Notas iniciais
Boa Tarde meninas, estou de volta queria agradecer o carinho de vocês pelas estimas melhoras pra meu marido, ele ja esta em casa, obrigados meninas, vocês são 1000.

PDV Isabella Swan.

Se vinte quatro horas atrás alguém tivesse me falado que eu estaria seminua no quarto de Edward Thomas Cullen, vivendo a situação mais constrangedora de toda minha vida, eu teria achado ridículo! Com certeza mandaria alguém para o hospício.

Ele continuou a dizer:

- Eu tirei seu vestido e a coloquei na cama. Nada mais. Pode acreditar.

- Não acredito em você!

Gritei com aspereza.

- E por que não?

Ele retrucou cético.

- E não me responda com outra pergunta!

Irritante como sempre! Gemi. Às vezes eu sentia um ódio profundo por ele. Nem parecia que anos antes éramos amigos e ele defendia a mim a Alice na escola. Mas algo em sua expressão me dizia claramente que ele não estava mentindo.

- Onde... Onde você dormiu?

Perguntei.

- Na minha cama.

- Que cama?

Perguntei alarmada.

- Esta aqui.

Respondeu indicando com um leve movimento de cabeça. Acho que o pânico tornou a me invadir, porque ele se apressou em dizer.

- Não se preocupe. Nós dois apenas dormimos como anjinhos.

Senti o rubor queimar em meu rosto. Edward Cullen podia se qualquer coisa, menos um anjo de candura. A longa fila de beldades que faziam parte de suas conquistas era a prova disso. Ele suspirou. Eu continuava fitando-o sem acreditar. Depois de tantos anos, eu e Edward tínhamos dormido juntos, mas só dormido. Ah, se as coisas pudessem ser diferentes... Se aquela fatídica noite anos trás não tivesse acontecido... Pensei comigo mesma.

- Bom, então não há motivo algum para preocupações. Vamos apenas fingir que nada aconteceu e seguir adiante cada um com a sua vida, — falei determinada.

Um brilho diferente tomou conta dos olhos dele.

- Não exatamente.

Senti as borboletas saltarem novamente em meu estômago.

- Não brinque comigo Cullen! Você disse que não houve nada então...

Não consegui concluir.

- Nós fizemos um acordo ontem e sinceramente eu espero que você mantenha sua palavra.

Droga! Umedeci meus lábios num claro gesto de nervosismo. Do que ele estava falando agora?!

- Acordo? Que tipo de acordo?

Rezei silenciosamente para não ter feito nenhuma besteira. Eu juro que nunca mais tomaria nada além de uma mera taça de champanhe. Alice sempre me dizia o quanto eu era fraca para bebidas. O pior é que ela tinha toda razão! Depois de alguns minutos de silêncio, ele falou:

- Concordou em se casar comigo.

Meu queixo caiu. Minha boca escancarou. Fiquei em choque. Eu tinha escutado direito? Me casar com ele? Respirei fundo algumas vezes buscando o ar que repentinamente faltara em meus pulmões.

- O que... O que disse?

Ele sorriu amplamente.

- Que você ontem a noite concordou que casaria comigo.

Minha mente parou de funcionar? Levei as mãos até a cabeça sacudindo-a um pouco e gemi pela terrível dor que me acometia. Será que eu escutei direito ou eu preciso ir ao médico com urgência, pois estou ouvindo coisas?! Deus!

Escrutinei seu rosto e não havia nenhum sinal de diversão.

- É alguma pegadinha? Ou seria uma brincadeira de mau gosto? Tem alguma câmera escondida por aqui?

Questionei desconfiada. Edward torceu os lábios, amargo.

- Já passei da idade de me deixar levar por brincadeiras e piadas infantis Bella. Além do mais sou muito egoísta no que diz respeito a minha privacidade.

Aquilo não estava acontecendo. Não podia estar acontecendo.

- Isso é loucura Edward! É insano e descabido! Nós nem ao menos gostamos um do outro, então por que eu aceitaria me casar com você?

Ele estreitou os olhos em fenda.

- Como você mesma falou ontem à noite, temos um assunto inacabado há seis longos anos. E eu também te desejo muito.

Morri! Mãe do céu, o que foi que eu fiz?!

- Que... O que?

Ele andou até estar bem próximo de mim.

- Ontem você disse que me desejava muito e que precisávamos terminar o que começamos seis anos atrás.

Minha Virgem Santíssima! Ta aí no que deu me embebedar. Abri na boca e falei um monte de asneiras. Mãe, eu quero morrer!

- Eu estava bêbada, então não conta.

Retruquei pasma com o meu comportamento, vermelha até a alma. Ele estreitou os olhos me analisando por alguns instantes. Seu rosto não demonstrava nenhuma expressão.

- Foi uma decisão mútua. Estou com vinte e oito anos e já está mais do que na hora de sossegar e formar uma família.

Era só o que me faltava! Engoli em seco, tentando retrucar.

- Isso é ridículo! Não posso acreditar nem aceitar!

- Não podemos voltar no tempo Bella.

E se pudesse eu já teria feito e varrido aquela noite do mapa!

- E por que você quis ir para cama comigo? Newton não está dando conta do recado?

- Deixe Mike fora disto Edward! Nunca agi dessa forma antes. Com toda certeza foi à bebida. Me excedi agi como uma louca.

Ele me fitava com um brilho divertido em seus olhos.

- Como concordou com um absurdo desses?

- Seria conveniente para nós dois.

Vasculhei seu rosto tentando encontrar algum vestígio de ironia, piada ou o que quer que fosse. Nada

- Isso é loucura Edward! Não posso aceitar essa idéia maluca!

Ele suspirou e pela primeira vez em muitos anos me pareceu exausto.

- Bella, escute. Estou com 28 anos e cansado de encontros com mulheres fúteis, interesseiras e vazias. Também não gosto mais de voltar para casa sozinho. Quero começar uma família, quero me casar.

Aquilo eu não ia ouvir.

- Isso é problema seu Edward!

- Quer me deixar terminar?

Disse irritado.

- Tudo bem prossiga.

- Muito bem, foi você quem pediu! Dentro de trinta dias o banco vai executar a hipoteca da mansão dos Swan e também a de New Moon.

Empalideci ao ouvir aquilo. Não podia ser verdade. Minha casa e a casa de campo que eu tanto amava? Ele percebeu a surpresa estampada em meu rosto.

- É, eu achava que você não sabia, mas agora tive a certeza.

- Nós vamos perder tudo?

Sibilei baixinho.

- Infelizmente sim. A casa da praia é o único imóvel que restará. Seu pai deu à propriedade e a casa de campo como garantia do empréstimo que tomou para liquidar...

- As dívidas de jogo, eu sei. Mas nunca passou pela minha cabeça que o estrago fosse grande assim...

- Tem muita gente interessada na derrocada dos Swan, Bella. Uma família tradicional como a sua desperta a inveja de muitas pessoas.

Suspirei pesadamente e me empertiguei tentando juntar o pouco da dignidade que ainda me restava.

- Olhe Edward, eu realmente agradeço a sua preocupação e boa intenção, mas esqueça essa loucura de casamento. Eu vou encontrar uma forma de resolver esta situação.

- Como?

Questionou irritado.

- Sei lá, mas eu darei um jeito...

Ele deu um sorriso maquiavélico.

- Como eu disse antes, o nosso casamento seria conveniente para mim.

- Mas para mim não!

Falei agitada.

- É tarde demais para voltar atrás. Vamos casar e está decidido, Isabella.

Ele retrucou calmamente.

- Uma ova! Por que não perde essa sua pose de bom moço e faz esse pedido a uma de suas admiradoras? Eu conheço umas cinquenta aqui na cidade que se jogariam aos seus pés e adorariam ser sua esposa.*

*(Leitoras da fic, podemos fazer uma fila mulherada! Quem se candidata?!Rsssssss.............)*

Ele gargalhou alto, mas se recompôs em seguida.

- Sei muito bem o motivo. A fortuna e a posição social dos Cullen. Além disso, sou bonito, sexy e bem sucedido.

Rolei os olhos.

- Quanta modéstia...

Ele sorriu amplamente.

-Você sabe que é verdade.

Sim, eu sabia. Algumas mulheres só faltavam ir às tapas para estar com ele.

- Se eu fosse casado, as oportunistas não iriam mais me incomodar.

Edward não estava raciocinando direito. Alguma coisa deveria ter embolorado o seu cérebro. Eu tinha que dissuadi-lo daquela idéia maluca.

- De certa forma, eu também iria querer o seu dinheiro...

- É diferente. Você ignorava até poucos minutos atrás a péssima situação financeira de seu pai, portanto, não pode ser considerada uma caça dotes.

Honestamente, eu não sabia se ria ou se chorava. Por que para ele tudo parecia tão certo e para mim tão insano? Ele prosseguiu.

- Veja pelo lado bom, quase todas as suas amigas estão casadas, eu lhe proporcionaria segurança financeira. Além disso, o patrimônio e o nome da sua família estariam a salvo, e você se livraria de vez da imagem de superior que criou ao longo desses anos...

Ele me fitava com seriedade. Desviei os olhos e engoli em seco. Segundos depois como ele permaneceu em silêncio, ergui meus olhos até o seu lindo rosto. Nossos olhares se encontraram e eu tentei achar algum traço e ironia no brilho verde esmeralda, mas não havia nada. As lembranças daquela noite de outono inundaram minha mente com força e comecei a sentir um súbito calor se espalhar no meio das minhas pernas.

- Não vou pra cama com o primeiro que aparece!

- Eu, melhor do que ninguém sei disso princesa.

Droga! Ele realmente queria me constranger! Olhei para o chão esperando que o assoalho de madeira se abrisse e eu pudesse me esconder dentro dele. Senti um friozinho na boca do estômago.

- Não vou me casar sem amor Edward. Esqueça.

- Contos de fadas não existem Bella.

Com certeza. Se existissem você seria o príncipe encantado do meu, pensei silenciosa mente.

- Tenho certeza de que nos entenderemos muito bem na cama. Isso é 80% em um casamento bebê. Garanto que nenhuma mulher nunca deixou a minha cama sem estar completamente satisfeita.

Ele respondeu e a minha raiva cresceu. Resolvi desafiá-lo.

- E quem disse que eu quero dormir com você?

Ao me dar conta das palavras que tinha proferido, gelei novamente e tentei segurar o lençol, que ele puxou com força.

- Edward..........

Ele deu dois passos e se atirou na cama, forçando seu corpo másculo de encontro ao meu. Recuei. Prendi a respiração em expectativa. Ele desceu os lábios para o meu pescoço e sugou delicadamente minha pele exposta. Eu arfei e gemi baixinho. Ele voltou e com a ponta da língua traçou o contorno do meu queixo. Meu coração batia acelerado. Como eu queria sentir mais uma vez a boca masculina sobre a minha. Fechei os olhos aguardando o que viria a seguir, mas senti o colchão ranger, e abri meus olhos frustrada. Ele me olhava com um sorriso malicioso.

- Não me provoque bebê. Sou maior e mais forte que você.

Falou com a voz baixa e rouca. Me arrepiei da cabeça aos pés. Era verdade. Edward tinha 1,85 m de altura e eu apenas 1,62 m. De salto alto eu chegava no máximo a altura de seu queixo.

- Não vou me casar com você Cullen!

Bradei. Sem querer o lençol escorregou e expos os meus seios novamente. Edward parecia um lobo faminto diante de uma carne suculenta. Seu olhar lascivo fez com que os meus mamilos reagissem na mesma hora. Corei e puxei o lençol, me cobrindo outra vez, enquanto ele dava uma risada.

- Não se acanhe tanto Isabella. Já tive os seus lindos seios em minhas mãos esqueceu? E além do mais, fui eu quem a despiu ontem à noite.

Aquelas palavras tiveram o poder de deixar minhas pernas moles e bambas. Mas decidi retrucar.

- Pervertido! Eu estava praticamente desmaiada!

- É verdade, mas confesso que foi uma experiência diferente e muito interessante.

- Cínico!

Ele me deu um sorriso torto.

- Vai começar a me elogiar agora?

Perguntou sorrindo e eu ignorei.

- Vamos falar sobre o casamento...

- Não vai haver casamento.

- Se não quiser ver o nome de sua família ser jogado na lama, e o seu pai arruinado, é melhor aceitar...

- Prefiro morrer!

Rosnei.

- Talvez você não esteja lembrada, mas assinou um contrato de casamento ontem à noite...

Ele falou impassível.

- Você não fez isso...

Perguntei com os olhos quase saltando das órbitas. Eu não queria acreditar, mas a arrogância dele, dizia que sim.

- Quer que eu vá buscar no escritório?

A raiva tomou conta de mim. Minha vontade era sair daquela cama e voar no pescoço dele! Imbecil!

- Como se atreve a me manipular desta forma Edward?

Eu tremia de ódio.

- Sei o que é melhor para você princesa.

Ele respondeu.

- Você não sabe de nada, seu prepotente metido! Eu te odeio!

- Me xingue e diga o que quiser, mas você vai ser minha esposa em um mês no máximo, então acho bom se acostumar com a idéia e se preparar para viver um casamento de verdade.

Estreitei os olhos, desconfiada.

- O que quer dizer com isso?

- Que vou possuir você todo dia.

Meu coração acelerou e as palavras morreram em minha garganta. Ele continuou:

- Quero uma esposa para aquecer a minha cama e me dar filhos, Bella. Vários.

Notas finais
spoiler para você Garotas
-Edward...
Porra! Era bom demais ouvi-la gemer meu nome, quase nua e entregue em meus braços.
-Estamos sozinhos Bella... Podemos fazer tudo o que você quiser baby. Me diga o que você quer...
Falei baixinho e tornei a beijar seus lábios que se entreabriram. Minha mão segurou a sua nuca e com o outro braço apoiei suas costas. Eu queria estar mais perto,
queria estar dentro dela, mergulhando naquele corpo cheiroso que me atormentava por anos a fio. Apertando as pernas ao meu redor, Bella gemeu em resposta. Era isso o que eu precisava. Meus lábios sobre os seus, nossas línguas pressionando, se provando.
Desci minhas mãos em seus quadris, e apertei-os mais contra mim, os músculos do meu abdômen envolvido por suas coxas roliças e macias. Minhas mãos apertando seu bumbum, meus lábios contra os dela, enrolando nossas línguas......
volto mais tarde com o cap. 5.