Burning Hearts
5 Granny's Diner
Notas iniciais
All that you rely on,
And all that you can fake
Will leave you in the morning
Come find you in the day
*Na delegacia*
Esposito e Ryan já haviam solucionado o caso. Quem matara a jovem Meredith fora seu namorado Brian, ele tinha descoberto a alguns dias antes de comer o assassinato que estava sendo traído, e por ciúmes e raiva houvera matado Meredith.
Com o crime já resolvido, Ryan e Esposito tinham agora outro caso para solucionar, o sumiço de Castle e Beckett.
– Conseguiu rastrear? – pergunta Esposito a Ryan, ansiando por um, sim!
– Quase, me faltou isso aqui de tempo para conseguir rastrear a ligação. DROGA! NUNCA VAMOS ACHÁLOS. – Ryan grita desesperado, não conseguira dormir depois do sumiço de Kate e Castle.
– Ryan, se acalma, nós vamos encontra-los porque se tem algo em que somos bons, é em encontrar pessoas. – Esposito fala tentando converse a si mesmo do que a Ryan, queria mesmo poder acreditar que conseguiram achar os dois amigos, agora perdidos sabe-se lá onde.
*Floresta de Storybrooke*
– E podemos confiar em você? – Indaga Kate
– Como disse, vai depender de você confiar ou não em mim! Até o momento estou apenas interessado em ajuda-los. Vamos, os levarei para a cidade, lá vocês terão suas perguntas respondidas. – Kate estava agora em um dilema, confiar ou não no moço de olhos verdes e sorriso encantador, opta então por segui-lo, se tentasse algo era só dar-lhe um tiro, tinha sempre sua fiel companheira “amarrada” a sua cintura.
– Então Sr. Hood, você poderia me explicar como viemos parar aqui? Digo .... Como nós realmente viemos parar aqui?!
– Vai parecer meio louco ter que ouvir isso, mas vocês, digo, nós – não esquecendo que eles estavam juntos na hora do ocorrido– entramos em um tipo de portal, bem, eu não entendo muito sobre como magia acontece, e viemos parar em Storybrooke. – Diz Robin a Kate.
– Viu amor, eu estava certo. – Diz Castle se aproximando dos dois, agora não tinha como Kate não acreditar em magia.
Saindo da Floresta, encontram-se agora no meio de uma estrada e logo à frente o carro do xerife.
– Então você é quem manda por aqui? – Pergunta Kate
– Não exatamente, — uma pausa dramática– com o tempo você irá descobrir quem realmente manda na cidade.
– Podem entrar. – Diz Robin abrindo a porta do carro para Kate entrar
– E como saberemos que isso não é uma cilada? – Manifesta-se Castle.
– Como disse anteriormente, isso vai depender de vocês. – Robin fala olhando para Castle e logo em seguida para Kate.
– Você poderia dar-nos licença, por um minuto?! – Kate puxa Castle para longe do carro
– Você não está sequer cogitando a ideia de entrar naquele carro Kate? – Indaga Castle, sua voz agora tem um tom apavorante.
– Vejam só! Castle, você não está nenhum pouco curioso para saber o que acontece por aqui? Bem, o Castle que eu conheço, não perderia a oportunidade de desvendar um mistério, ou você prefere dormir aqui na floresta? Sabe-se lá o que acontece por aqui a noite. Confie em mim, sinto que posso confiar nele. – O tom de voz de Kate era duvidoso, podia ouvir uma nota de pavor no final de cada palavra. Castle sabia que ela estava com medo, mas nunca admitiria, optou então, por acreditar em Kate, não importa o que acontecesse, ele sempre estaria ali por ela, e faria o que fosse preciso para proteger sua amada.
– O que eu não faço por você. – Kate estende lhe a mão e caminham para o carro.
*Granny’s Diner*
– Porque raios Robin está demorando tanto? Será que algo aconteceu a ele? Não podemos confiar naquelas pessoas, principalmente na moça. Sinto que não podemos confiar nela – Regina fala franzindo o cenho.
– Também não confiávamos em você Regina, lembra?! Dê um crédito a eles. – Emma retruca e Regina se cala. Em consentimento.
– Calma mãe, eles devem chegar a qualquer momento. – No instante em que Henry termina de falar, uma luz entra pela janela da lanchonete, iluminando o rosto de todos ali.
Depois de quase uma hora de espera, enfim chegaram, Robin e os “não convidados”. Regina os apelidara carinhosamente. Robin é o primeiro a entrar na lanchonete, minutos depois entra Castle e logo atrás dele Kate.
Mary Margaret, David, Granny, Thinker, Hook, Emma e Henry, todos ali esperando pelos novos visitantes, ansiosos para conhece-los. Mary Margaret prontamente levanta-se e vai cumprimenta-los, como era de seu feitio, seguida de todos, todos menos Regina, ela realmente tivera uma enorme apatia a moça de cabelos marrons-claro, olhos grandes e sorriso largo.
– É um grande prazer poder conhece-los finalmente. – Diga por você, Regina retruca do outro lado, ganhando atenção de Castle. – Regina ...! — Snow a repreende.
– Olá me chamo Henry, de onde vocês são? – Henry levanta-se da cadeira a qual estava sentado, estende a mão em cumprimento e vai direto ao ponto, perguntara o que Mary Margaret não tivera coragem para fazer.
– Somos vindos de uma Cidade chamada Nova Iorque, viemos em paz! — Castle levanta a mão em sinal de paz– Na verdade viemos contra nossa vontade, por favor não nos matem. – Kate simplesmente não acreditava no que acabara de ouvir e segurou-se para não esbofetear Castle, ali na frende de todos.
– Calma ai garotão, ninguém aqui vai matar vocês, não somos alienígenas ou coisa do tipo, somos da paz. — Diz Emma se contendo para não soltar uma gargalhada.
– Desculpe. – Kate se manifesta, não deixando mais que Castle falasse, chega de bobagens por hoje, agora todos os acham dois perfeitos idiotas. – Ele só está cansado, e bateu a cabeça com força em uma pedra quando chegamos aqui. – Olhando para Castle como aquele olhar de “cala boca! Deixa que eu falo”. – Desculpe, não queremos ser inconvenientes.
– Você não está sendo, entendemos que estejam apavorados por estarem aqui, Robin e Regina nos contaram o que houve em Nova Iorque e como vocês vieram para cá, bem ... Ser “tele transportado” – Emma faz o movimento de aspas com as mãos – não é um tipo de transporte alternativo, também sou, era de Nova Iorque, prazer, me chamo Emma. – A moça de cabelos loiros estende a mão em direção a de Kate e um aperto de mão acontece.
– Imagino que tenham várias perguntas, acreditem nós também. Mas deixaremos para amanhã, está muito tarde e aposto que vocês estão extremamente exaustos, arrumamos um quarto para vocês aqui na pousada da Grannys, fiquem a vontade. – David manifesta-se.
– Tive a prepotência de deixar um par de roupas limpas para vocês, fiquem a vontade e sejam bem vindos. – Mary Margaret tinha um sorriso caloroso na face, estendeu o braço e deu um aperto de boas-vindas nas mãos de Castle e Kate. “Porque é que todos sempre têm que estar sorrindo, isso é alguma doença”, Kate se pergunta internamente. Logo em seguida saindo da lanchonete.
Todos os cumprimentaram e desejaram boa estadia ao casal, porém Regina permaneceu ali no seu canto, imóvel, apenas observando-os e tentando encontrar algo de perigoso em ambos. Regina podia sentir algo em Kate, e o que sentia não era bom. Já tivera essa mesma sensação, só não conseguia lembrar quando. Prometera a si mesma que ficaria de olho na moça.
O quarto da pousada de Granny, não era dos melhores, um papel de parede ultrapassado, duas cômodas nos lados opostos da cama, uma pequena penteadeira, um guarda-roupa enorme e uma única janela que dava de frente ao relógio da cidade. Kate estava de pé enfrente a janela.
– Kate, venha! Vamos dormir, isso não é hora de dar uma de vigia, estamos bem! Aquelas pessoas são boas. – Castle levanta e anda em direção a Kate, põe suas mãos sobre os ombros de Kate dá-lhe um beijo na nuca e a leva para cama.
– Castle, não sei se podemos confiar de fato nessa gente. Alguma coisa aqui dentro diz que talvez estejamos em perigo. – Kate vira-se para Castle e seu olhar era assustado. Um abraço seguido de um beijo e os dois adormecem, ambos cansados de sua repentina viajem.
*Loja Mrs Gold*
– Brevemente estaremos juntos novamente, e será tudo como antes! Tenha bons sonhos irmãzinha. – God tinha em suas mãos uma bola de cristal e refletida nela estava a cena de Castle e Kate dormindo. – Brevemente juntos! – Gold repetia.
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