Burning Fire

12 Capítulo 12


Notas iniciais
OLÁ MINHAS LINDAS! Queria agradecer todo o carinho que vocês me falam nos comentários *-* Beijos e espero que gostem!!

A volta de carro com Johnny foi um pouco diferente. Ele me deixou dirigir! Apesar dele ser irritantemente irritante, eu não podia perder essa oportunidade.

Sorri a cada comando que eu dava no carro. Parece que fomos feitos um para o outro. Nunca fui boa motorista, mas o carro andava praticamente sozinho.

Talvez o melhor de tudo, tenha sido a cara que o Storm fez, quando eu parei em um sinaleiro, e assoviaram para mim. Eu geralmente não gosto desse tipo de coisa. Quando recebo alguma buzinada na rua, ou algo do gênero, sempre acho que estão só tirando uma da minha cara. Mas dessa vez, eu amei, porque isso incomodou Johnny. E essa é a melhor sensação do mundo.

– Muitos pretendentes hein, Amber? — Johnny disse. Olhei pelo canto olho, e não sei como ele ficava mais lindo, com ou sem óculos escuros. Por baixo dos óculos, eu ainda conseguia ver sua sobrancelha se arqueando, mas não conseguia ver seus incríveis olhos hipnotizantes.

Como eu não respondi nada, ele continuou:

– Acho que vou ter que me esforçar mais, para chamar sua atenção.

ELE DISSE ISSO! COM A MAIOR TRANQUILIDADE DO MUNDO!

Como ele pôde dizer isso? Ele já ficou só de toalha na minha frente, já tentou me beijar tantas vezes que já até perdi a conta. JÁ ME BEIJOU UMA VEZ, depois de saber que Sue estava grávida. O que mais ele queria fazer para chamar a minha atenção? Devo me preocupar?

Sorte dele (e do carro) que eu já estava parada com o carro, porque se não, eu teria tacado o pé no freio, e não ia ser uma coisa muito bonita de ver!

Mordi minha língua enquanto pensava em uma resposta criativa. E quando estava pronta para falar, nos deparamos com um congestionamento do tamanho do ego do Johnny na pista principal da cidade. Buzinas se espalhavam pelo lugar (como aquilo iria ajudar o trânsito a andar, eu não sabia), e algumas pessoas saíam dos carros, para ver o que estava acontecendo. Desliguei o carro, e Johnny e eu saímos também. Andamos alguns metros, e vimos o que tinha acontecido.

Dizer que o carro havia batido, era apelido. O carro que havia dado início ao congestionamento havia sido estraçalhado. Cobri a mão com a boca, enquanto Johnny retirava os óculos. Uma mulher ajoelhada ao lado de um corpo gritava pedindo socorro.

Johnny correu para lá, enquanto me pedia para chamar a ambulância. Imediatamente peguei meu celular, e disquei aquele número tão conhecido. Gritei muito com o atendente, quando ele me disse que não conseguiria chegar em menos de meia hora. Expliquei novamente o ocorrido, e dessa vez citei o Tocha Humana, como uma maneira de persuasão (valia tudo naquela hora!), e ele me falou que mandaria alguém o mais rápido possível.

Johnny voltou, com a expressão pálida no rosto. Perguntei o que aconteceu.

– Ela me disse que o motor do carro havia desligado do nada. Então, perderam o controle. Vou voltar para o hospital. Não estou tendo um pressentimento muito bom com tudo isso. Boto a minha mão no fogo apostando que Victor está por trás disso.

Eu teria rido da expressão "botar a mão no fogo" se a ocasião fosse outra. Não fazia sentido, sendo que ele era o Tocha Humana.

– Eu vou com você. — respondi

– Não. Pegue o carro e vá para sua casa. Fique segura lá, até eu ir te buscar.

Ele segurou meu rosto com sua mãos, e me beijou. Fiquei sem reação, pois não esperava isso. Queria, mas não esperava.

Ele me soltou e olhou fundo em meus olhos. Então, com o famoso grito "Em chamas", ele voou em direção ao hospital.

Notas finais
espero que tenham gostado!