Cassandra

3 Sonhos ou pesadelos.


–Cassandra, Cassandra, ajude-me, ajude-me

. Estava tudo tão escuro

. – Ajuda-me, ajuda-me Cassandra, Cassandra, por favor.

– Quem está ai? Minhas palavras ecoavam na escuridão. Quando olhos prateados surgem na escuridão com os caninos a mostra encarando-me observando meus movimentos. Sentir vontade de gritar, mas tudo estava paralisado. Quando ele mim abocanhou entes de acorda lembro-me de ouvi um uivo.

Meu grito de pavor fez Benjamim entrar no quarto tão rápido se sentado perto de mim segurando meu rosto em sua mão. Ele percebeu o medo em meu olhar. O abracei tão forte ele mim perguntava o que havia acontecido, mas eu ainda não conseguia reagir

. Apenas pedir para que ele passasse o resto da madrugada comigo ele acenou com a cabeça que sim, se afastou para fechar a porta sentir o medo dominando-me apossando-se do ser. Ele voltou mim abraçou e dormimos o resto da madrugada abraçado.

Acordei na manhã seguinte como ele mim olhando tocando meu cabelo. – Bom dia!

–Bom dia. Falei olhando pra ele com um sorriso forçado minhas bochechas ficaram vermelhas

.– O que você que comer? Ele perguntou levantando-se da cama pegando sua camisa que estava em uma cadeira de frente para a janela.

– Que tal fruta?

– Que tipo?

– Você escolhe. Ele sorriu e saiu do quarto.

Levantei tomei banho vestir um sortir jeans curto uma blusa solta de alças largas e um tênis. Desce as escadas correndo mim sentei a mesa. Benjamim mim olhava com certa curiosidade.

– Que foi? Perguntei pegando um morango foi quando notei que na mesa só tinha minhas frutas preferidas. Morangos, pêra, ente outras.

– Nada só que hoje você esta tão disposta.

– Enquanto tomava banhando percebe que não conheço nada. Então vou da uma volta por ai. Ele fez uma cara que perplexo.

– Você que um cavalo?

– Não apenas uma mochila como água e frutas. Lucia trousse a mochila peguei e antes de sair Benjamim veio falar comigo. – Espere, quero falar como você! Sentamos no banco de madeira no jardim na sombra de uma arvore ele mim encarou e perguntou sem rodeios

– Não quero falar sobre isso foi apenas um pesadelo. Minha voz era decidida.

– Mas...

– Nada de, mas... O dia está ótimo não quero estragar tudo por causa de um pesadelo tolo. Ele suspirou. – Então bom passei e cuidado.

–Ah! Não chegue atrasada para o jantar.

– Não sou criança Benjamim então não mim trate com uma. Sair e fui em direção ao bosque.

– Ajuda-me, Ajuda-me, Ajuda-me, Ajuda-me. Estava tão desorientada que sair correndo mata adentro com aquelas voz em minha mente Ajuda-me, Ajuda-me, Ajuda-me, Ajude-me.Quando parei em frente a uma cachoeira de águas cristalinas a voz havia parado. Sem pensar duas vezes tirei toda a minha roupa e mergulhei esquecendo-se de mim dos meus medos fiquei horas ali nadando ate que dei conta que já havia passado da hora de almoçar, por que meu estomago já implorava por alimento. Vestir-me peguei um lençol de piquenique forrei no chão em baixo de uma arvore grande peguei as frutas e vi que Lucia havia colocado pão e geléia. Comi tudo não ficou nada. Mim deitei na sombra e fiquei olhando para as nuvens pensando no sonho passado e aquela voz em minha mente começo achar que era tudo fruto de minha imaginação uma reação por sentir medo. Quando estamos com medo imaginamos tantas coisas. – Mais medo do que? E por quê?

– Cassandra! Levei um susto. Era o Rômulo ele estava assustado e parecia preocupado. – O que houve?

–Venha comigo os Aphas a convocaram.

– O que esta havendo?

– Não posso falar... Você terá que confiar em mim e segurar firme.

– Segurar firme?

– Você vai montar em mim

. Ele transforma-se. Ele estava bem maior que antes. Sem questionar subir segurando forte nos pelos dele a velocidade era incrível atravessemos a mata mais meu coração estava apertado e a lembrança do meu pai não saia de minha mente quando chegamos ao congresso uma cidade pequena perto da Transilvânia. Desci do Rômulo na entrada da cidade seguindo pra o acampamento dos Aphas. Todos das matilhas se afastaram quando mim deixando o caminho livre para mim. Os Aphas estavam sentados a tristeza que pairava no ar era irrepreensível. A cadeira do meu pai estava vazia meu coração ficou muito pequeno.

Gabriel o líder de todos os Aphas levanto-se no meio dos outros seis levando vindo em minha direção segurou meu rosto em suas mãos e dizendo. – Sinto muito. Meu coração disparou – O que houve com meu pai? Gabriel baixou o rosto. – Não conseguimos impedir-lo. Ele queria protege-te a qualquer custa. Sinto muito.

Lagrimas escoria pelo meu rosto mais ainda encontrei força para pergunta. – Onde esta o corpo do meu pai?

– Nayky. Ele disse na língua dos lobos.

– Vocês não encontraram o corpo. Cai de joelhos ali mesmo chorando como uma menina perdida. Gabriel ficou chocado por eu ter entendido a língua morta dos Aphas. Ele mim abraçou foi quando uma voz mim fez abri os olhos era uma voz suave tão cheia de paz.

– Acama-se criança. Era Calisto os Aphas ficaram surpreendidos pela presença dela naquele momento tão delicado ela não fora convocada. Gabriel levantou e Calisto segurou minha mão levantando-me olhando em meus olhos e limpou minha lagrimas. – Vai fica tudo bem! Ela disse. Era como se estivesse hipnotizada pela voz dela. Ela era tão linda sua pele tão clara seus cabelos lisos loros dourados, olhos azul como um dia sem nuvens. Ela era simplesmente magnífica. Ela mim abraçou.

– Tudo no final será como um sonho que ao acorda sumira. Ela acariciou meu rosto e beijo minha testa e disse na língua dos Aphas kaniay olively sinteit. Todo será como um sonho no final. Você é a escolhida. Minha querida

– Rômulo estava mim esperando quando mim viu transformo-se e abaixou-se para que eu subisse. Não perguntou nada ele sabia o quanto o meu coração estava chorando.

Quando chegamos perto da cidade estávamos próximo ao penhasco perto do castelo do meu pai pedir para que ele mim levasse ater lá ela parou olhou pra mim por cima dos ombros ainda transformado e viu as lagrimas em meu olhar

. Ele acenou com a cabeça e uivou o significado era: Segura firme. Ele corria como o vento meus cabelos voava na escuridão da noite de lua cheia quando ele parou na ponta do penhasco e uivo ele baixa-se para que pudesse descer. Desce e sentei na ponta do penhasco meus pés ficaram suspensos.

– Meu pai trouxe minha mãe aqui quando a pediu em casamento era uma noite como essa ele mim disse que ela estava tão linda sobre a luz prateada da lua cheia. Mim levantei olhando firme para a lua com o coração cheio de raiva, rancor, medo, decepção um rosnado saiu dos meus lábios ecoou do no vale abaixo de nós. Atravessando a noite fria e sombria. E pela primeira vez uivei como um lobo só que preso no corpo de uma mortal patética. O som do uivo era tão dolorido

, melancólico que outro lobo se aproximou era Megan ela venho em minha direção, mas Rômulo não a deixou passar ele já estava na forma humana e ela se transformou seus olhos estavam cheios de lagrimas olhei ela por cima dos e ombros e depois voltei para a lua uivando novamente aquela era a única forma que encontrei para gritar para chorar. Megan estava despedaçada por dentro por me ver daquela forma logo eu que sempre demonstrei tanta força, sempre como o controle da situação. Ela olhou para Rômulo e implorou com o olhar para que ele a soltasse para que ela pudesse mim abraçasse. Ele respirou fundo e alargou. Ela veio e mim abraçou por traz mim virei para ela e a abracei. Rômulo ficou olhando e se transformou e uivou e Megan se afastou e fez a mesma coisa era a forma de mostra seu luto. Ficamos a noite inteira lá quando apareceram os primeiros raios de sol da amanhã Megan e Rômulo me levaram para casa ainda transformados em respeito a minha tristeza, a minha dor.

Quando cheguemos Benjamim estava no portão do castelo mim esperando com uma cara de alivio por ver-me, mas seus olhos denunciavam sua raiva por ter saído às 7h: 00min e chegar 6h: 00min da manha seguinte. Quando entrei pelo portão do castelo Rômulo e Megan já haviam sumido Benjamim mim encarava mais não disse nada até chegamos ao meu quarto. – Onde você estava? Tem idéia do quanto eu estava preocupado com você? –Benjamim, por favor, não. Minha voz era quase implorando por um pouco de solidão. Ele segurou meu braço com força. – Mim fala agora! Seu tom de voz era de irritação. Puxei meu braço fui ate a janela ficando de costa para ele e praticamente implorei para ficar sozinha, meu coração estava sangrando por dentro. Ele mim puxou com força virando-me para ele. Meus olhos estavam cheios de lagrimas. – O que ouve minha amada? Seu tom agora era de preocupação. Foi quando Lucia bateu na porta.

– Perdoa- me pela interrupção senhor Venys, mas os líderes dos vampiros estão na sala e desejam falar com o senhor. Parece ser urgente. Ele mim olhou e resmungou baixinho. E saiu do quarto fechando a porta

. Depois de uma hora Benjamim voltou e apenas mim abraçou e beijou minha testa como uma forma de respeito. –Sinto muito minha... – Deixe-me sozinha. E não proteste. Ele suspirou. – É o que você quer? Sua voz era serena e cheia de afeto e respeito.

– Saia Benjamim Venys. Ele sacudiu a cabeça como um protesto, mas não disse nada a panas saiu quarto. Fechei as cortinas quebrei algumas coisas rasguei as cochas da cama lesões, almofadas quando terminei o quarto estava todo destruído encostei-me à parede e deslizei ate tocar o chão chorando. Benjamim escutou meus gritos no escritório na verdade todos que trabalha lá escutaram. Depois de um longo tempo chorando mim deitei na cama toda rasgada e dormir o dia inteiro acordei a noite mim sentei na varandinha da janela e uivei para a lua à noite inteira. É dois uivos solitários responderam o meu.

Fiquei seis dias dentro do quarto sem comer sem abrir aporta para ninguém algumas vezes escutava Benjamim bater na porta dizendo que eu não poderia ficar para sempre no quarto outras vezes era Lucia tentando alimentar-me ou incentivando-me a sair, mas nada adiantava. Durante a noite escutava os uivos de Megan e Rômulo, mas não sentia vontade de responder. Meu pai morreu na segunda-feira no dia três de agostos. Dia nove eu sair do quartoDesci as escadas e fui ate a sala de jantar. Vestia um vestido preto com uma fita preta que marcando a minha cintura com um laço atrás nas costas as pontas da fita terminava na barra do vestido meu cabelo estava amarado com um rabo de cavalo o medalhão que ganhei do pai quando nasci destacava, pois o decote do vestido lembrado o formato de um coração deixado o medalhão totalmente a mostra.

Olhei para Benjamim que estava sentado a mesa, ela estava cheia de frutas todas as que eu gostava. Olhar para ele fez sentir-me melhor. Mim sentei e chamei Lucia. – Sim senhorita. Mim levantei a abracei e disse. – O que falamos sobre chamar-me de senhorita? Sentir sua falta obrigada por esta comigo. Meu quarto este uma zona você pode dar um jeito pra mim.

Benjamim ficou perplexo com a minha atitude. Olhei para ele e rompi o silencio com uma exigência. – Lucia merecer ser bem mais que a garota que conzinha. Ela e competente e esperta.

– O que você sugere?

– Governanta. Minha voz era firme e decidida.

– Você só pode está brincando? O encarei com um olhar mortal. –Não. E eu não estou pedindo estou exigindo. – Cassandra ela é... – ela é esperta você não vai se arrepender.

– Tudo bem.

– Não sei se é uma boa idéia Cassandra.

– Eu descido o que é bom ou não. Benjamim mim fuzila com o olhar.

– Se é isso que você quer? Tudo bem.

– senhorita Cassandra, meus pêsames. Desse ele segurando meu casaco

– Bom dia Ronald.

Você poderia levar o meu almoço para o escritório do meu pai, por favor. Ronald o mordomo do meu pai homem de sua total confiança ele é humano e conhece o segredo de nossa família e ele já é de certa idade seus cabelos já estão bem grisalhos, mas ele é muito gentil e atencioso. – Sim, senhorita Cassandra.

Subir as escadas e fui primeiro no quarto do meu pai me sentei na cama grande com cochas prestas e almofadas pretas com detalhes vermelhos. Deite-me e sentir o cheiro dele ainda nas almofadas e nos lições como se ele estivesse acabado de acorda. Uma lembrança invadiu minha mente.

– Vamos pai ou segaremos atrasados. Por que você demora tanto?
– Já estou quase pronto.

Estava sentada a beira da cama sacudindo meus pés que ainda não tocava o piso de madeira. – Você é uma mocinha de cinco anos muito apreçada. Disse ele pegando-me no colo e girando-me no ar o barulho de minha risada ecoou na casa fazia.

–como estou?

– Um tremendo gato. Mas agora vamos.

– Esta bem. Disse ele sorrindo e indo em direção a porta.

– Papai você acha que... Disse parando e soltando a mão dele antes de entrar no carro.

– Eu acho o que? Abaixei minha cabeça respirei fundo. – Foi minha culpa a mamãe ter morrido. Ele ajoelha-se segurou meus braços com sua mão. – Claro que não minha princesa você não é responsável por nada.

– Mas ela morreu protegendo-me. Então é minha culpa. – Cassandra sua mãe fez aquilo por amor e eu faria o mesmo por você. Agora olhe para me e escuta você não é responsável pelo ocorrido meu amor.

– Mas ...

– Nada de, mas. Agora prometa que nunca mais pensara ou dirá que a morte de sua mãe é sua culpa.

– Esta bem. Ele me abraçou forte me colocou no carro e fomos ver os fogos de artifícios.

– Senhorita Cassandra. Foi despertada de minha lembrança. – O seu almoço a espera no escritório

– Obrigada Ronald. Disse levantando da cama. Olhei para a janela do quarto estava frio e uma tempestade ameaçava desabar a qualquer momento. Passei o dia no escritório do meu pai mexendo em suas coisas foi quando peguei um livro que ele me deu quando aprendi a ler Alice no pais das maravilhas

Cassandra .Era a letra do meu pai meu coração disparou minha mão tremiam. Abrir o bilhete com cuidado.

Minha garotinha. Sempre tão difícil de lidar nunca te disse isso, mais você é a cara de sua mãe seu temperamento por outro lado puxou a mim. Tenho orgulho de você. Tenho orgulho do que se torno: independente, forte, decidida. A tantos segredos que não posso contar a você. Você é muito, mas que a escolhida siga sempre seu coração minha princesa minha amada. Filha eu te amo. Nunca esqueça quem você é! Cassandra é você filha de Tomas e Selena Constem.

De: Tomas

– Mas é claro senhorita Cassandra. Ele disse pegando meu casaco.

A tempestade nos pegou no meio do caminho estava chovendo muito Ronald estava com os faros ligados eu olhava para a janela do carro quando...

Desci as escadas e chamei Ronald já era tarde umas 18h: 00min.
– Ronald você poderia me deixar em casa? .

– Pare o carro!

– Pare o caro agora! Ronald parou e desci naquela chuva fria

– Estava certa era ele. Ele mim encara, observando-me. Era como se houve uma ligação com aquele animal quer não conseguia controla minha vontade era de esta com ele era uma sensação de que... Faltava uma parte em mim e ele ara aquela parte. Seguir em sua direção mais quanto mais me aproximava mais ele se distanciava.

– Senhorita Cassandra! Senhorita, senhorita. A voz de Ronald era tão distante. Estava completamente hipnotizada, pelo lobo branco que ficava prateado quando o relâmpago cortava os céus.

– Cassandra? Foi quando despertei com alguém segurando meu ombro. Foi quando me dei conta que estava completa mente molhada e tremendo ela Ronald com um guarda-chuva.

– Senhorita o que estava fazendo? El e pergunto preocupado.

– Você não esta vendo? Quando me virei de volta o lobo havia sumido.

– Vendo o que?

–O lobo! Minha voz era tremula estava muito frio.

–vamos senhorita. Disse ele levando-me de volta ao carro.

– Mas o lobo?

– Senhorita Cassandra não a lobo algum. Ao chegar ao castelo pedir que Lucia preparasse um quarto para Ronald, pois ele passaria a noite no castelo. Antes dele se retirar disse.

– Ronald tranque a porta por precaução. Ele acenou com a cabeça. A maioria dos empregados de Benjamim era vampiros. E como Ronald era humano melhor prevenir.

Notas finais
descupa ae mas fiz o melhor de pude para deixar tudo em orde (tudo culpa do computador):(