Notas iniciais
Eu sei que demorou um pouquinho, mas eu estava esperando algumas fichas. Ainda estou aceitando personagens, e gostaria de pedir personagens completos com histórias cativantes.
Aproveitem a leitura, e espero que goste! Nosso primeiro POV é de Ellie Kendrick, personagem criada pela Dakota Panda. Esse capítulo vai pra você, espero que goste.

Parte Um: O Resgate

Capítulo um

MADRASTA É O TEU...

Ellie Kendrick

Nova York, Nova York. A cidade que nunca dorme. A maior metrópole do estado de Nova York. Top of the hill. O centro artístico da costa leste.

Tudo a mesma merda.

Merda. Isso mesmo. Fezes. Coliformes fecais. Um fedor insuportável aqui nesse rio Hudson. Estou nadando nessas águas já faz três dias e nem mesmo uma vez eu consegui movimentar os braços sem encostar sem querer em uma lata de Diet Coke ou ter que desviar de um pedaço de boné dos Yankees. Eu odeio Nova York, foi a essa conclusão que eu cheguei.

Estou aqui há apenas três dias. Estou de férias. F.É.R.I.A.S. Estou dando um tempo de matar monstros, divertindo-me perto do Olimpo. Já fui a um mágico lugar que passa filmes antigos umas cinco vezes. Acredito estar viciada neste lugar, talvez haja na maravilhosa pipoca – vou dizer mais uma vez, para que você note como até mesmo o nome é delicioso – pipoca algum tipo de substância parecida com a Flor de Lótus. É impossível gostar tanto daquele lugar.

Ainda não fui hoje, entretanto. Achei melhor não voltar lá. Deixe-me contar o que aconteceu.

No primeiro dia, eu fui assistir a um magnífico e profundo filme eu contava a história de uma família. Um horrível assassino matou a mãe e aleijou o filho. O pai nunca mais foi o mesmo depois do ocorrido. Então o filho sumiu, depois de crescido, e o pai teve que amadurecer para encontra-lo. Para isso, ele contou com a ajuda de uma organização secreta, de um grupo de surfistas maloqueiros, e de uma mulher com sérios problemas mentais para resgatar a criança de um psicopata, junto com seus novos melhores amigos. O nome do filme? Procurando Nemo.

Achei-o profundo demais para mortais. Quero dizer, eles até fizeram os peixes falando. Sempre imaginei que os humanos não soubessem que os peixes falavam.

Enfim. Esse foi o meu primeiro contato com a maravilhosa sétima arte – li esse título em algum lugar. Depois eu assisti outro incrível longa-metragem em que um rei morria nas mãos de seu próprio irmão mais novo (eu já o odiava antes mesmo de cometer fratricídio), mas o filho acaba se considerando culpado. Então o herdeiro foge, e só volta depois de muitos anos após um empurrãozinho de seu primeiro amor. “O Rei Leão”, se não me engano. Ah, e ouve aquele também em que um garotinho desejava permanecer jovem para sempre, mas desse eu não gostei muito. Peter era fraco por não querer encarar a maturidade.

Assisti outros mais, porém algo muito esquisito aconteceu ontem. Nesses dias em que estava no cinema ninguém nunca falou comigo mais do que o estritamente necessário. Acho que tinham medo de mim. Não sei como viam minha lança de um metro e meio, mas ninguém conversava comigo.

Por algum motivo, eu estava saindo da sessão e ouvi alguém dizendo atrás de mim:

– Nos encontramos novamente, gatinha. Você não quer ir a algum lugar mais parado... – a pessoa cometeu o erro de colocar a mão em meu ombro. Eu não hesitei.

Segurei seu pulso e torci-o com força, e apliquei um golpe de judô que aprendi debaixo d’água, fazendo com que o agressor descrevesse um círculo perfeito sobre mim e caísse no chão a minha frente. Eu tirei uma de minhas facas da manga de minha jaqueta e coloquei um dos joelhos em seu peito, pressionando a lâmina fina contra seu pescoço.

Era apenas um espécime humano macho, com cabelos ruivos e sardento, olhos azuis assustados e remelentos. Mordeu os lábios. Eu notei que ele tremia, e provavelmente tinha borrado as calças.

– Seu grandessíssimo merda. – Merda é a minha palavra favorita. – Pra quem você trabalha? De onde me conhece? Você está aqui para me matar?

– Como? – ele estava sem fôlego por causa do ataque. – Eu só queria te convidar para sair comigo, tem uma balada aqui perto...

– Eu não danço, obrigada. – continuei imóvel, e ele me encarava assustado. Seus amigos, outros três garotos, aproximaram-se de mim como olhares entre o aterrorizado e o raivoso. Eu simplesmente fitei-os de volta, usando todos os dons de meu pai para parecer assustadora. – Há algum problema, Srs. Filhos da...

– Você poderia me soltar, por favor? Eu juro que não me meto mais com você. – o ruivo me interrompeu. Enquanto isso, os três garotos deram alguns passos para trás e finalmente tomaram coragem para sair correndo do cinema. Nunca mais andariam por ali.

– Eu sei que não vai. – eu ri. Aproximei meu rosto do dele e lhe dei um beijo na bochecha. Pressionei dois dedos em seu pescoço e ele desmaiou.

Várias pessoas me encararam quando eu me levantei, mas limitei-me a estalar os dedos e todos esqueceram o que tinha acontecido. Piscaram os olhos algumas vezes, mas não se meteram comigo. Eu havia alterado a Névoa conforme a minha vontade. Um senhor, que estivera tocando o celular para ligar para a polícia, arregalou os olhos e discou os números da emergência. Gritou:

– Deus! O garoto desmaiou! Temos que ligar para o 991!

O resto das pessoas se aglomerou em volta do garoto, e eu fui embora de fininho. Nunca mais voltei nesse cinema.

Agora, enquanto saio da água do rio Hudson, o hotel em que fiquei hospedada nos últimos dias, franzo o nariz para a praia poluída. Estou fedida, mas seca. É um dos meus dons como Abençoada das Nereidas. Nunca fico molhada, consigo falar com os seres do mar, e sei nadar e lutar muito bem. Fui criada no Acampamento Atlantis, por sereias e tritões, em algum lugar do Oceano Atlântico Norte.

Ajeito minha roupa. Nesse dia em especial uso uma calça preta de tecido, uma blusa vermelha do Black Sabbath e a jaqueta de meu pai. O tênis de cano alto pisa na areia e nas conchas, enchendo-se delas. Não gosto quando isso acontece. Lembra-me de minha mãe. E eu não gosto de me lembrar dela.

Olhando para o chão e para as conchas, decido ir para o Central Park. É lá onde Zoey fica, e seria ótimo reencontrá-la. É uma amiga que fiz na primeira vez que vim até Nova York. Não é exatamente minha amiga. Apenas me acostumei a ela, que se apresenta dançando e fazendo malabarismos por moedas. Eu não tenho amigos.

Mas algo aparece em meu caminho para atrapalhar meus planos.

Meu pai.

Ares.

Deus da guerra e das carnificinas.

Reviro os olhos.

Ele revira os deles.

É o nosso jogo de sempre. Os orbes de fogo reviram por debaixo de seus óculos Ray-Ban (quem disse que deuses também não são vaidosos? Devia conhecer Zeus). Ele usa calças jeans, uma blusa do Black Sabbath e um casaco de camuflagem. Eu rio. Estávamos combinando. A única diferença é que eu sou garota, e ele um deus.

– Ells Bells. – ele diz meu apelido, apenas para me irritar, como sempre faz.

– Ares Fétidos. – eu digo o seu apelido irritante, mas ele sorri de um jeito irritado. Éramos velhos amigos, pai e filha, implicando um com o outro como sempre fazíamos.

O cabelo de corte militar dele era tão escuro quanto o meu, apenas não tinha as mesmas mechas vermelhas nas pontas. Nossos rostos eram ariscos e angulosos, finos e agressivos. Nossa semelhança era quase irritante. Mas tudo fica irritante quando ficamos perto um do outro.

– Como você está?

– Matando coisas, atacando pessoas... O de sempre. E você?

– Matando coisas, atacando pessoas... O de sempre. – silêncio: constrangedor pra mim, confortável pra ele.

– O que quer agora? – tentei ser o mais legal possível.

– Quero que cuide de uma pessoa.

Minhas gargalhadas ressoam alto na praia.

– Ahã. De quem? Do Velocino de Ouro de novo? De uma quimera?

– De uma garota.

– Eu não vou fazer isso. Não sou babá, não sou guarda-costas. Eu sou caçadora. Rastreadora. Chame do que quiser. Eu mato monstros. Nada mais.

– O nome dela é Madelline Hastings. Quero que a proteja.

– Pai, por que não me manda só arranjar pra você uma maçã dourada do Jardim das Hespérides e pronto, hein? Eu não cuido de pessoas¸ especialmente de uma potencial semideusa. Eu não sou sátiro. Eu não sou um de seus filhos semideuses com os quais você enche de missões inúteis. Eu não sou... – parei de falar.

Pronto, tocamos na antiga ferida.

Os olhos dele queimaram mais ainda, e eu sabia que os meus também estavam queimando. Herança genética, né. Revirei os olhos e continuei a andar, dando a volta por onde ele estava.

– Você pode conseguir o que tanto deseja se tudo der bem no final dessa história.

Dei a volta lentamente, sentindo meu sangue borbulhar em minhas veias.

– Não é o que desejo. É o que tenho direito. DIREITO, pai. – eu gritei, e um poste de luz perto da calçada da praia queimou. A lâmpada quebrou em mil pedacinhos que caíram em cima de mim.

– Seja o que for. Você vai conseguir tudo o que deseja no final dessa história, se estiver viva.

– Onde a encontro, então? – respondo depois de um momento em silêncio.

***

Madelline Hastings é alta, embora não tão alta quanto eu. Os cabelos são longos, castanhos claros, e terminam em delicadas ondas em suas costas. Seus olhos azuis estão fixos no café que segura nas mãos. Ela está sentada em um café, perto de uma entrada no metrô, em um típico café do centro de Nova York.

Eu estou seguindo-a desde a manhã. Ela trabalha em uma editora perto do Central Park, e entra no emprego às oito. Depois saiu para um almoço uma hora e voltou as três. Agora já é seis horas, o sol está terminando de se pôr, e ela está lanchando para ir para casa, imagino eu. Em pé do outro lado da rua, finjo observar um garoto fazer malabarismos com três bolas de baseball em chamas. Na verdade, estou de olho nela, como eu sou uma ótima filha. No fim, Ares Fétidos não queria contato algum. Apenas proteção.

Estou tão animada com a ideia que considero um plano de tacar nela uma das bolas de fogo do dançarino de rua.

Estreito os olhos. Ei, não é má ideia...

Ok, eu não vou fazer isso. Não a mataria de vez, provavelmente só acabaria com seu penteado.

O garoto termina a apresentação e faz uma mesura exagerada. É baixinho e magricelo, com a pele mais bronzeada do que a das outras pessoas. Sua cabeça é forrada por cachos negros, e os olhos são tão escuros quanto os fios. São brincalhões e gatunos, e eu me pergunto se deixa-lo brincando com bolas de baseball é seguro. Suas mãos são inquietas quando ele tira uma boina cinzenta da cabeça e a vira, pedindo moedas. Assim deixa suas orelhas pontudas a mostra. Ele é um elfo mexicano.

– Moedas, moça? – ele sorri para mim.

A contragosto, pego um de meus dracmas e entrego a ele. Tenho a sensação que, se eu não entrega-la a ele, o garoto achará um jeito de roubá-la de qualquer forma.

– O que é isso?

– É tudo o que tenho. – minto. – Se não valer nada, guarde-o como um suvenir.

Atravesso a rua com pressa quando percebo que a garota já havia fugido de mim. Por sorte, vejo um vislumbre de suas mechas castanhas esvoaçando enquanto desce correndo as escadas do metrô. Sigo-a com passos largos e decididos, pouco me lixando pro caso de alguém achar suspeito. Eu sou suspeita de qualquer jeito.

O metrô está cheio de gente. E eu odeio gente. Elas andam de um lado pro outro, preocupadas só com o seu umbigo. Vejo três adolescentes (que provavelmente deviam estar passando o final de semana juntas porque são muito amigas) mexendo cada uma em seu próprio iPhone, andando uma ao lado da outra como zumbis desinteressados, ocupadas demais com aquela foto ridícula que aquela vaca do colégio postou no Facebook.

Sou muito orgulhosa com o fato de que sei o que é Facebook – aprendi no primeiro dia em que estava aqui em Nova York. Fui perguntar a hora para o caixa do cinema, que me mostrou a tela do computador. E ele estava no Facebook, e teve a paciência de me explicar o que era.

Pois é, sou muito carismática e legal.

Encontrei Madelline alguns metros a minha frente. Ela passou pela cancela rapidamente, e eu me apressei atrás dela. Comprei uma passagem usando a Névoa para fazer com que um pedaço qualquer de papel – a nota fiscal da minha pizza da noite anterior – parecesse com uma nota de dólar. O caixa caiu feito um patinho e me deixou passar.

Madelline caminhou mais alguns metros e parou ao lado de uma pilastra com ladrilhos cinzas. Eu me aproximei, e passei direto por ela, para disfarçar.

Mas senti sua mão agarrar meu ombro.

– Quem é você e por que está me seguindo?

– Desculpe?

– Por que está me seguindo?

– Eu não sei do que está falando. – Sim, eu sei do que você está falando.

– Estou te vendo desde manhã onde quer que vá. Não acha realmente que é discreta com essas mechas vermelhas, acha?

– Na verdade, são só as pontas do cabelo, e eu não estou te seguindo, sua louca. – Estou SIIIIIIIM. Infelizmente.

– Pode me dizer a verdade agora, eu sei que está. – seus olhos azuis estavam furiosos e aterrorizados ao mesmo tempo. É esse o efeito que normalmente tenho sobre as pessoas. Ela aperta ainda mais seus dedos em meu ombro, e eu resisto ao instinto de aplicar o mesmo golpe de judô que havia aplicado no ruivo alguns dias antes.

Então a Coisa Muito Esquisita da Noite Um aconteceu: dos alto-falantes começou a sair uma música qualquer, animada e dançante. E então, um cara do meu lado começou a dançar feito doido, agitando os braços. Fiz uma careta para ele, imaginando se era algum feitiço de Terpsícore que o deixou assim, e se a coisa era transmissível pelo ar.

Outras pessoas começaram a dançar do outro lado do salão, inclusive aquelas três adolescentes com capinha do iPhone combinando com as roupas. Em poucos segundos de música, metade das pessoas do metrô estavam dançando como profissionais, e no meio daquela bagunça estávamos eu e Madelline.

– Di Immortales! O que é isso? Por todos os deuses do Olimpo! – eu exclamei, enquanto Madelline sorria para mim e tirava a mão de cima de mim.

– Você me lembra de alguém que conheço, falando engraçado desse jeito... Isso – ela indicou as pessoas dançando com a mão. — é um flashmob.

– Eu vou ataca-los se alguém me tocar.

– Não precisa fazer isso.

– Ah, eu vou sim.

E foi aí que aconteceu a Coisa Muito Esquisita da Noite Dois: abriu um buraco no teto e caiu um garoto de lá.

Eu sei, pode até parecer bem esquisito, mas quando se é uma semideusa, você fica meio que acostumado com essas coisas. Posso dizer seguramente que o flashmob me assustou mais do que a queda do garoto.

O garoto não tinha nenhum único arranhão, nem um único roxo. Suas roupas não poderiam dizer a mesma coisa. Estavam em frangalhos. Ele parecia estar usando uma blusa verde do Luigi e jeans azuis escuros rasgados no joelho esquerdo e faltava o tecido da calça do joelho direito até a canela. Estava sujo, pra caramba. Um corte enorme estava do lado de cima de sua sobrancelha esquerda, mas observei estupefata enquanto o corte se fechava e tudo o que sobrava era um pouco de sangue que escorrera antes do ferimento. Não havia nem mesmo cicatriz.

– CARALHO! – eu gritei. Ele olhou para mim, tinha os olhos azuis tempestivos. Foi tão engraçado, os dançarinos estavam fazendo aquele círculo em sua dança perfeita e estavam todos apontando para seu centro quando ele caiu daquele jeito. Eu gargalhei. — Há! Isso é que era fazer uma entrada, Madonna.

Ao seu redor, os manifestantes tinham uma cara estupefata, como se perguntando se aquilo fazia parte do show. Eu não estava entendo muito bem como ele estava ali, mas provavelmente era um dos meus. Ele rolou por cima do cimento e dos ladrilhos que ele havia quebrado com sua queda, e levantou-se a minha frente. Reconheci a espada que carregava com a mão esquerda, azulada. Era titânio aquilo.

Então saiu do buraco algo muito mais assustador do que o garoto. Muito maior, mais escuro e com cinco cabeças. Uma hidra.

– Pelos deuses! – eu sorri e gargalhei, batendo palmas como uma garotinha que tinha acabado de ganhar uma Barbie Castelo de Diamantes. – Uma hidra! Isso vai ser divertido. Estou me sentindo o Hellboy.

Sem hesitar, puxei o pedacinho de metal que ando escondendo em meu casaco faz tanto tempo. Assim que minha pele o tocou, ele se expandiu até se transformar em uma lança dourada de dois metros. Sutil.

– Você é semideusa? – Madonna perguntou.

– Ellie Kendrick, filha de Ares. – respondi de uma vez. Empurrei o garoto para que ficasse do meu lado e não atrapalhasse minha visão da hidra saindo do buraco do teto e caindo em suas quatro patas viscosas.

Meus anéis, tanto da mão esquerda quanto da direita, voltaram para sua verdadeira forma, alargando e unindo-se entre os dedos, formando um soco inglês de bronze celestial maciço. Minha arma favorita, a forma mais bruta de agressão: socos. Como diria Jason Statham, nada supera o clássico.

– Esse nome é fofo demais para você.

– Madonna é masculino demais para você. – repliquei.

– Ben Clarke. Consegue matar isso?

– Já o matei umas três vezes. Somos antigos amigos.

Ouvi a voz de meu pai em minha cabeça, o que eu achei muito esquisito. Ares Fétidos decide fazer esse tipo de coisa de vez em quando. Ele falou:

Não se esqueça de proteger Madelline.

A garota é uma semideusa já velha. Deve saber seus poderes. Ela vai se defender sozinha. Afe.

Ela não é semideusa.

Ela é o quê então?

Sua madrasta. Minha namorada.

MINHA O QUÊ?

Eu olhei pra ela, meus dois olhos arregalados queimando. Ela se assustou e colou as costas contra a coluna.

– MADRASTA É O TEU...

Nesse momento um trem sem controle saiu dos trilhos. Eu não fiquei muito brava com isso. Fiquei mais puta mesmo com o fato de que ele me atrapalhou no meio do meu xingamento.

- AGORA UMA SEMIDEUSA NÃO PODE MAIS XINGAR MAIS NÃO?!


Notas finais
Então. Gostaria de pedir, para quem ainda não me enviou fichas, uma garota filha de Baco, ok? E eu necessito de garotos!
Agora um trecho do próximo capítulo para deixá-los ansiosos:
" - E agora, romanos! - eu apontei para eles do jeito mais dramático que consegui. - Con los terroristas.... Do the Harlem Shake. "

Comentários, please!
Beijos! :*