California King Bed
10 Three Words, Eight Letters.
Notas iniciais
Meses se passaram. Luna e Neville estavam em um tipo de romance só entre eles, nunca saiam muito juntos em público e só ficavam mais a vontade perto dos amigos. Summer e Jorge estavam bem... Rogério ainda tentava ficar com Summer, mas ela não ligava. Fred estava com Angelina e Lizz com Justino.
O coral estava indo bem. Luna entrou junto com as garotas e todos se assustaram quando viram que Luna tinha talento... afinal, ela nunca havia mostrado a ninguém.
Summer, por mais que ainda se divertisse com a amiga e achasse que ela estava indo bem, a estranhava um pouco. Lizz virou uma garota... digamos... perplexa.
Ela diminuiu a saia, sua blusa sempre fica um pouco levantada, o decote aberto, maquiagem e um pirulito vermelho na boca. Justino não curtia muito, mas ele gostava de Lizz.
- Final de semana, aula no coral! — Luna disse, chegando perto de Lizz e Justino com Summer.
- Nossa, verdade, quase tinha esquecido. É a nossa vez de apresentar, né Sums?
- Isso.
- Tenho a música perfeita. — ela sorriu, chupou o pirulito e deu um beijo em Justino.
- Arranjem um quarto! — disse Fred passando por trás deles.
- Deixou cair uma coisa, Fred.
- O que?
- Isso. — Lizz fingiu que tirou do chão um cotoco e voltou para as amigas. Fred revirou os olhos e foi embora.
- Que música você vai cantar, Lizz? — Summer perguntou e Lizz sorriu.
- É uma surpresa. E você?
- Se a sua é uma surpresa, a minha também é.
Na hora do almoço, antes da aula, Lizz chegou e viu Summer na mesa da Corvinal com Luna e mais uma garota da Lufa-Lufa de cabelo preto com as pontas azuis.
- Olá!
- Lizz, oi, senta ai. — Summer sorriu arredando.
- Oi — sorriu para a garota Lufana.
- Olá. — sorriu esta.
- Ah, deixa eu apresentar. Lizz, esta é a Holly. Holly, esta é a Lizz.
- Ah, então você é a Lizz, ouvi muito falar de você! — ela balançou as mãos com Lizz.
- De mim?
- Holly é da California. Seus pais e seu irmão vieram com ela pra cá quando ela pediu transferência pra Hogwarts. Minha mãe e a mãe de Holly estão trabalhando juntas e mamãe pediu pra eu dar atenção a Holly, pois ela é nova e não ta conseguindo se enturmar.
- Seja bem-vinda a Hogwarts, Holly...?
- May. Holly May.
- Holly May. Então, você é da Lufa-Lufa? Casa do meu namorado. — Lizz sorriu preparando o almoço.
- Sim. Quem é seu namorado?
- Justino Finch-Fletchley.
- Ah, sim. Hotstino.
- Como disse?
- Ah, nada demais. É que você é muito sortuda, seu namorado é um gato.
- É, não é? — ela sorriu impaciente.
- É. Eu já sonhei três vezes que tenho uns sonhos meio quentes com ele, mas não precisa se preocupar, eu me controlava por que sabia que ele tinha namorada ou tava apaixonado. É que ele tem um olhar tão profundo e ás vezes me olhava de um jeito que... ui. — ela riu.
Silêncio.
- Bom, este almoço foi ótimo, mas infelizmente perdi o apetite, espero que não percam o seu. — Lizz disse se levantando e indo embora. Summer a seguiu.
- Lizz. Espera. Desculpa a Holly, ela é americana lembra.
- Quer ser amiga dela ou bancar a legalzinha? Beleza. Mas não me enterra nessa areia junto contigo. Ela é problema. Os olhinhos azuis dela não me enganam.
- Fica calma.
- Não enche.
Lizz foi embora e deixou Summer plantada a olhando deixar rapidamente o Salão Principal.
- Nossa, ela não devia ter tratado você assim! — Holly disse perto de Summer.
- Tudo bem, ela só ta estressada.
- Não, isso não tem nada haver entre melhores amigas. Amigas de verdade não agem assim.
Já depois do almoço, a aula do coral ia começar. Lizz avistou Summer e Luna na sala e foi pra perto delas.
- Oi.
- Oi, Lizz, senta aqui. — disse Luna e Lizz sentou.
- Prontas pra se apresentar?
- Sim.
- Eu tô meio nervosa, mas sim. — Summer sorriu.
- Bom dia, estrelas. — disse o senhor Flitwick entrando na sala e ouvindo o coral envouve-lo com um bom dia caloroso. — Vejo que estão animados. As nossas garotas estão prontas?
- Estamos. — disse Lizz e Summer sorrindo.
- Quem começa? — perguntou o professor. Nenhuma disse nada. — Ah, vamos por ordem alfabética então. Srta. Longbottom, você primeiro.
Lizz levantou e foi até o centro da sala. Falou com os músicos e lhes deu os papéis com as músicas. Voltou para o centro da sala, e respirou fundo, balançando a cabeça pros músicos.
(http://www.youtube.com/watch?v=7-uothzTaaQ)
Hey good girl with your head in the clouds
I bet you I can tell you what you're thinking about
You'll see a good boy, gonna give you the world
But he's gonna leave you crying with your heart in the dirt
His lips are dripping honey but he'll sting you like a bee
So lock up all your loving, go and throw away the key
Hey good girl, get out while you can
I know you think you got a good man
Why, why you gotta be so blind?
Won't you open your eyes?
Just a matter of time till you find
He's no good, girl
No good for you
You better get to getting on your goodbye shoes and go, go, go
Better listen to me, he's low, low, low
Hey good girl, you got a heart of gold
You want a white wedding and a hand you can hold
Just like you should, girl, like every good girl does
Want a fairytale ending, somebody to love
But he's really good at lying girl, yeah, he'll leave you in the dust
'Cause when he says forever, well it don't mean much
Hey good girl, so good for him
Better back away honey, you don't know where he's been
Why, why you gotta be so blind?
Won't you open your eyes?
Just a matter of time till you find
He's no good, girl
No good for you
You better get to getting on your goodbye shoes and go, go, go
Yeah yeah yeah, he's low
Yeah yeah yeah
Oooh, he's no good, girl!
Why can't you see?
He'll take your heart and break it
Listen to me, yeah…
Why, why you gotta be so blind?
Won't you open your eyes?
Just a matter of time till you find
He's no good, he's no good
Won't you open up your eyes?
Just a matter of time till you find
He's no good, girl
No good for you
You better get to getting on your goodbye shoes
Todos se levantaram para bater palmas. Lizz sorria para todos e agradeceu. Voltou para o seu lugar e abraçou Summer.
- Srta. Lovegood?
Summer se levantou e foi para onde Lizz estava a uns minutos atrás. Ela fez a mesmas coisas que Lizz fez, mas antes de cantar, disse:
- Eu vou cantar essa música como uma homenagem.
(http://www.youtube.com/watch?v=Cqz713hhz1Y)
Yo, my best friend, best friend til the very end
Cause best friends, best friends don't have to pretend
You need a hand, and I'm right there right beside you
You in the dark, I'll be the bright light to guide you
'Member the times, times, times sneaking out the house
All of the times, times, times that you had your doubts
And don't forget all the trouble we got into
We got something you can't undo, do
Laughing so damn hard
Crashed your dad's new car
All the scars we share
I promise, I swear
Wherever you go, just always remember
That you got a home for now and forever
And if you get low, just call me whenever
This is my oath to you
Wherever you go, just always remember
You're never alone, we're birds of a feather
And we'll never change, no matter the weather
This is my oath to you
I know I drive you crazy, hmm... sometimes
I know I call you lazy, and that's most times
But you complete me, and that's no lie
You are my tuxedo, and I'm your bow tie
We're in the car, sing, sing, singin' our song
Walk in the building, tear it down, like we're King Kong
And in my eyes you could do, do no wrong
You got a best friend sing, sing, sing along
Laughing so damn hard
Crashed your dad's new car
All the scars we share
I promise, I swear
Wherever you go, just always remember
That you got a home for now and forever
And if you get low, just call me whenever
This is my oath to you
Wherever you go, just always remember
You're never alone, we're birds of a feather
And we'll never change, no matter the weather
This is my oath to you
Ohhh... I'll never let you go
Ohhh... Woah, this is my oath to you
Ohhh... Just thought that you should know
Ohhh... This is my oath to you
Wherever you go, just always remember
That you got a home for now and forever
And if you get low, just call me whenever
This is my oath to you
Wherever you go, just always remember
You're never alone, we're birds of a feather
And we'll never change, no matter the weather
This is my oath to you
Ohhh... You should know, you should know, you should know, you should know yeah.
Ohhh... Woah, this is my oath to you
Ohhh... Wherever you go just always remember
You're never alone, we're birds of a feather
Ohhh... And we'll never change, no matter the weather
This is my oath to you
Todos aplaudiram de pé. Summer sorriu e foi correndo até Lizz e a abraçou.
- Eai, gostou? — ela perguntou.
- Gostei do que? — Lizz parecia confusa.
- Da música.
- Ah. Achei que você foi boa, mas eu achei que fosse uma homenagem e eu não entendi por que a música não pareceu significar nada.
- O quê?
- Ué, você pediu minha opinião, e eu...
- Lizz... a homenagem era pra você.
- Quê?
- Você esqueceu não foi? Nosso aniversário? De amizade?
- Quê?
- 12 de janeiro, Lizzabeth Clarice Longbottom, o dia que fizemos o juramento que seriamos melhores amigas pra sempre.
Lizz não conseguia falar nada. Olhava para Summer com a boca aberta enquanto Summer parecia que ia estrangula-la.
- Olha, desde que o fedido do Fred te traiu, você tem andado estranha.
- Você não sabe o que eu passei! Eu me recuperei agora, segui em fren...
- NÃO! Você não age como se tivesse seguido em frente, age como se ainda estivesse morrendo aos poucos por ele e por isso resolveu virar esse monstro que você não é. Mas quer saber? Ela tá certa. Não se tem motivo pra você me tratar assim, não existe isso entre melhores amigas.
- Ela quem?
- Holly. Quer saber, "amiga"? Tchau. Boa aula pra você!
Ela deu as costas e foi embora, batendo os passos mais fortes e fechando a porta com tudo.
- Summer, volta aqui! Ei, Summer! SUMMER! — Lizz gritava indo atrás dela, mas ela não virava. Quando Lizz a perdeu de vista, parou e falou alto:
- Ótimo! Parabéns, Lizzabeth. Parabéns. Perdeu o namorado, a melhor amiga, o que mais? Meu primo? Minha voz? O que mais você pode perder? Puta merda!
Ela foi até o seu quarto com as lágrimas rolando sorrateiramente. Limpava-as rápido e quando as pessoas apareciam, ela sorria dando boa tarde para todos fingindo estar bem.
Quando estava chegando em sua casa, viu Fred vindo e pensou "Nossa, que ótimo!".
Ela limpou as lágrimas mais uma vez, e levantou a coluna. Lembrou do que Summer disse e desistiu, novamente deixando lágrimas cairem.
- Lizz? — Fred perguntou, tocando em seu ombro.
- Oi, Weasley.
- Er... ta tudo bem?
- Parece que ta tudo bem? — ela perguntou ironicamente, revirando os olhos.
- Só quis ser gentil. — ele disse fazendo uma cara repulsiva e foi andando.
- Espera! Desculpa, eu não queria descontar em você.
- Tem certeza?
- Em partes, sim. Mas eu tô assim por que eu e a Summer brigamos, e acho que nunca mais vamos nos falar de novo. — ela disse, limpando uma lágrima teimosa.
- Você e Summer? Nunca mais se falarem de novo? Haha, se bobear vocês são mais unidas que todos os irmãos Weasley JUNTOS! — ele riu, dando um soquinho em seu queixo, fazendo-a sorrir bobamente. — Olha, o que quer que tenha feito, sei que isso foi coisa do momento, ela vai perdoar você, só dê um tempo a ela.
- Como sabe que fui eu que fiz algo? — ela perguntou perplexa, encarando os olhos verdes dele que piscaram fraco.
- Oi? – ele perguntou.
- Como sabe que a culpa é minha? E não da Summer?
- Bom... de acordo com os meus cálculos e o que sei entendo as mulheres, o que digamos é... pouco. – ele riu e ela o acompanhou. – Se ela fosse a culpada, você estaria chorando, porém de raiva. E também... passamos muito tempo juntos. Eu conheço você. – ele sorriu.
Ela riu um pouco, e se encostou na parede, recostando a cabeça nela. Fred fez o mesmo.
- Tá com fome? Quer ir pro Salão Principal?
- Eu tô com fome... mas não quero encarar um monte de gente ou ficar no meio de uma multidão. Então prefiro passar fome. – ela sorriu fraco, deixando de lado.
- Não precisa passar fome. Desde que a Granger me ensinou o feitiço de extensão, eu não saio sem uma comida extra no bolso. – ele sorriu e estendeu a mão para ela. – Quer vir comigo?
Ela encarou a mão dele estendida para ela, e ouviu uma voz como o vento sussurrando em seu ouvido “Apenas confie”. Ela sorriu e pegou sua mão, então ele a conduziu.
Fred a levou para fora do castelo, até o campo de Quadribol. Ambos sentaram na grama, e Fred retirou um lanche do bolso. Entregou para Lizz um sanduíche, que ela não conseguiu identificar do que era, e um copo com suco de abóbora. Ela sorriu e agradeceu, enquanto ele pegava o dele.
- Você... se importa... se eu... bem... – ele tirou de seu bolso uma garrafa de whisky de fogo e ela sorriu, balançando a cabeça negativamente. Ele colocou o whisky em seu copo.
- Não me importo nem um pouco. – ela sorriu, estendendo o copo dela a ele.
Ele riu fraco.
- Você bebe? – ele perguntou enquanto colocava a bebida em seu copo.
- Como acha que eu fiquei bêbada no Natal? – ela riu, dando um grande gole dele. Ela degustou e disse que estava ótima.
Ele pegou um maço de cigarros do bolso, e um isqueiro preto simples. Ele pôs um cigarro na boca, e deu uma grande sugada para acender o cigarro.
- WOW, você fuma também? – ela perguntou, bebendo o último gole de seu whisky.
- Fumo. Por que? – ele perguntou, tragando.
Ela se apoiou no chão com um dos braços, e com o outro botou entre as pernas de Fred. Sorriu para ele e pegou um cigarro da sua caixa e seu isqueiro.
- Ah, por nada. – ela disse, acendendo seu cigarro.
- Bom, parece que as coisas mudaram muito desde que terminamos. – ele sorriu.
- É, parece que sim. – ela riu, tragando.
Depois de muitos cigarros e poucos whiskys, Lizz não conseguia mais acender seu cigarro.
- Algum problema? – ele perguntou.
- O isqueiro não quer acender, acho que acabou o gás. – ela disse fazendo um biquinho triste.
- Deixa eu ver. – ele disse, chegando perto dela.
(http://www.youtube.com/watch?v=GCXhoEE6ZRI&feature=fvwrel)
Ele chegou tão perto que conseguia ouvir ela respirando. Um respiração fraca, singela, e sentiu quando ela soltou o ar gelado em seu pescoço e seus pelos se arrepiaram. Fred tentou acender o isqueiro várias vezes e não sucedeu. Tragou o cigarro que estava em sua boca e ela ingeriu o fumaça ao respirar e tossiu um pouco.
“Have you ever fed a lover with just your hands?”
- Não consigo acender também. Bom, ainda tem o meu, quer? – ele perguntou.
“Closed your eyes and trusted, just trusted?”
- Tudo bem. — ela sorriu.
Ele apoiou o cigarro para ela e ela o sugou, logo depois dando uma tragada perto de Fred, que a encarava. Ele respirou a fumaça e tossiu. Ela deu um sorriso sarcástico.
“Have you ever thrown a fist full of glitter in the air?”
- Vingança. – ela riu.
Ele olhou para os olhinhos de mel dela, que nunca mais havia observado, e observou novamente o quanto era possível mergulhar neles, e o mesmo acontecia para ela em relação aos seus olhos verdes.
"Have you ever looked fear in the face and said
- I just don't care”? – ela disse, fechando a aproximação entre ambos.
Ninguém roubou beijo de ninguém. O beijo foi ao mesmo tempo, e ambos deixaram a língua de cada um passar. A noite era fria, mas o beijo era caloroso, tão quente quanto o fogo do inferno.
"It's only half past the point of no return. The tip of the iceberg, the sun before the burn."
Ela pegou no rosto gélido dele, e fez um leve carinho com o dedão em sua bochecha, enquanto ele puxava sua cintura para mais perto, fazendo o corpo de ambos se colidirem.
“The thunder before the lightning, the breath before the phrase. Have you ever felt this way?”
Ele subiu sua mão pela coxa da garota, enquanto beijava seu pescoço. Ela desabotoou a camisa dele como em um ato de desespero, como se ela precisasse mais uma vez olhar para o corpo dele. Quando o fez, passou a mão lentamente por seu tronco, e quando chegou no cós da calça, o puxou para mais perto ainda, e quando ele a beijou, ela puxou seu lábio.
"Have you ever hated yourself for staring at the phone? Your whole life waiting on the ring to prove you're not alone."
Ela mordiscou a orelha de Fred, e depois começou a chupar seu pescoço. Ele gemeu no ouvido dela, e apertou sua cintura, puxando-a ainda mais pra perto, então ela arranhou suas costas.
“Have you ever been touched so gently you had to cry? Have you ever invited a stranger to come inside?”
Ela abaixou um pouco da calça dele, e ele levantou seu vestido, puxando a lateral de sua calcinha. Veio puxando a mesma pela perna de Lizz, e a tirou.
"It's only half past the point of oblivion. The hourglass on the table, the walk before the run."
Ele a penetrou lentamente e sentiram um prazer instantâneo. Ela segurou em sua nuca, puxando um pouco seu cabelo. Ele ia aumentando a velocidade das estacadas, e ela já quase não conseguia segurar os gemidos altos.
“The breath before the kiss and the fear before the flames. Have you ever felt this way?”
Ele puxou Lizz para seu colo, e agarrou sua cintura, fazendo agora ficar por cima enquanto ele estava ajoelhado no gramado. Uma de suas mãos subiu para o seu peito e o acariciou fortemente, e então ele mordeu de leve o bico de seu peito. Ela jogou a cabeça pra trás, e puxou mais ainda o seu cabelo. Ele soltou seu seio e ela gemeu reclamando. Ele riu e abaixo a alça de seu vestido, podendo assim chupar seu seio com vontade.
"There you are, sitting in the garden. Clutching my coffee, calling me sugar. You called me sugar."
Eles chegaram em seu máximo e ela o empurrou na grama, e caiu ao seu lado logo então. Suas respirações ofegantes faziam o barulho das corujas cessarem. Ela começou a ter um ataque de riso e ele a olhou, assustado.
- O que houve? – ele perguntou.
- Acabamos de transar no meio do campo de Quadribol. Nós fomos longe demais. – ela riu e ele começou a rir também.
- Imagina que louco alguém chega agora e pega a gente.
- Dane-se, ainda vai ter sido a melhor noite da minha vida. – ela sorriu, deitando em seu peito e fazendo carinho nele.
- É, a segunda vez é sempre melhor.
“Have you ever wished for an endless night? Lassoed the moon and the stars and pulled that rope tight?"
Eles ficaram um tempo encarando as estrelas no céu.
- Ei, temos que ir. Se pegarem a gente, estamos ferrados.
- Eu não quero ir. – ele disse triste.
- Pelo menos esconde a sua felicidade e bota a roupa.
Ele olhou para onde ela tinha apontado a “felicidade” e ele riu, ajeitando-o. “Viu o que faz comigo?” ele riu e ela o empurrou.
- É melhor irmos, já está tarde e eu tô com frio.
- Ah, toma. – ele pegou seu casaco e botou nela.
- Não precisava.
- Precisava sim.
Eles sorriram e foram para a Sala Comunal da Grifinória. Quando chegaram, havia poucos alunos lá. Eles disfarçaram um pouco e então ele a levou sem dar muitas pistas até o seu quarto.
- Boa noite. – ele sorriu para ela.
- Boa noite. – ela disse em resposta. Olharam para um lado e para o outro, e se despediram com um beijo simples.
Ele foi para o seu quarto tomar um banho e ela também foi tomar uma ducha. Quando ambos estavam limpos, deitaram-se e dormiram. Apenas revivendo nos próprios pensamentos a noite que haviam passado. Apenas com as lembranças.
"Have you ever held your breath and asked yourself "will it ever get better than tonight?""
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