C o n t r a t o

13 Push Me Down


Notas iniciais
Desculpas pela demora :( Sério mesmo, não tem nem desculpa pra isso. Obrigada por todos os comentários, amei, amei

*Quem ai assistiu a The Comedy Diaries? o/ Muito triste pela Nina sair de TVD, e feliz ao mesmo tempo — confuso. Quero que PW saia também, ele tem muito pela frente, um grande futuro. Trevino também saio :( chorei, mas superei. Vamos ler por que está bem legal mesmo o/ Musica: https://www.youtube.com/watch?v=xSP1dCeFea0

Belisque meu bumbum, me vire
Querido, faça isso agora mesmo
Me empurre

No escuro você pode fazer o que você quiser
Agora mesmo

Inferno sobre rodas, esqueça as roupas
Faça o que você faz de melhor
Beije minha boca

Seja um homem, faça uma bagunça,
Você pode dar a volta por cima? Sim!
Beije minha boca -- Push Me DownLana Del Rey

Capitulo 13

Ela ainda se lembrava de quando acordou no fim da tarde. Ela ficou aterrorizada quando observou que realmente não estava gritando. Que não tinha fogo nem fumaça e que na verdade ainda possuía a marca de queimadura em seu braço esquerdo, uma pequena, mas ainda sim permanente marca.

Elena tinha se levantado assustada, mãos tocando o corpo e a cabeça e captava os detalhes do quarto em que estava e o som da chuva lá fora. Tinha passado as mãos pelo rosto suado e ouvido o quanto estava ofegante, olhou os lençóis da cama desarrumados, as peças brancas anteriormente forradas agora estavam amassadas sobre a cama grande.

Ela havia colocado os pés descalços no chão frio, sentido que estava tudo bem, mas sua mente ainda se estabilizando. Caminhou até o banheiro acendendo a luz e se olhando no espelho antes de se dirigir há banheira e ligar a água gelada.

Ela diz a se mesma que aquilo era passado. Que deveria se esquecer. Ela tinha que pensar no futuro e deixar o passado, mas isso seria muito difícil já que é o passado que define o nosso presente, e o nosso presente que define o futuro.

Elena se despiu, deixando suas roupas caírem no chão e entrando na banheira, ela sentiu o choque térmico de imediato, seu corpo se arrepiou pelo frio e ela estremeceu, mas ainda assim, continuou e entrou por completo na banheira.

Sua cabeça encostou-se à parede enquanto divagava, estava tudo acontecendo muito rápido, e esse processo estava ocorrendo em menos de um ano. Elena se perguntou se tinha um imã para problemas, mas afastou isso rapidamente por ser uma pergunta mesquinha.

Ela se lembrava com clareza do pesadelo, parecia real. Todo aquele fogo engolindo a casa, o ar tão escasso tão difícil de respirar para sua pouca idade. Oh, Deus. Oh... Elena queria tanto chorar. Prendeu os lábios entre os dentes e os mordeu, segurando suas lagrimas e virando sua cabeça para o lado, puxando o ar para seus pulmões e sentindo o oxigênio puro.

Ela queria sonhar hoje, ela não queria ter esse pesadelo. Definitivamente, aquele sonho retratava a pior parte de sua vida. Ela tinha se esforçado para esquecer, contudo ele sempre tratava de aparecer. É como se ela tivesse feito uma tatuagem ou tivesse uma marca – ela na verdade tinha uma marca. Não importa quanto tempo passasse Elena não poderia esquecer ou parar de sentir.

Elena puxou um pouco de ar para seus pulmões para mergulhar. A agua gelada ajudava com os músculos tensos e ela fechou os olhos quando mergulhava, naquele momento Elena apenas sentia a agua ao redor do seu corpo.

Elena ouviu um zumbido enquanto estava submersa, algum som que estava sendo dificultado de ser ouvido com clareza por causa da água.

Ela emergiu para poder respirar, pois o oxigênio em seu pulmão já estava acabando. Percebeu que a agua ao seu redor já estava morna por causa do tempo que tinha passado.

Concentrou-se na voz por um momento e chegou à conclusão que era Stefan, não apenas descobriu por conta da sua voz – não é como se ela tivesse memorizado isso, não, claro que não –, como também ele era o único com ela naquela casa. Isso era um pouco difícil de esquecer.

― Elena? ― ele a chamou.

Elena percebeu que, a cada segundo ele estava mais próximo e se ela não levantasse logo as consequências seriam grandes. Contudo era tarde demais. Muito tarde.

Oh meu Deus.

No mesmo momento em que tentava sair da banheira para pegar a toalha Stefan adentrava porta adentro do banheiro.

Seu corpo tinha paralisado, cada nervo tenso e até sua respiração tinha ficado presa. Elena se encontrava sentada na banheira, boca aberta e olhando atentamente para Stefan que se entrava ao lado porta.

Os segundos que passaram pareciam se prolongar. Naquele recinto era possível ouvir a respiração de Stefan e seu arfar. No seu rosto tinha uma expressão muito difícil de ser esquecida por Elena, o olhar de apreciação e devoção, os olhos verdes-acastanhados brilhantes de luxuria era uma coisa para ficar na memoria. Os olhos de Stefan totalmente focado nós seios que tinham ficado eretos.

Quando Stefan ameaçou dar um passo em direção, apenas um singelo movimento de seu corpo, os braços de Elena taparam a parte inferior e superior de seu corpo moreno.

― Stefan! ― chamou a atenção de seu marido que ainda estava extasiado com a visão. ― P-por favor, se retire, agora.

E pela primeira vez Stefan olhou para o rosto dela, um belo sorriso curvado formando em seus lábios desenhados, ele coçou a nuca e por um breve momento Elena pode ver a indecisão de avançar ou recuar, entretanto, quando ela ouviu a porta batendo pode respirar aliviada.

Aquela era a experiência mais vergonhosa que já passara até agora.

***

Já em seu quarto, depois de se vestir Elena decidiu descer para comer algo. Fazia muito tempo que não colocava nenhum alimento no seu estômago. Ela sabia que para descer teria que encarar Stefan, mas depois na cena no banheiro ela não conseguia olhar para ele sem lembrar que ele tivera um pequeno vislumbre de sua nudez.

Elena colocou o hidratante na cômoda e prendeu seus cabelos, saio do quarto trancando a porta. Nós próximos dias ela se lembraria de sempre de fazer isso, não queria correr mais riscos de pessoas entrando no quarto em que estava hospeda sem ser convidadas.

Assim, Elena andou pelo corredor e rumou até a cozinha. Era uma cozinha espaçosa e, assim como os outros cômodos da casa era amadeirada nas paredes. A pia e os armários eram de NOX assim como os da casa de Stefan em Nova Iorque.

Ao lembrar-se da cidade Elena se permitiu pensar em Katherine. Sua melhor amiga. Mal fazia 24hrs que estava sem conversar com ela e já sentia saudades. Elena suspirou de tristeza ao lembrar que os últimos minutos que tivera com sua amiga foram desperdiçados em brigas. Brigas ao qual ela estava totalmente arrependida, ela precisa conversar com Katherine, precisa contar como estava sendo e o que ocorreu, precisa saber como estava Nova Iorque, precisa contar do pesado. Ela apenas precisa falar.

Elena se virou para os armários e abriu alguns deles, logo no terceiro encontrou alimentos, ela pegou o pão que estava ali e abriu a geladeira que estava lotada. Era tanta coisa ali dentro que era mais alimentos do que duas pessoas precisavam para apenas alguns dias. Pegou o queijo e o requeijão cremoso, procurou por um tomate e colocou dentro pia para lava-los e em seguida corta-lo em rodelas, assim Elena fez seu sanduiche com tomate, requeijão cremoso e queijo lanche.

Agora sentada na mesa, Elena encarava o alimento com olhos radiantes e prontos para dar uma bela mordida, mas assim que iria morder o sanduiche a porta dos que dá para os fundos da casa que fica na cozinha se abriu e de lá saiu Stefan.

Ele estava um pouco molhado por conta da chuva que resolvera cair lá fora neste fim de tarde. Stefan guardou sua capa, ele estava sem os calçados por que havia deixado do lado de fora.

Elena observou cada movimento que ele dava, repousando seu sanduiche no prato ela se pronunciou:

― Eu gostaria de conversar com você.

Stefan se virou para ela e passou a mão pelo cabelo úmido, o mesmo sorriso que Elena tinha visto nele um pouco mais cedo estava plantado no rosto do Salvatore.

― Claro, quando quiser. ― Elena desviou o olhar e suas mãos começaram a tirar as cascas do pão.

― Agora, de preferência. Se você não tiver nada para fazer. ― diz Elena.

― Olha onde estamos, aqui não tem nada muito surpreendente para fazer, podemos ser criativos. Conversar muitas vezes é chato.

Elena levantou o olhar para Stefan e pode notar que ele já tinha diminuído uma grande distancia entre eles.

― Conversar sempre é bom. Acaba com as divergências, podemos compreender a pessoa melhor e quando uma conversar é saudável e engraçada melhora. ― Elena já tinha tirado toda a casca do pão e seu novo alvo era à borda do prato.

― Gosto quando a conversa tem objetivos. ― disse Stefan, por fim.

― Sinto falta do Stefan do avião. ― Elena sussurrou. Ela sabia muito bem que no avião não estava com muita vontade de conversar por conta do ocorrido recente, mas aquele Stefan estava mais aberto. Aquele era o Stefan que conversou no carro enquanto ele a levava para faculdade.

Elena estava começando a ter certeza da bipolaridade do Salvatore.

Ela se levantou e abriu a geladeira atrás de um pouco de suco.

― Talvez você ainda não tenha entendido o que eu quero Elena, vou ser mais direto. ― Stefan diz, desapoiando as mãos da borda da mesa. ― Nesse momento, eu quero beijar você e fazer tudo o que eu poder.

Elena ficou paralisada, fechou a porta da geladeira e sentiu as palmas das mãos formigarem. Aquelas palavras proferidas por Stefan lhe causavam sensações quentes.

― E eu escolhi esse lugar por que eu quero você inteira. Eu quero você em cada canto dessa casa. Elena, você não tem ideia o quanto é tentadora. ― Stefan puxou Elena pelo braço fazendo seu corpo bater contra o dele, um choque que tirou o ar de Elena que ainda estava com os olhos alarmados. ― Eu quero você para mim, e irei demostrar.

Então, ele a beijou.

Stefan passou o braço pela cintura de Elena aproximando seus corpos o máximo que pode. Seus lábios ainda pressionados nos dela esperando uma resposta.

A cabeça de Elena estava uma confusão, ela nunca estava preparada para os ataques que Stefan dava com ela. Elena não estava preparada para sempre que isso acontecia seu coração acelerar, para seu corpo ficar mais quente. Elena, definitivamente não esperava corresponder, ela juraria que sempre tentava, e ela realmente tentava, mas é como se cada toque dado por aquele homem a derretesse. Ela estava preocupada em virar uma poça de Elena naquele chão.

Foi assim, com suas pálpebras fechando, com um suspiro lento saindo que Elena correspondeu o beijo. Movendo os lábios nos de Stefan.

Stefan notou que aquilo seria um ‘sim’. Passando o outro braço ao redor do corpo de Elena e sentindo os braços dela envolverem seu pescoço que Stefan, apenas com seus sentindo, guiou-a até a pia, batendo o corpo dela lá que faz a mulher separar o beijo para gemer e retorna a ação, puxando-o mais para si.

Stefan a colocou encima da pia e puxou as pernas de entorno do corpo, fazendo-a cruzar as pernas em sua cintura. Ele apertou sua coxa e puxou seu lábio inferior o que fez Elena jogar a cabeça para trás.

Assim que fez isso, os beijos molhados de Stefan desceram pelo seu pescoço causando um formigamento bom, fazendo os lábios de Elena se curvar em um sorriso de prazer.

Stefan chupava e beijava o local exposto de pele macia da mulher.

A ar tinha ficado mais quente e havia ficado difícil de respirar.

Stefan voltou com os braços ao redor da cintura de Elena, seu dedo mindinho passando por dentro da barra do short de malha. Uma de suas mãos foi para o cabelo, ele alisava, puxava, bagunçava. Enquanto isso, o beijo quente continuava.

Stefan subiu sua mão para a blusa de Elena começando a levantar e foi nessa hora que aconteceu.

Elena parou, assustada, empurrando Stefan para longe, recobrando a consciência do estava prestes acontecer no balcão da cozinha. Ela desceu da pia, ainda ajeitando o cabelo e seus olhos brilhavam assim como os de Stefan, que estava com a roupa amaçada os cabelos úmidos e o olhar confuso que logo foi se estabelecendo.

Ela tinha consciência que o estado dela estava pior do que o de Stefan.

Passando a mão no cabelo, e colocando o sorriso no rosto, Stefan disse:

― Essa é uma pequena demonstração do que eu quero fazer com você.

Ele olhou para o prato na mesa e puxou um tomate e o mordeu enquanto saia da cozinha.

Elena ainda respirava com dificuldade e um sorriso – talvez nem tanto involuntário — escapou.

Notas finais
Bom, tenho um aviso. Eu vou começar a por gifs um pouco mais sexy's e não vai ser em todos os capítulos, okay? Só em alguns. Gostaram da pegação Stelena? Querem trailer da fanfic? Soooooooooooooooooooooooooo, não se esqueçam de comentar o/ *********qual fanfic minha vcs querem que eu atualize constantemente?******** *Irei excluir Love Me Again ou transforma-la em uma one bem legalzinha, a historia não está dando pra mim mais. Tá chata*