C o n t r a t o

11 But You Will


Notas iniciais
Oi, iai? Tudo na paz? POIS COMIGO N TÁ NADA BEM. QUE PORRA DE EPISODIO FOI AQUELE DE TVD? É por isso que a serie está com as piores audiências. To indignada, tá dificil de escrever Stelena e é por isso que esse capitulo eles não dão as caras. Nossa, to com raiva mesmo, aff. Eu assisti um filme chamado The Vow que é a tradução se chama para BR deve ter sido Lembranças e Idas e vindas do amor, nossa fuquei bem melosa e rir muito kkkkk. Enfim... EU GANHEI UMA RECOMENDAÇÃO MARAVILHOSA DA Vê Oliveira, obrigada minha nega, adorei! Esse capitulo não tem musica, sei lá, não tem como por uma nele, mas se vcs souberem de uma que combine me falem para colocar aqui. Um aviso. A Katherine é a Kaya aqui viu, aquela de Skins e que fez TMR e é brasileira. Leiam!

Capitulo 11

De fato sua cama era extremamente confortável. Katherine gostava quando seu corpo afundava nela, ainda mais quando estava cansada por alguma coisa que tinha feito. Quando colocava sua cabeça no travesseiro era como deitar nas nuvens fofas – mesmo ela nunca ter se deitado em nuvens fofas.

Ronronou um pouco e passou as mãos por debaixo do travesseiro ainda de olhos fechados. Seu corpo estava realmente cansado e seus olhos pediam para continuar fechados.

Ela não queria sair para o mundo lá fora.

Mas quando Katherine sentiu algo se movimentar na cama e levantar, abriu os olhos desesperada. Sentiu os raios de sol dificultar sua visão. Seu corpo ainda estava dolorido e exausto, mas mesmo assim se levantou, cobrindo-se com o lençol azul por conta do corpo desnudo.

― Para onde você vai? ― disse com firmeza ao homem que estava do lado oposto da cama, em pé.

― Eu tenho que ir. ― Matt responde, ele segura sua calça preta entre as mãos, os cabelos loiros baixos se ajeitaram rapidamente quando ele passou sua mão por eles.

Katherine não queria demostrar sua necessidade de uma companhia que só poderia ser preenchida por uma pessoa no momento, sentia seu coração se esfriar um pouco.

Katherine sabia que existia uma enorme falta de dialogo entre eles. Mas ela com certeza não se importava, ela estava ardendo em um sentimento sufocante.

― Para sua família. ― as palavras saíram com um gosto ruim na sua boca.

― Sim, para minha família. ― Matt afirmou, já calçando os sapatos e com a blusa azul em seu corpo com os primeiros botões da frente abertos. Seu blazer estava na cabeceira da cama.

A palavra família rondou a cabeça dela e socou seu estômago forte. Foi um baque que ela estava costumada a receber. Mas sempre era a mesma sensação.

― Então vá. ― Katherine colocou um sorriso no rosto, um sorriso que ela dava para as revistas quando era obrigada a acordar de manhã cedo depois de uma noite pesada. Um sorriso falso.

― Obrigada pela noite, amor.

Ela continuou na cama, seus pés estavam para fora do lençol que havia descoberto essa determinada parte de seu corpo.

Katherine fechou os olhos quando Donovan rodeou a cama de casal e se inclinou para beijar seus lábios. Para Katherine, era um beijo costumeiro. Primeiro ele coloca um das mãos nas costas de Katherine, a puxando para de encontro com a frente do corpo dele. Ele mordia seu lábio inferior e aquilo incomodava Katherine, contudo em seguida ela lembrava que era Matt que estava ali, e cada momento com ele valia ouro.

Ele tirou os lábios dele dos dela e plantou um beijo rápido em sua cabeça. Katherine observou ele sair correndo pela porta do quarto, pegando o blazer e ela sabia que ele pegaria a chave do carro encima do balcão.

Katherine deixou seu corpo cair na cama novamente, com a consciência constantemente suja de que ela gostava de um cara casado e agora ele estava correndo para seu lar.

Lembrou-se dos olhos extremamente azuis céu do garotinho loiro. Ele parecia um anjo, tão inofensivo para qualquer outra pessoa, e quando ele tinha a olhado na festa abriu um sorriso com os dentes de leites espalhados pela boca, faltavam alguns e isso dava uma inocência para ele. Mas aquela criança a lembrava um pecado que ela estava cometendo, entretanto Petrova ainda poderia sentir as mãos gélidas de Matt em seu corpo.

***

Ainda era manhã e Katherine se esforçou para sair da cama e fazer o que era necessário, isso não incluía arrumar o apartamento, ela não gostava dessa parte.

Fez sua higiene colocou um short e uma blusa, não se preocupava muito com isso quando ia trabalhar por conta de que no momento em que começasse ele, ela não veria mais seus pertences.

Katherine pegou sua bolsa que estava no sofá, não se preocupou em arrumar a cama igual Elena fazia, ela deixava a cama igual à de um hotel luxuoso, Katherine apenas fez o que todas as pessoas apressadas fariam em uma situação dessas; puxou o lençol para cobrir o forro de baixo.

Provavelmente se Elena estivesse ali, ela teria reclamado Katherine e a chamado para ver como se arruma uma cama e aquilo seria extremamente tedioso e chato. Muito chato.

Lembrar-se de Elena a lembraria dos acontecimentos de ontem à noite entre elas. E Katherine não queria isso.

Atravessou a rua para levantar a mão para um dos taxis amarelos tradicionais de Nova Iorque. Ela não era muito fã de metro, quem costumava usar isso era Elena. Gastava muito dinheiro em um taxi, mas ela preferia isso a o transporte publico que fazia muito barulho.

Ela tinha uma fruta em uma das mãos quando entrou no taxi e disse seu destino. Era maça. Naquele apartamento não faltava maça, era a fruta preferida de Elena. Katherine percebeu que, sem Elena naquela casa, não teria mais maças nem cama arrumada.

O taxi estava com o ar ligada e as janelas fechados, isso abafava o barulho e espantava o calor que estava fazendo lá fora. Este outono estava extremamente bipolar, mas com o mundo do jeito que está hoje os climas atuais podem ser bem explicados, já que não é só em Nova Iorque que está afetando as estações.

O motorista barbudo estacionou no prédio de quatro andares e lhe informou o preço da corrida, Katherine retirou o dinheiro da bolsa e lhe entregou, e percebeu infelizmente que não poderia voltar de taxi para o apartamento.

Desceu do taxi e não olhou para trás quando ele se arrastou e sumiu pela rua. A fachada da empresa de modelos qual trabalha era de um roxo forte e logo era ondulado como se fosse uma onda com o desenho de uma mulher sem rosto, mas os cabelos foram bem desenhados e saiam de fora da onda, assim como o braço na cintura. O nome que tinha dentro na ondulação roxa era branco.

Katherine entrou pela porta apressada e não comprimento a recepcionista que já estava acostumada com isso.

Apertou o botão do elevador e jogou o miolo da maça na lixeira branca que se encontrava ao lado dela, as portas se abriram e ela entrou, apertando o botão do terceiro andar e se virou para ajeitar os cabelos no espelho.

Quando as portas se abriram veio uma garota que era estagiaria e pegou sua bolsa, mas antes Katherine pegou o celular para ver se tinha alguma mensagem importante, sem querer apertou em ícones um pouco desastradamente, mas ela não se importou no momento. Voltou a colocar o celular na bolsa.

― Bom dia gata. ― cumprimentou um negro alto e careca, com um porte físico perfeito. Katherine reprimiu a vontade que sempre teve de apertar e perguntar se aquilo era anabolizantes.

― O dia só vai ser bom quando eu for uma Angel. ― Katherine respondeu sorrindo.

― Estou tão acostumado com isso que não irei perguntar qual o motivo hoje.

― Boa escolha, Felix.

Felix era, para Katherine, o melhor fotografo da empresa. E a melhor pessoa que tem nela também. Ele que fazia a maioria das sessões de Katherine e também gostava de conversar com as modelos para saber a parte do corpo que elas mais gostavam. E ele sempre pegava o melhor ângulo.

― Quero que adivinhe quem escolheu as roupas.

― Que não seja mulher, por favor. ― Nesse quesito a maioria das mulheres sempre são chatas, nunca estão satisfeitas e Katherine normalmente falava algo ruim quando era uma delas.

― Desculpe desaponta-la, mas é uma socialite e trará um bom lucro para a empresa com o nome dela. Melhore um pouco o humor, por favor. ― Felix a incentivou, abrindo um sorriso grande e Katherine bufou e continuou a caminhar com Felix ao seu lado.

― Tudo bem, quem é?

― Rebekah Donovan Mikaelson.

O nome dela parecia uma sentença para a prisão e um lembrete que Katherine nunca poderia prever o amanha. Ela congelou e gaguejou para Felix um “quem?” que o fez repetir o nome mais lentamente e Katherine gostaria muito de poder tapar os ouvidos e ver que aquilo era uma piada.

***

Rebekah era realmente linda e o desejo de qualquer homem que a vissem, Katherine suspeitava que até gays iriam deixar de ser gays apenas para beijar os lábios grossos e rosados naturais da loira.

Quando Katherine a viu no local em que iriam fotografa-la, se perguntou o que Matt tinha visto nela, sendo que tinha uma mulher daquelas em casa.

Os saltos refinados, o vestido azul desenhando o corpo perfeito que ela tinha, os seios redondos e bonitos, assim como a parte traseira. As pernas definitivamente fazia Katherine ter inveja dela, e a barriga não tinha nenhum volume sequer.

Katherine se aproximou um pouco desconfiada de Rebekah que estava – agora – de costas. O roupão suave contra sua pela nunca a incomodou, mas por um momento isso aconteceu. Tudo a incomodava, até a respiração. E quando ela viu a aliança brilhando nos dedos de Rebekah sentiu o estômago embrulhar.

Katherine colocou um sorriso no rosto que deve ter saído como uma careta, porque, quando Felix a olhou levantou as sobrancelhas negras. Ela desistiu do sorriso e ouviu Felix chamar Rebekah.

Rebakah veio em direção a ela, elegante e fina. Ele era uma mulher com uma presença forte. Os olhos azuis analisou Katherine com cuidado.

― Tire o roupão. ― ela pediu.

E Katherine tirou hesitante, mas isso passou quando viu o sorriso orgulhoso no rosto de Rebekah. Os olhos azuis brilhavam.

― Exatamente como eu queria, você ficou perfeita querida. ― Katherine não gostavam quando a chamavam de querida, mas sabia que não era a intenção de Rebekah.

Ela tentou imaginar que se Rebekah soubesse que seu precioso marido dormia com a garota em sua frente ela teria a mesma reação simpática. E a imagem disso não foi muito agradável.

― Vamos! ― diz Felix já se posicionando atrás das câmeras.

Katherine foi até a frente da câmera e fez seu trabalho, desfrutando do espaço que lhe ofereceram e aproveitando as roupas que usava escolhida por Rebekah. Ela ignorou o pesar de sua consciência e se focou no trabalho e nas dicas de posições que Feliz lhe dava, e nas formas em que Rebekah pedia para favorecer tanto a ela quanto as roupas.

Uma musica agitada tocava ao fundo que se misturava aos sons dos cliques e das vozes.

A roupa era um vestido florido com as cores azuis, rosa e laranja e sapatilhas amarelas vibrantes. Cores quentes. Sua maquiagem era para o dia e seu cabelo estava solto e cacheado volumoso. Tinha pulseiras coloridas em seu braço direto.

Ela sorriu. Piscou. Aproveitou do chapéu que lhe deram. E também utilizou flores coloridas que estavam no banco ao lado da mesinha no cenário.

― Essas fotos são para a coleção, Primavera–Verão. ― informou Rebekah quando Katherine foi trocar para sua segunda e ultima roupa.

Agora ela estava com um vestido abobora, sandálias beges e cabelos presos com um batom rosa destacando seus lábios.

― Katherine, agora eu quero que você se solte, quero varias caretas, sorria e brinque. Faça o que você tem vontade. ― pediu Felix.

Ela tinha vontade de sair correndo na verdade. Concordou com Felix e olhou para Rebekah que não tirava o sorriso do rosto por um minuto. Ela não parecia tão fútil quanto Katherine imaginava.

Quando finalmente terminou a sessão e foi ver algumas fotos no computador, Rebekah lhe chamou.

Katherine sabia que havia arregalado os olhos e prendido a respiração enquanto caminhava atrás de Rebekah. Ela tinha certeza, aquele seria o fim, ela estaria mortinha e nunca mais iria conseguir um emprego descente. Adeus flashes!

― Eu vi você ontem, Katherine.

Se fosse possível o coração de Pierce teria parado.

― Você foi à madrinha no casamente de Stefan e Elena, certo?

Ela soltou um grande suspiro e sorriu aliviada.

― Sim, eu sou a amiga da Elena.

― A nova Salvotare. É, Stefan conseguiu o que queria.

Katherine não sabia o que Stefan realmente queria, Elena não tinha contado essa parte e ela também não se preocupou em saber.

― Mas não foi por isso que eu te chamei.

― Então foi por quê? ― perguntou.

― Você conhece a Victoria Secrets? Sabe das Angels?

Um sorriso inevitável se abriu no rosto de Katherine. Era verdade aquilo, Rebekah Donovan, uma das mulheres que tem contato com os produtores do evento da VS a perguntou isso.

― Ai meus Deus, com certeza. Quem não conhece? ― ela não podia imaginar que aquilo estava acontecendo.

Mas parou por um momento, quem estava fazendo isso era Rebekah, e ela era mulher de Matt.

― Eu gostei de você fotografando, é claro que você não é modelo para passarela por conta da altura, mas pode ser para as fotos! Basta querer, aqui, meu cartão. Depois da manhã irão selecionar as candidatas, eu posso te indicar. É só me confirmar se quer ou não.

Katherine não perdeu tempo ao balançar a cabeça concordando, ela não pensou, ela agiu por impulso, e só quando Rebekah saiu, ela percebeu que, ela estava sendo uma falsa e o sorriso que estava em seu rosto desmanchou aos poucos.

***

Ela já poderia sentir a roupa colada no corpo e a quentura em suas panturrilhas por conta do esforço. Aquelas roupas apertadas fazia parte de sua vida na maioria das noites. Katherine tinha que sair para correr e praticar exercício físico mesmo contra vontade.

Algumas pessoas que não conhecem Katherine podem cita algumas coisas sobre quando a veem, exemplo: forte, independente e focada. Ela não discordaria de um adjetivo, Katherine era extremamente independente, não gostava muito de ser bancada, afinal, ela trabalhava, contudo seu pior defeito era o mais obvio e natural para todas as mulheres.

Se apaixonar.

Quando era mais jovem, tinha procurado no dicionário ― na biblioteca do colégio ― o significado da palavra apaixonar-se que é derivado da paixão.

Apaixonar-se: 1 – Causar, inspirar paixão. 2 – Entusiasmar. 3 – Encher-se de paixão.

Paixão: 1 – Amor ardente. 2 – Objeto de afeição intensa. 3 – Parcialidade.

E Katherine Pierce Petrova com esse tipo de efeito fica completamente mudada. Ela se submete a coisas que iria de contrario com sua ética.

Depois que Rebekah a propôs um teste para VS mais cedo, sua mente havia ficado a mil. Ela não sabia realmente o que fazer e a culpa lhe pegou como nunca antes. Era a primeira vez que conversava com Rebekah e em seus pensamentos ela nunca teria sido tão amigável.

Katherine se sentiu um lixo.

Parou na praça para respirar e abaixou a cabeça colocando as mãos nos joelhos, era inevitável a vontade de gritar e dizer que estava farta de se esconder. Mas ela estava tão presa a ele. Era uma paixão.

Katherine nunca iria utilizar amor, ela não sabia o que era na verdade. A não ser o fraternal.

― Minha Kath. ― a voz animada anunciou, com se fosse à coisa mais bonita no mundo.

Era demais para um dia só. Ela perguntou a Deus porque ele a odiava tanto.

― Kol. ― Katherine levantou a cabeça. ― Esta me perseguindo?

― GPS gata. ― ele esclareceu.

Kol estava com uma calça cinza e uma blusa suada de academia, Katherine se perdeu apenas por um segundo na parte da blusa que estava colada no peitoral de Kol. Reprendeu-se. Aquele era o Mikaelson!

Esse sobrenome a estava perseguindo hoje.

― Eu não deixei... Ah, merda. ― Se lembrou de hoje pela manhã quando apertou os ícones sem querer. ― Mas como você tem meu numero?

― Elena.

― Elena, é claro.

― Então, vamos correr? ― perguntou animado demais para o humor de Katherine.

Ela a olhou sem compreensão, ele estava brincando, com certeza.

― Com você? É claro que não, prefiro ser atropelada. ― Isso não era verdade, ela ainda tinha muito que viver.

― Eu realmente acho que todo esse ódio é amor, por que todos me amam querida.

― Eu já falei, não me chame assim, eu não sou sua querida.

Katherine voltou a correr, deixando Kol parado por um momento em seu lugar pensativo. Mas ela o viu em seu enlaço sorrindo maroto e soube que não se livraria dele tão cedo.

― Mas vai ser.

Enquanto corriam pela noite de Nova Iorque, no grande parque iluminado, onde crianças brincavam, Katherine decidiu ignorar totalmente aquela resposta de Kol Mikaelson.

Notas finais
Me respondam, qual o casal que vcs mais shippanm na fanfiction? Comentem por favor, quero chegar aos 100 comentarios na fanfic! Se todos comentarem chega a mais ainda. Já perceberam que os capitulos da Parte II tem mais de 2.000 palavras? É pq eu amo vcs fanfiction.com.br/historia/590088/Heavy_In_Your_Arms/ Até.