Burning Fire

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Olá! Capítulo recém saído do forno, pra vocês!! Eu sei que é curto D: Me desculpem

– Johnny... eu — comecei a falar, mas ele me interrompeu. Ainda bem, pois não tinha ideia do que dizer à ele. Não acreditei que Johnny Storm, o maior pegador de todos os tempos tinha dito aquilo.

– Deixa queito, Amber — ele respondeu sem tirar os olhos da janela.

Não demorou muito para a garçonete trazer a conta. Peguei minha bolsa, procurando minha carteira, mas Johnny foi mais rápido, e pagou o meu café e o dele.

– Johnny, não precisa pagar nada pra mim — disse, da maneira mais gentil e suave que podia imaginar.

– Não se preocupe — ele disse, fixando seu olhar no meu — é assim que os cavalheiros agem — pra finalizar, ele arqueou a sobrancelha e seu lindo sorriso malicioso estava de volta aos lábios.

Apesar da super indireta que ele deu, respirei fundo e pensei: "ele está bem!".

Voltamos ao quarto, e Sue estava lendo uma revista qualquer, e a TV estava ligada. Ela nos olhou com uma expressão de tédio.

– Grr, eu odeio hospitais — ela disse.

– Calma Sue, amanhã de manhã você já vai poder ir pra casa! — Johnny respondeu, com uma voz tão calma que quase não o reconheci.

5 segundos depois, Reed entrou no quarto, carregando uma mala de roupa tão grande que parecia que iriam ficar fora um mês

– Vai se mudar, Reed? — Johnny perguntou. Sue e eu contemos o riso. Ele olhou para a enorme mala e passou a mão pelos cabelos.

– Eu não sabia exatamente o que trazer, então, trouxe um pouco de tudo. — ele respondeu, percebendo o quão grande a mala era, e rindo da situação. — Amber, preciso que você corra atrás de algumas peças para o novo reator. — Ele me entregou uma pequena lista com alguns nomes de peças que eu nunca ouvi falar. — Tem um endereço atrás, onde você vai encontrar tudo. Já que vocês estão de carro, não custa nada pro Johnny te levar até lá.

Olhei para o Johnny como que quer dizer "se ferrou, meu caro". Mas depois percebi que quem se ferrou fui eu, pois vou ter que passar mais tempo ainda no carro com ele.

– Reed, se precisar que a gente fiquei aqui de noite, ou se acontecer algo, não hesite em ligar! — eu disse

– Não se preocupe Amber! — Nos despedimos e saímos do quarto.

No caminho para a saída, Johnny paquerou uma enfermeira, que deu mole pra ele. Não consegui segurar uma risada irônica. Continuei caminhando, e por uma deslize, olhei para trás. Os dois estavam muito próximos um do outro. Johnny olhou em minha direção, e arqueou a sobrancelha, seus lábios se curvaram em um sorriso malicioso, e ele piscou pra mim.

QUE CARA DE PAU! É impressão minha, ou ele está querendo me fazer ciúmes?

Rolei os olhos, e continuei andando.

Notas finais
O que acharam?