeu Rachel com um sorriso na cara
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