Notas iniciais
Olá pessoal

PDV Isabella Swan.

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Desci as escadas ainda sem acreditar que eu havia me casado com Edward. Ele esperava por mim ao término dos degraus com um sorriso torto nos lábios. Meu coração acelerou. Edward vestia uma calça social preta, uma camisa de mangas longas azul, com os punhos enrolados e os dois primeiros botões abertos, deixando ver o início da trilha de pêlos em seu peito. Meias e um par de sapato social pretos. Lindo de morrer! Ele segurou a minha mão e beijou-a. Senti mais uma vez uma inquietação e ao levantar os olhos dei de cara com Tânia, me fitando com os lábios apertados numa linha fina e um olhar gélido. Sustentei seu olhar por alguns segundos, mostrando claramente que ela não me intimidava. Em seguida, ansiosa procurei ver o meu pai, mas não o encontrei. Edward sussurrou em meu ouvido:

- Perto da porta, à esquerda.

Olhei para onde Edward indicou e vi que papai estava lá, tentando segurar as lágrimas. Me dirigi até ele e me atirei nos seus braços.

- Prometa que vai dar notícias.

- Prometo, pai. E você trate de se comportar, ok? Eu te amo.

- Também te amo, Bells.

Virei-me para minha segunda mãe.

- Tome conta dele Siobhan, — falei dando-lhe um abraço apertado.

- Pode deixar querida. Aproveite sua lua de mel e avise quando for voltar para que eu possa arrumar o quarto.

Assenti. Edward despediu-se da família dele e nós saímos. Ele dirigia concentrado, com seu braço em volta dos meus ombros. À medida que nós nos afastávamos da casa e pegávamos a estrada, começou a chover.

- Minhas costas estão doendo até agora.

Ele falou. Eu sorri. Alguém tinha acertado as costas dele com um punhado de arroz na hora em que íamos sair dela e pela força do ricochete dos grãos, eu seria capaz de apostar que tinha sido o Emmett!

- Chuva de arroz. Faz parte da tradição.

- Você está linda.

Disse gentilmente.

- Obrigada.

Estremeci de leve e ele imediatamente desligou o ar condicionado do volvo.

- Está com frio?

Falou com sua voz rouca e grave.

- Não.

Respondi. Não tinha como eu estar com frio com ele ali tão próximo.

- Ainda bem que não choveu durante a cerimônia.

Falou com um sorriso.

- É verdade, — completei.

Será que ele realmente estava falando sobre o tempo? O que estaria se passando na cabeça dele agora? Era o que eu me perguntava.

- Você parece cansada Bella. Está com cara de quem está prestes a desmaiar...

Ele não fazia idéia.

- Eu não me surpreenderia caso desmaiasse. Estou exausta.

Respondi. E havia ainda à noite por vir, pensei. Ele me olhou preocupado.

- Foi um longo dia não foi?

- Sim.

- Já comeu alguma coisa hoje?

Balancei a cabeça negando. Quatro canapés não podiam ser considerados como uma refeição.

- Prefere parar em algum lugar antes de irmos para casa?

- Não.

Nós iríamos morar com o meu pai na mansão dos Swan. Siobhan estava encarregada de arrumar a suíte principal no primeiro andar para que a partir de agora fosse o nosso quarto. Estaria tudo pronto quando voltássemos da casa de campo dos Cullen, na região dos lagos, onde passaríamos a lua de mel.

- Tudo bem então.

Ele me deu um sorriso safado e só então me dei conta do que ele estaria pensando... Que eu não via a hora de estar a sós com ele. Engoli em seco e me afundei no banco do carro. Céus! Que Deus me ajudasse...

Ele acelerou um pouco e eu tentei me distrair olhando para fora. Já estava escuro, mas eu conseguia ver o contorno das árvores, as janelas iluminadas dos casarões centenários construídos na época da colonização... Mas meus olhos sempre acabavam voltando para o interior do veículo, para nossas mãos ainda entrelaçadas sobre a coxa dele.

- Faz tanto tempo que eu não venho aqui...

- É verdade. Você costumava vir com freqüência antigamente. Mamãe fez uma ótima reforma, acho que vai gostar. Ela e meu pai estão se refugiando aqui de vez em quando, para fugir das pressões do dia a dia.

- Entendo perfeitamente. Quando eu quero dar um tempo ou ficar sozinha, vou a New Moon. Cavalgar me faz muito bem nessas horas. É um escape delicioso. Só a paisagem, com a casa no alto da colina, é maravilhosa.

- Também faz tempo que eu não vou por lá.

Ele falou sorrindo.

- Mas agora que estamos casados princesa, poderemos ir cavalgar quando você quiser.

- É verdade.

Falei sonhadora.

- Mas a casa dos meus pais me pareceu o lugar ideal para nossa lua de mel, pois não há vizinhos próximos, estaremos entre as nuvens, o lago e as montanhas. Um lugar perfeito para uma lua de mel.

As palavras fizeram o meu coração saltar acelerado.

- Os Uley ainda trabalham aqui?

Perguntei me referindo ao casal de caseiros que tomavam conta da propriedade.

- Sim, mas dei folga a eles neste fim de semana.

Respondi com um maneio de cabeça. Era natural que um casal recém-casado preferisse ficar completamente sozinho. Engoli em seco, outra vez ansiosa com o que estava por vir. Ele estava focado inteiramente na autoestrada, que agora se tornava sinuosa e cheia de curvas.z

Ao chegarmos me surpreendi. Os portões eram novos e encontravam-se fechados. Bem diferentes dos antigos de ferro que costumavam estar ali anos atrás. Edward apertou um pequeno controle remoto a as grades se abriram, deslizando lentamente. Após estacionar o carro na área coberta que também não existia antigamente, ele desceu e deu a volta no carro, abrindo a porta para mim.

- Bem vinda senhora Cullen.

Desci do carro com um meio sorriso. Apreciando a paisagem exuberante e olhando tudo ao redor. As lembranças dos finais de semana vividos ali povoaram a minha mente com agradáveis recordações. Realmente muita coisa havia mudado por ali. Edward adiantou-se alguns passos e destrancou a porta esperando por mim.

- Eu tinha esquecido de como tudo é tão lindo por aqui...

Comecei a falar, mas Edward me pegou no colo.

- Edward! Me solte! Sou muito pesada.

Ele gargalhou alto.

- Você é leve como uma pluma linda. Posso facilmente te carregar com um braço só e agora fique quietinha!

Disse caminhando.

- Faz parte da tradição, ultrapassar a soleira da porta com a noiva nos braços.

Depois beijou de leve meus lábios e deixou que eu deslizasse até o chão, com uma mão em minha cintura. Em seguida estendeu a outra mão e acendeu a luz, iluminando a ampla sala de estar.

- Estou feliz que tenhamos vindo direto para cá. Bem vinda à casa de Campo Cullen mais uma vez Bella.

Falou com a voz rouca.

- Entre e olhe tudo por aí, enquanto vou pegar nossas malas.

Não pude deixar de observá-lo. O corpo firme e ágil, as pernas longas, os braços musculosos... Edward carregava as malas como se fossem plumas. Eu ainda sentia a sensação de seus braços envolvendo meu corpo trêmulo. Desejei ardentemente que o nosso casamento fosse normal... Duas pessoas que se amam e querem passar o resto de suas vidas juntas.

- Venha, princesa. Vou mostrar-lhe o nosso quarto.

Assenti e caminhei atrás dele. O quarto era enorme dominado por uma cama imensa com colunas e dossel. No chão um tapete espesso e escuro. O ambiente era lindíssimo e suntuoso, realmente digno de um casal da nobreza.

PDV Edward Cullen.

Minha mãe havia preparado aquele aposento especialmente para nós. A cama king size com colunas estava coberta com lençóis de seda brancos e almofadas vermelhas, velas de vários tamanhos espalhadas pelo chão, pétalas de rosas vermelhas fazendo um caminho da porta de entrada até a cama, um lindo buquê de flores do campo sobre uma mesinha de apoio. E o principal: um enorme espelho afixado na parede, de frente para a cama. Exigência minha óbvio. Queria ver Bella de todos os ângulos possíveis quando tomasse seu corpo logo mais. Minha mãe entendeu e mandou instalar alguns dias antes.

- O banheiro fica ali na porta ao lado, — falei.

- Oh, Edward, está tudo tão lindo...

- Você merece o que há de melhor Bella. Gostaria de tomar um banho primeiro?

Meu coração se aquecia só de olhar para ela, mas eu estava de certa forma, nervoso.

- Sim obrigada. Um banho seria ótimo. E se você pudesse colocar a minha mala num local de fácil acesso...

Pediu. Sua voz estava um tanto estranha, como se ela estivesse envergonhada, constrangida, não sei bem. Peguei a mala e levei até uma bancada lateral ao espelho. Observei-a abrir a mala e pegar uma sacola cor de rosa com a marca de uma fina loja de lingeries impressa. O clima foi quebrado quando o estômago dela roncou.

- Desculpe.

Falou vermelha como um pimentão.

- Eu que devo me desculpar por não ter cuidado de você direito durante a festa. Vou à cozinha preparar alguma coisa para comermos.

Ela assentiu e eu saí. Abri a geladeira e peguei frutas, um pote de geléia de amoras, que eu sabia que ela adorava, frios diversos e uma garrafa de vinho tinto de ótima safra. Na mesa encontrei vários tipos de pão, mas optei por torradas de pão italiano. Em seguida ouvi o barulho da água do chuveiro sendo ligada... Bella tinha ido se refrescar. Só de pensar nela nua, com água escorrendo pelo corpo, toda molhada, meu pau urrou enlouquecido.

Calma, pensei comigo mesmo. Tudo na hora certa. Levei a comida para a sala de estar e coloquei na mesa de centro, aproveitando para tirar os sapatos e as meias, desafivelar e tirar o cinto e abrir um pouco mais minha camisa.

Ouvi os passos dela andando pelo quarto, o barulho das longas escovadas no cabelo... Eu estava consciente dos mínimos movimentos e ruídos que ela fazia. Esperei e logo depois ela surgiu num robe de cetim branco que chegava até o meio das coxas, os cabelos longos e molhados soltos pelas costas, sexy até a alma.

- Com você vestida assim baby, vai ser difícil me concentrar no nosso lanche.

Era uma constatação. Um fato. Ela corou e me deu um sorriso tímido, sentando ao meu lado, no chão. Conversamos um pouco sobre amenidades, comemos e tomamos meia garrafa do vinho. Eu não queria que nada quebrasse o clima que havia sido criado entre nós naquela noite.

Observei quando ela empurrou o prato e limpou a boca com o guardanapo, dando a entender que havia terminado.

- Está satisfeita?

- Sim, obrigada.

Fiquei de pé e estendi a mão para ela, fitando-a diretamente nos olhos. Ela me deu a mão e eu ajudei-a a levantar, trazendo sua mão aos lábios e beijando-a.

- Venha Bella.

Eu disse puxando-a na direção do quarto. Entramos e eu fiz com que ela se sentasse na cama. Fiquei na sua frente e comecei a tirar minha roupa. Ela abriu a boca ligeiramente e acompanhou todos os meus movimentos sem perder nenhum detalhe. Tirei a camisa e em seguida a calça, ficando apenas com uma boxer azul escura.

- Sua vez love.

Disse encorajando-a a fazer o mesmo. Era a primeira vez que eu a chamava assim, ela teria notado?

- Edward, eu...

- Shh... Tire o robe. Quero ver o que você está vestindo por baixo.

Ela ergueu-se e eu sentei no seu lugar para apreciar. Devagar e sem me encarar ela soltou o laço que prendia a peça e fez com que a mesma escorregasse pelo seu corpo até o chão, revelando uma camisola branca, curta e capaz de me fazer perder o juízo. Sem conseguir me conter mais, fui até ela e tomei-a nos braços beijando-a com urgência. Ela correspondeu com paixão.

- Sinta o quanto eu te quero Bella. Vou amar você a noite toda, entrar e sair desse seu corpo macio até não aguentar mais.

Falei com nossas bocas coladas, quando senti que ela enrijeceu.

- Edward, eu...

Recuei um pouco, fitando-a sem entender o que estava se passando.

- Você?

- Eu preciso lhe dizer algo.

Falou se afastando de mim. Meu pênis latejava. Sorri irônico.

- Estamos sozinhos em plena noite de núpcias, portanto não me peça para esperar mais nem um minuto, pois vou possuir você hoje de qualquer maneira. Estes últimos dias foram um inferno, mas eu respeitei suas vontades.

Ela me olhou e mordeu os lábios. Gemi. Gesto sexy da porra!

- Eu não sei como fazer isso.

Agora fodeu! Do que ela estava falando? Pensei estreitando os olhos.

- Não sabe como fazer o que baby?

Perguntei começando a me irritar.

- Isso!

E apontou para a cama. Estreitei os olhos, confuso. Ela mordeu o lábio inferior e desviou os olhos, constrangida. Continuei fitando-a sem entender, até que alguns minutos depois a ficha caiu completamente. Olhei para ela estupefato.

- Como assim? Você nunca?!

Ela baixou a cabeça envergonhada.

- Nunca.

Choque, surpresa, um misto de emoções me invadiu.

- Deus!

Exclamei incrédulo.

- Eu sou virgem Edward.

Falou num sussurro baixo. Eu juro que não sabia se ria ou se chorava. Eu seria o primeiro homem da vida dela, o primeiro a foder aquela bocetinha pequena, a mostrar a ela todos os caminhos da luxúria e do prazer. Ela e Newton nunca haviam transado! Nunca! Eu estava ardendo de desejo por uma virgem... Meu coração parecia que ia explodir em meu peito de tanta alegria, meu pau surtou em antecipação. Bella era virgem e eu seria o primeiro e único homem a possuí-la.

Notas finais
Gente vocês viram esta fotos recentes do Rob. Porra que homem delicioso, esta barba dele ta de matar, imagina isso roçando o seu pescoço......... ai quase infartei.
Beijocas e até Quarta
Kiki