By The Way

9 Capítulo 9 - I Miss You


Notas iniciais
Heey lindas!
Tudo bem?
Bom, o nyah me odeia muito e sempre arranja um problema quando vou postar um novo capítulo, essa é a minha última tentativa e eu espero realmente que de certo! Hahahaha
Então, sim, eu mudei o rumo da fanfic e eles não vão mudar mais de corpos, pelo menos por enquanto, achei isso mais coerente com a história. :D
Muuuuuito obrigado por todo o amor, carinho e apoio meninas, vocês realmente são as melhores leitoras do mundo inteiro!!! ♥♥♥
Com essa confusão toda não pude revisar o cap., então desculpem qualquer erro! :C
Espero que gostem do cap.!
Beijooos :*:*
Boa leitura!
AMO VOCÊS ♥♥♥

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"Hello dear, the angel from my nightmare, the shadow in the background of the morgue, the unsuspecting victim of darkness in the valley, we can live like Jack and Sally if we want, where you can always find me and we'll have Halloween on Christmas and in the night we'll wish this never ends, we'll wish this never ends. I miss you, miss you"

Jessie PDV

- JUSTIN, ACORDA! – Berrei dando um belo tapa no rosto dele, piscando rapidamente, fazendo minha vista embasar e logo depois voltar ao normal, e assim que vi o corpo de Justin à minha frente respirei aliviada.

- O que é cacete? – Resmungou irritado, bocejando e esfregando os olhos, respirei fundo sentindo o ar que antes me faltava encher os pulmões, e foi neste exato momento que nossos olhares se encontraram, Justin sorriu e eu senti meu corpo derreter por completo, não contendo um sorriso em meus lábios. Sentia minhas pálpebras doerem de sono, e Justin parecia estar igual, rimos baixinho juntos e ele me puxou para o banco de trás, me ajeitando entre suas pernas e colando nossas testas.

- Posso te dizer uma coisa agora e você me jura que vai se esquecer depois? – Sussurrou baixinho, afagando minhas bochechas com a ponta do dedão, sorri o encarando profundamente e afirmando um sim com a cabeça.

Bieber pareceu hesitar por alguns segundos, mas logo suspirou profundamente colocando suas duas mãos espalmadas em minha face.

- Eu... Eu te amo. – Sua voz era tão baixa que por pouco não pude escutar, e então arfei o encarando perplexa, sem conseguir respondê-lo.

Uma onda de mágoa pareceu pairar entre nós e de repente me arrependi de ser tão medrosa quanto sou e permanecer calada. Eu era uma imbecil mesmo.

When you try your best, but you don't succeed

When you get what you want, but not what you need

When you feel so tired, but you can't sleep

Stuck in reverse

Justin suspirou virando de lado, logo deixando reinar um silêncio desagradável entre nós dois, senti meu peito doer e uma lágrima escorrer pelo canto do olho, caindo no banco de couro, respirei fundo fechando meus olhos e tentando, ainda que inutilmente, negar a mim mesma pensamentos sobre o garoto ao meu lado. Foi então que algo despertou dentro de mim, algo do qual eu tinha medo e rancor.

O quão insano seria afirmar que eu estava apaixonada pelo Bieber?

- Promete que vai esquecer? – Disse rude, senti meu corpo tremer enquanto nossos corpos permaneciam colados, no lado de fora do carro uma chuva forte começava a cair e eu me perguntava se tudo isso não estava sendo apenas um sonho.

Um lindo e terrível sonho.

- Eu...prometo, Justin. – Disse e então ficamos ali quietos, encarando a janela embasada até meus olhos pesarem, e cairmos no sono mais uma vez.

[...]

And the tears come streaming down your face

When you lose something you can't replace

When you love someone, but it goes to waste

Could it be worse?

- Mamãe, o que o amor é? Você ama o papai?

- E eu que vou saber? Seu pai é um cretino mesquinho, amor é idiota, amor não existe.”

Eu só tinha seis anos, mas mamãe não parecia se importar com esse mísero detalhe ao destruir meus sonhos infantis.

Desde aquele dia havia jurado a mim mesma que nunca seria um espelho de meus pais, que acreditaria no amor por mais difícil que ele fosse, que lutaria por meus sonhos, expectativas e princípios, mas então o inevitável aconteceu: eu cresci, conheci o mundo real e me decepcionei mais vezes do que já havia sonhado na vida.

Virei uma vagabunda cretina, mil vezes pior do que aquela mulher que havia me dito que o amor não existia. Virei alguém que nunca quis ser, alguém que nunca deveria ser.

Lights will guide you home

And ignite your bones

And I will try

To fix you

Mas a real questão é: por que diabos Justin Drew Bieber me amaria?

Não sou uma pessoa amável, sou insuportável, cheia de vícios e manias, mal-humorada e estúpida, não tenho sonhos e muito menos expectativas de futuro. Sou uma total falta de tempo, um relógio parado no mesmo horário há anos. Falando em anos, minha consciência me levou há anos atrás, quando ainda éramos crianças e Justin me pediu em “namoro”.

- Você é especial Jessie, mas só você não nota isso. É a garota mais bonita e legal que conheço. Eu te amo.

Eu te amo.

Eu te amo.

Eu te amo.

Malditas três palavras de merda que destroem vidas e relacionamentos. Por que ele tinha que dizer isso? Não poderíamos simplesmente apagar aquele dia de nossas memórias e conviver como se o sentimento nunca existisse?

Ele me odiava, não podia simplesmente amar.

Não agora. Não assim.

- Por que está assim? Desde que chegou não falou nada. – Chaz repetia a mesma pergunta pela quarta vez, dei de ombros continuando a encarar a tela de sua televisão desligada à nossa frente, sem expressão alguma, sem pensamento algum. Uma mente sem lembranças vagando pelo o escuro em busca de refúgio. – É o Justin, não é? O que aconteceu? Você nunca fica assim deste jeito.

- Ele me disse algo que não deveria ter dito, e eu não respondi algo que deveria lhe contar. Só não me pergunte o que é, não quero falar sobre isso. – Sussurrei baixinho, cruzando os braços, ainda com o olhar vidrado na TV.

And high up above or down below

When you're too in love to let it go

But if you never try, you'll never know

Just what you're worth

- Tudo bem, mas se precisar de ajuda eu sempre estarei aqui. – Chaz disse afagando minha bochecha, fechei os olhos fortemente me punindo pelo o que estava prestes a fazer, mas eu precisava esquecer Justin e não importava se iria apenas usar Chaz para isso. Eu precisava, e iria, fazer.

- Você pode me ajudar Chaz, só existe um jeito para me ajudar. – Disse decidida, abrindo os olhos e o encarando, Chaz ao meu lado tinha a testa franzida, esperando a resposta do que deveria fazer, apenas balancei a cabeça me aproximando mais dele, envolvendo seu pescoço com meus braços e selando nossos lábios de uma vez por todas. Não era nem comparável aos lábios de Justin, mas bastava.

Precisava bastar.

Lights will guide you home

And ignite your bones

And I will try

To fix you...

Justin PDV

Entrei em casa sem nem ao menos falar com minha mãe, subi as escadas correndo entrando no meu quarto, batendo a porta e trancando a mesma. Arranquei minha camiseta preta que estava encharcada, a tacando no chão e caminhando transtornado pelo quarto.

- VOCÊ É UM IMBECIL! UM FILHO DA PUTA! – Berrei quebrando todas as coisas em cima da minha escrivaninha, colocando as mãos na cabeça e puxando meus cabelos com força.

Era um idiota mesmo por dizer aquilo para Jéssica, e ela era uma vadia por simplesmente me ignorar, e como eu odiava nós dois por isso. – Eu te odeio vadia! – Berrei abrindo a última gaveta da cômoda, entre os antigos livros da escola puxei o saquinho que continha uma pequena quantidade de cocaína, fechei meus olhos respirando fundo e apoiando as duas mãos na madeira fina da cômoda. Sabia que era idiota, mas quem realmente se importa?

Foda-se.

Tears stream down your face

When you lose something you cannot replace

Tears stream down your face

And I...

Derramei o pó do saquinho na palma da mão, coloquei o dedo em uma narina, a trancando, logo em seguida levei a mão até o nariz, fechei os olhos e 1, 2, 3.

Rápido, simples e prático. Poderia morrer de overdose nem ao menos me importaria. Gargalhei ao sentir o pó corroer minha garganta enquanto uma sensação boa se apossava do meu corpo, no outro lado da porta mamãe batia incansavelmente chamando meu nome, mas não me importei, não era mais sobre mim.

Era sobre ela, Jessie Hudson, sempre fora sobre ela.

A maldita garota dos olhos castanhos, aquela mesma que jurei odiar, aquela que sempre amei com todas as fibras do meu ser tanto quanto a odiava. Ela, Jéssica, sempre em minha vida, sempre fazendo questão de me mostrar que eu não era nada perto dela, sempre fazendo questão de me amarrar a um sentimento que talvez nunca fosse recíproco.

Uma garota má, uma garota sem sentimentos, a minha garota.

Tears stream down your face

When you lose something you cannot replace

Tears stream down your face

And I...

- NÃO! – Gritei puxando mais uma vez o pó, sentindo a força de meus joelhos falhares, me fazendo cair com tudo no chão, meu nariz agora sangrava outra vez e eu voltava a ser apenas um derrotado, um idiota.

- Eu te odeio, eu te odeio tanto... – Sussurrei sentindo às lágrimas rolarem pelo rosto, solucei desejando que Jessica Hudson morresse por um dia ter me feito chorar por ela.

Jessie PDV

- Me desculpe Jessie, mas não podemos. É sério! – Chaz disse se afastando de mim assim que nossos lábios se tocaram, seu olhar era de medo e sua expressão de como alguém que tinha nojo de mim, engoli as lágrimas o encarando decepcionada e magoada.

- É comigo, não é? Eu sempre sou uma imbecil!

- Não, Jess, você é incrível! Mas somos amigos e eu... – Não o deixei terminar, calei Chaz com um “okay” e peguei minha bolsa, saindo correndo de sua casa o mais rápido que pude, tentando levar minha dignidade junto.

Mas eu não tinha uma, há muito tempo não lembrava o significado dessa palavra.

Tears stream down your face

I promise you I will learn from my mistakes

Tears stream down your face

And I...

Coloquei as mãos no rosto enquanto corria, sentindo às lágrimas caírem enquanto eu nem ao menos conseguia respirar direito. Chorei, chorei alto, como nunca havia chorado a minha vida inteira.

A chuva era forte demais em Atlanta, eu não conseguia nem ao menos ver a estrada a minha frente, mas nem por isso parei de correr para longe, sem saber onde ir, sem saber a onde chegar.

Só desejava sumir de vez, quem sabe assim não fosse melhor para o Justin, quem sabe assim eu não consertasse meus erros. Respirei fundo parando de correr, sentindo meu coração acelerado em um ritmo frenético, arfava descontroladamente e sem alternativa nenhuma me joguei no meio fio, sem me importar onde estava.

- Eu também te amo. – Sussurrei baixinho enquanto sentia a chuva bater forte em minha pele, causando uma dor desconfortável, mas não me importei nem um pouco. Fechei os olhos virando de lado, deitando minha cabeça do asfalto — que agora criava uma poça de água enorme.

Atlanta estava literalmente desmoronando, assim como eu mesma.

Lights will guide you home

And ignite your bones

I will try to fix you...

Justin PDV

- Você precisa me ajudar, dude! – Chaz gritava ao telefone, eu nem ao menos conseguia entender metade do que ele dizia, além da ligação estar uma merda e cheia de chiados – por culpa da chuva do caralho que caia da cidade – eu estava jogado na cama sentindo que minha cabeça ia explodir a qualquer segundo. – A Jessie sumiu aqui de casa faz um tempão liguei pra casa dela mais ela não chegou ainda. Está à maior chuva na cidade e eu nem ao menos posso ir atrás dela, pelo amor de Deus man, procura a Jessie!

- A Jéssica que se foda, valeu? Por mim ela pode morrer afogada nessa porra de chuva, e outra, para de torrar o meu saco, caralho! – Gritei desligando o celular, tacando o mesmo em qualquer lugar do quarto.

Aquela vadia era muito burra mesmo.

Bufei me levantando de má vontade, coloquei uma camiseta qualquer e um casaco preto de moletom por cima, levantando o capuz.

- Onde vai filho, está tudo bem? – Mamãe perguntou me parando na escada, suspirei pesadamente fechando meus olhos, eu já estava farto de tudo.

- Está sim mãe, não se preocupa, só vou buscar a Jessie, a chuva está muito forte.

- Tudo bem. – Pattie sorriu me entregando as chaves do carro, sussurrei um obrigado correndo para a porta, minha mãe simplesmente adorava Jessie e simplesmente tudo o que era ligado à ela, de acordo com ela deveríamos ficar juntos, mas isso já não podia ser controlado.

Rodei a cidade inteira, tentando encontrar algo no meio da chuva, mais nada mais de água e uma cidade deserta tinha à minha frente, bufei virando a direção e indo em direção da auto – estrada coberta de florestas, ela seria muito louca mesmo se estivesse ali. Senti o celular vibrando no meu bolso e atendi rápido, mantendo uma das mãos no volante.

- Dude, estou dirigindo!

- Eu sei Justin, é que liguei pra sua casa e sua mãe disse que foi buscar a Jessie, assim que chegar me avisa. – A voz de Chaz dizia no telefone, um tanto distorcida, murmurei um “ta” desligando o celular rapidamente e desacelerando o carro, dando meia volta outra vez. Estava andando a um tempão e nada de encontrar a Hudson, suspirei finalmente indo para o caminho de casa, não havia nada mais a se fazer além de ligar para a polícia.

Andei devagar, cuidando cada esquina por qual passava, mas não havia nada além de mais chuva e árvores, até que cheguei à rua principal da cidade onde uma garota caminhava sozinha na chuva.

- Jessie? JESSIE! – Berrei parando o carro no meio da rua e baixando o vidro, Jéssica logo se virou em minha direção, nos encaramos por um segundo até que ela deu uma corridinha até meu carro.

- O que aconteceu? – Perguntei ao encarar sua testa sangrando.

- Nada, só me leva pra casa, okay?

- Tudo bem. – Disse por fim a puxando para dentro do carro, o silêncio reinou sobre os dois e nem ao menos trocamos olhares, definitivamente algo havia mudado.

Eu só não sabia se gostava ou não disso.

Jessie PDV

- É por isso que eu odeio o Halloween! – Chris resmungava ao meu lado, vestido com uma fantasia muito fofa de ratinho, gargalhei puxando um pouco do meu vestido para baixo, simplesmente havia amado minha roupa de Halloween, que na real fazia bem a minha cara mesmo.

- Eu amo o Halloween, é a única data do ano que realmente vale a pena comemorar! – Disse animada, analisando toda a praça da cidade a nossa volta, que devo dizer estava fantástica.

Parecíamos estar em algum daqueles filmes do Tim Burton, tudo milimetricamente enfeitado, chegava a ser surreal, e a mansão “mal-assombrada” no canto da praça deixava tudo mais legal ainda.

- Concordo com a Jess, Halloween é muito foda! – Caitlin disse parando ao nosso lado de mãos dadas com Ryan, ela estava vestida de Batgirl enquanto Ry estava com uma fantasia super foda de Batman.

- Eu me sinto tão foda nessa fantasia! – Chaz comentou encarando sua fantasia de caveira, revirei os olhos me afastando deles, tentando achar no meio daquele monte de gente, Logan, eram seus últimos dias na cidade e confesso que já sentia sua falta.

- Hey onde posso comprar uma boneca Chuck dessas? Meu pai do céu. – Um retardado qualquer gritou, acenando em minha direção junto com os seus amiguinhos, revirei os olhos mostrando meu dedo do meio.

- No mesmo lugar que tua mãe comprou a fantasia de puta! Opa, não era fantasia! – Gritei rindo, vendo o cara fechar o rosto e me encarar com um olhar matador. Idiota.

- Já está arrumando confusão gatinha? – Logan perguntou rindo ao meu lado, envolvendo seu braço em meus ombros, sorri ao vê-lo vestido de Capitão Jack Sparrow.

- Uuuuh, adoro o Jack Sparrow, tão sexy! – Sussurrei em seu ouvido, fazendo Logan gargalhar e laçar seus braços na minha cintura.

- Jessie, vamos pedir doces ou travessuras! – Caitlin gritou animada, acenando em nossa direção, revirei os olhos rindo e me afastando de Logan, nos despedimos e corri na direção dos meus amigos, mas antes de chegar neles parei no meio do caminho, vendo Ashley se agarrar com Justin no meio da rodinha dos amigos dela. A vadia estava com uma fantasia, totalmente ridícula de Barbie e Justin estava extremamente sexy vestido de vampiro, ainda mais com o corte de cabelo novo que ele havia feito no início da semana, arfei quanto nossos olhares de encontraram e ele virou o rosto, continuando a conversar com Ashley.

Fazia uma semana que não trocávamos olhares, palavras e até mesmo brigas além do necessário, só nos comunicávamos na detenção quando éramos obrigados a falar um com o outro. Eu estava sentindo falta de como as coisas eram antes.

- Jessie? Para de viajar aí e vamos! – Cait disse puxando meu braço, enquanto segurando cestinhas caminhávamos pelas ruas gritando a famosa frase “gostosuras ou travessuras”, parecia extremamente idiota e infantil, mas eu me sentia tão bem voltando ao passado e fazendo coisas que ficaram para trás com o passar do tempo, era incrível ser, ainda que só por uma noite, uma criança outra vez junto com meus amigos.

Percorremos o quarteirão inteiro em busca de doces, tendo uma overdose de açúcar a fazendo os garotos ficarem mais animados do que nunca, estávamos definitivamente até rindo do vento. Nunca havia me divertido tanto na vida.

- Vou pegar algo pra comer! – Disse quando voltamos para a praça principal, caminhando por meio do cemitério feito ali até chegar perto da ala dos doces que eram todos decorados e “protegidos” por caveiras e monstros de histórias de terror.

- Humm cupcakes malditos! – Disse rindo ao pegar um cupcake de chocolate com cobertura laranja, cheio de fantasmas brancos em cima desenhados com açúcar de confeiteiro. Peguei uma bala em forma de olho e voltei a caminhar em direção do cemitério, mas antes que pudesse chegar um idiota, ou melhor, o Bieber idiota derrubou uma bebida vermelha no meu vestido.

- Ah foi mal diabinha, ou deveria dizer “Chuckzinha”? – Disse sorrindo abertamente, mostrando seus dentes extremamente brancos e as presas, que eram extremamente reais, nos dois caninos.

- Precisa melhorar as piadas Edward Cullen. – Disse sorrindo irônica analisando sua roupa de vampiro estilo Crepúsculo + Diários do Vampiro.

- Rá-rá como você é hilária, cabelo de fogo, mas enfim, está muito sexy sabia? Podia pintar o seu cabelo assim não é... – Disse se aproximando mais de mim, colando nossos corpos e me puxando na direção mais escura do cemitério artificial, eu devia admitir que a situação era bem sexy.

- Senti falta de você essa semana. – Disse envolvendo meus braços em seu pescoço enquanto Justin espalmava suas mãos na minha bunda, me erguendo em seu colo, passei minhas pernas por sua cintura colando mais ainda nossos corpos.

- Não tanto quanto eu diabinha, por que não vamos brincar um pouco? Adoro bonecas malvadas. – Disse sorrindo malicioso, mordendo meu lábio inferior e logo descendo até meu pescoço, dando uma mordida forte ali, me fazendo gemer alto com seu ato. Peguei meu machado de plástico e arranhei suas costas o fazendo gemer em minha pele e se arrepiar, logo em seguida me dando outra mordida. Justin levava a sério suas fantasias sexuais.

- Justin estamos no meio de uma festa de Halloween, e pior ainda, em um cemitério de mentira. – Disse saindo do colo do Bieber, virando de costas e tentando arrumar meu vestido

- Foda-se, é mais excitante ainda! – Justin disse no meu ouvido, me abraçando por trás e colando nossos corpos, suspirei fechando os olhos enquanto o sentia das vários beijos no meu pescoço.

- Okay então, olha isso... – Disse me afastando dele e levantando a parte de trás do meu vestido, mostrando minha calcinha laranja de Halloween, mostrando uma frase que definitivamente tinha feito Justin morder os lábios. – Trick me Bieber. – Sussurrei me aproximando dele, espalmando minhas mãos em seu rosto e lhe tacando um beijo ardente, sujando seus lábios de batom vermelho, logo em seguida dando mais beijos sujos de batom no seu rosto e por fim dando um belo chupão no seu pescoço, se Ashley achou que o Bieber era dela, essa vadia estava muito enganada mesmo.

- Gostosuras ou travessuras? – Justin sussurrou no meu ouvido, arrepiando meu corpo inteiro e me prensando contra uma árvore, sorri maliciosamente colocando minhas mãos em sua nuca e puxando seus cabelos sem piedade alguma. Nunca gostei tanto de um Halloween como esse.

- Definitivamente travessuras.

Notas finais
E ENTÃO? GOSTARAM? REVIEWS? RECOMENDAÇÕES LINDAS QUE SÓ VOCÊS SABEM FAZER?
Hummmm??
Haha
Beijooos :*:*
AMO VOCÊS ♥♥
Minha nova fanfic pra quem quiser ler:
http://www.fanfiction.com.br/historia/169307/Fix_A_Heart