Casamento Sob Suspeita.

5 Capítulo 5 – Corpos que se atraem.


PDV Edward Cullen.

Ainda deitada, Bella me olhava com ódio, mas eu iria domar aquela gata selvagem com o passar do tempo ou o meu nome não era Edward Thomas Cullen. Os minutos se passavam e o silêncio desconfortável pesava sobre nós.

- Não pode me obrigar a casar com você.

Dei as costas e fui até o escritório pegar o contrato. Claro que eu havia feito ela assinar duas cópias, pois se num acesso de raiva Bella destruísse uma delas eu ainda teria a outra como garantia. Não poderia deixar que escapasse. Não mais.

- Os termos do contrato são claros. Terá de me ressarcir em meio milhão de dólares se não cumprir com os termos estabelecidos.

Dizer que ela estava chocada era pouco.

- Como pode fazer isso comigo Edward? Não tem sentimentos? Que espécie de pessoa você se tornou?!

Ela falava com lágrimas nos olhos. Suspirei. Se você soubesse o quanto eu te amo princesa, o quanto eu te quero... E que você não me deixou outra alternativa a não ser esta... Se o Newton não tivesse aparecido, talvez eu fizesse as coisas de outra forma. Minha mente gritava silenciosa.

- Isso não vem ao caso.

Respondi com secura. Eu sabia que não seria fácil, mas contava com meu poder de sedução e todo o amor que eu sentia por aquela mulher para fazer a nossa união funcionar. Eu tinha certeza que poderia fazer Isabella me amar.

- Veja pelo lado positivo. Você e Alice além de amigas serão cunhadas. Sem falar em Rosalie.

Meu irmão mais velho, Emmett era casado com uma prima de Isabella.

- Vá para o inferno!

- Só se você for comigo...

Falei.

- E foi Emmett quem redigiu esse contrato ridículo?

- Não. Apesar do meu irmão ser excelente advogado, acho melhor deixar assuntos delicados como esse entre nós dois apenas.

Respondi. Ela não precisava saber que Jasper tinha conhecimento de tudo.

- Céus! O que as pessoas vão dizer?

- Não acredito que se importe com isso Bella.

- Um casamento as pressas é sempre muito suspeito. Todos vão pensar que eu estou grávida, Edward!

Era uma constatação.

- Até que não seria má idéia... Se quiser podemos começar a trabalhar nisso agora mesmo.

Falei dando o sorriso torto que a desarmava.

- Isto é sério Edward!

- Podemos dizer que nos apaixonamos, afinal amor também é um excelente motivo para duas pessoas se casarem.

Me fuzilando com o olhar, ela se levantou irada.

- E quem você acha que vamos enganar com esse teatro?!

- Pouco me importa o que os outros vão pensar ou não Isabella. Não ligo a mínima para o que essa gente hipócrita fala.

Eu disse dando de ombros.

- Muito bem, Edward Thomas Cullen! Vejo que não me resta outra escolha, mas se prepare, por que eu não vou facilitar as coisas para você!

Bradou e deixou o lençol escorregar mais uma vez, me deixando apreciar o seu lindo corpo, fazendo meu pênis urrar de tesão.

- E acostume-se apenas a olhar, porque será a única coisa que você vai fazer até o maldito dia desse casamento! Onde está o meu vestido? E o meu relógio?

Meus olhos devoravam o corpo feminino.

- Confisquei aquela coisa indecente. Você agora é minha noiva e não vai ficar usando roupas sensuais e sexy a não ser comigo. E quanto ao relógio, joguei no lixo, pois foi o Newton que lhe deu e eu não quero minha futura esposa andando por aí exibindo presentes que ganhou do ex-namorado!

Ela piscou aturdida.

- O que?! Quem lhe deu esse direito?

- Você quando assinou o contrato.

- Era um Tissot legítimo Edward!

Exclamou com raiva.

- Posso te dar um Bulgari, um Bulova ou qualquer outro que você escolher.

Respondi tranqüilo. Era verdade. O relógio estava no lixo do escritório e eu iria destruí-lo depois. Já o vestido, não foi só pelo fato de ser extremamente sensual. Eu fiquei com a peça de roupa porque o cheiro dela estava impregnado em cada fibra da trama do tecido. O aroma leve e adocicado de morangos selvagens que emanava dos cabelos cor de mogno.

- Ótimo! Vou sair daqui nua então!

Ela esbravejou calçando os sapatos e dando dois passos em direção à porta do quarto, mas eu bloqueei sua passagem e puxei-a para os meus braços, colando minha boca sobre a dela. Tanto anos de amor e desejo reprimidos vieram à tona com uma força avassaladora naquele simples beijo. Eu sugava e lambia seus lábios, enquanto ela levava as mãos aos meus cabelos. Forcei minha língua entre seus lábios pedindo passagem e ela cedeu. Nossas línguas se acariciaram, se provaram... Deus... Meu corpo clamava por ela.

Ela colou-se todinha a mim e eu gemi alto. A pele macia contra a minha, os seios pressionados contra o meu tórax. Desci minhas mãos até sua bunda firme, redonda e empinada e a ergui, fazendo com que Bella passasse as pernas em torno da minha cintura.

Ela ardia tanto quanto eu. Algo sobre o reconhecimento disso quase me matou. A fome que eu sentia por ela era voraz, intensa, profunda, apesar do longo tempo que ficamos separados.

Quebrei o beijo por um instante para poder admirá-la. Sua respiração estava mais forte e mais rápida. Seus cílios flutuaram sobre os olhos e lentamente ela corou. A necessidade de seu corpo transformou sua pele de porcelana, dando um leve brilho rosado, seus lábios estavam mais rubros e molhados pelo beijo, mas bonitos. Eu gemi com a necessidade de senti-los mais uma vez embaixo dos meus. Deus, como eu amava essa mulher!

- Edward...

Porra! Era bom demais ouvi-la gemer meu nome, quase nua e entregue em meus braços.

- Estamos sozinhos Bella... Podemos fazer tudo o que você quiser baby. Me diga o que você quer...

Falei baixinho e tornei a beijar seus lábios que se entreabriram. Minha mão segurou a sua nuca e com o outro braço apoiei suas costas. Eu queria estar mais perto,

queria estar dentro dela, mergulhando naquele corpo cheiroso que me atormentava por anos a fio. Apertando as pernas ao meu redor, Bella gemeu em resposta. Era isso o que eu precisava. Meus lábios sobre os seus, nossas línguas pressionando, se provando.

Desci minhas mãos em seus quadris, e apertei-os mais contra mim, os músculos do meu abdômen envolvido por suas coxas roliças e macias. Minhas mãos apertando seu bumbum, meus lábios contra os dela, enrolando nossas línguas.

Eu podia sentir o calor e a umidade através do tecido da fina seda de sua calcinha. Ela estava molhada, inchada. Fortes sensações batendo contra o meu pênis, que parecia que ia explodir de tão duro.

- Edward.

Gemeu outra vez meu nome, inclinando a cabeça para trás. Nada se comparava aquele momento. O mundo lá fora podia se desintegrar que eu não dava à mínima. Inalei longamente, uma respiração estrangulada passou entre meus lábios, e segurando-a firmemente pelo traseiro, a baixei apenas o suficiente para permitir que a latejante ponta do meu membro encostasse em sua vagina. Porra...

Isabella ficou rígida e seus olhos abriram em segundos, me encarando com um misto de medo e dúvida. Continuei pressionando contra o seu corpo.

- Sinta o quanto eu te quero.

Disse com a minha voz rouca pelo desejo. Ela travou. Senti a rigidez de seus músculos antes mesmo que ela proferisse uma palavra sequer.

- Solte-me!

Não. Não agora. Ela estava me rejeitando novamente. A frustração me dominou por completo. Travei o maxilar e respirei fundo, tentando me controlar.

- Deixe-me ir!

- Como quiser. Mas pode me dizer qual é o problema?

Emendei, fazendo com que seu corpo deslizasse até tocar com os pés no chão. Ela se afastou e me deu as costas.

- Se está querendo se divertir procure uma de suas amantes. Eu não sou este tipo de mulher.

Senti a raiva me invadir.

- Isto está totalmente fora de questão. Até ontem eu podia ter amantes, mas agora nós estamos noivos esqueceu? A única mulher que vai estar em minha cama e com quem eu vou me satisfazer a partir de hoje é você.

Ela não respondeu e eu saí do quarto, voltando minutos depois com uma antiga roupa de Alice nas mãos e entregando a ela.

- Vista.

Ela me olhou interrogativamente e pegou a peça.

- Era de Alice. Pergunte a ela se quiser.

Respondi antes que ela achasse que alguma das frequentadoras de minha cama havia esquecido o vestido colorido ali. Ainda de costa para mim, ela vestiu-se. Somente ao ficar pronta foi que virou-se para me encarar.

- Não pense que o que aconteceu poucos minutos atrás vai mudar alguma coisa.

Falou com uma voz distante e eu sorri complacente.

- Claro que mudou. É ótimo saber que você me deseja tanto quanto eu te quero.

Respondi calmamente, embora meu corpo estivesse urrando com a tensão reprimida.

- Qualquer homem poderia despertar desejo em meu corpo Edward.

Disse com desdém.

- Se qualquer homem fizesse isso linda, não era no meu quarto que você estaria agora. Sem falar que seu corpo está ardendo pelo meu, princesa.

Ela ergueu o rosto, numa atitude desafiadora, o que a deixou ainda mais desejável.

- Como ousa?

Bradou.

- Fácil. Seus mamilos estão duros embaixo do tecido desse vestido, apontando para mim, implorando pelo meu toque. Seus olhos estão mais brilhantes e escuros que o normal devido à excitação ainda presente em seu corpo. Suas pupilas estão dilatadas pelo desejo, que você a todo custo está reprimindo.

Ela ficou vermelha como um pimentão, enquanto eu sorria. Continuei.

- O seu rosto está corado, seus lábios inchados e aposto cem mil dólares que a sua vagina está completamente encharcada e dolorida... Você está molhada Bella e pronta para mim...

Em questão de segundos, ela desviou o olhar do meu.

- Sou um homem Bella e não um garotinho mimado como o Newton. Não pode esconder que me deseja, não pode mentir para mim, nem tentar me enganar... Nossos corpos se atraem. Você me atrai demais, princesa.

Falei me aproximando devagar e pegando uma mecha dos sedosos cabelos entre os meus dedos.

- A coisa que eu mais quero fazer nesse momento é tirar a sua roupa, te deitar na minha cama, te fazer gritar e gemer de prazer durante o resto do dia.

Ela engoliu em seco, mas não se esquivou. Continuei.

- Quero beijar toda sua pele, lamber cada pedacinho de você, me afogar nos seus sulcos e depois te foder de todas as maneiras possíveis. Te fazer minha até que não nos reste mais forças, até que um novo dia amanheça...

- Por que eu?

Ela sussurrou pálida.

- Por que você está destinada a mim desde aquela noite, naquele fodido banheiro, seis anos atrás.

Respondi seco. Ela me olhou com os olhos castanhos enevoados e eu me perdi em seu olhar.

- Eu tentei Bella, mas não posso e nem quero mais fugir. Você me pertence princesa, não tente negar.

- Eu... Eu preciso ir agora Edward.

Ela estava fugindo e eu suspirei derrotado. Com certeza Bella precisava ficar um pouco sozinha para colocar os pensamentos em ordem. Era muita coisa para ela absorver de uma vez só. Resolvi respeitar o momento.

- Quer que eu te leve?

Questionei já sabendo a resposta.

- Não. Quero ficar sozinha.

- Tudo bem, mas é bom pensar no que vai dizer a Alice, a Rose e ao seu pai. Afinal, todos eles sabem que nós não estávamos juntos e estaremos casados no máximo em trinta dias. Decidimos no casar, portanto...

Ela bufou indignada.

- Você decidiu! Eu estou sendo forçada a participar desta loucura!

- Isso é um mero detalhe.

Ela praguejou e me deu as costas, caminhando para o roll.

- Lembre-se de inventar uma história convincente.

A contragosto, ela assentiu agitando as mãos.

- Vou dizer que estamos namorando em segredo há algum tempo...

- E não esqueça o Newton.

Lembrei. Queria aquele miserável longe dela o mais rápido possível.

- Tudo bem.

Ela abriu a porta e saiu. Mas antes que o elevador chegasse, a puxei para meus braços e beijei seus cabelos. Ela estremeceu e eu vibrei com a tensão existente em nossos corpos. Seria só uma questão de tempo...

- Vai precisar de um anel de noivado. Está livre amanhã?

- Amanhã? Não sei Edward. Sinceramente, não sei.

Concordei com um gesto de cabeça.

- Eu ligo para você então.

- Está certo.

Puxei a porta do elevador e ela entrou de cabeça baixa.

- Bella?

Chamei.

- Sim?

- Não esqueça de que agora você está comprometida comigo, que sou ciumento e cuido muito bem do que é meu, princesa. Portanto, cuidado com o que vai fazer de agora em diante.

Ela trincou os dentes e cuspiu:

- Vá para o inferno Edward!

Explodi numa gargalhada e fechei a porta, permitindo que temporariamente ela fosse embora. Finalmente, depois de tanto tempo esperando, eu tinha conseguido o que queria.

Mas ver Isabella sair desnorteada daquele jeito não me fez bem, mas eu já tinha todo o meu plano traçado e não podia deixar que o sentimentalismo me invadisse justamente agora que ela havia cedido. Meu pau estava duro pelo tesão reprimido, embora eu houvesse me aliviado no banheiro horas antes.

Eu não havia contado a ela exatamente toda verdade... E como poderia? Acho que ela tentaria arrancar minha cabeça fora se soubesse que ao tirar a sua roupa e deitá-la em minha cama, eu deliberadamente afastei a borda da calcinha fio dental e me deliciei com a visão daquela bocetinha que me atormentava a seis longos anos.

Bella tinha uma beleza clássica. Os seios redondos e durinhos, o ventre plano, os quadris sinuosos... Nada exagerado. Ergui minha mão e acariciei de leve os pêlos lisinhos que cobriam a parte superior do monte de Vênus. As laterais da vagina eram totalmente depiladas e minha vontade foi cair de boca e língua naquela tentação, mas ela estava desacordada. E quando eu a tomasse queria que ela estivesse totalmente desperta, para dar muito gritos de prazer e gozar junto comigo.

Habilmente coloquei a pequena peça de roupa no lugar e sem poder resistir mais, fui até o banheiro de minha suíte, deixando a porta aberta e olhando fixamente para a mulher seminua e adormecida.

Tirei minha roupa rapidamente e a fitei por mais alguns segundos. Sentei no vaso e estiquei minha mão alcançando uma das gavetas do armário, sob a pia. Bella virou-se e ficou de costas para mim, sua bundinha linda quase totalmente exposta pelo fio dental da calcinha. Paraíso.

Meu pau latejou como se eu não conseguisse ultrapassar a porra de um dia sem me aliviar. Olhei para a dona do meu coração. Isto era como uma doença. O que eu tinha vinte e dois anos? Não, vinte e oito, mas eu desejava ter aquele corpo sob o meu dia após dia.

Sem desviar os olhos dela, peguei o tubo de lubrificante e soltei um suspiro profundo. Enchi minha mão com o líquido e com a imagem daquela bunda e das costas nuas a minha frente, deixei minha mão viajar até meu pau dolorido pelo tesão reprimido.

Me acariciei da base até à cabeça, torcendo a ponta e voltando para baixo novamente, imaginando que era a mão dela que me tocava. Ela se remexeu outra vez e virou de frente, me deixando mais um a vez apreciar os lindos seios rosados... Meu pau pulsou, crescendo com cada toque. Eu me permiti gemer, pois sabia que ela estava vencida pelo álcool e não acordaria tão cedo. Continuei subindo e descendo em todo comprimento e já sentia meu orgasmo se formando.

Sempre de olhos abertos, fitando minha futura esposa. Meu olhar foi descendo pelos seus seios, passeando por sua barriga e se detendo na minúscula, e provocante lingerie. Aquela coisinha minúscula me atiçava mais ainda. Fechei os olhos por um instante visualizando em minha mente a boceta macia escondida pelo tecido negro.

Minha mão acelerou seus movimentos com a lembrança da sensação dos pêlos em meus dedos e imaginei os sons que ela faria quando fosse acariciada ali. Aumentei o ritmo, provoquei meu pau, meus quadris se agitaram me empurrando em minha mão grosseiramente. Eu estava tão perto...

Aumentei um pouco mais o ritmo, puxando meu pau com longos cursos. Meu orgasmo rasgou através de mim enquanto o meu gozo jorrou abundante em minhas mãos e para baixo. Cacete! Gozei pra porra.

Esperei minha respiração se acalmar e fui ao chuveiro me lavar, antes de vestir uma calça confortável e deitar ao lado da minha futura esposa.

Notas finais
Quarta tem mais meninas
beijos
kiki