Notas iniciais
Hey, pervertidas de plantão!!! Como estão??? Eu estou animada!!! Mil desculpas pela demora!!! Tenham uma boa leitura!!!

P.O.V Da Jade

Os bancos traseiros eram mais espaçosos e confortáveis, por isso decidimos que seria ali mesmo. Retirei os sapatos, levantei o vestido e tirei a calcinha, ele também já estava sem sapatos e despido da cintura para baixo.

O puxei pela camiseta e ele se encaixou entre minhas pernas. Nos beijamos, o gosto do Drink estava misturado ao seu hálito mentolado. Aquilo tornava o beijo mais gostoso.

Arranhei sua nuca e desamarrei seu cabelo, soltando os fios macios, acariciei as madeixas e as segurei com firmeza, puxando-as de leve. O moreno gemeu contra meus lábios, pressionando a ereção em mim.

Estar ali, no meu carro com ele tornava tudo mais intenso e excitante. Paramos o beijo, ambos respirando ofegantes.

Sua boca desceu para o meu pescoço, pendi a cabeça para o lado direito, dando total acesso, sentindo-o distribuir beijos molhados e chupadas. Eu sabia que ficaria marcas, mas eu não me importava com aquilo. O prazer era apenas o que importava.

O desejo corria como líquido em meu corpo, me aquecendo, fazendo-me estremecer de prazer e sempre querer mais. Minha pulsação estava acelerada, e o latejar entre minhas pernas apenas aumentava. Aquele homem sabia como me enlouquecer.

— Isso é muito excitante, não é mesmo? — Ergueu o corpo e segurou minha cintura.

— Aham, oh, vai logo... — Pedi em voz baixa.

— Hãn? O quê? — Colocou uma mão entre nós, segurando o membro, roçando a glande contra meu clitóris, me provocando.

— Você. Sabe. Pare. De. Me. Torturar. Mete. Logo. — Falei entre pausas.

O cretino abriu um sorrisinho sacana.

— Se sente torturada? — Pressionou a ereção contra a minha virilha.

— Cala boca e me foda de uma vez por todas. Eu odeio enrolação. — Aquilo estava me deixando sem paciência.

— Com força ou bem devagar? — Ele estava mesmo curtindo com a minha cara?

— Oliver, seu puto, se continuar enrolando, eu vou sair do carro, vou voltar para o Dokie e vou transar no banheiro com o primeiro que flertar comigo. — Avisei já ficando irritada.

— Ah, é? Você não vai porra nenhuma. — Afastou minhas pernas e colocou o pau já bastante ereto na minha entrada, se posicionando, e me invadiu com uma estocada forte.

Não doeu, eu estava bastante lubrificada e sensível, apenas gemi alto quando ele entrou com força, me dilatando.

Não era tão grosso, mas seu comprimento já compensava o bastante. Eu chutaria uns 18 cm de pura gostosura. Tê-lo dentro de mim era simplesmente delicioso.

Me abri ainda mais, recebendo-o por inteiro. Suas mãos estavam firmes em mim, uma em minha cintura e a outra em minha coxa esquerda, mantendo minha perna erguida.

Suas estocadas eram fundas, não tão rápidas, ele mantinha um rítmo gostoso de acordo com os movimentos dos meus quadris que tentavam acompanhar seu rítmo.

Nossos gemidos ecoavam no carro, se misturando. Nossos corpos se chocando, pele com pele, carne com carne, aquele atrito quase doloroso.

Cravei as unhas em suas costas por baixo de sua camiseta. Nossos gemidos abafavam o som dos nossos corpos se chocando. Suor já brotava de sua pele, suas costas estavam ficando úmidas, e já escorria pequenas gotas de suor por sua testa, alguns fios de seu cabelo acabaram grudando ali...

Oliver ondulou os quadris e gemeu completamente rouco, aumentando a velocidade das investidas.

— Vem comigo, vamos lá morena, goze junto comigo... — Enfiou bem fundo, apertando a coxa que ele ainda segurava.

Desci as unhas por sua pele lisa e molhada de suor, eu estava perto do orgasmo.

— Oh, continue metendo assim, estou quase lá. — Avisei.

O moreno ondulou os quadris de novo, estocou com mais força, o apertei, e agarrei seus cabelos úmidos, e chegamos ao ápice quase ao mesmo tempo.

O orgasmo foi intenso, me fez gritar e meu corpo todo sacudiu com os espasmos. E o Oliver desabou sobre mim pingando, sua camiseta estava grudada em seu corpo.

— Você nunca fica suada? — Sua voz saiu ainda mais grave e rouca.

— Não mesmo, talvez um dia você consiga me deixar pingando, mas por enquanto você apenas me deixa molhada lá embaixo... — Sorri, maliciosa, retirando os fios molhados que estavam grudados em sua testa.

[...]

No dia seguinte...

10 de Março, Sábado, 2018.

Levantei e me espreguicei, chequei as horas no relógio digital em cima da mesinha de cabeceira. Já se passava das 09h, olhei para o moreno adormecido na minha cama, coberto da cintura para baixo, seu peito subia e descia lentamente, sua boca estava entreaberta e ele roncava baixinho.

Fiquei com vontade de deitar de novo e voltar à dormir, eu estava nua e apenas o edredom cobria a sua nudez. Rumei para o banheiro e fiz minha higiene matinal, coloquei meu roupão e voltei para o quarto, onde o dorminhoco continuava na mesma posição, dormindo profundamente.

Comecei a me vestir, optei por colocar um top preto com alcinhas finas e uma boxer feminina da mesma cor, vesti um short cinza-claro de moletom e uma blusa azul-cobalto larguinha, ficando o mais confortável possível.

Não molhei o cabelo, apenas o desembaracei e o prendi, amarrando-o, fazendo um rabo de cavalo. Nada de maquiagem, eu usava maquiagem apenas para ir ao trabalho ou para sair, mas nada muito exagerado.

Saí do quarto e fui preparar o café da manhã, minha cozinha não era grande, mas era toda equipada. Vasculhei a geladeira após preparar o café na cafeteira nova, tinha queijo, presunto, salame e requeijão. Decidi fazer omelete com queijo, tinha pão de fôrma, geléia de framboesa e suco de caixinha.

"Nota mental: Preciso fazer a lista para as compras do mês."

Cortei o pão em várias fatias e montei um sanduíche de salame com requeijão. Enchi minha xícara e me sentei numa banqueta de frente para o balcão. Comi sem pressa alguma.

Oliver deu as caras quando eu estava lavando a louça, ele apareceu de cabelos úmidos, usando a mesma camiseta e uma das minhas calças de moletom da Puma que ficou um pouco curta e ele dobrou a transformando numa bermuda.

— Espero que não se importe. — Apontou para a bermuda improvisada.

— Não me importo. — Prendi o riso. Ele estava engraçado. — Com fome? — Perguntei e ele assentiu, sentando na cadeira e olhando para mesa. — O que gosta no café da manhã? — Indaguei.

— Panquecas com mel, Waffles, Croissants, pão francês com fatias de peito de peru, presunto, bolo, suco natural, gelatina, salada de fruta, pães integrais, ovos mexidos e tortinhas de morango. — Respondeu e não me surpreendeu nenhum pouco.

— Tem suco de caixinha, pão de fôrma, requeijão, queijo, salame e ovos. Agora se vira aí, se não quiser comer, pode ir embora de barriga vazia. — Falei enxugando as mãos.

— Vou querer ovos mexidos. — Disse abrindo um sorrisinho.

— Os ovos estão na geladeira, só não suja muito o meu fogão. — Avisei indo pegar uma frigideira.

— Você não vai preparar para mim? — Perguntou.

— Sério isso? Você sabe fritar um ovo, não me venha dizer que não sabe. — Sorri, debochada.

— Sei sim e cozinho melhor que você, eu não queria me gabar, morena, mas enfim... — Levantou sorrindo convencido e eu lhe entreguei a frigideira.

— Pode ficar à vontade, Sr. Mestre das panelas! — Ironizei.

— Obrigado. Com licença. — Foi até a geladeira e abriu a mesma.

— Essa eu quero ver. — Sentei numa banqueta e me apoiei na bancada.

Fui ao banheiro e quando cheguei lá vi a embalagem da minha escova nova em cima da pia e o frasco do meu enxaguante bucal fora do armário. Descartei a embalagem na lixeira, guardei o frasco, fiz xixi, lavei as mãos e voltei para a cozinha à tempo de vê-lo terminar de preparar os ovos mexidos.

Ele preparou ovos com tomate e salame, fez dois sanduíches de geléia, encheu uma xícara de café e se pôs a comer, devorou tudo e ainda lavou a louça e limpou o fogão.

— Nossa! — Exclamei surpresa olhando para o fogão que estava bem limpinho.

— Mereço um beijo, não acha? — Me agarrou pela cintura.

— Escove os dentes de novo e eu vou pensar no caso. — O empurrei.

— Deixa de frescura. — Me encurralou contra a mesa.

— Você é mesmo um atrevido, usou minha escova de dentes nova e até o meu enxaguante bucal. — Bati no peito dele.

— Queria o quê? Que eu usasse a escova que já está sendo usada? — Sorriu, sarcástico.

— Não. Mas você deveria ter pedido primeiro antes de mexer nas minhas coisas. — Falei.

— Desculpa, você tem razão. — Se afastou.

[...]

— Você já está toda molhadinha para mim? — Desceu meu short.

— Estou. — Estávamos na minha cama.

— Que bom. Vou te lamber todinha, você gosta, não é? — Sorriu, malicioso, me despindo da cintura para baixo.

Não respondi, apenas ergui a blusa e abri as pernas, ansiosa para sentir sua boca me dando prazer.

Ele já estava sem a camiseta e só de calça de moletom, e com o belo volume bem marcado por ele não estar usando cueca.

— Oh, assim... — Agarrei seus cabelos, puxando os fios sedosos.

Ele passou a língua por toda a minha intimidade, afastou meus lábios vaginais e começou a me chupar com volúpia.

Manteve as mãos acariciando e apertando minhas coxas, me mantendo bem exposta.

— Porra! — Exclamei e estremeci quando ele mordiscou meu clitóris e o sugou com força.

Interrompeu o sexo oral e levantou a cabeça, passando a língua pelos lábios.

— Gostosa. — Inseriu dois dedos de uma só vez.

Gemi e fechei os olhos, ele começou a movimentá-los, girando-os e enfiando bem fundo, me fazendo gemer cada vez mais.

Retirou os dedos devagar e caiu de boca novamente, deslizando a língua por minha abertura, penetrando-a em mim. O prazer inexplicável percorreu todo o meu corpo, minhas pernas tremeram e eu agarrei seu cabelo novamente, puxando os fios com força.

Ele girou a língua e a retirou voltando a estimular meu clitóris com longas lambidas repetitivas e mordidinhas de leve. A sensação era tão boa, deliciosa...

Não demorei muito para gozar na boca dele. O moreno fez questão de sugar tudinho. Foi mais um orgasmo gostoso entrando para a lista dos melhores orgasmos.

— Espero que não tenha ficado esgotada, eu ainda quero te fazer gozar de novo, com o meu pau dentro de você, é claro. — Deu tapinhas na minha coxa direita.

Meu corpo estava mole e minhas pernas estavam trêmulas.

— Claro que quer. — Minha voz saiu rouca e baixa. — Só um minuto. — Levantei um dedo. Eu precisava me recompor.

— Agora vira. — Me fez deitar de bruço. — Um dia eu ainda vou te foder bem aqui. — Bateu em minhas nádegas, antes de afastá-las. Arfei e impusionei meu corpo para frente. — E você vai acabar gostando... — Tirou as mãos dali e abriu minhas pernas.

— Só se for nos seus sonhos. — Ri, mas era um riso de nervoso. Acho que ele não percebeu.

— Agora fica de quatro e empina para mim. — Pediu passando a mão por minha intimidade para saber se eu estava molhada.

— Eu deixo você meter lá atrás, mas com uma condição... — Prendi o riso.

— Qual? — Perguntou e pelo tom parecia bem animadinho.

— Só se você me deixar usar meu vibrador novo em você. Nada mais justo, não acha? — Era brincadeira, mas fingi estar falando sério.

— Puta que pariu! — Me soltou e começou a rir.

A risada virou uma tremenda gargalhada. Saí da posição e sentei na cama rindo junto com ele.

— Ah, porra, olha o que você fez... — Ainda rindo apontou para o membro que não estava mais ereto.

Ri ainda mais vendo que ele havia brochado. E para zoar mais com ele, peguei o estojo onde tinha o vibrador que ganhei da Tori e mostrei para ele que se assustou.

O vibrador era rosa-escuro, tinha 20 cm e era um daqueles grossos.

— Puta merda! — Saiu da cama, seus olhos ficaram arregalados.

— Vai ficar só entre nós, eu prometo, podemos usar meu óleo corporal e eu vou meter devagar. — Falei fingindo ainda falar sério e o idiota acreditou.

— Você é louca? — Se afastou após pegar a camiseta e a calça.

— É brincadeira, bobão! — Não aguentei e caí na gargalhada.

[...]

— Dentro ou fora? — Suas investidas aumentaram.

— Tanto faz... — Apertei a colcha, começando a contrair em torno dele.

— Vou gozar dentro, então... — Apertou minha cintura. Deu uma mais estocada com força e se liberou. — Sei que gosta quando te encho de porra... — Disse com a voz muito rouca e eu deixei meu corpo desabar ao atingir o ápice, ele continuou em cima de mim, estremecendo tanto quanto eu por conta dos espasmos.

— Agora saia de cima de mim, Sr. Boca Suja. — Eu estava de bruço, seu peitoral estava roçando em minhas costas.

— Você gosta. — Mordiscou meu ombro. — Sua boceta sempre molha quando eu digo essas coisas... — Beijou meu pescoço. — Isso te excita... — Se retirou e saiu de cima de mim.

— Isso não é verdade. — Me virei, ficando de barriga para cima. — Palavras chulas não me excitam. — Menti.

— Me engana que eu gosto. — Sorriu e piscou. — Quer economizar água? — Saiu da cama.

— É sempre bom economizar, não é mesmo? — Sorri.

Tomamos banho. Claro que rolou algumas carícias e beijos, nada demais. Depois ele foi embora, troquei a colcha e as fronhas dos travesseiros, coloquei outras limpas e deitei na cama, cansada e sonolenta.

O Sr. Oliver realmente sabia como me deixar esgotada e saciada.

Notas finais
O que acharam do hot no carro??? Jade e Beck no apartamento dela... Hehehe Estão gostando do Sr. Boca Suja??? Gostaram dos momentos Bade??? West é uma sacana kkkkkkkkkk Quem aí acha que ela vai dar o que ele quer??? Até o próximo. Bjs