By The Way
15 Capítulo 15 - As Long As You Love Me
Notas iniciais
QUE SAUDADE, OMG!
MUITO OBRIGADA POR TODOS OS REVIEWS E MENSAGENS MARAVILHOSAS QUE VOCÊS TEM ME MANDADO, NÃO TIVE TEMPO DE RESPONDER MAS LI CADA UMA E A-M-E-I. DE CORAÇÃO, MUITO OBRIGADA! ♥
Quero dedicar esse capítulo para Sofia Barcelos, beadleslovatic, SorveteDoJb, Wendy Bass e Duda Ribeiro que me mandaram recomendações LINDAS DEMAAAAIS E QUE EU SIMPLESMENTE AMEI! MUITO OBRIGADA MENINAS, VOCÊS SÃO INCRÍVEIS OMG!
E CARALHOOOOOOOO, BY THE WAY ESTÁ COM 21 RECOMENDAÇÕES E 486 REVIEWS! PORRA, VOCÊS SÃO PERFEITAS DEMAIS, OBRIGADA DO FUNDO DO CORAÇÃO POR TUDO! MESMO!!
Bom, está aí o capítulo novo que demorou tanto pra vir! Haha não sei se está muito bom, mas eu prometo que os outros serão melhores!
Ah, por favor leiam as notas finais, okay?
Boa leitura, AMO VOCÊS!
♥♥
“We're under pressure, seven billion people in the world trying to fit in, keep it together. Smile on your face even though your heart is frowning. But hey now, you know girl, we both know it's a cruel world but I will take my chances. As long as you love me"
Jessie PDV
Em um minuto tudo muda. Uma vida inteira muda. Em um minuto tudo acaba e tudo recomeça.
Em um minuto sou eu mesma e no seguinte, a garota que eu costumava sentir vergonha. Em um minuto eu acredito em histórias inventadas e no outro me seguro à realidade. E então mais uma vez sou aquela pessoa que sempre desejei ser, mas que sempre senti nojo.
Tão loucamente complicada. Tão inconstantemente fria que eu nem acreditava que existia, que podia estar viva.
Mas estar vivo não significa viver.
– Não olhe para trás, somente os perdedores olham para trás. – Hannah exclamou ao meu lado, engoli em seco erguendo o olhar, sentindo meus olhos arderem em lágrimas, mas não estava deixando nenhuma delas rolar, não era hora de chorar ou de se arrepender, era hora de seguir em frente e apagar todo o resto.
Apagar o papai. Apagar o Chaz e a mamãe. Apagar meus amigos e inimigos. E por fim, apagar ele, Justin Drew Bieber. Um fantasma que deveria apenas existir no passado, uma história que nunca deveria ter evoluído um sentimento que não era certo ou lúcido o bastante.
Não bastava mais virar a página e continuar a história, era hora de queimar o livro, destruir o sentimento e por fim pisotear as lembranças. Nada é tão perfeito que dure para sempre, eu havia de se desapegar, dizer adeus e partir.
– Última chamada para o vôo 211 destino Londres. – A voz irritante ecoou por todo aeroporto, respirei fundo e rodei o anel em meu dedo anular, irônico e massacrante. Com a outra mão amassei tão forte o papel da faculdade em minhas mãos que pensei que ele poderia se desintegrar ali mesmo. Senti a fúria, a raiva, o medo, a saudade e o sentimento mais massacrante que havia dentro de mim: a vontade de liberdade, a vontade de fazer o que sinto não o que supostamente seria certo.
Mas não era assim, se tratando de mim às coisas nunca seriam dessa forma. Eu sempre cometo erros nas minhas extravagâncias, me entrego demais a uma ilusão e acabo quebrando a cara.
Já não existia infinito para mim e Justin, não existia o infinito para o amor e no final, tudo sempre acabava da pior maneira. Como um dia pude pensar que talvez pudesse dar certo? Como um dia consegui acreditar que talvez finalmente eu estivesse me encontrando e que finalmente a vida havia me dado uma segunda chance, uma válvula de escape para um amor intenso e arrebatador. Besteira, a vida é uma filha da puta e eu era apenas mais um fantoche dela.
– Adeus meu amor. Adeus. – Murmurei rodeando o anel e por fim deixando o cair no chão, girando algumas vezes até finalmente parar, fazendo um barulho baixo e quase despercebido, peguei minhas malas e caminhei de cabeça baixa ao lado de Hannah, como deveria ter feito há muito tempo atrás.
Sem olhar para trás. Nunca olhar para trás.
VINTE E QUATRO HORAS ATRÁS
– Senhorita Hudson, não pode mudar de opinião o tempo inteiro, a senhorita tem que saber o que realmente deseja. – O juiz disse estreitando os olhos e abaixando os óculos, suspirei apertando a mão de Hannah, parte de nossa encenação ridícula de mãe e filha melhores amigas.
Pode parecer estranho.
É realmente estranho.
Bom, pelo menos até duas semanas atrás seria extremamente estranho, mas agora, apesar de não fazer sentindo algum, nem tento contestar mais. Algumas coisas simplesmente devem acontecer, você querendo ou não.
– Me desculpe meritíssimo, estou ao lado de Hannah, eu sempre estive. Estava apenas confusa e perdida antes, não tinha grandes intenções como demonstrei, amo minha mãe e é com ela que quero ficar. Hannah. – Respondi arranhando a garganta. Enquanto rezava internamente em busca de algum tipo de perdão que nunca viria. Irônico, uma vez que nunca fora religiosa e até algumas semanas atrás não era alguém digno de misericórdia.
Porém, quantas mentiras a mais eu deveria contar às pessoas até que em algum momento eu mesma pudesse me certificar que talvez, de alguma forma, elas se tornassem reais? Elas se tornassem verdade a partir do momento em que ditas da boca para fora?
Mas a questão era que Hannah não era minha mãe, e eu não a amava, eu nunca seria capaz de amá-la, ou qualquer outra pessoa. A verdadeira Jéssica Hudson não amava, ela nem ao menos poderia ser humana de verdade afinal de contas, aquela que criei em uma intenção de me tornar alguém real fora uma completa ilusão perdida.
Sim, era insano e completamente imbecil, mas infelizmente não havia outra alternativa, o meu mundo inteiro havia mudado em duas semanas e agora eu deveria fazer alguns sacrifícios para o bem geral.
Não era questão de fazer o bom, o certo ou o que o meu coração mandava fazer. Pensar no coração em vez da razão é a maior burrice que a raça humana já fez, não existe escolha boa o bastante feita pelo coração que algum dia não possa se tornar errada. Ser racional é uma dádiva.
Minutos se passaram naquela sala de tribunal até que eu pudesse me dar conta de como a minha vida estava mais uma vez em constante mudança. Enquanto analisava alguns papéis, o advogado da minha outra mãe, aquela verdadeira e boa, me encarou quase como se pudesse perfurar minha alma. Mamãe chorava, Hannah tinha um sorriso vitorioso e meu pai dava de ombros. Respirei fundo e me virei na cadeira, encarando atrás de mim Pattie e Justin, ambos com expressões difíceis de ler, mas eu não fazia questão de desvendá-las agora, apenas o olhar de Justin queimando em minha pele já me denunciava que o termo “completa vadia” não era mais o bastante para a minha situação. E eu deveria dar razão a ele, uma vez que nunca deixei de ser apenas isso.
O juiz começou a falar, mas eu nada conseguia ou desejava escutar, meus olhos estavam petrificados na imagem de Justin, seus olhos me julgavam e despiam de uma forma que ninguém nunca teve coragem de fazer, todo nossos anos de vida passaram em frente aos meus olhos, todos os momentos que vivi ao seu lado de repente eram claros demais na memória. Peles se tocando tão intensamente e ainda de um modo tão sutil, beijos sendo roubados com tanta vivacidade e necessidade, vidas inteiras compartilhadas se uma forma tão crua, segredos escondidos e revelados, confissões complexas demais e sentimentos tão profundos e sufocantes que só tive a oportunidade de viver com ele. Momentos no tempo que estavam sendo deixados para trás de uma forma tão bruta e silenciosa que chegava a sangrar internamente.
Estávamos dizendo adeus, e ainda que uma parte de mim se recusasse o abandonar, a outra já havia o deixado completamente.
Ele não pertencia mais a mim, do mesmo modo que o nosso amor se reduzia a cinzas dentro do meu coração, não podia amá-lo, sentir sua falta ou desejá-lo mais. Ele não fazia mais parte da minha vida, e ainda que nossa história tenha deixado marcas na pele, nada me impedia de queimar o livro.
– ...a guarda de Jéssica Hudson oficialmente a Hannah Thorne. Caso encerrado. – O juiz bateu o martelo e eu saltei da cadeira, como se tivesse acabado de cair em um sonho. Mas o problema era que nem ao menos a um pesadelo isso tudo se resumia. Se a minha vida antes já era uma droga, agora eu definitivamente estava entrando no inferno.
[...]
– Você vai mesmo embora? Deixar tudo para trás sem contestar Hannah em nada? – A pergunta de Nathan ficaria sem resposta, me concentrei no papel de LSD em minhas mãos, precisava me livrar de todo aquele terror que vivi horas atrás, todo o gosto de vitória de Hannah, a indiferença do papai, a dor da minha verdadeira mãe e o olhar reprovador de todos aqueles que um dia gostaram de mim era um peso muito alto para carregar.
Sem pensar em nada, dei um gole na garrafa de tequila ao meu lado e coloquei a droga na língua, e logo no primeiro segundo entendi da sensação que Justin uma vez havia descrito.
Primeiro veio o pavor do novo, minha garganta secou, faltou ar e senti meu corpo inteiro ficar mole, dando alguns choques impulsivos. Fechei os olhos e os abri outra vez, minha invasão ficou embasada e logo cheia de cores e formatos, tudo se movendo rápido demais, senti minha cabeça doer como se pudesse desmaiar a qualquer segundo ou vomitar. Não conseguia ouvir a voz de Nathan ao meu lado e então tudo ficou confuso e intenso demais.
Extremos, tudo era resumido a extremos.
Cores. Formas. Vozes. Lugares. Cheiros e texturas. Imagens psicodélicas, uma realidade totalmente alternativa de uma alucinação. Um mundo com seres diferentes, um céu roxo cheio de diamantes, e aos meus pés nada além de uma fumaça colorida e viscosa.
Não era eu mesma, meu cérebro parecia ter explodido da mesma forma que eu explodi em gargalhadas, estava em um lugar estranho cheio de pessoas esquisitas, estava nua e ao meu lado Justin falava em uma língua totalmente diferente e desconhecida, ri mais um pouco enquanto o seu corpo tomava diferentes cores e brilhos a cada instante.
Risadas.
Danças.
Gargalhadas.
Espasmos.
E gritos, muitos gritos.
Berros desesperados acompanhados de sangue e medo. Assustei-me e tentei correr, mas meu corpo era preso por algo que não podia enxergar, um tipo de corrente que trancava tão intensamente minha vida que nem ao menos se quisesse poderia me livrar delas e foi então que alguns demônios internos vieram a tona. O rosto de Hannah agora ria a minha frente, chorei sentindo medo, queria voltar com Justin para as cores e rir, não chorar ao meio do sangue.
Desespero.
Dor.
E então a morte.
...
Arfei como se estivesse me engasgando e fechei os olhos, assim que os abri novamente me arrependi, estava deitada em minha cama, jogada por cima dos lençóis de qualquer modo, minha cabeça parecia explodir e minha respiração estava descompassada. Não me lembrava de como havia chego em casa ou o que havia acontecido depois que me droguei, só sei que me senti bem, e com certeza isso fora totalmente errado.
– Você finalmente acordou, achei que ia ter que chamar uma ambulância. Você me assustou Jéssica, por um momento achei que você havia tido uma overdose. – A voz de Justin me assustou, dei um salto na cama e me virei para a porta da sacada, ele estava parado ali me encarando, as roupas pretas de sempre, calça jeans e jaqueta, o cabelo levantado e aquele ar sexy de garoto mal. Os braços cruzados, a postura reta e rosto fechado, engoli em seco certa de que não estava preparada para o que veria a seguir.
– O que faz aqui? – Perguntei desviando o olhar, estava ignorando Justin há semanas, e ele nem ao menos sabia o motivo, e assim que o julgamento sobre a minha guarda estourou tudo ficou bem pior, passava as tardes trancada dentro de casa e quando finalmente dava uma chance a ele, mal nos falávamos. Não havíamos ficado juntos ou terminado com tudo, apenas nos afastamos, por minha conta claro. Mas nem fazia diferença mais, em algumas horas eu estaria voando para Londres e ele ficaria aqui na América. E nunca mais nos veríamos, algo que alguns meses parecia perfeito agora se tornava insuportável apenas de pensar.
– Eu te trouxe aqui, estava drogada e tendo alucinações. Tem noção o que poderia ter acontecido Jessie? Principalmente se a sua mãe te visse ingerindo LSD! O que você tem na cabeça?
– Ela não é minha mãe. E não venha me julgar como se você não tivesse feito isso milhões de vezes, hipócrita. – Respondi dando de ombros, me virando na cama.
– Qual é a sua? O que pretende mudando de uma hora para a outra e me atacando? Estávamos bem, até mesmo namorando e simplesmente do nada, de um dia para o outro você se afastou completamente e me excluiu da sua vida, como se isso fosse completamente normal. Eu até tentei entender e pensar que foi por causa do negócio da guarda, mas é idiota até pra mim, pois eu deveria estar te apoiando, e então vem isso, você simplesmente ignora todos os nossos amigos, começa a mentir sobre Hannah como se realmente quisesse ficar com ela, magoa o Chaz e sua verdadeira mãe, vira um vadia e age como nada tivesse acontecido? Quem é você? Que porra ta acontecendo!?
– Jessie, a mesma de sempre que não pode fazer nada por ninguém. Não importa mais Bieber, acredite, estou fazendo isso para o seu bem!
– Mentira, está fazendo isso por você mesma, por que é egoísta demais para confrontar todos e fazer o certo! – Gritou, apontando o seu dedo na minha cara, fechei os olhos respirando fundo.
– Vai embora Justin, você não tem mais nada para fazer aqui. – Murmurei tentando manter a calma e não chorar, não podia desistir logo agora, não podia deixá-lo ver o quanto isso me matava por dentro também.
– Então me diz que não me ama, me diz que quer mesmo que eu vá embora da sua vida! – Gritou e aproximando, colando nossos corpos e segurando meus braços com cuidado. Ele estava tão diferente, tinha melhorado tanto daquele garoto que eu costumava conhecer, tinha melhorado e se tornado alguém tão honesto e fiel comigo, e definitivamente não merecia nada disso.
– Vamos Jessie, diga que nada do que vivemos foi real, que nada nunca mudou e eu vou embora. Mas vou lutar por você, seja lá o que estiver acontecendo vou passar por isso contanto que você me ame. – Abri os olhos, agora o encarando, tentei ver raiva, nojo ou desprezo. Qualquer sentimento ruim que fizesse aquilo menos doloroso, menos difícil, porém quebrei a cara ao somente encontrar amor e saudade.
Por um momento desejei me jogar em seus braços e continuar aquilo que conquistamos, mas sabia que não podia fazer isso. Eu nunca ia ser dona da minha vida e Justin ficar comigo seria como cavar a sua própria cova. Ele nunca seria completamente feliz.
– Eu não te amo mais. – Cinco palavras, 14 letras e uma gigantesca mentira.
Chocado, era a palavra mais certa para definir o olhar dele, estava despedaçado e descrente, engoli em seco fechando meus olhos, senti suas mãos deslizarem pela minha pele até nossos dedos se entrelaçarem. Uma fração de segundos que pareceu durar mais do que uma eternidade inteira, e, tão breve quanto começou, tudo acabou.
– Então adeus Jéssica. — Simples assim soltou minhas mãos, abri meus olhos a tempo de vê-lo me encarar pela última vez, agora com algumas lágrimas escorrendo pelo rosto, e então virou de costas partindo. Fiquei parada o assistindo por fim desistir de nós, enquanto silenciosamente por dentro gritava para que não o fizesse, mas as coisas nunca são do jeito que esperamos, e ali, ao definitivamente perdê-lo, finalmente me dei conta do quanto ele significava.
Tarde demais Jéssica, tarde demais.
AGORA
– Você vai adorar nossa nova casa. Peter é lindo e rico, e tem uma filha que vai poder te fazer companhia. Não fica assim super estrela, vamos curtir um pouco, você passa um tempinho na clínica e tudo se resolve a tempo de entrar na universidade. – A cada palavra que saia da boca de Hannah mais vontade eu tinha de vomitar e logo socá-la, como a mulher podia ser tão escrota e interesseira? O pior de tudo é que ainda havia encontrado um inglês idiota para bancar sua vida de ricaça cretina.
– Não sei se você compreendeu, eu estou concordando com toda essa palhaçada aqui, mas não pense que vou para essa tal clínica ou fingir que eu ao menos gosto de você, simplesmente me deixa quieta que eu não te atrapalho e ainda finjo ser a filha perfeitinha quando estiver perto dos seus amiguinhos. Você não é minha mãe e nunca vai ser, então não finja acreditar em algo que nunca vai acontecer, eu te odeio Hannah. – Cuspi tudo em sua cara, ela virou o rosto em minha direção com um sorriso irônico, estava pronta para dar na cara dela, desistir dessa merda toda e me mandar desse país de merda quando notei que estávamos entrando nos portões da mansão gigantesca.
– Quem ditas as regras do jogo sou eu filhinha, então se eu fosse você começava a me tratar melhor ou coisas nada legais podem acontecer, e eu não digo isso somente de você. – Murmurou enquanto saía do carro e me puxava pelo braço junto, um homem de meia idade e uma garota loira apareceram no jardim assim que começamos a caminhar, instantaneamente Hannah colocou um sorriso falso no rosto e me apertou para fazer a mesma coisa. E assim que tentava me sentir menos desconfortável naquela roupa completamente ridícula e começava a fingir um sorriso que nunca poderia ser verdadeiro, notei que Justin sempre esteve certo, eu era egoísta demais para confrontar todos e fazer o que devia, por isso preferia que mandassem na minha vida como bem entendiam, enquanto eu tentava me rebelar de uma forma que nunca traria resultado algum além de dor a mim mesma. Eu era uma completa imbecil e agora além de estar sozinha, estava sem chance alguma de tentar pela última vez resgatar o verdadeiro eu que ainda sonhava com liberdade.
Algo que eu definitivamente nunca teria sem o Bieber.
Notas finais
Hahaha
Gente, o capítulo está meio confuso e podrinho, mas ele é necessário pois nos próximos vai acontecer muuuuita coisa e também vou explicar o que aconteceu entre o Justin e a Jessie durante esse tempo do julgamento. Vai ter até flashbacks para explicar direitinho, não se preocupem!
Bom, queria convidar vocês para lerem as minhas outras fanfics que estão na categoria One Direction, estou bem animada as escrevendo e ficaria beeem feliz se vocês dessem uma passadinha pra conferir!
Até o próximo capítulo e mil perdões pela demora gigantesca!
Amo vocês com todo o coração ♥♥
Beijooos :*:*
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