Notas iniciais
mil perdõessss, prometo que posto dois capitulos essa semana okay?
Diana despertou dos seus devaneios com o som do seu despertador estourando ao lado de sua cama, embora ele nem adivinhasse que ela já estivesse acordada há alguns minutos. Perdera o sono de repente, virando-se de um lado a outro na cama, depois de sonhar com Adam. Pela segunda vez em uma semana. O toque do seu beijo nos lábios dela arrepiava seu corpo todo vez que lembrava, e durante a noite tentando esquecer o que fizera, ela sonhou com ele. Uma mistura eloquente de erotismo na continuação do que ela interrompeu. Ela não havia feito questão de interromper suas intenções em nenhum momento, entregando-se por inteiro a ele. Diana corou somente em pensar. Ela não era profissional nesse assunto, sua primeira vez tinha sido sua pior experiência em toda sua vida, quando tinha dezesseis anos. Depois disso, não se envolvera seriamente com nenhum rapaz, e agora, depois de sua confusão com Matt, Adam surgiu lhe causando todo tipo de sensação, das mais inofensivas até as mais perigosas. Não se conhecia ao seu lado.
Ontem, quando ele a levou para casa, lutou contra a embriagues de se jogar em seus braços. E quando ele voltou ao assunto de que havia Matt como uma de suas opções, ela teve que se esquivar para não dizer que, de uma forma muita confusa, ela preferia Adam, mesmo que Matt fosse uma opção ou não. Não sabia explicar porque estava lhe dando tamanha atenção, o conhecia há quase uma semana, não era o tipo de garota que nutria sentimentos por um garoto em tão pouco tempo. Isso a incomodou o suficiente para chutar os lençóis e se levantar. Pouparia a mente desses pensamentos. Diana se mexeu e foi até o banheiro, infelizmente, martelando em sua cabeça como havia deixado Adam chegar tão perto dela. Em todos os sentidos. O beijo que ela o deu, a confusão de dizer o que ela queria — e negar isso com todos as forças -, a forma como ela deixou que ele a tocasse, que ele fosse tão longe. Diana balançou a cabeça. Sua mãe havia dito uma vez para ela que garotos do centro de Manhattan eram perigosos e principalmente aqueles que não pareciam ter entendimento entre o certo e o errado. Johanna fez Diana prometer que não comprometeria seu futuro na faculdade por ninguém. Sua mãe sabia o que era melhor para ela, e ela estava certa. Deixar-se envolver por Adam estava fazendo sua vida virar de cabeça para baixo, bagunçando tudo de uma vez como um furacão. Ela tinha que dar um basta antes que fosse tarde demais. A noite passada foi um erro, tudo que ela fez foi um erro, deixou-se levar por um Adam que parecia realmente se preocupar com ela, mas era assim que eles faziam. Conquistando o território. Ela era um território para ele.
Diana lavou o rosto e o secou com a toalha, olhou-se no espelho e se fez prometer que não cairia novamente nos encantos de Adam. Era uma promessa.
Diana se voltou para seu quarto e procurou uma roupa para seu último dia na semana de faculdade. No final de semana, tentaria fazer planos para visitar seus pais, seria bom para ela se ela pudesse se esquecer dos problemas que arranjou aqui e fosse se aconchegar na calmaria da casa dos seus pais. Ela estava certa disso. Diana escolheu um vestido florido dessa vez, de alças grossas, busto reto e levemente arredondado enquanto descia para as laterais. Pegou sua bolsa com seus livros já prontos, deixou-os em cima do balcão para fazer seu café matinal. Infelizmente, lembrou-se de Adam. Ela balançou a cabeça e tentou espantar o pensamento. Em alguns minutos, saboreou uma torrada com manteiga e café fresco como sempre gostava. Depois de merendar, ela guardou o restante e lavou sua xícara, nem passando pela sua cabeça se Abby voltaria ou não para casa para merendar de seu café. Ela estava muito furiosa para se importar com a amiga — embora torcesse para que agora ela estivesse dormindo e que nada de mal tivera acontecido a ela-. Diana pegou suas coisas e saiu do apartamento, seu colar com a chave em volta do pescoço como sempre. Ela pegou o elevador e chegou rapidamente ao andar debaixo, acenou para o porteiro que perguntou se ela estava melhor. Até agora, estava, mas se lembrar da noite passada a deixava furiosa. Ela acenou e deu bom dia. Como de costume, pegou seu passe e entrou no metrô. Era sempre o mesmo caminho, passava por alguns bairros e chegava próximo à sua faculdade, andando alguns metros até observar a sua entrada, a grama bem feita, a estrutura barroca, os alunos caminhando para dentro em grupos e em conversas animadoras. Este lugar era sua cara, não o clube de ontem.
Assim que chegou ao corredor de sua primeira aula, Brienne estava parada a sua espera, ela sempre chegava cedo pois morava bem perto dali.
– Como foi? — ela se referiu a apresentação de Abby. Brienne também havia tido a chance de conhecer a colega de quarto de Abby há alguns anos quando ela chegou a estudar na Columbia. Depois desistiu e resolveu seguir seu verdadeiro sonho.
– Foi um espetáculo. — não mentiu, embora estivesse com raiva de sua amiga, não iria poupar elogios para com a peça. — Ela estava incrivel, amei cada detalhe. — rapidamente, Diana começou a contar todos os detalhes enquanto caminhava para seu assento ao lado de Brienne, reservando como sempre o de Anne.
Mais tarde, quando Anne chegou um pouco atrasada, combinando-se com o professor, Diana contou sobre os detalhes finais. Não havia com quem contar sobre Adam e já que sua melhor amiga havia se esquecido completamente dela, ela se viu contando para Brienne e Anne. Até mesmo a aparição de Matt.
– Voce está brincando comigo? — Brienne fez uma careta, não acreditando que Diana havia dispensado Matt e ido com Adam.
– E é porque ele não fazia seu tipo, em? — Anne empurrou seu ombro, rindo enquanto Diana corava. Lembrava-se bem disso.
– Queria ter visto a cara do Matt. Olha, Ana, eu sabia que você gostava dele, mas sinto-lhe em informar que sempre achei ele um idiota. — Brienne disse, erguendo as sobrancelhas.
Isso era novo para Diana.
– É verdade, Ana. — Annie deu de ombros. — Ele sabia que você gostava dele e mesmo assim não se importou.
Diana não soube respondê-la.
– Sim, e não é um pouco estranho depois de saber que existe um outro cara na parada ele finalmente te dar atenção? — Brienne completou. Diana ficou confusa, havia um pouco de verdade no que ela havia dito.
– Eu... Eu não sei. — ela enrugou a testa.
– Pense nisso.
– Principalmente agora. O idiota está vindo! — Anne sussurrou.
Diana ergueu os olhos e avistou Matt caminhando em sua direção. Ele acenou timidamente para ela, dando sinal para ela parar e esperar por ele no canto esquerdo da parede. O que ele queria? Brienne e Anne se afastaram quando perceberam, procurando um assento no refeitório no meio do campus.
– Ei, — ele disse com um sorriso. — como você está?
– Hm, bem. E você?
– Estou ótimo. — ele deu de ombros. Ele interrompeu logo depois o silêncio que cresceu: — sabe, eu estou muito curioso sobre uma coisa.
– Então me fale.
– OK. É estranho para mim, mas eu queria saber se você e aquele cara...
– O Adam?
– Ah, esse é o nome dele? — ele pareceu pensar sobre isso. — Você está com ele é isso?
– Não, Matt. Eu já disse isso.
– Mas ontem não foi o que pareceu.
– E o que pareceu? — ela cruzou os braços, o mirando.
Matt trocou o peso das pernas, parecendo incomodando ou apenas sem saber o que dizer ou como começar.
– Vocês pareciam se conhecer m... — ele se interrompeu, o rosto vermelho, mas Diana não conseguiu entender o que ela estava querendo dizer. — bem, você sabe. Ele te olha de um jeito nada amigável.
Diana juntou as sobrancelhas enquanto as erguia, um sinal de confusão.
– Ele me olha como? — ela tentou não rir.
– Por favor, Ana, você entende disso melhor do que eu. Ele parece que vai te devorar a qualquer momento.
Ela bufou.
– É a coisa mais idiota que já ouvi Matt.
– Não é não. Eu não gosto nada disso.
– Não tem direito de gostar ou não, pois pessoas que se conhecem saem juntas, Matt. — Diana disse, impaciente. — Elas apenas saem.
– É verdade? — ele descruzou os braços, apoiando um deles sobre a parede. — Você então podia aceitar sair comigo. Pessoas conhecidas saem juntas, não é mesmo? — isso a pegou totalmente de surpresa. — Hoje é sexta-feira e sempre saímos mais cedo.
– Espere, — ela piscou. — você quer sair comigo?
– É, acho que foi isso que eu quis dizer. — ele deu um sorrisinho que antigamente fazia o coração de Diana acelerar.
Essa era uma situação nova. Rapidamente, se lembrou do que Anne e Brienne haviam lhe dito. Era de se estranhar todo esse interesse do Matt por ela estar ou não com Adam, como se isso fosse importante para ele dar o próximo passo. O sangue ferveu na cabeça de Diana e notou que suas amigas estavam certas, ela havia se tornado um bom "produto" depois que alguém realmente se interessou fora ele. Ela queria sair dali correndo ao mesmo tempo que queria xinga-lo até perder a voz, mas para a surpresa dos seus próprios pensamentos confusos, ela ficou.
– Pode ser. — Diana resolveu dizer, arquitetando seu plano de vingança.
– Isso é um sim? — Matt abriu um enorme sorriso no rosto, fazendo seus olhos claros brilharem.
– É um sim Matt, vai ser divertido.
– Ótimo. Te pego as oito. — ele se inclinou e depositou um beijo no canto de seu lábio, mas o arrepio e a sensação de borboletas no estômago sumira, apenas uma leve palpitação no coração de surpresa. — Até mais tarde, Ana!
E saiu. Ela acenou para ele antes de se virar e ir atrás das suas amigas. Ela tinha planos de tornar a noite longa e divertida.
Notas finais
espero que tenham gostado
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