Catch Me

21 Capítulo 21 Maldito mal entendido


Notas iniciais
Oi.... olha eu aqui kkkkkkkk, gostaria de agradecer por todos aqueles que comentaram e continuam comentando em cada capítulo dessa história, vlw pelo apoio e compreensão... E aqui vai mais um capítulo tá...
Esperando mais comentários e recomendações em .... =)
bj para todos.

Espero que tenha aproveitado tanto quanto eu a festa.

Na verdade vendo pela foto sei que foi muito boa pra você.

Mas isso é só para lembra-te que não deveria mexer com fogo.

Mandei alguma copias para seu namoradinho se divertir assim como eu.

Beijo xx

TANYA MUDOU? Que piada.

PDV BELLA

Não ela não poderia ter feito isso comigo... Eu confiei nela!!!

-Eu sei que vai ser muito divertido – disse ela com o rotineiro sorriso brincalhão.

- SÓ DEIXO VOCÊ SAIR SE DANÇAR E BEBER UM POUCO, DEPOIS PODE IR. VAI ISABELLA EU SEI QUE VAI GOSTAR – terminou dando um sorriso malicioso e segurou minha mão que estava com a bebida em minha boca.

- ISSO MESMO, SE SOLTA BELINHA – disse ela sorrindo e me jogou nos braços do tal menino que eu nem sabia o nome.

Como não pude ver a maldade por traz de suas palavras, eu dei abertura para ela mais uma vez me expor e humilhar na frente de todo mundo. E pior ela não só me fez mal como também me fez mentir para todas as pessoas que conheço e amo, Angela, Charlie, Renée, Edward... Ai meu deus Edward!

Com esse pensamento pulei da cama, fui caçar minhas roupas no chão e enquanto me trocava comecei a pensar em um jeito de como explicar a maldita foto. Acho que nunca desci as escadas com tanta rapidez como hoje e quando estava perto da porta fui interrompida pela voz grossa de meu pai.

- A onde pensa que vai Isabella? – me virei vendo meu pai segurando uma caneca e me olhando com a mais séria das expressões.

- Eu vou resolver um assunto urgente e volto a tempo do tradicional almoço de domingo em família, eu prometo. – disse-lhe dirigindo a porta, porém antes de colocar a mão na maçaneta fui impedida pelas mãos grosas do meu pai me puxando pra traz.

- O que eu já te disse sobre dar sua palavra a uma pessoa Bella- disse ele firme e confusa pela sua pergunta resolvi que responderia depois.

- Pai não estou entendendo o que sua pergunta tem haver com o momento, mas não da para a gente conversar...

-Isabella Swan responda a minha pergunta! – disse ele frio nas palavras e foi ai que percebi que os problemas estavam longe de acabar.

- Desculpe... – disse me sentindo meio intimidada pelo seu tom de voz – Você sempre me disse que quando você da sua palavra a alguém está fazendo um laço onde você nunca mais poderá romper. Uma promessa para um Swan é inquebrável... – disse me relembrando de um momento da minha infância onde ele me prometera que encontraria uma forma de me ajudar e me explicou a força de uma promessa.

- Mas pai ainda não entendi...

- Antes da festa o que me prometeu? – disse ele como se quisesse me fazer lembrar e dizer o meu grande erro. Comecei a procurar por meio das minhas lembranças nubladas o que fiz para merecer tal tratamento de meu pai. Tentei lembrar o que eu poderia ter dito ou feito... Feito... Festa, bebida e foi ai que me lembrei de tudo.

Lembranças ON:

- Bella, sabe que nessas festas tem bebidas e...

-Eu sei pai, não vou voltar bêbada pra casa – disse sorrindo pela sua tentativa de me precaver.

- É... Você é mais inteligente que isso – ele falou com um sorriso brincalhão nos lábios.

-Eu sei meu amor, confiamos em você – disse minha mãe com uma expressão de orgulho.

Lembranças OFF.

Não, não, não... Droga. Quando a compreensão alcançou meus olhos meu pai percebeu eu tinha entendido o ponto da sua fúria.

-Desculpe-me pai, eu não... – ele não deixou que eu terminasse.

-Você sabe o que é confiar que sua filha iria a uma festa e chegaria bem e cedo, pois foi isso que ela prometeu para seu preocupado pai. E horas depois ela chega ao meio da madrugada acompanhada de uma menina que praticamente a arrastava, pois ela não tinha condições de se manter em PÉ – a ultima palavra foi solta quase aos gritos e foi nessa hora que minha mãe apareceu com uma expressão dolorosa no rosto. Renée nunca gostou de brigas e nem ao menos em pensar que poderia ocorrer uma desunião em sua família.

- Charlie modere...

- Não Renée, Bella tem que entender que toda ação gera consequências. E que ela ira arcar com todas elas. – disse meu pai apertando tanto a xicara que acreditava que mais um tempo assim ela quebraria em sua mão.

- Tudo bem mãe, papai está certo. Eu pedi que confiassem em mim e com minhas atitudes tripudiei de vossa confiança. Peço desculpas.

- Que bom que viu seu erro e espero muito que aprenda com ele. Ficara de castigo para lembrar-se de pensar mais quando prometer algo que não pode cumprir.

- Sim papai – disse me sentindo muito mal, pois mesmo sendo uma armação fiz algo terrível. Fiz meu pai duvidar de sua confiança em mim.

- Agora vá para seu quarto e depois um mês pensaremos se merece condicional.

- Agora... – Disse chocada – Pai eu preciso resolver algo, eu volto rápido eu pro...

-Chega de promessas por hoje Isabella, suba agora – meu pai disse com um ar de que nada o faria mudar de opinião. E minha raia de Tanya só crescia.

Quando estava rumo ao meu quarto ainda ouço minha mãe falando.

-Pegou um pouco pesado com nossa menina Charlie e sabe disso. – disse ela com seu tom terno, usado muito para nos acalmar e nos confortar.

- Eu sei meu amor, mais Bella tem que saber o quanto estou magoado com ela.

Essa pequena afirmação fez meu coração se despedaçar em pedaços, corri para encontrar meu celular. Precisava falar urgente mente com Edward e explicar aquele grande mal entendido.

A cada toque meu coração perdia algumas batidas, depois do decimo toque ele atendeu com uma voz distante.

-Bella – ele disse em uma voz roupa.

- Edward... Graças a deus você me atendeu. Eu preciso muito falar com você, foi um mal entendido, tudo foi uma grande mentira, você precisa me deixar explicar...

-Respire Bella, não se preocupe amanha conversaremos na escola – ele falava como se fosse algo mecânico.

-Não, não quero esperar Edward me escute...

-Amanha Bella, amanha conversaremos – depois de tais palavras tudo o que eu escutava era o som do final da ligação “tu, tu, tu”.

Ele não podia acreditar nas fotos, não podia, ele sabia da verdade era só ler a mente dela não é?! E foi nessa pequena esperança que eu me peguei ate cair no sonho. E pela segunda vez sonhei com o mesmo lugar só que em uma situação diferente.

Sonho ON

Eu estava na campina, à mesma que já tive com ele há algum tempo atrás, e as lembranças que tinha dela não chegava nem perto da sua real beleza. E enquanto continuava a apreciando percebi que não estava sozinha, olhei e encontrei Edward lindo como sempre, sua pele cintilava no sol, porem sua expressão se encontrava sem nenhuma emoção. Aproximei-me já pensando em como mudar aquilo, o fazer sorri o meu sorriso e quando cheguei perto o suficiente ele começou a olhar pra mim com repugnância como se eu tivesse alguma doença contagiosa e letal para ele.

Comecei a me preocupar e mostrar que era eu, Bella, que estava ali e que não precisava me tratar assim.

- Você me enganou – disse ele em sua voz fria e mais rouca que o normal

- Não vai, Edward me escutei... – ele não deixou que eu me explicasse.

- O que eu poderia esperar não é – disse ele com um sorriso irônico – Nós dois nunca daríamos certo. Não deveria que algo assim chegasse a esse estremo.

- Por favor, não fale assim – disse já não mais contendo as lágrimas que teimavam em cair.

- Acabou Bella, nunca te prometi um futuro, não tem conto de fadas.

O PARA SEMPRE NÃO EXISTE PARA VOCÊ. – disse ele mais alto na ultima parte me fazendo cair de joelhos e me entregar a dor que suas palavras me causaram

Sonho OFF.

- NÃO, não, não – acordei o procurando em cada canto ate que meus olhos me mostraram que eu ainda estava em meu quarto e que ainda não o tinha encontrado. O medo me bateu ainda mais quando percebi que esse encontro poderia ser igual ao meu sonho, ou melhor, pesadelo.

Arrumei-me o mais depressa possível e fui em direção à cozinha que mais parecia um velório de tão silencioso que estava.

- Bom dia – me arrisquei ganhando um bom dia de minha mãe e um aceno de meu pai.

E assim continuou o nosso café onde só os garfos faziam o som. Pegando minha mochila fui em direção à porta, confesso que ainda tinha a esperança de velo parado em seu carro, com seu sorriso de canto de boca e me oferecendo uma carona. Mas estava vazio, só o meu carro estava na minha porta.

Depois que em recuperei da minha pequena decepção meu pai pronunciou ao passar por mim.

-Como sabe está de castigo Bella, então depois da escola venha pra casa. Sem atrasos – disse ele com um tom que não deixava nenhum tipo de discursão começar.

-Ok pai – disse ainda sentida pela forma fria como ele esta me tratando.

Tentei chegar o mais rápido na escola e desfazer toda aquela confusão, o caminho parecia mais agoniante que nunca e o tempo não passava. Chegando ao estacionamento tudo parecia estar em sua mais perfeita ordem, mas a festa parecia ser o assunto do dia. Decidi seguir em direção as mesinhas em que Edward me encontrava e ficávamos ate o sinal tocar, até ver no outro lado do estacionamento ele apoiado em uma das arvores e ao encontrar meu olhar acenou para eu o seguir.

Ele permaneceu na frente e quieto. Não aguentava mais aquele tratamento de silêncio e o puxei como forma de me encarar, mas me arrependi assim que vi seu olhar vazio e seu rosto sem expressão.

- Desculpe – disse sem jeito e tirei minha mão de seu braço e continuei – Acho que já temos privacidade o suficiente para conversar. – disse me referindo à relativa distancia que nos encontrava do estacionamento.

Ele permaneceu me encarando e sem demostrar que começaria me adiantei

- Edward todas aquelas fotos mostram...

- A verdade – ele disse antes de eu começar a explicar

- Não, não é você pode ler a verdade na mente da Tanya. Ela armou pra mim, ela colocou algo na minha bebida... – tentei me aproximar mais cada passo ele continuava se afastando como em meu sonho.

- Não importa Bella, você merecia uma vida normal. Indo a festas, se divertindo... Como parecia estar se divertindo – disse ele a ultima parte ironicamente.

- Eu estava dopada – disse sarcasticamente – Me escuta Edward, já chega dessa história que eu só estou segura e feliz se você não tivesse aparecido na minha vida.

- Você não entende – disse ele com um sorriso sarcástico no rosto.

- O que eu não entendo? – meu peito crescia com uma coragem inexistente até pouco tempo atrás. Tudo aconteceu tão rápido que meus olhos humanos não conseguiram processar, em um momento Edward estava na minha frente me prensando em uma arvore. Sua expressão estava de puro ódio e rancor, era como se o animal que existia dentro dele estivesse saltando pra fora. Seus olhos antes dourados límpidos para agora negros me olhavam como se pudesse olhar a minha alma.

- Que contos de fadas não existem... Nós dois nunca daríamos certo – suas palavras pareciam ter saído do meu sonho para me atormenta. Palavras frias que me mostrava que eu era a única que lutava por algo ali.

- Não faz isso... – disse fechando meus olhos como uma tentativa inútil de fugir dessa situação.

- Bella olhe pra mim – ele disse segurando meu queixo.

-Não – Me sentindo tonta, destruída, vazia.

-Bella... Pare com isso – pensei sentir uma pequena angustia quando pronunciou meu nome, porém o resto me vez ver que era só uma mera ilusão.

-Não, não – Coloquei minha mão no meu ouvido para tentar impedi de ouvir as horríveis palavras que ele poderia falar pra mim – Não, não, para, não fala.

- Bella – ele segurou minhas mãos tentando me tirar daquele estado em que me encontrava, mas não adiantou. A única coisa que eu pronunciava era não e pedia para ele não falar mais nada.

- Você não me da alternativa Bella – ele já falou um pouco mais alterado.

-Por favor – quase em um sussurro pedi para não me deixar — Você esqueceu? – disse tentando fazer lembrar-se da promessa que um dia fez para mim. — Enquanto me quiser continuarei aqui... – complementei ainda de olhos fechados e ainda sussurrando como se meu tom de voz normal o faria se afastar de vez.

- Mas só enquanto isso não a fizer mal – ele complementou – Sei que me ama o suficiente para me querer, mas também sei que vai me odiar o suficiente pra me esquecer. – terminou com um sussurro em meus ouvidos e depois de um beijo em minha testa, sua presença já não era mais sentida.

Depois de alguns minutos abri meus olhos e vi a palavra que tanto temia no ar... ADEUS. Lagrimas já não adiantariam naquela ocasião.

E quando eu percebi que ele não voltaria mais voltei para o estacionamento me sentindo mal e vazia. Andava desorientada por meio da multidão, percebi que era a hora do intervalo e por algum motivo a maioria das pessoas estavam no estacionamento do que no refeitório.

Meu plano era ir para meu carro o mais rápido que pudesse e dirigir sem destino ate a hora de poder ir pra casa sem que meus pais desconfiarem que eu não entrei na sala de aula. Porém a imagem de Tanya rindo com suas amigas me fez parar e analisar a situação.

Ela se fez de minha amiga, ela me chamou para a maldita festa, ela colocou algo na minha bebida, ela tirou as fotos fazendo todos que me amam se afastarem e ela ainda continua SORRINDO???.

Não ela não vai não.

Em um momento explosivo lembrei do pequeno cartão de memoria que se encontrava ainda em minha posse. Encostei-me a um carro preto e comecei a procurar na minha bolsa minha pequena vingança.

-Bella –disse Angela afoita – Menina te procurei por toda a escola onde estava? – não a respondi e continuei a procurar o pequeno objeto – O que tanto está procurado?

- Isso – disse quando encontrei e o segurava entre meus dedos.

- A que bom que achou, pois já ia pedir de volta para você já que todas as minhas musicas estão... – Enquanto Angela tagarelava sobre o que tinha em sei cartão de memoria a interrompia perguntando.

-Você tem Bluetooth no seu celular não tem?

- Sim, todos os celulares tem hoje me dia Bella – disse ela confusa. – Mas por que.

- Me empresta seu celular – Disse nervosa e tentando não pesar no que faria para não me arrepender.

- Sim claro – disse me entregando, coloquei o cartão de memoria e fui ao vídeo. Tirei seu nome de Angela e coloquei como ANÔNIMO e enviei a todos que estavam visíveis no Bluetooth. Eu sabia que mandando pras pessoas espertas seria fácil aquele vídeo se espalhar como um vírus.

- Bella o que você está fazendo?

-O que você queria que eu fizesse... Fazendo mais gente saber da pequena conversa que Tanya teve com sua amiga e deixando-a ser julgada como deve.

- A mentira?? – disse Angela incrédula com minha atitude mais ainda assim sorrindo pela provável queda da rainha do colégio. – E a história de que não se igualaria a ela e que não era vingativa?

- Longa história – disse voltando para a terrível visão de Edward sumindo da minha vida.

-Eu tenho tempo, afinal quero apreciar todo o espetáculo de camarote. – disse me puxando para seu carro e começamos a conversar, na verdade eu falei tudo o que tinha acontecido e o que eu tinha escondido dela.

- Bella, não acredito que você caiu nessa.

- Como eu ia saber, ela se mostrou tão sincera e prestativa... Não sabe o quanto me arrependo. – disse entre lagrimas.

- Ei, calma – ela me puxou me abraçando – Eu estou aqui e não vou mais deixar ela louca se aproximar de você. – fazia carinhos no meu cabelo como se se acalma uma criança.

- Você não esta com raiva, pois eu escondi de você? – disse me afastando e perguntei meio insegura de minhas palavras, afinal não queria ter que brigar com mais ninguém.

- Na verdade estou – disse ela com uma cara seria. HÁ NÃO. – Mas, sou sua amiga e entendo porque escondeu de mim, afinal nunca deixaria você acreditar naquela cobra. Porém foi bom pra você.

-Bom pra mim?

- Sim perceber que nem todo mundo quer o melhor do outro, todos que rodeiam Tanya não medem esforços para humilhar ou destruir qualquer pessoa. E já que você teve coragem o suficiente para enfrentar ela, as armas que ela usou serão piores e diria ate que mais baixas ainda.

- É eu sei – disse sentindo um peso enorme nos meus ombros.

- Mas não esqueça – disse ela me olhando e sorrindo – Eu adoro enfrentar cobras – depois disso começamos a rir e por alguns momentos esqueci-me de Edward, Tanya, meu pai e me permiti rir um pouco com minha melhor amiga.

O tempo foi passando e no final todos já sabiam do vídeo e quase fulminaram Tanya com os olhos. E uns boatos saíram que ela estava na sala do diretor e que conversa estava aos gritos já que ela o chamou no vídeo de pedófilo.

- Bom amanha agente sabe que castigo a cobra recebeu – disse Angela fora do carro e sorrindo – Mas só de ver a cara de nojo que os populares estão fazendo ao citar o nome dela já me deixa feliz. Parece que eles não gostam de serem chamados de “Caipiras”.

- É parece que não – Disse com um sorriso de canto. – Bom eu tenho que ir... Estou de castigo.

-Ah é verdade, e como é estar de castigo pela primeira vez- disse rindo da minha cara.

- Incrível – disse sarcasticamente e fui para o meu carro.

Cheguei dez minutos a mais do os outros dias e ao pisar o pé em casa já escutei a voz de meu pai.

- Está atrasada – disse ele com a mesma postura que sempre.

-Não devia estar trabalhando – disse jogando minha bolsa no sofá.

- Eu queria saber se está seguindo seu castigo a serio – falou como se fosse uma coisa normal. O QUE? Ele não foi trabalhar para me vigiar. Certa raiva começou a se apossar de mim e mais uma vez agi com a emoção do que com a razão.

- Não acredito que vai mesmo me tratar como uma prisioneira que foi acusada de um homicídio.

-Não é assim...

- É claro que é eu sempre fui sua filha perfeita, que seguia regras e nunca questionava nada. E no meu o primeiro erro, você que sempre foi tão compreensivo, me apedreja sem nenhuma compaixão. Eu não pedi para sair do meu mundo, você quis, você pedia para EU ser diferente – minha voz agora estava alterada e eu praticamente gritava. Meu pai me olhava chocado assim como minha mãe, pois nunca tinha agido assim com eles ou com qualquer outra pessoa – Agora que eu fiz algo que você queria , está me fazendo me sentir culpa por ter sido vitima de uma armação. Eu não bebi papai, eu quis ir embora ao instante que entrei mais Tanya foi legal e amiga e falou que não sairia de lá sem beber e dançar um pouco. O barulho estava me incomodando e eu aceitei uma bebia que ela me deu, porém ela me deixou estranha depois de algum tempo. Ele ame deixou tonta, quando eu vi estava como uma boneca nas mãos de um garoto que eu nem conhecia e ela se aproveitou disso para me prejudicar com fotos que foram mandadas para o Edward que nem quer mais olhar na minha cara. Eu sinto muito por te decepcionar mais em nenhum momento eu quis isso, eu te amo, por favor, não diga que me odeia também – no final do meu discurso já estava de joelhos em pratos por colocar tudo aquilo pra fora.

Minha mãe de ajoelhou ao meu lado e me abraçou ate que senti outros braços ao meu redor e finalmente me senti em casa.

- Me desculpa meu bebe – disse meu pai também com lagrimas nos olhos – Eu estou aqui.

E o dia se passou assim eu nos braços de minha mãe que em consolava e meu pai fazendo carinho carrinho nos meus cabelos me pedindo desculpas a cada minuto pelas suas palavras.

Sendo que a única coisa que me atormentava era nunca mais ver aquele que um dia eu quis que ficasse comigo pra SEMPRE.

Notas finais
Mereço RECOMENDAÇÕES E COMENTÁRIOS?????
bj e fiquem com Deus =)