Notas iniciais
Uma noite de Lua Cheia.

-você vai se casa com ele. Diz ele saindo do quarto batendo a porta.

Respiro fundo e olho para o vestido preto com fitas pretas e renda de rosas. Lagrimas brotaram em meus olhos negros com uma noite sem estrelas ou lua.

Desço a escada de pedra deslizada minha mão suavemente pelo escorri mão com o rosto cabisbaixo sentir uma grande fúria por ser controlada daquela forma dês de criança sou incontrolável sempre fugir de casa para a lagoa verde meu pai ficava doido e minha mãe sempre ia atrás de mim sempre mim protegendo da fúria dele. Mas como ele poderia controlar mi assim bem eu sou a única herdará dele e carrego seus gênios. Bom eu sou filha de um lobisomem e detesto reprimi minha vontade mais o que posso fazer se tudo isso é pouca de Calisto.

Cassandra? -fui despertada dos meus pensamentos pela voz firme de meu pai Tomas que segurou minha mão e mim levou ate o meu futuro marido sentir um rosnado preso em minha garganta quando ele tocou a minha mão. Meu pai se retirou deixando nos sozinhos ele levanta o meu queixo com uma das mãos e disse algo que mim surpreendeu muito

- não sabe o quanto esperei por você. Em sussurro.

Recuei um passo como um cão medroso. Encarando-o nos olhos azul como uma lagoa de águas cristalinas.

Ele veio em minha direção passou sua mão em minha Cintra e segurou firme senti meu sangue ferve de ódio. -não tenha medo jamais machucaria você. Ele disse em um sussurro

Que pena que não posso dizer o mesmo. Mim a festei e ele mim segurou pela mão e puxou com uma força incrível que nem tive tempo de pensar. Sentir seus lábios frios como a noite tocarem o meu. Aquele toque causou uma sensação em meu corpo que jamais poderia imaginar.

Sentir um gemido ecoa em minha garganta. -como isso pode acontecer como tudo esta saindo do meu controle desta forma.

-não pode negar. Esta em nosso destino minha querida.

-que fique em claro o meu destino faço EU! Um rugido saiu de minha garganta ecoando na lada.

Passei por ele batendo o meu ombro no dele ele abaixou a cabeça e riu tão baixo que só escutei por causa da minha audição de lobo. Quando faltavam três passos para que chegasse a porta ele abriu a porta para mim de cabeça baixa com um sorriso muito tentador sua velocidade era incrível.

Era noite a lua estava saindo quando mim sentei na grama do jardim era ve-la melhor ele também sentou ao meu lado e tocou em uma mecha do meu cabelo.

-eu também gosto de ver a lua. Minha boca se curvou em um sorriso rápido mais que ele percebeu.

-somos caçadores, agimos na escuridão da noite.

Você não tem fidúcia em mim. Por que tanto ódio de mim? Disse ele olhando fixamente em meus olhos senti meu corpo intero sendo envolvido por uma onda mística.

-somos inimigos a gerações sempre seremos não importa se nos casamos ou não, sempre irá ter rivalidade em nosso clã, e você sabe disso.

Não sabe há quanto tempo espero por você. Ele tocou meu rosto respirei fundo e não sabe o quanto eu desejei não ser a escolhida.

Mim levantei ele veio com uma velocidade que balançou meus cabelos e ficou parado em minha frente e disse em uma voz firme e decidida.

-você vai comigo!

Olhei pra ele inclinei minha cabeça de leve para a esquerda e disse. -e para onde eu deveria ir, si minha casa é aqui.

- aparte de hoje não mais. Mandarei alguém apanhar sua coisa Cassandra.

- não vou com você a lugar nem um Benjamim Venys.

Ele segurou meu braço e seu olhar era de um predador e infelizmente eu era a caça.

-Benjamim você já olhou pro céu hoje. Ele acenou com a cabeça. -pois bem então você viu a lua cheia.

- você tem dois meses antes da sua primeira transformação Cassandra.

-sim mais quando é lua cheia sempre acontece pequenas transformação. Um rosnado ecoa por todo jardim mim afastei e senti minhas unhas transformaram se em garras.

-você vai comigo Cassandra nem que sejam os pedaços.

Estávamos prontos para nos matar quando meu pai uivou perco minha concentração. Benjamim não sabia o que ele havia dito mais eu entendi tudo. O que pensa que esta fazendo Cassandra. esse foi o significado daquele uivo foi quando ele desceu as escadas como um lobo do tamanho de um tigre como os pelos todos arrepiados e os dentes amostra para mim como forme ele desceu os degraus ia se transformando se em homem novamente ele veio ate a mim segurou no meu braço e mim levou ate Benjamim e disse — peça desculpas. Olhei pra ele abaixei a cabeça e disse — nunca!

-peça Cassandra.

-não. Disse com os dentes travados. Ele apertou meu braço senti suas garras perfurando minha carne. Ele repetiu novamente. — posso passar a noite inteira aqui quando disse isso ele aperta meu braço suas garras entraram totalmente cai de joelhos na frente de Benjamim com um grito de dor. Benjamim sentiu seu coração destruído por mim ver naquele estado .-peça desculpa. Tomas grito.

-nem depois de Morta Tomas. Foi quando ele apertou mais, gritei novamente Benjamim segurou no braço de Tomas. Dizendo com uma voz firme e sem medo. -Já chega. Não a problemas eu também estava errado agora lagar ela. Tomas o olha com um ar de reprovação com se disse-se o pai dela sou eu ela tem que ser submissa a mim. Sentir suas garras saírem da minha pele junto com o sangue quente que escorria ate aponta do meu dedo

-você vai como ele disse Tomas andando ficando de costa pra mim vi ele se transformando na escuridão da noite e logo depois um uivo que dizia não ousa de desobedecer.

Ainda estava de joelho quando Benjamim veio ate a mim com a sua velocidade mim pegou no colo e mim levou ate o seu carro que estava do outro lado do jardim nem tive tempo para reagir meu braço doía e não parava de sangrar ele rasgou um pedaço de fita do meu vestido e amarou em meu ferimento. – Isso já deveria ter cicatrizado não? Disse ele preocupado.

-sim mais como somos da mesma espécie demora mais tempo. Desse sussurrando quase dormindo. Meus olhos estavam pesados meu braço ainda doía muito meu corpo ainda estava recuperado- se das transformações de antes e também da perda de sangue. — Acho que não foi boa idéia ter confrontado meu pai ainda mais em lua cheia.

Senti a mão de Benjamim segurando a minha, olhei para ele e senti vontade de beijá-lo foi quando chegamos. Ele desceu rapidamente mim pegou no colo novamente entrou com sua velocidade parando apenas para a Lucia dizendo para ela apanha o kit de primeiros socorros subiu a escada abrindo a porta do quarto ele mim deitou na cama e colocou o travesseiro debaixo da minha cabeça.

-Mas que droga você esta queimando em febre. Desse ele se levantando da cama.

-esta tudo bem Benjamim é por causa das transformações meu corpo ainda não esta pronto.

Ele passou a mão no meu rosto olhou e perguntou. –por que se transformou então?

Fechei meus olhos demore um pouco antes de responde. –por medo. Medo do que vai acontecer.

Toda noite antes de dormi minha mãe contava historia para mim. Minha favorita era de uma garotinha que era filha de um lobisomem e uma mortal. Sei que esta historia não parece muito adequada para uma criança de cinco anos ouvir, mas era a única que mim fazia dormi. Benjamim sorrir.

Ela dizia... Respirei fundo mordi os lábios ele apertou minha mão e mostrou um sorriso lindo cheio de afeto e ternura jamais imaginei que um vampiro poderia ser tão atencioso.

-Continue. Disse ele ansioso. Isso mim fez rir.

Essa é a historia de uma garotinha que mesmo antes de nascer teve seu destino traçado pelo símbolo do infinito.

Era noite de lua cheia quando a pequena garotinha nasceu fruto de um amor proibido pelos Apha da matilha. Filha de uma mortal com um lobisomem. Apesar dos esforços e tentativas de matarem a pequena criança não conseguiram. Quando a criança completou um ano de idade mandaram um lobo a ter o quarto da menina para que a matassem, mas o lodo não teve coragem, pois ele teve uma visão o futuro dos lobos e vampiros estavam em suas pequenas mãos.

O lobo voltou para a matilha e contou o que havia visto os Apha temendo o que poderia acontecer procuraram por uma vidente poderosa chamada Calisto. A pequenina seria entregue a um vampiro antes de sua primeira transformação.

-O que acontece depois? Perguntou ele segurando uma mexa do meu cabelo e deslizando a outra mão sobre meu rosto sua mão tão fria mais tão aconchegante, como isso poderia. –não sei. Estou com sono. Ele beijou minha testa terminar o curativo, jogou um lençol em cima de mim e saio do quarto apagando a luz e fechando a porta.

Notas finais
capítulo novo nas sextas.