Cassandra
4 Fora de mim
Cassandraera como se estivesse cantado o meu nome. Cassandra, Cassandra, Cassandra
.–Quem está.
Minha voz ecoava. Resolvi seguir em direção a voz que mim chamava Cassandra, Cassandra, Cassandra
, Cassandra, Cassandra, Cassandra a voz cantava meu nome. Encontra-me, encontra-me, encontra-me.
–Quem é você? Olhos prateados apressem na escuridão
– Eles mataram o seu bengny! A voz ecoou. – Quem matou o meu pai? Minha voz era tremular, pois estava tão frio e escuro. – Os vampiros.
–por quê? Um lodo branco apareceu no meio da escuridão.
– Eles temem o seu poder o nosso poder
Ele conversava comigo por telepatia meus lábios não se moviam, mas. –quem são eles? Indago. – Eles querem matá-la! Ele disse virando-se e indo embora a escuridão toma conta de tudo quando uma voz rompeu o silencio antes que pudesse acorda.
–tome cuidado
Acordei completamente suada joguei os lençóis para o lado e fui até a cozinha tomar um gole de água quando mim virei Benjamim estava de atrais de mim levei um susto que larguei o copo. Mas Benjamim segurou-o ante que tocasse o chão. –desculpa. Não queria assusta- lá.
–Você não dormi?
–Então fica você fica zanzando pela casa como um zumbir? Ele riu. Um sorriso que mim encheu de felecidade
– Tecnicamente, sim. Ele coloca o copo sobre o balcão de mármore. Ele olhava meu corpo e aquilo mim causa um desconforto. – Sinto muito, meu bem. Queria poder esta como você quando sobe... Impedi que ele continuasse com um beijo quando mim afastei ele mim olhou puxando-me para mais perto do seu corpo e mim beijou pude sentir sua ereção meu coração disparou fui envolvida por um desejo incontrolável algo tão intenso, tão místico ele apertava minha cintura passava a mão pelas minhas coxas sentir uma de suas mãos aperta minha bunda ele mim levantou mim sentando-me no balcão. Ele deslizava suas tocando suavemente em meus seios cobertos apenas pela camisola de seda. Foi quando rasguei a camiseta dele. Ele riu um sorriso malicioso e delicioso. Ele beijava-me passando a mão em cada centímetro do meu corpo foi quando ele mim desceu do balcão colocando-me de costa para ele. Beijando meu pescoço suas mãos envolviam meus seios ele mordia delicadamente minha orelha sussurrava coisas que mim deixaram hipnotizava mim levando para o seu quarto. Mim afastei dele por alguns minutos
. Em quanto ele mim observava eu tirar uma alça da camisola uma pequena parte do meu seio ficou a mostra ele mordeu os lábios tirei a outra alça. A seda caiu levemente deslizando pelo o meu corpo ficando completamente nua. Benjamin mim pegou em seus braços fortes deitando-me na cama com o seu corpo sobre o meu ele estava completamente nu sentia sua ereção pressionado meu ventre. Sentia sua língua explorando minha boca. Estava pronta para entregar-me completamente quando mim lembrei-me do meu sonho. –quem matou o meu pai? . –os vampiros, vampiros, vampiros, vampiros, vampiros, vampiros.Mim trouxe de volta a realidade. –Benjamim, por favor! Não. – Benjamim e não quero. Mais ele não escutava Tentei empurrá-lo mais ele segurou minhas mãos o desespero tomou conta de mim. – Droga ele não esta me escutando. Lagrimas ameaçava escorrer pelo meu rosto estava como medo. –Benjamim! Gritei e consigo livra minhas mãos e empurrei com toda força que tinha, ele para olha para mim meio desconcertado. Respira fundo ainda encima de mim se senta na beira da cama. – O que houve? Pensei que queria tanto quanto eu a desejo. Ele fala passando a mão pela a nuca. Pego um lençol e vou ate a janela. – Meu pai foi morto há uma semana, atrás, eu não...
–você não? Ele se levanta e vem em minha direção. Mordo os lábios com tanta força que sinto o gosto do sangue em minha língua. – Cassandra? Viro e o meu cabelo tampava uma parte do meu rosto. Ele percebe que meu lábio inferir esta sangrando. Meu olho estava castanho o que não era normal ate mesmo pra mim. – Foram vocês? Um sorriso sinistro aparece em meus lábios o sangue escorria ate o meu queixo Ele mim lança um olhar serio. –Não entendo o que você dizer.
– Quem matou o meu pai foi um grupo de vampiros, os mesmo que mataram minha mãe. Minha voz era fria e maldosa. Ele mim encara e percebe que as coisas iam esquentar e alguém poderia sair muito ferido e ele não falava dos sentimentos, mas sim
, de feridas de verdade. Minhas garras estavam crescendo meu controle estava em um por sento. – O que quer dizer? Ele indagou com autoridade na voz. – Vampiros, sempre vampiros, se eu o matasse aqui e agora. O que aconteceria Benjamim. Uma risada sinistra saiu de minha garganta.
–Cassandra é melhor você ir dormi agora. Esta confusa.
– Não fale comigo desta forma. Não sou um cachorrinho adestrado! Um rosnado ecoa no quarto. Benjamim respira fundo, mas não baixa a guarda. –Cassandra! Fui pra cima dele com tudo uma voz ecoava em minha mente: Mata ele, mate ele, mate ele Cassandra.Minhas garras passaram no rosto dele cortando um pouco sangue escorrei ate aponta do queixo dele. Ele ficou irado e pulou em cima de mim ele disse algo mais não entende empurrei ele com os pés ele bateu com força no teto do quarto e caindo logo em seguida. Aquilo- o deixou desorientado fui ate ele passei minha perna sob o corpo dele ficando de joelhos e segurando as mãos dele. Abaixei meu rosto bem próximo do dele encostado aponta do meu nariz no dele olhei para o sangue e passei a língua como se fosse um lobo cuidando das feridas de outro lobo. Ele mim pega de surpresa virando-se e ficando encima de mim segurando minhas mãos com muita força acima de minha cabeça. – Não quero machucar você. Tento soltar-me mais ele mim segura com mais forte. – Escute Cassandra! Ele gritou. Sei que esta confusa e também com medo do que pode acontecer de agora adiante, mas eu sempre estarei aqui para proteger você de tudo e de todos. Cassandra eu te amo. Ky alei glenci. (Eu amo você.) não sou como os outros vampiros e você sabe disso. Meu amor deixa-me cuidar de você não precisa guarda tudo só pra se mesma estou aqui queria. Ele mim beijou saiu de cima de mim levantando junto com ele pegando-me em seus braços e mim abraçou lagrimas escorreram pela minha face. –Não é justo, eles tiraram tudo o que eu tinha, minha mãe e agora meu pai. Ele segura meu rosto em suas mãos. – Eles não vão sair impunes eu prometo. Seu olhar era firme e sem arrependimento em suas palavras. Eu vou encontrar todos. Eu vou contra todos da minha raça por você Ny alei (meu amor) então mim conte o que esta acontecendo?
– Vamos acabar nos matando sabia? Apoio minha testa na dele.
–Jamais machucaria você. E você provou que também não me machucaria. Fiz cara de confusa ele riu segurando minha nuca com uma das mãos apoiando sua testa na minha.
– Como assim? Perguntei confusa.
– Você poderia ter mim matado mais preferiu cuidar de meu ferimento. Cassandra confia em mim! Seu tom de voz era tão doce, tão compreensivo. –me perdoa. Eu nem ao menos sei o que estava fazendo, eu poderia ter matado você.
– Mas não matou. A ferida em seu rosto já havia desaparecido.
–Eu só quero resposta.
–Quem sabe eu não posso te dar.
Conte sobre o bilhete sobre alguns dos pesadelos sobre a cachoeira. Sobre tudo. Conversamos ate que peguei no sono. Benjamim me cobriu com os lençóis e mim abraçou.
–O que você esta procura, achara onde a luz do sol transforma-se em cor.
– quem está ai?
– Cassandra seja cuidadosa, a muitas coisas que foram escondidas pra te proteger.
–quem é você?
–Lembrem-se as respostas estão onde a luz do sol transforma-se cor.
–quem é você?
–Logo você irar descobr
– Sim estou bem . Ele beijou meu ombro e apertou minha cintura.
Não conseguir, mas dormi havia muitas perguntas em minha mente algumas vezes as respostas tornavam-se perguntas.
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