Casamento Sob Suspeita.
17 Capítulo 17 – A grande noite – Parte II.
Notas iniciais
Meninas escutei a musica que esta no meio do cap. ok.
PDV Edward Cullen.
Aquela era uma surpresa maravilhosa, mas por outro lado os meus planos de ter uma noite ardente e transar com ela até o dia amanhecer acabavam de ir para o espaço sideral... Como seria a primeira vez dela eu teria de ser carinhoso, cuidadoso, gentil e isso me frustrou um pouco.
- Por que não me disse antes Bella?
Perguntei carinhoso.
- Por que até este momento o assunto não era da sua conta.
Revirei meus olhos... Mulheres... Só elas para pensarem assim. Respirei fundo e contei até dez mentalmente.
- Se tivesse me dito eu jamais teria exigido os seus exames.
Falei. Que outras surpresas ela ainda teria?
- Mas eu não abriria mão dos seus, Edward.
- Sei disso.
Levantei e andei até ela. Bella estava insegura.
- Não vai rir de mim?
- E por que eu faria isso?
- Por eu chegar aos vinte e dois anos e ainda ser virgem.
Disse constrangida. Puxei-a para os meus braços e beijei seus cabelos, afagando-os de leve.
- Esse foi o melhor presente de casamento que você poderia me dar love.
- Jura?
- Juro. Ser o primeiro homem a possuir uma mulher é algo muito especial. E você é minha esposa. Agora vamos com calma. Eu quero conhecer devagar cada pedacinho de você Bella.
PDV Isabella Swan.
Desviei meus olhos para que ele não visse o quanto eu tinha ficado feliz com as palavras dele. Nesse instante meu subconsciente me lembrou de uma passagem épica... "E então o leão se apaixonou pelo cordeiro..." "Que cordeiro estúpido"... “Que leão doentio e masoquista"... Exatamente o que acontecia ali naquele quarto, naquele momento. Edward era o predador e eu a presa... E eu não queria fugir, lutar ou sequer resistir. Ele olhou para mim com os olhos verdes escurecidos e eu fiquei imaginando onde seus pensamentos o estariam levando. Respirei fundo e questionei:
- Vai doer Edward?
Perguntei tensa.
- Um pouco. Mas se você relaxar, a única coisa que sentirá depois da dor é prazer princesa.
Falou se aproximando e espalmando as mãos em cada lado dos meus quadris, colando nossos corpos. Durante toda a minha vida, nada do que eu tinha imaginado nas noites insones rolando na cama poderia ter me preparado para esse momento. Apesar de muitas vezes naqueles últimos dias evitar pensar sobre isso, meu corpo parecia ter vontade própria. O desejo se alastrava em minhas veias como um rastilho de pólvora. Eu não gostava de pensar, me deixava envergonhada, embaraçada, mas o desejo que eu sentia por ele se tornava cada dia mais latejante e impossível de ignorar.
As noites insones eram constantes, particularmente quando as coisas entre nós ficaram mais intensas, como na festa de aniversário de Carlisle. Por isso eu o evitei nos dias que antecederam o casamento ou eu não resistiria. Nas madrugadas meu corpo gritava por uma liberação que me era desconhecida, sobre a qual eu só lera em livros de romance, na internet ou o que ouvia as minhas amigas contarem, narrando suas próprias experiências. Edward me fizera experimentar prazer por duas vezes, mas o meu corpo queria mais, era uma necessidade presente e muito, muito real. Ele me surpreendeu ao saber a verdade, me tratando com carinho e eu estava aliviada por ele não ter zombado de mim. E agora estava sendo tão doce e gentil que o meu coração deu um grande salto repleto com o imenso amor que eu nutria secretamente por ele.
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Ele afastou meus cabelos para um lado e depositou vagarosamente pequenos beijos ao longo da minha pele descoberta, me deixando arrepiada dos pés a cabeça. Em seguida segurou meu queixo com as mãos e selou nossos lábios num beijo apaixonado. Eu só sentia, mais nada. Primeiro deu leves sugadas no meu lábio superior. Depois no inferior, até que eu não resisti mais, e entreabri minha boca instigando-o a aprofundar o beijo. Ele não se fez de rogado e explorou com maestria o interior de minha boca úmida. Eu nunca sonhei que poderia haver tanto erotismo e sensualidade em uma coisa tão simples com um beijo.
- Oh, Edward...
Dei um gemido de puro deleite e o instinto natural fez com que moldasse meu corpo inteiro ao dele, que aproveitou e enlaçou minha cintura, descendo a mão de forma provocante para minha bunda, apertando. Eu queimava, ardia, queria mais... Meu sexo completamente encharcado e dolorido. O beijo agora era exigente, impetuoso.
- Bella...
- hum...
- Shh... Não tenha pressa love...
Falou me fitando com os olhos negros pelo desejo. Eu era dele.
- Vou tirar sua camisola agora. Preciso ver você.
A voz dele era baixa, rouca e sexy. Meu coração batia enlouquecido. A emoção do momento era arrebatadora. Sonhei com isso anos a fio. Senti os dedos masculinos moverem-se para baixo da barra da camisola levantando-a devagar. Era como se ele quisesse gravar na memória cada detalhe, cada pedaço do meu corpo. Tremi quando o tecido fino roçou minha barriga. Ele continuou erguendo a peça de roupa até liberar completamente os meus seios.
- Lindos. Perfeitos. Você é tão bonita Bella... Um homem seria capaz de morrer por você princesa.
E você?! Você seria capaz de morrer por mim Edward?! Por que só você meu amor me interessa... Minha mente gritava silenciosa. A camisola foi jogada para o lado. Corei o sentir meus seios intumescerem apenas com o olhar dele. Minha respiração acelerou, meus seios subindo e descendo rapidamente, os mamilos duros e sensíveis pedindo pelos toques experientes.
- Você não tem idéia do que faz comigo linda... Do que fez comigo ao longo desses anos...
Umedeci os lábios com a língua e ele gemeu alto.
- Vou amar você lentamente... Vou tomar seu corpo... Vou lamber todas as suas curvas... Vou te dar prazer e vou te fazer minha... Minha para sempre.
Era tudo o que eu mais desejava nessa vida. Dizendo isso levou as mãos até os meus seios inchados, me arrancando mais um gemido de prazer quando circulou os mamilos com os polegares. Ele observava cada uma das minhas reações atentamente.
- Beije-me Edward.
Pedi num sussurro. Ele me atendeu prontamente. Ao sentir os lábios exigentes sobre os meus um gemido brotou em minha garganta e eu apertei seus ombros fortes, cravando minhas unhas na carne forte dos ombros dele. Edward exalava virilidade por todos os poros. Nossas línguas duelaram se provando, se buscando, enquanto os dedos hábeis acariciavam meus mamilos, me enlouquecendo.
Levei meus braços ao seu pescoço, pedindo mais e em questão de segundos estávamos na cama. Minhas mãos tateavam sobre o corpo dele, sentindo, querendo, traduzindo em gestos o que eu não conseguia dizer com palavras. Ele se afastou um pouco e eu gemi em protesto, abrindo meus olhos.
- Quero sentir seus lindos mamilos em minha boca. Agora.
Não sei se foram as palavras provocantes ou o toque da língua aveludada que fez com que a sensação dos meus seios transpassasse meu corpo, atingindo diretamente minha vagina, que pulsou. Arqueei meu corpo implorando por mais... Ele sugava, beijava, mordiscava de leve, lambia e voltava a sugar... Doce Jesus... Esqueci como respirar e a respiração saiu aos arquejos quando senti as brasas e labaredas se espalharem em todo o meu corpo.
- Oh, oh Edward...
Edward ficou me provando assim por um bom tempo, enquanto eu apenas sentia minha umidade escorrer pela calcinha e me deliciava com o calor daquele toque.
- Macio, suave e sedoso como a pétala de uma rosa.
Murmurou antes de passar para o outro mamilo. Desta vez lambeu com a língua enquanto se alternava ora sugando devagar ora com avidez, me fazendo arfar sofregamente, minhas pernas bambas, moles como gelatina, incapazes de suportar o peso de meu corpo.
- Edward...
Já haviam me falado em banho de língua, mas aqueles toques causavam um prazer enorme, indescritível e arrebatador. Seria uma mulher capaz de alcançar o orgasmo apenas assim?! Suspirei lânguida. Se ele continuasse acho que eu gozaria sim.
Levantou à cabeça ele me fitou. Os olhos verdes em fenda, a respiração descompassada e tão rápida quanto a minha. Adorei vê-lo tão entregue ao momento quanto eu.
- Agora...
Disse me encarando fixamente e afastando minha minúscula calcinha molhada para o lado.
- Eu vou devorar essa bocetinha deliciosa.
Morri! Meu rosto era uma brasa viva. Mãe do Céu! Ele ia descrever tudo o que faria comigo?!
- Quero sentir você gozando na minha boca Bella.
Inconscientemente afastei as pernas para lhe dar um maior acesso ao meu sexo e ele sorriu safado. Como eu amava aquele homem. Eu estava subjugada, entregue, a mercê dele e de tudo o que ele sonhasse e quisesse fazer comigo. Em segundos a calcinha evaporou. Alice tinha absoluta razão... Edward era um mestre na arte de seduzir.
Ao primeiro toque da língua quente em meu sexo, eu gemi e segurei fortemente em seus cabelos acobreados. A boca de Edward parecia uma fornalha queimando minha intimidade, devastando minha vagina, me fazendo ter espasmos e me contorcer de tanto prazer.
Senti-o separar minhas dobras com os lábios, circundar o clitóris e descer até o meu ânus. Gritei, gemi e me ofereci ainda mais, enquanto ele degustava todos os recantos mais escondidos do meu sexo, pra se dedicar exclusivamente ao meu clitóris, me levando mais uma vez para o mundo desconhecido do gozo poderoso e do clímax potente.
- Oh, Edward...
- Eu sei o quanto é bom, love e lhe prometo que chuparei você todinha sempre que você quiser e quantas vezes quiser.
Olhei em seus olhos com os meus ainda enevoados.
- Agora eu vou foder você Isabella. Vou enterrar meu pau nessa boceta até não caber mais. Preciso estar dentro de você agora. Não posso mais esperar love.
E sem dar tempo para que eu me recuperasse, ele se alinhou sobre mim e desceu de uma só vez sobre o meu corpo. Onde antes só houvera prazer uma dor aguda me atingiu e eu soltei um gemido baixo e abafado. A dor era forte. Horrível. Uma sensação de mal estar tomou conta de mim. Meu corpo retesou. Ele se moveu novamente e outra vez a dor me atingiu, mas em menor intensidade que da primeira vez.
Percebendo minha inquietação e meu desconforto, ele ficou imóvel, mas eu podia imaginar o esforço que estava sendo para ele se controlar naquele momento.
- Já vai passar amor.
Disse ofegante. Eu sabia que ele havia rompido a última barreira física entre nós e assenti com a cabeça, me lembrando de suas palavras... Que se eu relaxasse depois da dor eu iria sentir apenas prazer.
PDV Edward Cullen.
Caralho... Era bom demais ter Bella debaixo de mim, debaixo do meu corpo. Era bom demais ter meu pau enterrado profundamente naquela boceta quente e apertada, sentir as dobras e o calor úmido dela me envolvendo todo. Perdição. Tentação. Maravilha. Paraíso.
Eu quase perdi o controle... Não foi um sentimento conhecido e comum que nublou os meus sentidos, deixando apenas o meu lado instintivo à tona. Foi algo com o qual eu não estava acostumado a lidar. O amor que eu nutria por ela e que escondi e trancafiei em meu peito por longos e dolorosos seis anos. Desde que ela concordou em se casar comigo, nossos momentos a sós eram tórridos e intensos, o desejo e a luxúria explodiam incontroláveis. Quando eu coloquei as minhas mãos e os meus lábios sobre aquela pele de porcelana a razão falhou. Tudo o que eu queria era tocá-la, senti-la, beijar e foder seu corpo delicioso, fazendo-a gritar e ser transpassada pelo prazer. Tentei fazer da melhor maneira para que ela sentisse o mínimo de dor possível, mas ao vê-la gozar de forma tão intensa, não consegui mais segurar os impulsos que haviam me assolado durante o dia de consumar o casamento e possuí-la o mais rápido possível. Quando dei por mim estava dentro dela, sentindo seu corpo me recebendo, me enchendo de calor em todas as partes, pressionando. Senti uma leve barreira, mas rompi sem problemas. Foi quando ouvi seu gemido de dor e aquilo foi à única coisa que me fez parar.
Esperei alguns segundos dando-lhe tempo para se acostumar com o meu pau invadindo-a e investi novamente. Outro gemido. Trinquei os dentes, lutando contra a vontade de me enterrar naquela boceta quente cada vez mais rápida e profundamente, até que eu explodisse no mundo de sensações, calor e prazer do orgasmo. Consegui ficar imóvel por mais alguns instantes até que perguntei se estava bem para ela. Bella respirou e assentiu o que fez com que o meu bom senso fosse para o espaço de uma vez.
Comecei a me mover contra ela, que depois de algum tempo ergueu os quadris para me acompanhar... Se eu morresse agora morreria realizado e feliz... Eu estava me afundando e fodendo a mulher que me enlouquecera por tanto tempo e que hoje era a minha mulher. Caralho... Levantei uma de suas pernas e coloquei em minha cintura, vendo meu membro entrar e sair de dentro dela, saboreando a maravilhosa e agoniante sensação. Inconsciente, ela cruzou as pernas em volta do meu corpo, me recebendo ainda mais. Eu sentia as paredes quentes da vagina apertando meu pau duro. Deliciosa...
- Bella...
Gemi contra seu pescoço.
- Edward...
Ela gemeu de volta.
Eu estava tão perto... segurei em seus quadris com uma mão e ergui-a mais um pouco, me retirando e entrando nela novamente. Tão perto... Ela gemeu forte com meus movimentos, agarrando os meus braços, seu corpo se chocando contra o meu. Deitei-a na cama e levei minha mão até o clitóris, friccionando-o. Ela gemeu alto e eu continuei até explodir num êxtase da porra!
Cores. Luzes. Um abismo vertiginoso me engoliu... Cacete... O orgasmo mais intenso de toda a minha vida. Bella gozou logo depois.
Precisei de vários minutos para me acalmar. Rolei, trazendo-a comigo. Ela se enroscou em mim e deitou a cabeça em meu peito. Palavras eram desnecessárias... Fiquei acariciando suas costas com a ponta dos meus dedos pensando o que estaria passando pela cabecinha da minha esposa.
- Edward?
- Sim?
Respondi.
- Foi maravilhoso.
Ela retrucou. Sorri. Maravilhoso era pouco. Foi a melhor relação sexual de toda a minha vida, simplesmente porque eu não havia transado ou feito apenas sexo com Isabella... Nós havíamos feito amor.
- Foi maravilhoso para mim também Bella.
Respondi sincero. Ela se apoiou sobre um cotovelo e me fitou com curiosidade.
-Jura?
A insegurança saltava nos olhos escuros. Segurei firme em seu queixo. Automaticamente arrepios de eletricidade percorreram minha pele.
- Acha que eu seria capaz de mentir para você?
Questionei, já sabendo a resposta. Ela me deu um sorriso tímido.
- Não. Você pode ter muitos defeitos, mas mentiroso nunca foi.
Dei um sorriso preguiçoso.
- Eu lhe disse linda, que nós dois juntos somos capazes de incendiar todo o estado do Alaska.
Ela revirou os olhos. Continuei aguardando que me fitasse. Era muito cedo para me declarar, mas uma coisa ela tinha que saber.
- Agora você é minha Bella. Minha esposa perante os olhos de Deus, minha esposa diante da lei dos homens e minha mulher na cama. Minha... Total e inteiramente minha.
PDV Narrador.
Madrugada... Edward se virava e lá estava Bella, correndo para ele, num vestido soltinho azul e branco, os cabelos soltos ao vento, um sorriso lindo nos lábios macios. Ele a abraçava, a beijava e em pouco tempo fogo da paixão os assolava novamente. Ele a despia devagar, peça por peça, beijando, venerando e adorando cada pedaço daquele corpo de curvas suaves e perfeitas. O sexo era doce e ao mesmo tempo selvagem. Bella gritava de prazer, implorava por mais e ele a atendia sem medir esforços... O clímax chegou arrebatador, quente, poderoso. Bella estava em seus braços, cansada, suada, exausta. O sono não tardou a dominá-los.
Subitamente Edward sentiu frio e abriu os olhos vendo Bella se afastando, indo embora. Assustado ele chamou seu nome. Ela se voltou e ele viu a tristeza estampada nos escuros olhos castanhos. Ela acenou e continuou andando, indo para longe dele, ignorando seus gritos, seus chamados. Foi então que ele viu as amarras... Ela estava sendo levada para longe dele por outro homem. Tentou se levantar, mas não conseguiu. Estava impotente, desesperado. Viu de longe que o homem tinha cabelos curtos e escuros, mas não visualizou o seu rosto. Aquele infeliz estava levando para longe dele o amor de sua vida!
Com o coração aos saltos, sentou bruscamente na cama, vendo sua esposa coberta com os lençóis e ainda adormecida. Suspirando pesadamente constatou que tudo não passava de um maldito e fodido pesadelo!
- Caralho...
Disse passando a mão nervosamente pelos cabelos, bagunçando-os ainda mais, o medo aterrador ainda presente em suas entranhas. Não podia explicar nem para si próprio, porque porra o pensamento dela saindo de sua vida o afetava daquele jeito. Era como se ela fosse uma droga potente, um tipo especial de heroína elaborada exclusivamente para ele.
Edward não possuía mais forças para ficar longe dela. Principalmente depois de terem feito amor àquela noite. E como um viciado, teria de agora em diante que tê-la por perto sempre ou então definharia e lentamente morreria. E Edward Thomas Cullen não estava disposto a morrer tão cedo. Era um fato. Sabia que ela havia gostado do sexo, mas ele queria mais, queria muito mais. Precisava fazer com que Bella o amasse com o coração, a mente e a alma. E ele tinha um plano... Já a tinha seduzido, agora ele a conquistaria, a engravidaria e por fim confessaria que a amava. Juntos construiriam uma família. Era um bom plano...
Notas finais
Bem como eu antecipei o cap. de quarta agora só terá cap. no Sábado.
Beijos e uma boa semana pra todas.
Kiki.
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