Cassandra
2 Um dia de chuva.
Acordei pela claridade da luz que entrava pela cortina da janela sentia meu corpo ainda doendo tudo culpa das minhas transformações. Respirei fundo entrei no chuveiro... Entrei no closet e olhei no espelho vir que não havia cicatrizes em meu braço apenas marcas roxas olhei em volta e minhas roupas estavam todas lá. Peguei uma blusa de linho branco de mangas longas uma e calça jeans cinza.
Escutei alguém bater na porta.
– Pode entrar!
– Desculpa, mas vim ver se a senhorita precisa de algo? Era a mulher da noite passada.
– Não. Você é Lucia. Certo? Disse com um sorriso.
– Sim
.
– Desejas que trague seu café da manhã na cama?
– Não será necessário. Lucia.
– Esta bem senhorita. Disse ela
.
– Apenas chama-me de Cassandra. Ela parou e riu dobrando as cobertas
. – Já que não tomara seu café em seu quarto recomendo a senhorita que descer. O senhor Benjamim a espera. Ela disse.
– Apenas Cassandra lembra-se disse ajudando a arrumar a cama. Os lábios de Lucia se curva em um sorriso rápido.
– Não e necessário senhorita. – Cassandra, e eu sempre arrumei minha cama quando morava com meu pai.
– Claro. Cassandra
.
Quando sair do quarto havia outras funcionárias que me olharam com certo nojo, com um cara de desprezos. – Tudo bem. Afinal de contas eu sou do clã inimigo. Pensei passando por elas com o rosto baixo.
Havia um corredor com grandes janelas e lá fora um jardim espetacular. Fui em direção a sala de jantar. Benjamim estava sentado à mesa mim esperando. Confesso que ver-lo despertou algo em mim que não sei explicar com palavras. Ele deixou uma leve curva delia seus lábios.
– Dormiu bem? Perguntou rompendo o silencio da sala de jantar.
– Claro! Estava muito cansada para estranhar o lugar. Minha voz era distante e fria
– E o braços como amanheceu?
Por que ele está se preocupando?
Esse pensamento ocorreu rapidamente em minha mente
– Ótimo. Disse olhando para a mesa cheia de frutas pão, bolo, suco. E muito mais.
– O que foi? Parece abismada
.
– Sempre achei que vampiros não comessem? Ele levanta-se e vem em minha direção com sua velocidade levando meus cabelos para traz com o vento que formou e falou suavemente em meu ouvido sua voz mim fez delirar fiquei totalmente perdida e envolvida pela aquela sensação. – E não comemos. Mas você precisa se alimentar. Disse ele Beijando minha bochecha e logo em seguida puxando uma cadeira para mim. Não conseguir esconder meu sorriso. Ele rio e sento-se novamente com os olhos fixo em mim.
Depois que comi, ele mim levou ate a varanda a dia era nublado, mas, estava claro e pequenas gosta de chuva começavam a cair.
Ele segurava minha mão com força como se a qualquer momento algo ou alguém tentaria nos separar. – Você é tão linda. Sua voz parecia um sussurro. Adoro ver o vento levando seus cabelos adoro tudo em você. Ele se aproximou e tenta mim beija, mas virei o rosto. Ele suspirou e disse ainda segurando minha mão. – Por que reprimir algo tão forte e intenso Cassandra.
–Não confio em você! Ele suspirou. Passando a mão pela minha nunca segurando com força impedindo que desviasse o olhar do dele. – Por que mente? Se não confiasse em mim já teria fugido. – O pior é que ele tinha razão. –Não estou mentindo. Ele sorriu curvando a cabeça para traz e voltando novamente pegando-me de surpresa beijando-me e por alguma razão que não sei explicar mim entreguei completamente deixando um gemido escapar. Ele mim pegou no colo ainda mim beijando levando-me para o seu quarto com a sua velocidade colocando-me sobre sua cama
. Sentir quando ele rasgou minha blusa ainda mim beijando intensamente ele segurava minha cintura com força. Achei que o meu coração sairia pela boca. Ele desabotoou minha calça tirando-a e logo em seguida beijando minha barriga dizendo o quanto eu era linda. –Você é tudo que um amante quer. A essa altura já estava completamente sem roupa ele estava apenas de cueca seu corpo era perfeito. Minha mão a tiraram pôde ver que os seus olhos mudaram de cor de um azul cloro para um preto penetrante. Sua respiração era tão intensa. Ele estava totalmente sob meu corpo mim beijando e dizendo o quanto mim desejava o quanto mim amava. Estava completamente perdida delirando de trazer á cada toque dele em meu corpo. Deleitando-me pela aquela sensação que jamais havia sentido antes. Quando ele parou e disse algo que não entende. –Vantir nei kei ele levanto e sentou na berrada da cama mim olhou abaixou a cabeça respirando fundo e saiu pegando suas roupas do chão. E se vestiu.
–Mas porque ele estava fazendo aquilo, há alguns minutos antes ele estava dizendo que mim amava que mim desejava. – Mas que droga. O que esta havendo comigo? Estava muito confusa para pergunta o que realmente estava acontecendo. Ele saiu sem se dar o trabalho de me dizer o que realmente estava havendo apenas fechando a porta suavemente. Meu coração doía tanto e o pior eu não entendia por que toda aquela tristeza por que? Apenas virei para o outro lado da cama segurei o travesseiro e chorei, chorei tanto
. Depois de um tempo olhei para a janela e a chuva ainda estava caindo tão forte quanto minhas lagrimas. Sentia raiva dele. Mais sentia mais raiava de mim por esta chorando depois de algum tempo peguei no sono.
Estava tão frio e escuro e um lobo me observava de longe me encarando era como se ele fosse parte de mim era como se me olhasse em um espelho só em vez de ver meu reflexo apenas refletia aquele lobo branco de olhos castanhos.
Alguém bateu na porta despertando-me do meu sonho ou pesadelo seja lá o que for. A voz era de Lucia ela trazia um vestido preto acima dos joelhos.
– O senhor Venys pediu para que você desça para jantar.
– Que horas são Lucia?
– 20h: 00min
. Lucia já estava saindo quando respondeu. Fechando aporta.
Passei o dia inteiro no quarto dele.
– Sugador de sagüim maldito. Falei baixinho. Tomei banho me vestir e fui em direção ao meu quarto entrei e tranquei a porta abria a janela e mim sentei na varandinha da sacada encostada na parede olhando pra lua cheia. – Aonde você esta pai? Por que deixou aquele sanguessuga arrastar-me pra este lugar? Um lagrima escorreu pelo meu rosto.
Foi quando alguém bater na porta mais não responde bateram novamente foi quando sentir o cheiro dele um rosnado ficou preso em minha garganta. – Cassandra abra a porta! Silencio.
– Abra a porta! Silencio novamente. –Eu sei que você esta ai posso sentir seu cheiro.
– Vai para o inferno Benjamim Venys. Percebendo que não abriria a porta ele deu a volta e pulou na sacada onde eu estava. Confesso que fiquei surpresa com aquela atitude.
– Por que você não desceu para janta? Seu tão de voz era firme
.
–Não estava com fome! Falei sem olhar pra ele, pois meus olhos estavam cheios de lagrimas por me lembrar do que ocorreu no quarto pela manhã
. – Mas que droga por que estou tão emotiva? Este pensamente ecoou em minha mente.
O silencio perturbava e tomava conta do ar quando o rompi.
– Quero ir para casa. Meu tom de voz era exigência.
– Você já esta em casa! Afirmou ele com um tom de voz arrogante.
– Não, não estou. Disse levantando-me e indo em direção ao quarto quando ele segurou meu braço. – Sua casa, seu lar agora é aqui comigo.
– Deixa-mi ir pra casa sinto falta do meu pai ele é tudo o que tenho. Tudo isso é uma grande perca de tempo eu não te amo. Quando disse estas palavras foi como se tivesse jogado um galão de gasolina em uma fogueira. Ele mim puxou pressionando-mi conta seu corpo frio segurando forte minha cintura e levantando meu rosto com a outra mão e disse em um sussurro. – não foi o que pareceu pela manhã. Minhas bochechas ficaram vermelhas. – Você está em casa minha pequena. Finalizou ele limpou minhas lagrimas que escorreram pelo meu rosto. Ele riu e beijo-me com tanto carinho e ternura que fique arrepiada sua mão apertava minha cintura como se buscasse controle dentro de se. – Mas controle pra que e por quê? Pensei.
– Mandarei Lucia trazer algo para você comer.
– Não será necessário, estou sem fome Benjamim. Minha voz era tão fria quanto à noite. – Você precisa comer. Ele disse com muita firmeza.
– Eu sei muito bem as necessidades do meu corpo.
Ele respirou fundo sacudiu a cabeça levando-me até a cama e pediu que mim sentasse e ficou olhando-me. – Esta assim por causa do ocorrido esta amanhã.
– Não, nem mim lembrava, mas. Ele riu.
– Você não da o braço a torce? Fiz um barulho de protesto e levantei o queixo como mais um protesto. Ele segurou minha mão e disse. Tenho meus motivos
. Puxei minha mão com força.
– Qual é o seu problema, olhe pra nós. Só brigamos, somos tão diferentes, isso nunca dará certo sempre achei que os vampiros fossem expertos mais você provou o contrario. Ele mim encara.
– Você só esta aqui há dois dias.
– Não importa há quanto tempo ou dia estou aqui
, o que importa é que eu jamais deveria ter nascido. Lagrimas ameaçaram aparecer.
– Nunca, mas diga isso Cassandra. Você é a única coisa sensata em minha vida.
– Jamais dará certo! Minhas palavras sairão em sussurro. Estou com sono posso dormir.
– Claro. Ele deu um beijo em minha testa e saiu do quarto.
Esperei uns cinco minutos abri a janela novamente
. – Eu conheço este cheiro será que... Só tem um jeito de descobrir e é pulando mais é tão alto será que... Droga seja o que Deus quiser. Respire fundo olhei para baixo e pulei como os olhos fechados sentir apenas um impacto suave foi perfeito.
–
Nossa isso foi incrível! Pensei
.
–Eu sei que você esta ai em algum lugar! Silencio. Bom para um ser humano sim, mas para mim era fácil minha audição era incrível poderia ouvir um galho quebrando-se a quilômetros de distância. – Vamos posso sentir seu cheiro, e ouvi sua respiração.
Ele saiu da escuridão do bosque ao lado do jardim como um sorriso maroto e meio sem jeito. Corri ao seu encontro e o abracei.
– Seu pai pediu para dar uma olhada em você.
– E como ele esta?
– Você sabe como é seu pai.
–Como você esta? Ele disse.
– Pra fala a verdade odeio este lugar. Os lábios dele curvaram-se em um sorriso.
– Você só esta aqui há um, dois dias talvez.
–Eu sei, mas
...
– Mas o que? Ele perguntou encostando-se em uma arvore.
– Ele é um vampiro. Disse olhando pra lua.
– Isso te incomoda?
– Sim. Você sabe quem matou minha mãe? Foi um deles. Um sanguessuga maldito. E agora todos desejam que mim case com um deles. Tudo para realizar uma profecia ordinária.
– Você precisa esquecer tudo isso. Ela morreu para te salvar. E você sabe disso. Ele olha pra mim e sorrir
. Sua voz era doce é calma.
– Você é muito forte
, rápida e suas habilidades são incrível você não se transformou mais tem uma parte das habilidades que eu só conseguir uma semana antes da minha primeira transformação.
– Que seja. Disse dando os ombros.
– Hoje pela manhã houve uma reunião como os Aphas. E Calisto estava lá.
Meus olhos se arregalaram você a viu? Disse sussurrando. – Não
, mas dizem que ela é linda. Cassandra seu pai foi convocado junto com líderes do clã dos vampiros. Meu coração disparou.
– Sobre o que conversaram?
– Não sabemos.
Ele para olha em volta suspira fundo abaixando a cabeça. – Tenho que ir! Eu conseguir escutar algo sobre alguém se transformando. – Quem esta se transformando? – Como você escutou? Ele perguntou intrigado.
– Não sei. Apenas escutei.
– A Megan. – Queria pode estar com ela. Pensei
– Dizem que a primeira transformação e terrível.
– Só um pouco dolorosa. Ele diz com um sorriso forçado. Você que ajuda para subir. Ele aponta para cima.
– Não eu do contar sozinha
. Rômulo. Pego empuxo e pulo. Poso perfeito na varanda foi tão suave quanto uma pena caindo. Olhei para baixo e ele ainda estava lá olhando pra cima com um lindo sorriso. – Você é incrível. Ele disse se transformando e desaparecendo na escuridão. Só escutei por cauda da minha audição. Troquei de roupa e fui dormi.
Notas finais
ser o progama de digitar despupa gente :(
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