Notas iniciais
Quando vir os primeiros raios do sol. Levantei tomei um banho e fui ate o closet Benjamim levanto-se, encostando se ao portal do closet seus cabelos estavam despenteados seus olhos estavam tão azuis e ele estava apenas com a calça do moletom. Aquilo me fez pensar na noite passada desviei meu olhar. O que você vai fazer uma hora dessa? Fui ate a ele passei a mão em seus cabelos lisos castanhos claros deslizados minha mão ate tocar e seu rosto frio e pálido daquele lindo vampiro aquilo mim encheu de satisfação e euforia
Procurar resposta. Minha voz era calma e serena
E onde você vai achar?
No castelo do meu pai! Ele mim encara. Você não vai sozinha? É perigoso. Como assim, perigoso? Benjamim quase engasgar quando pergunto. Responda! Ele aperta meu ombro. Eu vou com você. Nem pense nisso, Benjamim a coisas que preciso saber sobre mim e preciso descobrir sozinha. Por que você não pode simplesmente esquecer esses sonhos. Por que eles são reais! Mas você não pode ir sozinha. Por quê? É minha casa lembra! Onde nasce, cresce. Sinto muito só estou preocupado com você. Eu irei. Ele suspira. Se te proibir você vai de qualquer forma. Sim vou. Mas pra você ficar tranqüilo levarei dos amigos comigo Rômulo e Megan. Os que te trouxeram de volta? Sim. Digo segurando as mãos dele. Um sorriso forçado apare-se em seus lábios. Não resisto e dou um beijo de leve. Ele retribuiu. Quando Ronald acorda diga a ele que não precisa ir trabalhar hoje.
Passei por ele e fui ate a sacada olhei para traz e pulei e entrei mata adentro. Ele escutou a cabeça.
Um meu uivo ecoa na mata.
Três minutos Rômulo aparece e Megan vem correndo e mim abraça. Nunca mas, nunca fique daquele jeito. Fiquei tão preocupada. Desculpa mãe. Meu tão de voz era de brincadeira. Um sorriso apareceu no rosto do Rômulo ele veio ate a mim e me deu um abraçou apertado. Preciso de ajuda. Que tipo? Megan indaga. Preciso ir ao castelo do meu pai. Eu posso contar com você? Rômulo e Megan se transformam e um uivo ecoa mata dentro Rômulo abaixa-se pare que eu possa subir ele estava tão grande.
Senhorita Cassandra o que faz aqui? Pergunta uma das funcionárias. O que você acha esta é aminha casa. E espero que não conte a ninguém que me viu, fui clara. Ela virou-se e saiu como se eu fosse um fantasma. Ah diga a todos que estão dispensados hoje não precisam trabalhar. Claro, senhorita. Venha comigo. O que estamos procurando? Megan pergunta subindo a escada para os quartos e o escritório do meu pai. eu não sei ao certo!
Mas sei que esta aqui! Rômulo percebeu que estava escondendo algo. O que você esta escondendo? Ele disse sem rodeios O que? você escutou muito bem. Seu olhar era firme decidido e ele cruzando os braços. Aquilo significa que ele que ele odeia mentiras. Suspirei Megan mim encara. O que esta escondendo de nós? Não estou escondendo nada. Ate porque vocês não perguntaram nada antes. mas agora estamos. Disse Rômulo com certa autoridade em sua voz ando tendo pesadelos. Que tipo? Megan pergunta. A um lobo. Que sempre aparece em meio a escuridão e fala coisas, e sempre esta tão frio. Suspiro. Ontem a noite durante a tempestade eu o vir, e durante a noite tive um sonho e ele mandou eu vir aqui. Ele disse que as respostas que procuro esta aqui. Em algum canto. Que jeito era esse lobo? Rômulo pergunta. Branco como a neve. Você já ouviu alguma voz em sua mente? Megan pergunta aproximando-se e segurando a mão do Rômulo. Sim uma ou duas vezes. você acha que... Antes que Megan termina-se a frase Rômulo diz. sim. como uma firmeza e solidez. O que? O que eu pedir?
Você sabe que todos os Aphas possuem um shaman.
shaman?
É um lobo místico, eles escolhem os seus ony
Como assim almas?
Ele viu algo bom em você então isso explica suas habilidades surgidas antes do tempo. Calmo ai Rômulo como você pode ter tanta certeza que realmente é um shaman? Megan pergunta indo em minha direção.
Quando isso começou Cassandra?
Antes de o meu pai morrer.
O que o seu shaman dizia? ajude-me na maioria das vezes, mas ouve uma noite que ele mim disse quem matou o meu pai. Vampiros.
Ele que ser libertado. libertado do que?
Só você pode descobrir.
Espere um pouco! Eu sei onde a luz do sol transforma-se em cor. Rômulo e Megan ficam confusos. Fui ate o escritório e vir que o sol estava na posição certa. Quando criança sempre vinha aqui ver as luzes do sol, bater no cristal preso a janela tudo ficava cheio de vida e luz coloridas como um arco-íres particular. o que temos que fazer?
Apenas esperar!
-Esperar o que? Megan pergunta. Peço para que ela faça silencio.
A mágica acontecer. Olho pro dois perto da porta do escritório. Sento-me no chão e eles fazem o mesmo. Megan os olhos da Cassandra mudaram de cor. Está castanho claro. Eu sei. Ela sussurra.
Será que o shaman?
Alguns shaman são maus. Megan fala baixinho.
Eu sei. Finalizou Rômulo.
A sala inteira ficou cheia de cor brilho e vida meus olhos brilharam. A luz ficou fina apontando para um pondo específico. Levanto-me e fui ater o ponto marcado pela luz mais não havia nada. Mais não a nada aqui. Talvez seja isso que querem que pense. Disse Megan. É! Você tem razão. Ficamos horas lá procurando algo. Pensando procurando respostas, mas nada nem umazinha. Ah! Disse furiosa. Pra mim já chega. Fui ate lá e chutei a parede um pequeno bloco de madeira se soltou caindo em meu pé. Mas o que é isso? Megan pergunta levantando-se. Mais um quebra-cabeça. Rômulo responde espreguiçando.
A pergunta é como vamos abrir?
O medalhão, medalhão. Você disse algo Rômulo?
Não.
Então quem falou. O medalhão Cassandra. Diz novamente em minha mente.
O shaman. Megan levanta e vem em minha direção. Rômulo olha! A cor dos olhos dela mudou novamente.
É ele. Disse Rômulo sussurrando.
O que ele disse? Pergunto Megan.
Medalhão.
Precisa conecta-se com ele ver como ele ver, respira como ele respira, ser ele Cassandra! Rômulo fala calmamente. E como faço isso?
Respirando fundo e concentrando-se na imagem ou voz dele eu acho. Disse Megan com certo medo em sua voz.
Vou tentar.
Mas nada aconteceu tentei muitas vezes mais nada depois de algum tempo eu desistir Por que não consigo. Pelo visto, ele tem a sua personalidade. Só faz o que quer, quando quer. Rômulo disse sorrindo. Ficaria zangada, mas ele estava falando a verdade. Ele disse algo sobre medalhão.
O medalhão dos Aphas?
Havia uma fenda com o formato do meu medalhão.
Não o medalhão dos Aphas, mas o meu. Digo rindo pegando o medalhão que meu pai mim deu assim que nasci ele colocou em meu pescoço e nunca mais tirei. Ele tem o formato de uma gota todo trabalhada em desenhos de cipós com folhas e por dentro uma foto da mamãe e do pai abraçados sorrindo. Abro o pingente e para minha surpresa encaixar perfeitamente escuto trancas sendo abertas. Você tinha razão Tomas esse medalhão abriria trancas para mim
Continua...

Quando vir os primeiros raios do sol. Levantei tomei um banho e fui ate o closet Benjamim levanto-se, encostando se ao portal do closet seus cabelos estavam despenteados seus olhos estavam tão azuis e ele estava apenas com a calça do moletom. Aquilo me fez pensar na noite passada desviei meu olhar. – O que você vai fazer uma hora dessa? Fui ate a ele passei a mão em seus cabelos lisos castanhos claros deslizados minha mão ate tocar e seu rosto frio e pálido daquele lindo vampiro aquilo mim encheu de satisfação e euforia

– Procurar resposta. Minha voz era calma e serena

– E onde você vai achar?

–No castelo do meu pai! Ele mim encara.

– Você não vai sozinha? É perigoso.

– Como assim, perigoso? Benjamim quase engasgar quando pergunto.

– Responda! Ele aperta meu ombro. – Eu vou com você.

– Nem pense nisso, Benjamim a coisas que preciso saber sobre mim e preciso descobrir sozinha.

– Por que você não pode simplesmente esquecer esses sonhos.

– Por que eles são reais!

– Mas você não pode ir sozinha.

– Por quê? É minha casa lembra! Onde nasce, cresce.

–Sinto muito só estou preocupado com você.

– Eu irei. Ele suspira.

– Se te proibir você vai de qualquer forma.

– Sim vou. Mas pra você ficar tranqüilo levarei dos amigos comigo Rômulo e Megan.

– Os que te trouxeram de volta?

–Sim. Digo segurando as mãos dele. Um sorriso forçado apare-se em seus lábios. Não resisto e dou um beijo de leve. Ele retribuiu. – Quando Ronald acorda diga a ele que não precisa ir trabalhar hoje.

Passei por ele e fui ate a sacada olhei para traz e pulei e entrei mata adentro. Ele escutou a cabeça.

Um meu uivo ecoa na mata.

Três minutos Rômulo aparece e Megan vem correndo e mim abraça. Nunca mas, nunca fique daquele jeito. Fiquei tão preocupada.

– Desculpa mãe. Meu tão de voz era de brincadeira. Um sorriso apareceu no rosto do Rômulo ele veio ate a mim e me deu um abraçou apertado.

– Preciso de ajuda.

– Que tipo? Megan indaga.

–Preciso ir ao castelo do meu pai. Eu posso contar com você? Rômulo e Megan se transformam e um uivo ecoa mata dentro Rômulo abaixa-se pare que eu possa subir ele estava tão grande.

Senhorita Cassandra o que faz aqui? Pergunta uma das funcionárias. – O que você acha esta é aminha casa. E espero que não conte a ninguém que me viu, fui clara. Ela virou-se e saiu como se eu fosse um fantasma. Ah diga a todos que estão dispensados hoje não precisam trabalhar.

– Claro, senhorita.

– Venha comigo.

–O que estamos procurando? Megan pergunta subindo a escada para os quartos e o escritório do meu pai. –eu não sei ao certo!

–Mas sei que esta aqui! Rômulo percebeu que estava escondendo algo.

– O que você esta escondendo? Ele disse sem rodeios

– O que?

–você escutou muito bem. Seu olhar era firme decidido e ele cruzando os braços. Aquilo significa que ele que ele odeia mentiras. Suspirei Megan mim encara.

– O que esta escondendo de nós?

– Não estou escondendo nada. Ate porque vocês não perguntaram nada antes.

– mas agora estamos. Disse Rômulo com certa autoridade em sua voz

– ando tendo pesadelos.

– Que tipo? Megan pergunta.

– A um lobo. Que sempre aparece em meio a escuridão e fala coisas, e sempre esta tão frio. Suspiro. – Ontem a noite durante a tempestade eu o vir, e durante a noite tive um sonho e ele mandou eu vir aqui. Ele disse que as respostas que procuro esta aqui. Em algum canto.

– Como era esse lobo? Rômulo pergunta.

– Branco como a neve.

– Você já ouviu alguma voz em sua mente? Megan pergunta aproximando-se e segurando a mão do Rômulo. – Sim uma ou duas vezes.

–você acha que... Antes que Megan termina-se a frase Rômulo diz.

– Você sabe que todos os Aphas possuem um shaman.

– shaman?

– É um lobo místico, eles escolhem os seus ony

– Como assim "almas"?

– Ele viu algo bom em você então isso explica suas habilidades surgidas antes do tempo. – Calmo ai Rômulo como você pode ter tanta certeza que realmente é um shaman? Megan pergunta indo em minha direção.

– Quando isso começou Cassandra?

– Antes de o meu pai morrer.

– O que o seu shaman dizia? –ajude-me na maioria das vezes, mas ouve uma noite que ele mim disse quem matou o meu pai. Vampiros.

– Ele que ser libertado. –libertado do que?

– Só você pode descobrir.

– Espere um pouco! Eu sei onde a luz do sol transforma-se em cor. Rômulo e Megan ficam confusos. Fui ate o escritório e vir que o sol estava na posição certa. – Quando criança sempre vinha aqui ver as luzes do sol, bater no cristal preso a janela tudo ficava cheio de vida e luz coloridas como um arco-íres particular. –o que temos que fazer?

– Apenas esperar!

-Esperar o que? Megan pergunta. Peço para que ela faça silencio.

– A mágica acontecer. Olho pro dois perto da porta do escritório. Sento-me no chão e eles fazem o mesmo.

– Megan os olhos da Cassandra mudaram de cor. Está castanho claro.

– Eu sei. Ela sussurra.

– Será que o shaman?

– Alguns shaman são maus. Megan fala baixinho.

– Eu sei. Finalizou Rômulo.

A sala inteira ficou cheia de cor brilho e vida meus olhos brilharam. A luz ficou fina apontando para um pondo específico. Levanto-me e fui ater o ponto marcado pela luz mais não havia nada.

– Mais não a nada aqui.

– Talvez seja isso que querem que pense. Disse Megan.

– É! Você tem razão.

Ficamos horas lá procurando algo. Pensando procurando respostas, mas nada nem umazinha. – Ah! Disse furiosa. Pra mim já chega. Fui ate lá e chutei a parede um pequeno bloco de madeira se soltou caindo em meu pé.

– Mas o que é isso? Megan pergunta levantando-se.

– Mais um quebra-cabeça. Rômulo responde espreguiçando.

A pergunta é como vamos abrir?

– O medalhão, medalhão.

– Você disse algo Rômulo?

– Não.

– Então quem falou. – O medalhão Cassandra. Diz novamente em minha mente.

– O shaman. Megan levanta e vem em minha direção.

– Rômulo olha! A cor dos olhos dela mudou novamente.

– É ele. Disse Rômulo sussurrando.

– O que ele disse? Pergunto Megan.

– Medalhão.

– Precisa conecta-se com ele ver como ele ver, respira como ele respira, ser ele Cassandra! Rômulo fala calmamente. – E como faço isso?

– Respirando fundo e concentrando-se na imagem ou voz dele eu acho. Disse Megan com certo medo em sua voz.

– Vou tentar.

Mas nada aconteceu tentei muitas vezes mais nada depois de algum tempo eu desistir

– Por que não consigo.

– Pelo visto, ele tem a sua personalidade. Só faz o que quer, quando quer. Rômulo disse sorrindo. Ficaria zangada, mas ele estava falando a verdade.

– Ele disse algo sobre medalhão.

– O medalhão dos Aphas?

– Havia uma fenda com o formato do meu medalhão.

– Não o medalhão dos Aphas, mas o meu. Digo rindo pegando o medalhão que meu pai mim deu assim que nasci ele colocou em meu pescoço e nunca mais tirei. Ele tem o formato de uma gota todo trabalhada em desenhos de cipós com folhas e por dentro uma foto da mamãe e do pai abraçados sorrindo. Abro o pingente e para minha surpresa encaixar perfeitamente escuto trancas sendo abertas.

– Você tinha razão Tomas esse "medalhão abriria trancas para mim’’

Continua...

Notas finais
o proximo "Cassandra e o segredo dos Aphas"
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!