Casamento Imperfeito

11 Chapter 11: Nada importava


Notas iniciais
BABY I'M RIGHT HERE dusk till dawn do zayn e da sia eh muita boa n consigo parar de ouvir hauahaua enfim, quase meia noite e eu aqui, choices ¯_(ツ)_/¯ espero que gostem do capítulo, não vou perder tempo com essas notas, a gente se vê lá embaixo boa leitura!!

Sarah

— Eu vou tentar achar um lugar bom pra estacionar, podem ir — disse Damon assim que chegamos.

— Ok, até daqui a pouco — saí do carro, observando com Klaus ao meu lado Damon se distanciar.

Klaus seguiu para frente, andando em direção ao salão. Quis chamar por seu nome, mas apenas suspirei, andando atrás dele. Entramos juntos, ele logo sendo puxado para o palco.

Soltando palavras ensaiadas e com um sorriso superficial, fez um discurso qualquer de falsa felicidade. Depois que ele saiu, meu nome não demorou a ser anunciado. Eu deveria ir lá.

Esse é meu momento.

— Primeiramente, boa noite. — comecei assim que peguei o microfone. Toda a atenção era centrada em mim, chegava a ser sufocante ver tantos rostos de uma vez. Bem, foco. — Não é muito difícil de perceber de primeira que Klaus é um homem muito inteligente e bonito e que definitivamente não é difícil você se envolver com ele se der espaço. Ele tem intensidade e é forte da sua própria maneira. Eu não sou a pessoa que mais o conhece, longe disso na verdade, mas estou tentando, bem aos poucos, chegar a esse objetivo. Desde que nós nos casamos, descobri que a vida a dois não é fácil, e bem, Klaus lidou com essa parte bem melhor do que eu — uma pausa para soltar uma risada de nervoso. — Agora sendo mais direta com o aniversariante — olhei para o dito cujo. —, queria dizer que te admiro muito por transparecer ser uma pessoa tão bela, mesmo diante de seus defeitos, e estou realmente feliz de estar comemorando seu aniversário ao seu lado. Sério mesmo. Obrigada por me aguentar durante todo esse tempo e também pelo o resto de nossas vidas, eu sei que não é fácil. — ele riu. — E mesmo que não tenhamos filhos, e eu realmente não planejo ter, sei que seremos felizes do mesmo jeito. Obrigada pela atenção. — palmas e tudo mais, ninguém liga. Klaus veio ao palco, em minha direção, segurando meu rosto.

— Vou ter que te beijar agora. — sussurrou, sorrindo charmoso. Apenas assenti discretamente com a cabeça, deixando ele tomar o microfone de.minhas mãos e dar para um moço perto do palco.

Fechei os olhos, pronta.

Sua respiração se misturou com a minha, meu coração começando a bater freneticamente. Sentia seus olhos em mim, mas não tinha coragem de abrir os meus. Nossos lábios se encostaram. Entreabri a boca para deixá-lo deslizar sua língua. Quente, muito quente. Suas mãos se fecharam em minha cintura e as minhas pousaram em sua nuca. Não era difícil manter o ritmo do beijo, era tudo tão lento. E úmido. E bom.

Quando nos separamos, o mundo aos poucos pareceu voltar a sua ordem natural e ouvi assobios e palmas de todos os cantos. Abri os olhos, visualizando Klaus sorrindo, mesmo que em seus olhos eu enxergasse certa incerteza.

Ele deve pensar ainda que eu gosto do Damon, puta que pariu.

E eu pensando que corresponder o beijo era suficiente.

— Eu não estou apaixonada pelo Damon. — falei, retirando os braços em volta de sua nuca.

— Como? — ele piscou, confuso, soltando minha cintura.

— Eu. não. estou. apaixonada. pelo. Damon — repeti pausadamente, saindo do palco com ele atrás de mim.

— Mas…

— Nada de “mas”. — vi meus pais vindo em minha direção. Quis até fugir, mas eles não valiam meu tempo desse jeito.

— Sr. Mikaelson — mamãe e papai cumprimentaram Klaus, parecendo apressados. Depois se viraram para mim.

— Sarah, minha querida — disse Elizah, seus olhos claros sem piscar por um segundo, como se capazes de cometer uma insanidade naquele momento. Ela quer me matar. —, eu e seu pai queremos conversar com você em particular. — sabia.

Bem, fodeu. Fodeu legal. Fodeu muito. Quando me vi num tipo de escritório com eles, quase chorei, querendo ficar com Klaus.

— Você foi bem inteligente com seu discurso — Rodolphus colocava whisky em um copo, tomando um gole e olhando para mim. Elizah estava sentada numa poltrona, e eu em cima da mesa de madeira que não tinha nada. — Descartando para o público a possibilidade de você ficar grávida, bem inteligente… — semicerrou os olhos, virando o copo todo sobre os lábios. Pousou o vidro com força sobre a mesinha de bebidas. Ele exalava muita raiva contida. — Mas não pense que isso fará nós ou os pais de seu marido desistir. Você terá um filho, querendo ou não. — rolei os olhos. Eles não aprendem, continuam vindo com o papo furado de novo e de novo.

— Vocês não podem me forçar a esse tipo de coisa e sabem disso. Que saco, parecem que não entenderam. Eu não vou ter filho e ponto final. — bufei.

— Não me deixe mais nervoso por causa de sua teimosia, garota… — papai ameaçou, irritado.

Cruzei os braços, semicerrando os olhos.

— Eu nunca contradisse vocês em nada. Tipo, nada mesmo. Não porque não queria, mas porque não podia.

— E o que faz pensar que você pode agora? — Elizah perguntou.

— Porque minha renda não vem mais diretamente de vocês. Vocês tão limpando o cu com dinheiro, tudo por minha causa. Vocês não podem me obrigar a nada, mas fingem que podem. Os pais do Klaus são do mesmo jeito, apesar de eu achar que pelo menos um deles possui amor pelo filho. Sei que se eu tiver uma criança vai ser melhor para a empresa, esse lance de herdeiro e tudo mais, mas se eu estou dizendo não é não. Aceitem isso, falem com Esther e Mikael e parem de tentar lucrar mais do que estão lucrando em cima de mim e do Klaus, porque não vai rolar. — fui explícita. Klaus nem mesmo chegava a ser o filho mais velho pra eu poder carregar o peso de ter um filho que se tornaria herdeiro.

Se é que seria menino se eu fosse fazer um.

Silêncio total, nada acontece, deslizei facilmente da mesa, saindo da sala sem me despedir deles. Espero ter dado um fim nessa loucura antes de ter que falar diretamente com Klaus sobre tal assunto. Chega a ser engraçado que não tenhamos discutido seriamente sobre isso mesmo sendo pressionados.

Só não queríamos incomodar um ao outro.

Quando voltei, cumprimentei os pais de Klaus cordialmente. Enquanto conversava com eles, busquei olhar em volta e o vi na mesa com seus irmãos, falando distraído e risonho.

Me despedi de Esther e Mikael e fui em direção à mesa que ele estava, mas senti minha mão ser puxada. Logo percebi que era Damon me arrastando pelo salão até onde estavam sentados Elena, Caroline, Bonnie, Stefan e Katherine.

— Tá com fome? — Perguntou Elena assim que sentei, me estendendo um cupcake.

Bem, aqui é melhor do que aguentar os irmãos de Klaus, eu acho.

— Obrigada. — aceitei, começando a comer o doce gostoso.

— Seu discurso foi bom, mas por que você falou sobre filhos? — indagou Caroline, sempre curiosa, fazendo Bonnie repreendê-la. — O quê? Eu só fiz uma pergunta.

— Meus pais e os de Klaus tão enchendo o saco querendo que tenhamos um filho — expliquei, fazendo um gesto de descaso. —, o que claramente não vai acontecer, pelo menos não tão cedo. — dei de ombros.

— Ahhh, é por isso que a Esther tava indo todo dia te visitar? — continua e eu assinto. — Se você quiser, a Kath pode tentar despachar ela da próxima vez.

— Por que eu? — a mulher franze o cenho, visivelmente irritada.

— Porque você é Katherine Pierce. — respondem todos da mesa em uníssono, fazendo-me rir.

— Grande merda. — ela resmunga, tomando o champanhe da taça que segurava. Stefan deu um beijo em sua bochecha para acalmá-la, falando sabe-se lá o quê em seu ouvido, e logo estávamos conversando sobre assuntos aleatórios.

Vez ou outra eu tinha que cumprimentar alguém, mas nada que atrapalhasse minha noite. As músicas tocavam e muitas vezes Damon e eu arriscávamos cantar juntos, apenas para ver o restante do pessoal da mesa reclamar de nossa voz desafinada. Até que os casais começaram a dançar e Klaus não demorou vir até mim, tentando me convencer a levantar da cadeira.

— Sério que você quer dançar? — ri, um pouco mais agitada por ter bebido algumas taças de champanhe e vinho. Nada exagerado, só estava mais alegre.

— Sim, vem. — me puxou para o meio do salão. Não tive escolha a não ser aceitar ser arrastada.

— Ai, eu não vou aguentar ficar dançando com esses saltos aqui não — apontei pros meus pés.

— Bem, pode tirar eles se quiser. — sugeriu.

— Seria meio antiético, não? — tombei a cabeça para o lado, levemente confusa. Ele riu, escorregando o dedo indicador por meu nariz.

— Desde quando você se importa com esse tipo de coisa? — sorri com a resposta, me agachando e retirando os sapatos. Joguei-os para longe, sem me importar com etiqueta ou se seriam furtados por alguém.

A música que tocava tinha acabado de chegar ao fim, dando início a uma que eu amava.

— Ahhh, mentira, eu adoro essa música — comentei aleatoriamente, puxando Klaus mais para o centro do salão.

A música Love de Jesus, aka Lana Del Rey, tocava.

Klaus rodeou minha cintura enquanto eu pousei meus braços por cima de seus ombros, aproximando nossos rostos. Olhei para baixo, observando nossos pés seguirem pela chão liso, lentos, a música leve tomava conta de meus ouvidos, guiando meu corpo, nossas respirações próximas uma da outra. Levantei apenas meus olhos, encarando suas irís. Tão belo, pensei, colando nossas testas.

Ele me surpreendeu, levantando subitamente meu corpo no ar, me rodopiando.

Ri, fechando as pálpebras e abrindo os braços, aproveitando o momento. Muitos me olhavam, eu sabia. Talvez surpresos, talvez invejosos, talvez com vergonha alheia ou qualquer outra coisa, mas não importava.

Enquanto eu estivesse dançando com Klaus, nada importava.

Notas finais
então???!! gostaram??? eu particularmente amo esses chega pra lá q a sarah vem dando nos pais dela, acho um dos pontos mais altos desses dois ultimos capítulos, mas vamos nos perguntar uma coisinha: isso vai ser definitivo ou eles vao voltar pra encher o saco? so deus sabe sobre esses embustes a panfletagem de hoje é, como citei la nas notas inicias, dusk till dawn: https://www.youtube.com/watch?v=tt2k8PGm-TI muito topterm, ouçam. enfim, o relacionamento sarah x klaus parece q voltou aos eixos dps do ciuminho do klaus, mas convenhamos que esses dois ainda tem uns passos para dar em questão de confiança hauahaua mas eles se beijaram gente, SE BEIJARAM!! só me amem hahah. e então gente, queria dizer tbm pra n pegar vcs de surpresa do nada, mas a fic ja ta chegando ao fim. tipo, sério mesmo asklsdjsdj. mas calma q a gente vai ver muita coisa ainda ate acabar hoho espero q tenham gostado, até o próximo seus toppers, se sintam à vontade pra comentar sobre o capítulo, criticar (com amor), etc shaushausua ♥