By The Way
14 Capítulo 14 - Highway To Hell
Notas iniciais
Hahahahah
Tudo bem?
Awn, estava com tantas saudades! Mesmo, me perdoem por demorar tanto, mas não tem como, a vida está muito corrida MESMO!
Aliás, a falta de reviews e recomendações também me abalaram, poxa gente, vamos lá né! Não custa nada, vocês são mais de 120 então como eu não tenho isso de reviews e recomendações? Sério, isso também complica minha criatividade, então vamos lá! Quanto mais, mais rápido sai o capítulo novo!
Enfim, como foi a volta às aulas? Tudo bem? Alguma novidade? Hahahaha
Ah, quero dedicar esse capítulo para o meu irmão lindo e tudo de bom que está de aniversário hoje! TE AMO ♥♥
Outra coisa também que queria falar é que bom, sim, nesse capítulo vai ter cenas hot SIM, e eu fiz por que eu mesma quis, tudo bem? E quem não gosta não precisa ler, e SIM eu fiz sem ter baixaria nenhuma, pois acho que não é preciso!
Enfim, eu achei que o cap. não está essas coisas, mas fiz com carinho e realmente espero que gostem!
Desculpem qualquer erro, não tive muito tempo para revisar.
Boa leitura!
AMOOOOOOOOO VOCÊS!
Beijooos :*:*
“Hey Satan! Paid my dues playin' in a rockin' band, hey mama! Look at me, I'm on my way to the promise land! I'm on the highway to hell"
Jessie PDV
“A vida é uma merda, e depois você morre.” Sempre achei Crepúsculo uma babaquice de merda, mas Jacob disse a coisa mais verdadeira possível naquele maldito livro. A vida é uma merda, a minha vida é uma merda.
Suspirei enquanto dava mais uma tragada no cigarro recém enrolado por Nathan e logo o entregava outra vez, nada mais me importava, eu estava prestes a me afogar em uma garrafa de vodka e não estava dando à mínima.Desviei meu olhar, estava em silêncio por quinze minutos, e ele ainda me encarava, com um sorriso acolhedor, suspirei fechando meus olhos.
– E como você se sente?
– Eu só... Eu só queria que nada disso estivesse acontecido, às vezes penso que seria bem mais fácil culpar Justin por despejar toda a verdade, mas então me sinto egoísta, pois eu sei que ele me ama e eu também sei o quanto o amo, eu só não sei se consigo aguentar tudo isso, entende? É sempre demais pra mim. – Disse soltando um longo suspiro, ao meu lado Nathan estendeu seu cigarro aceso, dei de ombros respirando fundo e depois dando uma longa tragada, soltando a fumaça e o entregando de volta o cigarro, senti minha garganta arder mais uma vez e tossi em desconforto.
– Com o tempo você se acostuma. – Nathan disse dando de ombros e colocando o cigarro na boca, balancei a cabeça e voltei a olhar para o céu estrelado, deveria ser quatro da manhã e eu nem ao menos havia dado algum sinal de vida desde que saíra correndo assim que Chaz me beijou, e por algum motivo Nathan sabia onde me encontrar, em um lugar que ninguém conhecia, nem mesmo o Bieber.
– Eu me odeio, sinceramente, eu me odeio. – Disse entre dentes, batendo a cabeça no muro de concreto, ao meu lado Nathan soltou uma risadinha e estendeu a mão em minha direção.
– Vai ter que pagar para entrar no grupo então. – Rimos juntos enquanto eu dava um beijo em seu pescoço, e finalmente fechando os olhos, como se nada nunca tivesse acontecido. Tarde demais, a verdade sempre aparecia de uma hora para outra.
[...]
– Você tem o que na cabeça Jéssica? ME RESPONDA! Você está fedendo a maconha! Você fumou? – Justin continuava gritando e gritando, como se realmente estivesse dando uma bronca de pai responsável que eu nunca tive, bufei tirando o travesseiro da minha cabeça e finalmente o encarando, estava cansada, com fome e sono, eram quatro da manhã, mas Justin nem ao menos se importava, continuava a gritar comigo como se isso fosse mudar alguma coisa.
– Cala a boca, porra! – Berrei o assustando, o silêncio predominou por alguns minutos até que caminhei em sua direção, parando a sua frente com os olhos marejados. – Não entende o que acabou de acontecer essa noite? A gravidade de tudo isso, em como em um dia a minha vida voltou totalmente a ser a merda que era? Primeiro aquela vagabunda jogando todas aquelas coisas na minha cara e depois Chaz me dizendo aquilo, COMO ACHA QUE ME SINTO? O QUE EU SUPOSTAMENTE DEVERIA FAZER? – Gritei já sem me importar com mais nada, fechei os olhos com força e coloquei as mãos na cabeça.
– Eu não sei o que fazer ou o que sentir, eu só quero desaparecer de vez, só assim essa dor vai parar, eu só... Eu só... – Eu só não sei de mais nada. Completei em pensamento, mas não havia mais voz para falar isso, apenas chorei e fui abraçada pelo Bieber. Ele entrelaçou seus dedos em meus cabelos embaraçados e colou nossos corpos, subi minhas mãos por suas costas levando sua camiseta junto, Justin ergueu os braços para tirá-la e então me abraçou mais uma vez, nos guiando até a cama e nos deitando com cuidado, arfei descendo minhas mãos por sua coluna, arranhando sua pele branca com as unhas, enterrei meu rosto em seu ombro e senti sua colônia inseparável, o cheiro da sua pele colada na minha causando inúmeros arrepios.
Só precisava dele agora, a uníca coisa que precisava e desejava mais que tudo, se ele estivesse ali comigo, com nossos corpos colados, tudo ficaria bem.
Justin desceu suas mãos pelas minhas costas, puxando a barra do meu vestido completamente amarrotado, o tirando sem muitas cerimônias, ergui minhas pernas o ajudando a tirar por completo e então suspirei ao sentir sua pele quente em contato com a minha, ele desceu suas mãos com cuidado pelas laterais de meu corpo, chegando até meus pés e tirando o sapato dourado, sem se importar se era caro ou novo o atirou sem pena alguma para longe, fechei meus olhos colocando minhas mãos em seu pescoço enquanto ele me puxava para um beijo, a palma de sua mão direita pousou em minha bochecha, enquanto sua boca deslizada preguiçosamente sob a outra maçã do rosto, abri a boca soltando o ar, sentindo meu peito acelerar enquanto seus lábios faziam um labirinto em meu rosto, decorando cada mínimo detalhe.
– Eu te amo tanto. – Sua voz baixa e abafada pela minha pele ecoou, sorri fraco afundando meus dedos em suas costas, sentindo seus carinhos e toques sem pudores alguns em minha pele. Subi minhas mãos e segurei seu rosto, o fazendo me encarar, perdida em seus olhos me confundi com o tempo e o espaço, desejei que ele pudesse ser meu de todas as formas existentes, desejei que sua pele se grudasse na minha como se pudéssemos nos tornar apenas um, desejei por fim que ele fosse exatamente tudo e então não faltasse mais nada.
Sem mais delongas o puxei para um beijo enquanto Justin dava um jeito de se livrar do resto das roupas, suas mãos desceram por seus seios e barriga até chegar em minhas coxas, apertando-as e puxando de leve, ergui meu corpo enquanto finalmente o sentira deslizar para dentro de mim, soltei um gemido baixo, sentindo meu estômago revirar enquanto as velhas e conhecidas sensações vinham a tona, arfei cravando meus dedos no colchão e agarrando com força os lençóis de seda, Justin se moveu mais rápido, arfando enquanto suas mãos me envolviam por completo, tomando-me apenas para si, soltei um longo gemido arranhando a parede com as unhas e então finalmente procurei sua boca mais uma vez, mordi seus lábios enquanto tentava dominar o que estava sentindo, Justin parecia não se aguentar enquanto apertava minha cintura, o que deixaria hematomas no outro dia, segurei em seus ombros ergui meu corpo, Justin foi para trás se sentando na cama e me fazendo sentar em seu colo, mordi seu ombro desfalecendo em seus braços e segundos depois Justin também relaxou, afrouxando suas mãos em minha cintura e me puxando para mais um beijo, desesperado.
– Nós vamos dar um jeito nisso, você vai ver. – Ele dizia repetidamente, tentando me convencer, mas apenas balancei a cabeça, nada iria se resolver, e eu só podia salvar a mim e Chaz de uma forma, uma única forma.
Hannah.
[...]
Acordei com o sol batendo no rosto, abri os olhos com dificuldade sentindo os mesmos arderem, suspirei colocando minha mão em frente ao rosto e finalmente me erguendo, estava deitada na minha cama e Justin estava ao meu lado, dormindo apenas de calça jeans, com o cabelo todo bagunçado e um dos braços em volta da minha cintura, sorri abertamente dando um beijo em seu ombro e me desvencilhando de seu corpo com cuidado para não acordá-lo, dei uma rápida olhada no relógio de cabeceira, meio dia e cinco, suspirei caminhando até o banheiro e largando o resto de minhas roupas pelo caminho, tomei um banho demorado e relaxante, lavando os cabelos com cuidado e usando todos os tipos de cremes que possuía, assim que terminei voltei para o quarto, caminhei até o closet e peguei uma roupa confortável, me vestindo no meio do quarto mesmo, e assim que terminei corri até a cama, me sentando na beiradinha e afagando os cabelos de Justin.
– Amor, vamos acordar! – Disse baixinho, dando selinhos pela extenção de seu rosto, vi ele sorrir abertamente ainda sem abrir os olhos, soltei uma risadinha.
– Vai, deixa de corpo mole, temos que ir almoçar, já é quase uma da tarde! – Disse finalmente dando um beijo demorado nele, que me agarrou pela cintura, fazendo com que caísse em cima do seu corpo, rimos juntos.
– Eu prefiro ficar aqui. – Disse manhoso, afundando o rosto eu meus cabelos ainda molhados, suspirei dando um beijo em sua testa.
– Eu também amor, eu também, mas vamos logo. – Disse me levantando e puxando ele junto, Bieber reclamou algumas coisas e foi direto para o banheiro, ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado e fui secar meus cabelos, que incrivelmente estavam cooperando e razoavelmente bonitos.
– Você ainda tem algumas roupas minhas aqui? – Justin perguntou sem cerimônia alguma saindo do banheiro ainda um pouco molhado e totalmente nu, com os cabelos bagunçados e levantados em topete, o encarei com uma sobrancelha erguida e depois soltei um risinho.
– Sim, elas estão nos cabides do lado direito do closet, ao lado dos vestidos. – Disse indo pegar uma bolsa e catando o boné do Justin que estava em baixo da cama e o colocando de lado na cabeça.
– Cara, estava me perguntando onde estava essa touca e esse colar à tempos! – Disse depois de alguns minutos saindo vestido do closet, enquanto colocava o tal colar e ajeitava a touca na cabeça, fiz careta e ele me mostrou a língua, se sentando na cama e colocando os sapatos de ontem e os mesmos óculos escuros.
– Vamos almoçar fora? Minha mãe não está em casa. – Justin disse parando ao meu lado e segurando minha mão, entrelaçando nossos dedos, sorri o puxando para fora do quarto.
– Primeiro vamos ver se a bruxa do 71 não está aí. – Disse fazendo careta e caminhando até o final do corredor, Justin ao meu lado gargalhou mas referiu não falar nada, descemos até a cozinha e estava tudo escuro e sinal nenhum de ninguém que pudesse estar ali.
– Olha só. – Bieber exclamou apontando para um Ipad em cima da bancada, franzi a testa indo até o mesmo e assim que o liguei uma mensagem apareceu.
– Saí para resolver alguns problemas do trabalho, a inútil da empregada não vem hoje, então você vai ter que se virar. Beijinhos bebê, te amo. – Li em voz alta e quase pude escutar sua risada irônica ecoando pelo cômodo, revirei os olhos, era uma retardada mesmo. Ao menos podia ser normal e escrever bilhetes colados na geladeira como todo mundo faz?
– Bom, que tal fazermos compras e inventar algo aqui? – Justin perguntou, encarando a geladeira praticamente vazia, apenas com os vários potes de salada que a maluca vivia comendo.
– Tudo bem, você dirige. – Disse jogando as chaves do meu carro em sua direção, Justin sorriu malicioso e apostamos corrida até a garagem, claro que ele me deixou ganhar, mas mesmo assim discutimos sobre isso e rimos logo depois, o caminho para o supermercado foi tranqüilo, ficamos de mãos dadas conversando ao som de Bon Jovi, era bom estar com Justin, me sentia feliz e completa, ele sempre trazia o melhor e o pior de mim, com ele eu podia ser completamente nada, mas ele me fazia ser completamente tudo.
– O que pretende comprar? – Perguntou enquanto saíamos do carro e eu ia à procura de um carrinho de supermercado.
– As únicas duas coisas que nós sabemos fazer, massa instantânea e brigadeiro. – Disse tirando o seu boné da minha cabeça e colocando nele, que agora não estava mais com a toca que eu tanto odiava.
– Ei, eu sei fazer pizza! – Disse ofendido enquanto adentrávamos o supermercado, revirei os olhos dando um soco de leve no sue ombro.
– Claro que sabe, pega o dinheiro, o telefone e liga pra pizzaria, super complexo e divertido. – Disse irônica, caindo na risada logo depois, Justin fez careta e logo me abraçou por trás enquanto eu guiava os carrinhos pelos corredores, sem pressa alguma e sem vontade de que aquele momento acabasse.
– Olha só como esse mundo é pequeno. – Ouvi atrás de nós a voz da última pessoa que desejava ver na vida.
– Ashley. – Justin murmurou baixinho no meu ouvido enquanto virávamos para encarar a vagabunda, que estava com uma saia curtíssima preta, mostrando toda a celulite da vagaba e com uma blusa rosa fosforescente cola e super decotada, que praticamente dizia “POR FAVOR, ME COMA!”.
– Sim, claro que é pequeno pra você, com toda essa gordura sua precisamos de dois mundos para habitar. – Disse sorrindo sínica, ao meu lado Justin abafou o riso enquanto assistia maliciosamente a briga que estava prestes a começar.
– Oh, me desculpe foi você mesma que me disse isso, Jéssica? Bom, não sou eu que me corto por ser uma vagabunda inútil, gorda e que simplesmente ninguém gosta. – Abri a boca incrédula enquanto a vagabunda apenas sorria triunfante, tirei meus óculos pronta para pular na jugular dela, mas Justin segurou meu braço com força.
– Vagashley, suas ofensas não me atingem, na verdade, só provam que eu sou bem melhor que você. – Disse tentando não me abalar e continuar firme, fiz a mesma careta que o Rupert fazia na estampa do meu moletom.
– Vadia.
– Desculpa querida, errou de pessoa, eu não sou a sua mãe. – Disse rindo e abraçando Justin de lado, que agora já ria alto.
– Eu te odeio Hudson, mas não vale à pena, Justin quando se cansar da anã aí, estarei te esperando. – Disse finalmente, passando por nós e esbarrando no meu ombro de propósito, revirei os olhos bufado alto, ao meu lado Justin ainda ria, fechei a cara dando um chute em sua canela.
– Porra, o que eu fiz? – Perguntou bravo enquanto afagava a perna, mostrei o dedo do meio pra ele e continuei a andar pelo corredor sem nem ao menos olhar para trás.
– Hey, espera aí, você realmente está com ciúmes? – Disse me encarando com uma sobrancelha erguida, o encarei perplexa com a acusação.
– O que!? Ciúmes é o cacete, é só que eu odeio essa garota e em vez de você me ajudar ficou aí, rindo e encarando os peitos dela, imbecil! – Disse já irritada, fazendo Justin rir mais ainda, o mandei um olhar mortal pronta para bater nele o mais forte que poderia.
– Está com ciúmes sim! – Disse rindo alto, revirei os olhos bufando e olhando para o lado, mais um segundo e eu quebrava a cara dele. — Mas amor, não se importa com ela, você conhece bem a Ashley, e esquece essa ideia, vamos almoçar em algum restaurante.
[...]
Compramos algumas besteiras para comer depois e fomos almoçar em um restaurante no centro, logo depois caminhando pelas lojas e por fim Justin me levou para a praça que havia no playground do condomínio de luxo.
– Isso vai dar merda, estou te falando, quem é que teve essa ideia idiota mesmo? – Exclamei enquanto subia em cima do skate novinho que Justin havia comprado na internet, tinha uma bandeira enorme do Canadá e estava autografado por algum jogador de Hóquei que o Bieber era mega fã.
– Não tem como dar merda porra, é extremamente simples, e outra, vou estar aqui. – Falou enquanto segurava minhas mãos e eu tomava coragem para subir no skate.
– Tudo bem, mas que fique super claro que se eu morrer eu volto pra te assombrar para o resto da vida. – Disse apontando meu dedo na sua cara, Justin revirou os olhos.
– Para de viadagem e vai logo. – Falou já perdendo a paciência.
– Estou com medo, cacete! – Disse irritada, mas finalmente colocando um pé em cima do skate, Justin me segurou forte e finalmente subi por completo, começando a andar enquanto ele me puxava.
– Ah meu pai! – Disse fazendo careta, fazendo Justin rir enquanto me puxava um pouquinho mais rápido, o que parecia ser 80km por hora pra mim, mas na realidade era um pouco mais rápido do que uma tartaruga ou uma lesma.
– Nossa véi, me sinto muito mano agora. – Disse fazendo pose, Justin gargalhou revirando os olhos.
– Você é uma figura Jessie. – Disse sorrindo abertamente, não pude deixar se sorrir junto, o sorriso de Justin era o mais lindo e contagiante do mundo, era quase como se estivéssemos em uma realidade paralela, ou como se fossemos apenas um casal normal brincando no parque e rindo um do outro.
Apenas por viver de amor e cumplicidade.
– Eu te amo. – Disse de repente, dando um beijo estalado na bochecha de Justin, seu sorriso aumentou mais ainda e ele parou de me puxar em cima do skate.
– Eu te amo muito mais diabinha, muito mais. – Disse agora com um sorriso de criança arteira no rosto, rimos juntos e suas mãos desceram para a minha cintura enquanto iniciávamos mais um daqueles nossos beijos demorados e desesperados.
Certas coisas nunca mudariam.
[...]
– Caitlin se você não falar devagar não tem como te entender! – Disse já irritada, tirei meu moletom e me joguei na cama, Justin havia ido para a casa dele e já deveria ser umas sete e meia da noite, havíamos passado a tarde inteira juntos, apenas fazendo coisas bobas e conversando, era bom e estranho ao mesmo tempo me sentir assim.
– Tudo bem, tudo bem. – Cait disse respirando fundo ao telefone. – Eu recebi a carta da faculdade Jessie, eu já sabia que estava dentro, mas é diferente, estou oficialmente em Stanford! – Praticamente berrou no meu ouvido, sorri abertamente feliz pela minha amiga, mas por outro lado meu sorriso murchou no rosto, eu e Justin estávamos concorrendo a várias faculdades, a carta dele havia chego na manhã anterior, e apesar de tudo ele estava aceito em Yale e Priceton, a minha carta nem ao menos havia chego ainda, nem de finalista nem nada, não haviam nem ao menos cogitado a minha chance, eu estava completamente perdida.
– Que ótimo amiga, estou tão feliz por você, mesmo! – Disse tentando não parecer abalada, Caitlin soltava gritinhos do outro lado do telefone, mas de repente havia parado.
– Você está bem amiga? Parece distante.
– Não, eu estou bem, só tenho que ir jantar com a “mamãe”, até mais. – Disse irônica, Cait suspirou do outro lado.
– Tudo bem, até mais, te amo.
– Eu também. – Falei finalmente desligando o celular e o jogando longe, cobri o rosto com as mãos e comecei a chorar baixinho, totalmente revoltada por minha vida ser uma merda completa e agora eu nem ao menos ter para onde ir, estava totalmente perdida e sem rumo algum, podia até ser maldade mas até mesmo Justin já tinha opções e eu continuava aqui, sempre presa nessa mesma maldita história.
E ainda tinha Chaz, não havia respondido suas ligações ou mensagens, não sabia o que fazer, pensar ou falar, estava totalmente perdida e prepotente.
Cometendo erros, fazendo escolhas erradas, comportamentos errados, falas e ações erradas, pensamentos e desejos errados. A “super estrela” agora não era nada além de uma farsa estampada na cara de uma garota de 17 anos que não sabia quem ela mesma era.
Mas ela ainda tinha uma chance, uma única chance, e ainda que fosse totalmente errado, era simplesmente a última opção.
Respirei fundo, sequei as lágrimas e empinei o nariz caminhando até o closet, mudei de roupa e ajeitei o cabelo em um daqueles penteados idiotas, terminei a maquiagem com o maior cuidado possível e desci até a sala de estar, tendo certeza absoluta que ela estaria ali, como eu pensei.
– Hannah. – Tossi parando atrás dela, que estava sentada no grande sofá, vestida com um vestido de cetim vermelho a cheia de jóias caríssimas, ela se virou calmamente em minha direção e sorriu maliciosamente.
– Eu sabia que você viria, minha super estrela. – Disse encarando minha roupa de cima abaixo, forcei um sorriso me aproximei mais.
– Ma... Mãe, vamos... Vamos jantar naquele restaurante que o papai nos levava? – Disse finalmente, respirando fundo e tentando me controlar ao máximo, Hannah se levantou e caminhou na minha direção com um papel em mãos.
– Claro que sim querida. – Me abraçou forte, apenas fechei os olhos sem devolver o abraço. – Mas antes, quero que leia isso aqui, estou tão orgulhosa! – Disse com um sorriso malvado nos lábios, pegando uma taça em cima da mesinha de centro e caminhando para fora da sala, a encarei desaparecer pelo corredor e arfei, fechando meus olhos e mordendo os lábios, finalmente dando alguma importância para o papel em branco, franzi a testa e o revirei em minhas mãos, notando que se tratava de uma carta, meu coração perdeu duas batidas ao ler as três primeiras letras estampadas na folha fina com um brasão gigantesco com três grandes coroas nele.
Universidade de Oxford.
Inglaterra.
Notas finais
HUM, HUM, HUM??
AGORA QUE AS COISAS VÃO FICAR BOAS! MUAHAHA
KKKKKKK
Beijooos :*:*
AMO VOCÊS!!!
PS1: Pra quem perguntou, não, eu não abandonei Believe, vou voltar aos poucos com ela e as outras fanfics.
PS2: Quem me add no msn por favor se identifique, okay?
PS3: Estou escrevendo duas novas fanfics, uma de JB que vou postar assim que acabar By The Way (não, não se preocupem pois ainda vai demorar para acabar!) e outra original, que eu realmente estou AMANDO escrever! Então está vindo coisa nova e bem legal para os próximos meses :D
PS4: Quem quiser falar alguma coisa comigo, sobre a fanfic ou apenas para conversar pode ir lá no meu "tumblr de fanfics" :33 jbfanficsworld.tumblr.com
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