Burning Hearts
4 Floresta de Storybrooke
Notas iniciais
*** Em tempos antigos, antes de tudo começar ***
– No terceiro ano, no terceiro inverno ela será tomada de vocês e junto com ela seu irmão também irá! Sucumbiram nas trevas e de lá não mais retornaram. – Diz a feiticeira – Eu amaldiçoo vocês! Você se arrependerá por ter me deixado Peter! Tirarei de você o que mais ama. – E em uma explosão ela desaparece.
Segurando seus filhos nos braços, Merida e Peter choram desesperados.
– O que faremos Peter? – Pergunta Merida – Não podemos deixar que essa maldição aconteça, precisamos salvar nossos filhos! – Diz Merida já não contendo mais seu desespero e sua aflição.
– Não se preocupe, daremos um jeito, essa bruxa não venceu!
*** Floresta de Storybrooke ***
O telefone de Kate toca sem parar, ouvia-se apenas o eco do som. Durante sua repentina viajem seu telefone deve ter caído de seu bolso.
– Castle levanta, me ajuda a encontrar meu celular. – Diz Kate dando um chute de leve nas pernas de Castle, que estava deitado no chão tentando entender o que acabara de acontecer. – CASTLE! – Dessa vez Kate não poupou garganta.
– Aaah sim! Já estou indo.
Meia hora depois procurando.
– Achei! – Grita Castle do meio da floresta.
– Ótimo! Espo ligou... – Kate retorna a ligação– Alô, Espo consegue me ouvir? Não eu não sei o que aconteceu. Sim, ele esta bem! Esp.. Alô? Espo, Espoo!? Droga a bateria acabou e pelo visto o sinal aqui não é dos bons. Castle está com o seu celular? A bateria do meu acabou... Castle? – Kate se vira para falar com Castle e ele havia sumido– CASTLE! – Kate grita.
– Estou aqui, estou aqui...
– Onde diabos você estava?
– Fui beber um pouco de água, tem um riacho logo ali atrás. Nossa isso é tão legal!
– Legal? Estarmos perdidos em uma floresta sabe-se lá onde, e você acha legal, não me venha com essa Castle – Diz Kate furiosa e franzindo o nariz, Castle adorava vê-la assim, só pelo fato de amar o modo como ela franzia o nariz. Kate depois de tudo isso você ainda se recusa a creditar? Nós fomos abduzidos!
– Ah Castle, pelo amor de Deus!
– Só temos que achar a nave espacial, ela deve tá camuflada...
– Castle, Castle... Presta atenção, nós não fomos abduzidos ou coisa do tipo, na verdade eu nem sei o que aconteceu, mas de uma coisa eu sei, temos que sair daqui, porque já está anoitecendo e temos que achar um local para nos abrigar.
– Certo, vamos procurar uma cabana, uma casa ou uma nave espacial camuflada.
Depois de andarem por horas eles encontram uma casa abandonada e ficam por lá. A noite cai.
*** Na Delegacia***
– A ligação deve ter caído ou a bateria acabado, mano, precisamos encontra-los! Hey, Ryan acorda estou falando com você... – Diz Esposito, dando um “cutucão” em Ryan.
Ryan sentado na cadeira, segurando uma xícara de café, sua face expressava curiosidade e susto, seu pensamento estava longe, pensando no que acabará de acontecer. Quando entrara na sala de interrogatório não consegui a creditar no que vira, Castle e Beckett sendo “consumidos” por alguma coisa roxa. Só de lembrar sua pele arrepiava.
– Aah, desculpe Espo, estava aqui pensando em como poderemos encontra-los – Mentira! Ryan estava extremamente apavorado. E se tudo, tudo em que Castle acredita for realmente verdade? Ryan, não consegue para de pensar nisso. – Vamos começar rastreando o celular de Kate, talvez nos leve a onde eles estejam! Espero que estejam bem!
***Floresta de Storybrooke***
– Você ouviu isso? Não, não fica perto da janela, podem ser eles.... – Diz Castle
– Eles quem Castle? Os alienígenas? Castle, já falamos sobre isso, não existe alienígena e não existe espaçonave camuflada! Nossa você deve ter batido a cabeça com força! – Kate fala, já não aguentando mais a “paranoia” de Castle.
– Pois quando eles entrarem por essa porta com suas garras e seus arpões enormes querendo comer nossos cérebros fritos, você vai ter que acreditar! – Diz Castle, segurando um pedaço de madeira e olhando ao redor, como se estivesse sendo caçado.
Barulhos são ouvidos lá fora, como se fossem pegadas, e estão cada vez mais perto e mais rápido ... Castle e Beckett ficam em alerta. Castle com um pedaço de madeira e Beckett segurando sua arma, de repente, silêncio, não se ouvia mais nada além da respiração pesada e rápida de Castle, ele estava apavorado. Depois de alguns minutos nessa aflição, a maçaneta da porta de cabana onde estavam começa a se mexer, devagar ela roda até o trinco da porta fazer um estalo e está totalmente destrancada. A porta se abre rapidamente Kate levanta sua arma para cima e dá um tiro, Castle se assusta e começa a gritar e junto com ele grita Robin.
*** Granny’s Diner minutos antes***
– Mãe – Diz Henry
– Filho, que saudade – Regina corre para abraçar seu filho.
– Onde vocês estavam? O que houve? – Pergunta Henry
– Não sabemos exatamente o que aconteceu só que estávamos numa outra cidade totalmente perdidos. – Diz Robin
– Robin, você lembra-se daquelas pessoas que estavam conosco na delegacia?
– Como não esquecer? Aquela moça tinha um olhar assustador
– Eles vieram conosco, quando fomos envoltos pela fumaça eles também foram e vieram para cá, eles estão em Storybrooke, temos que encontra-los antes de Gold. – Diz Regina e todos saem à procura dos dois desconhecidos.
***Floresta de Storybrooke***
– Aaaah, corre Beckett são eles… — Diz Castle.
– Castle, se acalma, não é nenhum alienígena, é o cara que interrogamos... O que faz aqui? – Pergunta Kate a Robin
– Vocês estão na minha casa.
– Esse barraco abandonado é sua casa? – Pergunta Castle, sem perceber que fora um tanto rude.
– Não! – Responde Robin – A floresta é minha casa.
– Desculpe Castle, ele está apavorado. – Diz Kate
– Claro que não estou apavorado só um tanto surpreso, me diga, onde exatamente nós estamos.
– Vocês estão em Storybrooke – Diz Robin
– E exatamente em que país ou em que mundo fica Storybrooke? – Castle Pergunta
– Hahaha – Robin rir – Vamos, sigam-me, os levarei a cidade.
– E podemos confiar em você? – Indaga Kate
– Isso vai depender de você, aaah e a proposito, me chamo Robin, Robin Hood. – Ele sorrir e os leva em segurança para a cidade.
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