C o n t r a t o

12 Dog Days Are Over


Notas iniciais
Então né, o que falar... Nada. Meu colégio começa semana que vem ou seja lascosse não só para mim como também pra quem me acompanha :3 Nada a declarara sobre o que penso... ai vai mais de 3.000 palavras. http://letras.mus.br/florence-and-the-machine/1434054/traducao.html#radio

Capitulo 12

A felicidade a acertou como um trem nos trilhos
Indo na direção dela, não há pra onde fugir
Ela se escondeu nos cantos, debaixo de camas
Ela matou-o com beijos e com isso ela fugiu
Com cada bolha, ela afundou com seu drink
E jogou para longe em baixo da pia da cozinha

E eu nunca quis nada de você
Exceto o que você tinha e o que sobrou além disso também
A felicidade a acertou como uma bala nas costas
Golpeada pela imensa altura de alguém que deveria saber melhor que isso

Deixe todo seu amor e sua saudade para trás. Você não pode levá-los com você, se quiser sobreviver Dog Days Are OverFlorence and The Machine

Elena observava as luzes da cidade, eles passavam em cada magnifico para ir em direção aeroporto. Já era madrugada a cidade ficava a cada segundo mais iluminada e ela apreciava isso. Seus olhos embasavam em algumas vezes quando focava seu olhar para mais longe ou mais alto.

As estruturas dos prédios pelos quais passavam eram lindas e isso fez Elena se perguntar o porquê de não estudar engenharia e essa resposta ela encontrou rapidamente: Elena não tinha vocação para desenhar e muito menos para cálculos, física e geometria.

Suspirou, tendo certeza que escolheu o certo: Letras. Era o melhor caminho sem duvidas, e não passava na cabeça de Elena abandonar seu livro que é seu grande sonho desde a adolescência. Era verdade também, que a nova Senhora Salvotore estava sem inspiração ultimamente, que sua mente não conseguia ter uma gota de criatividade e que seu notebook estava no meio de sua mala para no caso de ter repentina inspiração com sua mente traiçoeira e divergente.

Elena encostou-se mais no banco traseiro do carro e, por mais que seja extremante confortável seu corpo já estava dolorido, jugou-se por não ter levado o travesseiro de viagem que Caroline tinha recomendado. Mas não era culpa do carro, Elena realmente estava cansada, a noite fora muito cansativa e ela queria fechar seus olhos.

Percebeu que os prédios já começavam a ficar escassos e agradeceu por está chegando logo no aeroporto, tinha noção de que a viagem seria muito confortável e tentou não pensar em outra coisa.

Mesmo tento que dividir o mesmo espaço que Stefan, Elena não trocou muitas palavras com ele e era bem perceptível que ele não fazia esforço para tal banalidade no carro. Esperava que isso mudasse no avião, esperava que seu humor mudasse também durante essa viagem. Elena esperava muitas coisas.

Não precisou que ele falasse algo para ela vê que já tinha chegado e que um homem alto abria a porta do carro para eles, primeiro saiu Stefan e ela deslizou no banco para sair do carro também o vendo estender a mão para ajuda-la com isso, Elena pegou sua mão e agradeceu a soltando rapidamente não querendo nenhum contato no momento e nem futuramente. Ela normalmente se dava mal com seus pensamentos, como focar em algo e vim alguma coisa e acabar com seu objetivo. Elena esperava que dessa vez nada atrapalhasse.

Seu corpo agradeceu quando se esticou e sentiu o vento frio da noite em seu rosto moreno que transmitia tremenda tranquilidade – mesmo esse não sendo seu atual sentimento. Stefan caminhava a sua frente em direção ao avião onde tinha cravado o nome da empresa. Elena nunca teve a oportunidade de conhecer o avião – mesmo sendo a secretaria do CEO da empresa – ela não era de tal nível; como algumas pessoas diziam no seu local de trabalham costumava dizer. Mas agora ela estava ali, casada, futuramente rica e divorciada e se Deus quiser com seu livro sendo publicado.

Agradeceu os genes de seus pais e a educação que Jenna lhe dera por isso.

Jenna. Era realmente uma pena quase não ter falado com ela na festa de casamento. Ou talvez não. Era uma precária verdade que sempre que podia a evitava, não só ela como Jerr. Por mais que tenha muito tempo desde a morte de seus pais ela não conseguia acabar dor que a acompanhava quando olhava para os olhos e Jeremy que lembrava o seu pai, não só no jeito de olhar, mas também no de agir, e tinha Jenna com o sorriso de sua mãe que era completamente idêntico.

O capitão cumprimentou Stefan dando um tampinha em suas costas e apertando sua mão, se desculpando por não poder comparecer ao casamento que fora a algumas horas e o parabenizando por ter tomado juízo. Elena queria soltar uma gargalhada por aquilo e pergunta-lo se era standap-comedy.

― Creio que está seja sua esposa. ― o capitão perguntou com um sorriso no rosto, avaliando Elena que ficara um pouco desconfortável por não ser apresentada de forma correta. ― Você fez uma ótima escolha, rapaz.

Ela sentiu suas bochechas queimarem e um sorriso tentando se rasgar no seu rosto e agradeceu por Stefan está na frente dela e de costas, não podendo vislumbrar seu rubor.

― Sim.

― Agora vamos, tenho certeza que não querem se atrasar e a viagem não vai ser longa e não tem muito aviões na nossa rota hoje. ― disse o capitão já entrando no avião assim como eles.

O capitão logo se despediu deles indo para sua cabine e Stefan entrou mais no avião permitindo assim Elena ter uma boa visão do local em que ficara nas próximas horas.

Olhou para trás vendo a escada por qual subiu sendo levada por uma pessoa e a porta do avião devidamente fechada por um cara que Elena desconfiou ser co-capitão. Tinha oito assentos no total, dois individuais e os outros seis eram juntos, se os abrissem e os inclinassem formariam uma cama, eles eram beges e grandes e no meio das quatro poltronas duplas continham uma pequena mesa. Não havia muitas janelas, no fundo tinha um banheiro e eram poucas janelas que se estendia dentro do transporte aéreo. Elena virou seu rosto para o lado e viu que perto da cabine do capitão tinha uma mini cozinha com prateleira, quatro pequenos armários, um micro-ondas, uma minha geladeira prateada e um banca cinza colado com a parede do avião.

Eles entram e Elena colocou sua bolsa em um dos bancos, tirando seu celular e colocando ele no modo “Avião” e logo o recolocando na bolsa novamente.

― É melhor sentarmos, logo irá decolar. ― Stefan avisou e escolheu seu assento.

Elena pensou em qual sentar, do lado do Stefan ou em uma das cadeiras individuais, decidiu por fim sentar-se ao oposto dele em sua frente e se concentrar-se em colocar o cinto de segurança no seu corpo e ignorar o olhar que teimava em ficar encima dela.

Ela sentiu o frio em sua barriga quando o avião começou a subir ao céu e logo quando sentimento passou Elena olhou pela janela pequena do avião que estava do seu lado, vendo as nuvens escuras da noite.

― Você gostou? ― ele perguntou, destravando o sinto ao redor de sua cintura, ainda com o casaco preto que lhe esquentava.

― Do que?

― Do avião. Então, gostou? ― ela queria que o Stefan do carro voltasse e não tentasse puxar assunto igual esse estava fazendo.

― Ah, sim, certo. Sim, é bem aconchegante e bonito. Mesmo sendo que eu nunca andei em um avião particular e nem passara em minha mente sair disso.

― Fico feliz que gostou.

― Para uma pessoa que mal imaginava está na primeira classe um dia isso aqui é inimaginável. ― diz Elena mostrando interesse na conversa por um breve momento, mesmo ela não tendo nenhum e isso seria frustrante se Stefan soubesse, ela achava.

Ele sorriu com a resposta dela, apenas um simples sorriso que se estabilizou em seu rosto por alguns segundos e se desfez quando Elena voltou seu olhar para janela vendo as nuvens passarem do lado de fora. Elas definitivamente eram mais interessantes. Estavam carregadas de agua e em um momento iria se derramar para o solo, como quando uma pessoa torce um pano molhado, observando cair os pingos do mesmo.

― Que beber algo? ― ele perguntou, inclinando seu corpo para frente e apoiando seus dois braços na mesa de centro.

― O que tem? ― Elena lhe perguntou querendo saber o que teria ali além de café quente e agua gelada filtrada. Ela nem imaginava o que poderia ter em um avião assim. Talvez WiFi grátis? Ela apenas sabia que quando viajava a única bebida que tinha era agua e barra de cereal acompanhado com balinhas de café e se fosse em alguns feriados tinha sorte de pegar balas trufadas.

― Hm, ― ele se levantou, ficando de lado para passar entre a poltrona e a mesa de centro, passando por trás de Elena e indo até a cozinha. Ela pode ouvir o som da geladeira sendo aberta e ele continuou ― Temos suco de caixinha, vinho gelado suave que é a preferencia de Tyler, doces e queijos, leite e, ah, cerveja!

― Você gosta de cerveja? ― ela perguntou ainda sentada, puxando o fio claro de sua manga que tinha saído.

― Sim, é bom quando se está com os amigos assistindo ao jogo.

Ela se surpreendeu com isso. Ela achava que Stefan assistia ao jogo de golfe com sua típica roupa e um charuto na mão e de preferencia alguma bebida bem cara. Surpreendida, Elena parou de puxar o fio que já estava ficando longo um pedaço de pano tinha se encolhido. Voltou-se a focar seu pensamento completamente na conversa sabendo que, há alguns segundos atrás era a ultima coisa que queria.

― Você não faz muito o tipo que bebe cerveja com os amigos assistindo o jogo na tela plana e comendo salgados.

― O que? Você achou que eu assistisse golfe? ― ele diz com a voz oscilando para a ironia ― E, olha, golfe é muito chato, acredite eu tentei. ― Elena ouve o rangido fino e pequeno de um armário sendo aberto e ela encosta sua cabeça no banco. ― Eu realmente prefiro um bom e tradicional jogo, não achou que eu fosse tão anormal assim, né? E é bom zombar de Tyler quando o time dele perde. ― Sim, ela achava isso. Não é como se Elena soubesse de tudo sobre ele, a única coisa realmente importante que ela sabia de Stefan é que ele não gostava de casamento por conta do passado dois pais. Elena deu um sorriso fraco e o deixou continuar. ― Vejamos... Aqui tem enlatados, alguns salgadinhos, cookies – isso é obra de Caroline – e um saco com pães.

― Caroline acha que vamos passar tanto tempo aqui, é muita coisa, não? ― falou Elena surpresa com a quantidade de alimentos naquela cozinha.

― Ela gosta de se prevenir. Então, quer algo? ― ele a respondeu.

― Um suco, eu já comi na festa.

Ela ouviu copos sendo colocados no balcão, a geladeira sendo aberta e um liquido sendo derramado em um recipiente. Logo, escutou novamente a mini geladeira se fechar e Stefan aparecer em sua frente com dois copos de suco na mão, entregando um a ela e bebendo um pouco do dele, se sentando em sua frente no lado oposto e voltou a encara-la.

― É laranja. ― Elena finalmente levou o suco até a boca o provando. ― E a ultima vez que a vi comendo foi depois de cortamos o bolo em que você comeu dois canapês.

― Não estou com fome. ― disse. Não queria falar mais, tinha perdido a vontade de continuar a conversa, não queria comer porque nada descia no seu estomago nesse dia e o motivo era o nervosismo que se misturou a tristeza ao se lembrar todo momento de Katherine. Colocou o copo de suco pela metade na mesa de centro e viu Stefan juntar suas grossas sobrancelhas castanhas.

― Tudo bem. Certo. ― disse ele, por fim, vencido. ― Se quiser pode dormir agora vai demorar algumas horas até chegarmos ao nosso destino.

Elena concordou com a cabeça, colocando suas mãos no colo e voltando a fitar a imagem fora da janela e sentindo a voz de Stefan e sua presença longe. Ela realmente estava cansada não só pelo dia, mas também pela semana agitada que tivera. Finalmente, a única imagem que viu depois foi à escuridão límpida e ela sabia que seu sono estava chegando.

***

Ela estava quente e quando sentiu que estava voltando do mundo secreto de seus sonhos percebeu que tinha um coberto sobre seu corpo. Ele era felpudo e macio.

Elena continuou de olhos fechados se negando a abri-los para o mundo a sua volta, queria ficar quentinha e em um de seus sonhos preferidos mesmo que seu pescoço esteja dolorido e que seu corpo precisasse de uma massagem urgente.

Uma mão pousou no seu ombro e ela pode perceber a presença de algo perto dela, abriu seus olhos, dando logo de cara com as nuvens brancas fora da janela e o céu claro. Se virou, vendo o corpo de Stefan em pé atrás do seu. Os botões de seu casaco estavam abertos agora e seu rosto abatido, tinha um sombreamento escuro ao redor das esmeraldas verdes em seu rosto.

― Sei que estava com sono, mas você precisa acordar. ― ele diz, indo até o assento e colocando o sinto ao redor de seu corpo. ― Vamos pousar logo e você precisava por o cinto.

Ela concordou ligeiramente com a cabeça e colocou o cobertor no assento ao lado e sentindo um alivio com o pequeno movimento que seu corpo fez ao mudar de posição. Tinha considerado a hipótese de torcicolo. Colocou o cinto e passou as mãos pelo rosto não querendo imaginar como estaria sua imagem no espelho.

― Obrigada.

Ela não tinha dormido com o coberto e tinha certeza que quem o colocara ali, a pessoa que tinha a coberto era Stefan. Ficou agradecida por isso, mas não o disse nada. Observou quando ele empurrou um copo de agua para ela e quando ela o pegou, o olhando muito agradecida percebeu que a agua era fria e logo estava refrescando-a. Sentindo a agua quebrar a moleza interna dela de seu corpo.

Chegaram ao solo e o pousou foi mais tranquilo que o levantar de voo. Tirou o sinto quando Stefan fez o mesmo, a convidando para se levantar e Elena ajeitou os cabelos marrons e o seguiu. Desceram do avião, já vendo suas malas em um pequeno carro igual o da estação de aeroporto de Nova Iorque que se aproximava de um carro prateada grande e descarregando suas malas. Eles iriam ficar uma semana, no máximo.

Desceram pela escada posta, era manhã e a sensação térmica do calor de seu corpo recém-acordado com o frio da manhã foi prazeroso. Stefan estava em sua frente como sempre e ela pode ver que o cabelo dele se desmanchava por conta do vento que batia. O imaginou apertando os olhos verdes mar enquanto descia a escada.

Eles se despediram por fim do capitão, dando um até e agradecendo pela viagem tranquila e sem turbulência. Foram até o carro e Elena tinha um único pensamento quando chegassem a tal fazenda: tomar banho e cama, de preferencia confortável. E seria melhor ainda se tivesse hidromassagem!

Entraram no carro; primeiro ela, depois Stefan.

Parece que definitivamente seus dias na classe B tinham acabado e não existia mais dias de cão. Espero que continue assim, pensou. Não continuar assim... casada..., quer dizer, não que queria se separar logo, é... É claro que ela iria se separar um dia e... Elena apenas não queria se preocupar mais com as contas.

Enquanto pegavam a estrada, Elena pode perceber que a vegetação não mudará, era sempre o mesmo verde escuro nas arvores. Parecia que na cidade em qual estavam tinha chovido recentemente por conta de vegetação úmida.

Quando chegaram, os portões se abriram automaticamente e passaram por uma estrada de terra. Stefan a ajudou a descer do carro e Elena se amaldiçoou por está de solta. Queria nesse momento brigar com Stefan por ele não a ter avisado, ele deveria está tirando sarro dela nessa momento.

Se apoio em Stefan colocando um braço do seu ombro. Ele rodeara o braço em torno da cintura dela, a sustentando e a apartando contra ele sem necessidade. Elena levantou os olhos para ele, e viu quando o mesmo esticou os lábios em um sorriso rasgando o seu rosto e sua pele se esticava, Elena teria considerado aquilo fofo se não tivesse certeza que ele fez isso de proposito.

Idiota.

Viu quando o motorista levou suas malas para dentro da grande casa de madeira, visivelmente grande e bonita. Tinha um banco para dois do lado da porta, no estilo de balanço. O motorista tinha voltada, se despedido pegando um carro e indo embora, passando pelo celeiro vermelho e o portão foi fechado, ela olhou para Stefan que apertava um pequeno botão vermelho do controle que estava na mão.

― Para que é isso? ― perguntou curiosa se virando para ele.

― Portão. Ele é automático. ― respondeu e passou pela porta.

― Percebi. ― respondeu para o nada e o acompanhou, mas antes bateu seus saltos nas escadas tirando um pouco a lama que estavam neles. Não queria sujar a casa. Entrou e observou Stefan jogar o controle encima da mesa onde tinha um caso de vidro. ― Por que não me avisou para vim com um calçado diferente?

― Eu poderia. Sim, talvez... Se eu quisesse é claro.

― Idiota. ―disse, voltando a vislumbrar a casa que era inacreditavelmente sua cara. Era tudo de tons neutros e ela considerou que poderia ter inspiração para terminar o livro.

Stefan não teria motivo para fazer isso com ela, a não ser que a queria ralhando com ele ou dizendo algo, e Elena não queria falar nada desde da discussão com Katherine que era a razão do seu humor.

Tinha um quadro vitoriano quando chegaram à sala, uma lareira e dois sofás, acompanhou Stefan quando ele subiu as escadas, segurando no corrimão. O segundo andar da casa era onde tinha os quartos. Eram cinco ao todo, ela contou quando viu as portas, duas de um lado e outras duas do outra e uma no final do corredor e foi lá onde Stefan entrou.

Tinha uma grande cama, o quarto era bem espaçoso. Era uma suíte e a porta do banheiro estava aberta, uma bancada morro, tinha abajur ao lado da cama e uma porta de vidro que dava para a sacada, contudo ela estava fechada.

― E esse é o quarto que vamos ficar.

Ele parou, ficando estática quando ouviu o ‘vamos’. Ela considerou mais uma brincadeira dele e essa seria a segunda e isso era bem estranho, logo percebeu que era verdade e o olhou com as sobrancelhas arqueadas.

― O que? ― se aproximou com cuidado dele que estava ao lado da cama. ― Eu preferia dormir sozinha, senhor.

― Stefan. Não senhor. E Elena, eu não mordo, é claro se você quiser eu posso...

― Não. ― ela o cortou, sentindo o rubor em suas bochechas e não era de vergonha. Elena se imaginou mais uma na cama dele. ― Vou dormir sozinha, serio.

― Ah, Elena...

Ele se aproximou dela e Elena teve o bom senso de se afastar, vendo que suas costas iriam bater na parede. Ele continuou caminhando para ela e Elena se perguntou se um poderia abrir um buraco naquela bela casa e sumisse.

Por que ele estava fazendo isso? Céus. Elena se lembrou no dia da pequena discussão com ele no escritório sobre o emprego dela. E como naquele dia seu coração bateu muito forte, agora ela estava com a mesma sensação e sua mente implorava para que ele parasse quando Stefan grudou seus corpos.

Elena sentiu a transição de calor sendo feita. Sentia o descompassar de seu peito e ele se enchendo de ar que ela tentava buscar para se acalmar. Mente descompassada. Coração acelerado e pernas tentando se manter firmes.

― Elena... ― sua mão atrevida pousou no seu quadril, e foi descendo até sua bunda e Elena ainda tentava assimilar o nome dela saindo como sussurro da boca dele e quando foi que ela permitiu tal intimidade. Corpo traidor. ― Estamos sozinhos aqui.

Foi a ultima coisa que ele disse antes de sair pela porta.

Notas finais
Ah, 70 leitores, ah 70 leitores... onde apenas 6 aparecem dando opiniões. Botem a cara no sol colegas se quiserem capítulos mais rápidos, e o final foi apenas um tira gosto, eu posso muito bem demorar meses...