Círculo de Fogo
26 Capítulo 25
Notas iniciais
Chegamos aos 300 revieeeeews! ♥ Que emoção cara! IUSAHUSAH Jamais pensei que chegaria a esse tanto de comentários! Por isso, obrigada!
Bom, não vou me demorar nas notas iniciais, prefiro falar com vocês nas finais, já que imagino que vocês querem ler o capítulo logo, não é?
Eu queria agradecer a todos que comentaram no capítulo anterior e que ainda não me abandonaram, vocês são realmente um amor! Mas, queria agradecer especialmente a Matsumoto Narumy que deixou a décima terceira recomendação e comentou em TODOS os capítulos! E também a Ellen linda, que deixou a décima segunda! Obrigada, de coração!
Agradecimentos a capivara da minha beta por ter corrigido o capítulo para mim, te amo sua vadia. ♥
Boa leitura!
Capítulo 25
Listen — Beyoncé
Ichigo
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Eu tenho a impressão que os dias estão passando rápido demais. E juntamente com isso, acho que Rukia está mais grudenta — não que eu esteja reclamando, claro. Mas é estranho vindo dela... Ela está tão estranha e às vezes seu olhar se torna tão vago, tão distante, como se estivesse presa em um tempo muito sombrio.
Fico me perguntando no que ela está pensando.
Às vezes uma expressão triste toma sua face e acho que é porque ela será executada — apesar de ainda ter minhas dúvidas sobre isso. Ainda estou pensando em uma forma de salvá-la. Uma forma inteligente. Não uma forma que faça que sejamos perseguidos por todo o país — e pelo resto da vida. Isso me fez lembrar do Byakuya. Durante todos esses anos, o que ele ficou pensando sobre sua irmã?
Provavelmente o mesmo que eu.
E agora que sei de “tudo”, consigo imaginar o motivo daquela expressão esquisita, quando ele falou que tinha pegado a Rukia. Como ele estará agora? Será que ele não se sente nenhum pouco mal a respeito disso tudo? Eu realmente não sei o que pensar a respeito. Eu não o conheço mais, então não posso entender como sua cabeça funciona.
O que o xerife vai fazer quando descobrir que “deixei” Rukia escapar?
Arrancar minha cabeça, no mínimo.
Parei de pensar nisso quando ouvi Rukia murmurar algo e se virar na minha direção. Eu apreciava velar seu sono, ainda mais agora que sabia o motivo de seus constantes pesadelos.
Esses dias percebi que ela anda muito inquieta. Algumas vezes, acordo de madrugada e ela ainda está acordada, me observando. E em seus olhos, há uma tristeza... Um mistério. Então sempre a conforto, dizendo que vai ficar tudo bem — não da boca pra fora, porque realmente tenho a intenção de fazer as coisas darem certo —, abraço-a gentilmente e finalmente ela adormece.
— Não seja tão mau comigo, Ichigo — murmurou ainda dormindo, com as bochechas coradas.
Oh, Rukia é uma pervertida mesmo! Aproximei-me um pouco mais dela e afastei o cabelo de seu rosto.
— Não ser mau? E por que eu faria isso? — sussurrei, pertinho de seu ouvido, fazendo-a começar a despertar.
— Hum... Não brinque comigo dessa forma — disse novamente, agarrando-se a mim.
— O quê? — Não pude evitar sorrir, percebi que Rukia já estava abrindo os olhos. — Assim? — Provoquei-a, deslizando a mão por suas costas nuas a fim de me vingar pelas maldades que ela vivia fazendo comigo.
— Ichigo, está me assediando antes mesmo de eu acordar? — perguntou com um sorriso sonolento, sem fazer nada para me afastar.
— Você que estava aí, sonhando coisas pervertidas — comecei, ficando por cima dela, pressionando-a com meu corpo e continuei: — Murmurando meu nome enquanto dormia. — Cheirei seu pescoço. — E pedindo para não ser mau.
— Ah, estava? — Pareceu surpresa.
— Sim.
Beijei-a calmamente, passando os dedos por sua nuca e subindo até emaranhar meus dedos em seu cabelo negro e sedoso. Suas mãos me apertavam com força, levando-me para mais perto dela. Mordi seu lábio e sorri ao ouvir um gemido escapar de sua boca e rosados.
Quando me separei dela, nossos olhares se encontraram. Seus olhos azuis estavam mais brilhantes do que nunca e pareciam querer me dizer algo, como se estivesse gritando, mas um grito silencioso e estrangulado que eu era incapaz de ouvir. E, naquele instante, enquanto a encarava, eu percebi algo que já era mais que óbvio:
Eu ainda não conhecia Rukia totalmente.
Quando me dei conta disso, todo o transe foi quebrado.
— Rukia — comecei calmamente, sem desviar meus olhos dos dela. — O que está acontecendo?
Ela me olhou, parecendo verdadeiramente surpresa. Colocou as duas mãos no meu peito e me afastou delicadamente. Rolei para o lado, saindo de cima dela. Percebi que Rukia evitava olhar nos meus olhos. Sentou na cama e puxou o lençol cobrindo o busto.
— Por que está perguntando isso?
— Porque toda vez que olho diretamente para seus olhos, vejo que há uma batalha dentro de você. E há uma tristeza que não posso entender... — falei, minha voz sumindo aos poucos até restar apenas o silêncio.
Esperei que ela dissesse alguma coisa, mas isso não aconteceu. Eu só queria que ela confiasse em mim, mas acho que mesmo depois de tudo que aconteceu entre nós... Creio que Rukia acredita que tudo que nos une é um relacionamento carnal e mais nada, sendo que isso não é verdade.
Acho que tudo que se resta a fazer é abrir meu coração e falar o que eu realmente sinto. Agora só falta achar um momento melhor.
— Tudo bem, você não precisa me dizer se não quiser — esclareci, mesmo que me sentisse muito incomodado com isso. — Seja lá o que for que esteja te incomodando, vai passar.
Levantei da cama e vesti a calça que estava jogada no canto do quarto. Dei uma última olhada para Rukia antes de sair e eu poderia jurar que havia um resquício de lágrimas em seus olhos bonitos. Porém, tudo que eu fiz foi sair do quarto, sem olhá-la mais uma vez.
Não poderia saber que futuramente, me arrependeria disso.
I&R
Rukia
Eu não sei o que fazer.
Os dias estão passando e eu não consigo pensar em nada para poder ficar com Ichigo e salvar meu irmão ao mesmo tempo. Mas ainda tinha uma questão no meio de tudo isso, que ainda era um verdadeiro mistério: Ichigo ficaria comigo?
Tem vezes que prefiro não pensar nisso. Pensar que ele possa me rejeitar, dói.
De qualquer modo, a única coisa que consegui pensar para tudo dar certo, é dar um jeito de mandar uma mensagem para meu irmão, contando tudo. Da conspiração, dos assassinatos, dos roubos. Realmente falando tudo. A questão é saber se ele acreditaria em mim. O que eu duvido que ele faça.
Até eu não acreditaria em mim, por que ele faria isso?
Como acreditar em uma irmã que assassina os pais, que recebeu fama por roubar bancos e matar homens friamente? Uma irmã que some por anos e não deixa nenhuma notícia. Como ele poderia acreditar em alguém assim? Eu definitivamente não o julgaria por isso, na verdade, nem por isso e nem por outras coisas.
A pior parte da história, é que estou tão perturbada com essa situação, que não consigo esconder. Grudei feito carrapato no Ichigo, porque se eu não arrumar um jeito para essa situação, esses serão meus últimos momentos com ele. Mesmo que a ideia doa, não posso fugir da realidade.
E, agora, quando ele olha diretamente nos meus olhos e pergunta o que está acontecendo, tudo que posso fazer é evitar a pergunta. O que mais eu poderia responder? Falar que eu vou embora daqui a três dias e quero aproveitar — provavelmente — meus últimos momentos com ele?
Fico feliz que tenho ao menos a pena dele. Achar que eu vou morrer, faz Ichigo ser carinhoso e atencioso. É nessas horas que eu penso:
O que ele faria se soubesse a verdade?
Olha só, até que ponto cheguei.
E depois que ele saiu do quarto, parecendo tão magoado, não pude fazer nada além de chorar, frustrada.
I&R
Rukia
160
As coisas estão um pouco tensas entre mim e Ichigo. Eu não sei o que se passa pela cabeça dele, tudo que sei é que mesmo que eu invente algo apenas para apaziguar o clima — horroroso — entre nós, Ichigo saberia que eu estou mentindo. Eu tenho a mera impressão que nada passa despercebido por aqueles olhos castanhos.
E por que justo agora?
Levantei meus olhos do meu prato de sopa com batatas e dei de cara com ele me encarando furtivamente. Larguei a colher.
— O que foi? — perguntei desconfiada.
— Nada. Só estava olhando — disse, sem desviar o olhar.
— Você está insuportável nesses últimos dias. Eu já disse que não há nada de errado comigo!
— Não adianta quantas vezes você me diga isso, eu sei que não é verdade. Você pode até me achar idiota e desatento, mas nós dois sabemos que isso não é verdade — disse com seriedade e revirei os olhos. — Além disso, quem será que você está tentando enganar? Eu ou você?
E antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Ichigo saiu deixando seu prato praticamente intocado.
— Se a comida estava ruim, era só falar! — gritei para que ele escutasse, puxando o prato dele para perto e começando a comer.
— Quem se importa? — gritou de volta. — Você vai comer tudo mesmo! Sua ogra!
Parei com a colher na metade do caminho e olhei para a porta do quarto, completamente indignada, mesmo sabendo que ele não poderia ver, desejei que pudesse atear fogo em alguém apenas pelo olhar.
— É bom que sobra mais pra mim! — retruquei, enfiando mais um pedaço de batata na boca.
Enfim, o silêncio reinou.
Mais que diabos foi isso? Eu queria melhorar o clima e não piorar! O que mais eu poderia fazer? Contar a verdade estava fora de cogitação.
Em compensação não tinha ideia do que deveria fazer.
Terminei de comer e sai da casa em direção ao rio. Meus pés doloridos estavam pedindo socorro. Quando cheguei, tirei as botas e enfiei meus pés na água fria. O alívio foi instantâneo. Fechei os olhos apreciando o momento e de repente veio uma ideia!
Qual é a melhor coisa que uma pessoa estressada iria querer?
Uma massagem!
I&R
Quando anoiteceu, Rukia entrou no quarto com qual estava dividindo com Ichigo silenciosamente. Ele ainda estava chateado o suficiente para ter entrado no cômodo cedo, sem mesmo jantar. Encontrou-o deitado na cama de forma relaxada, os olhos pousados em um livro qualquer, que ela realmente não se importou em saber qual era.
Estava descalça e, por isso, quando adentou o cômodo, o barulho dos seus passos foi quase inaudível. Andou alguns metros antes que ele finalmente se desse conta de sua presença. Ichigo levantou os olhos e a fitou por um segundo antes de desviá-los de volta para o livro.
— O que você está lendo? — Fingiu interesse, sentando na ponta da cama e deslizando discretamente para o lado dele.
— Nada de tão interessante — murmurou em resposta, evitando olhar nos olhos dela. — Apenas uma enciclopédia velha.
— Hum... — Deitou ao lado dele devagar, os pés miúdos deslizando sobre o lençol branco e depois sobre as pernas longas do ruivo, que abriu espaço para que ela se aconchegasse em seu ombro, apesar de continuar com o olhar fixo no livro. — Hey, Ichigo.
— O quê?
— Não fique chateado, eu não estou escondendo nada de você — disse com tanta convicção, que até ela mesma teria acreditado se já não tivesse armado aquilo tudo. Prosseguiu quando percebeu que tinha ganho a atenção dele: — Eu estou apenas... Chateada.
— Chateada? — repetiu as palavras dela, colocando o livro de lado e olhando-a por debaixo dos cílios espessos.
E com muito pesar, proferiu as seguintes palavras:
— Eu vou morrer, Ichigo. E... Não sei lidar com isso. Achei que estava começando a aceitar, mas eu percebi que não. Eu quero viver. Ainda mais depois de tu... — Calou-se quando viu que estava perto de um terreno perigoso. — Eu quero viver.
— Entendo o que você quer dizer — disse, para alívio de Rukia que acreditou que tinha sido o suficiente, então, desconfiado da palavra dela, continuou: — Mas eu quero que me responda uma coisa. Se você quer desesperadamente viver, por que você não fugiu quando teve a chance? Afinal, você teve muitas.
Rukia teve que fazer muito esforço para esconder sua surpresa. Tinha se preparado para muitas perguntas, menos para aquela. Abriu e fechou a boca várias vezes antes de finalmente responder:
— Eu não queria que ficasse em maus lençóis.
— E a situação que eu vou ficar é mais importante para você, do que a própria vida? — voltou a perguntar, extremamente inquisitivo. Ele sabia que estava sendo cruel, que não deveria falar essas coisas para Rukia, mas esse era um fato que realmente o instigava.
— O que você quer dizer com isso? — Foi evasiva, buscando uma saída daquelas perguntas inquisitivas demais. — Por acaso você está dizendo que deu chances para que eu fugisse e não fiz porque sou idiota?
Touché.
— Eu não disse isso — protestou, percebendo o que a morena estava fazendo. — Mas não sei o que estava pensando em achar que responderia alguma coisa que eu pergunto.
Rukia suspirou, cansada. Ichigo era teimoso demais, complicado demais. Nada estava saindo como tinha planejado e isso era um saco.
— Por que você não acredita no que eu digo? — perguntou lastimosa, apertando os dedos na dobra da camisa dele.
— Porque eu sei que é mentira — respondeu simples. Dessa vez, os olhos fixos nos dela. — Você está mentindo para mim, eu sei disso. Eu não consigo entender o motivo.
— Eu não quero brigar, Ichigo — começou com a voz suave, colocando uma mão no rosto dele, praticamente o obrigando a encará-la. — Eu estou realmente chateada, mas tem coisas que eu ainda não estou pronta para dizer. Têm fantasmas, que eu não consigo enfrentar. Não agora. Apenas entenda...
— Tudo bem — interrompeu, segurando o rosto dela com as duas mãos. — Chega de explicações. Eu sou impaciente e você sabe disso, mas não vamos mais falar disso até o momento certo.
— Obrigada — agradeceu, um sorriso pequeno brotando em seus lábios.
O ruivo finalmente trouxe o rosto feminino para perto e roçou os lábios devagar nos dela, apreciando a textura que ele lhes oferecia. Apenas alguns segundos depois, beijou-a verdadeiramente. De forma calma. Quando abriu os olhos, encontrou os olhos violáceos, encarando-os profundamente. Um brilho alegre presente em seu olhar.
— Que tal uma massagem? — ofereceu, afastando-se dele e ficando de joelhos na cama. — Você está tenso.
— Isso seria ótimo. — Riu. — Desde quando você sabe fazer massagem?
— Ora — retrucou. — Há muitas coisas sobre mim que você não sabe, Ichigo — emendou, ajudando-o a tirar a camisa.
— Imagino — limitou-se a responder, deitando de bruços e afundando o rosto no travesseiro macio.
A morena montou em cima de seus quadris e começou a apertar os ombros dele. O silêncio caiu sobre os dois enquanto ela o massageava. Depois de um tempo, notou que a respiração de Ichigo tinha se suavizado, ficando mais branda e ritmada. Não demorou a notar que ele havia adormecido. Saiu de cima dele, passando para o lado, observando-o por um tempo.
— É, ele realmente estava cansado.
Assoprou a lamparina, deixando-os na completa escuridão. Voltou a se acomodar ao lado dele, apenas ouvindo sua respiração. Ficou assim, apenas apreciando o momento, pensando que aquilo iria acabar. Que dali um dia, se despediria de Ichigo para sempre.
Será que suportaria mais uma perda? Será que tal sina jamais a abandonaria?
Ainda com tal pensamento passeando por sua mente, adormeceu junto a ele.
I&R
Horas depois, Rukia acordou sobressaltada por causa de um pesadelo. Olhou para fora da janela e viu que ainda estava escuro. Que horas seriam? Não saberia dizer, mas estava sem um pingo de sono. O pesadelo havia levado embora, qualquer resquício dele que ainda restava, deixando apenas o suor.
Puxou o ar com um pouco de dificuldade, sentindo a garganta seca e a palma das mãos molhadas de suor. Ao seu lado, Ichigo dormia como uma pedra. Demorou alguns minutos para que se recuperasse, ficou fitando o teto escuro, os olhos se acostumando a negritude do cômodo.
Quando ouviu alguns murmúrios, achou que Ichigo estava despertando.
— Ichigo? — chamou com a voz baixa e quando não ouviu uma resposta, completou: — Ah, esqueci que ele fala dormindo.
— Rukia... — murmurou sôfrego, quase em uma súplica. Os braços dele tatearam a cama, em busca dela e quando encontrou, trouxe-a para si, abraçando-a com força. — Rukia...
— Eu estou aqui — sussurrou, sabendo que ele não ouviria, mas era a melhor forma de tranquilizá-lo sem acordá-lo. — Estou aqui.
— Não vá embora, não deixe tudo para trás — voltou a murmurar de forma agonizante. — Não desapareça.
Vendo como ele estava aflito, achou que seria melhor acordá-lo. Acariciando o cabelo ruivo, pediu que ele acordasse, mas sua tentativa foi em vão. Porque Ichigo continuou murmurando palavras desconexas, enquanto a apertava com força entre seus braços.
— Acorda Ichigo, você está me apertando.
— Não, você não pode fazer isso — sussurrou. — Porque... Porque...
— Ichigo?
— Eu amo você, Rukia.
Notas finais
Por isso, peço que não me abandonem! E aliás, eu decidi que farei alguns "extras" sobre o bando, coisas que não deram para eu por nos capítulos normais, mas que são razoavelmente importantes, para poderem entender como era o convívio entre eles e o quão profundo era o relacionamento da Rukia com eles. Espero que gostem da ideia!
Agora, depois de um enorme bloqueio, eu finalmente consegui escrever o capítulo. Na verdade, preciso dizer que estou muito desanimada com essa fanfic, mas não é por isso que irei desistir ou algo assim, eu sei que a culpa é toda minha por ter perdido mais da metade dos leitores que eu tinha, por demorar em atualizar, por não ter respondido os reviews a tempo, e peço desculpas por isso, mas admito - como toda ficwriter - que sinto muita falta dos antigos leitores. :C E acho que isso influenciou muito no bloqueio que tive.
De qualquer modo, eu não posso cobrar nada de vocês, porque eu demorei muito, mas ainda assim, eu espero que vocês sejam legais comigo e comentem. n_n Tentarei o máximo postar o próximo logo!
Acho que é só isso! Muito obrigada para quem leu isso até aqui e até a próxima!
Beijo!
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