Burning Desire - Bade
15 Novos prazeres
Notas iniciais
No dia seguinte...
11 de Março, Domingo, 2018.
P.O.V Da Jade
Eu havia desligado meu celular, meu apartamento estava limpo e arrumado, a roupa suja estava na lavanderia e eu não estava com nenhum ânimo para sair. Naquele domingo, eu só queria ficar sozinha e sossegada, descansando em casa.
Fiz uma sobremesa de café, enchi uma taça e peguei algumas bolachas doces. Sentei no sofá, liguei a TV e fiquei ali vendo uma série qualquer que passava na TV à cabo.
Assim que terminei de saborear a minha deliciosa sobremesa, coloquei a taça vazia na mesinha de centro. Quando peguei o controle para mudar de canal, a campainha tocou.
Praguejei em voz baixa.
Decidi ficar na minha, eu não ia atender a porta. Mas a pessoa continuava insistindo, tocando a porra da campainha sem parar. Se fosse a Vega, eu com certeza iria esganar ela. Será que alguém não pode ter sossego apenas uma vez na vida?
Me levantei emputecida, preparada para mandar seja lá quem fosse ir embora e voltar outro dia, mas quando abri a porta dei de cara com o Sr. Oliver.
— Oi, vim em má hora? — Abriu um sorriso de fazer qualquer uma perder a compostura.
Seu olhar desceu por meu corpo, me secando descaradamente.
Ele estava segurando uma sacola de papel, e estava usando camiseta e bermuda jeans, seus cabelos estavam soltos com as pontas tocando os ombros.
— Pior é que veio, vai embora, eu não tô...
— Eu trouxe uma coisinha para você. — O cretino me interrompeu, levantando a sacola.
— O quê? — Perguntei entediada.
— Bolo de café com recheio de chocolate e cobertura de Capuccino. — Respondeu sorrindo.
Senti minha boca salivar.
— Entra logo! — O puxei pela camiseta.
Minutos depois...
— Você quer um pedaço? — Perguntei cortando uma generosa fatia.
— Não, obrigado. — Recusou.
Era um bolo redondo e mediano. Provei um pedacinho, aprovando. O sabor era divino. Muito bom mesmo. Fechei os olhos, gemendo de satisfação, aquele bolo era muito saboroso.
— Pelo visto, gostou. — Comentou.
Terminei de engulir e abri os olhos.
— Amei. Onde você comprou? — Perguntei.
— Encontrei a receita na internet, comprei os ingredientes e fiz. — Falou com naturalidade.
— Mentira! É sério? — Indaguei impressionada.
— Super sério. — Assentiu. — Aprovado? — Perguntou.
— Com certeza. Muito gostoso. — Afirmei.
— Que bom que gostou, fiz especialmente para você. — Abriu mais um daqueles sorrisos de tirar o fôlego.
— Ah, é? Você merece um agradinho, então... — Passei a língua lentamente por meu lábio inferior.
[...]
Desci sua bermuda junto com a boxer branca, seu pau saltou ereto, me ajoelhei e o peguei espalhando o pré-gozo por sua glande. O acariciei antes de colocá-lo na boca.
O suguei devagar, rodeando a língua por ali.
— Ah, assim, isso, me chupa bem gostoso... — Segurou minha cabeça.
Massageei suas bolas que já estavam ficando inchadas, tirei seu membro da boca e deslizei a língua por seu comprimento antes de voltar à chupá-lo.
— Oh, até onde consegue engulir? — Perguntou agarrando meu cabelo.
Chupei sua glande sentindo o gosto de seu pré-gozo e relaxei a garganta, segurei suas coxas deixando ele estocar em minha boca. Apertei suas coxas, sentindo seu membro ir bem fundo, ele se retirou para eu poder tomar fôlego...
— Quer me fazer engasgar? — Peguei seu pau de novo.
— Ainda não... — Sorriu sacana.
Voltei à chupá-lo, engulindo-o até onde eu conseguia enquanto massageava suas bolas.
Ele não demorou muito para gozar em minha boca, e claro, eu enguli tudinho, eu já estava acostumada com o gosto dele.
— Nós não vamos transar na bancada ou na mesa. — Avisei.
— Então, vamos para o sofá? — Sugeriu.
— Vamos. — Assenti, saímos da cozinha e fomos para a sala.
O empurrei para o sofá e subi nele, sentando em seu colo. Começamos a nos beijar. Suas mãos afoitas percorriam o meu corpo, apalpando, apertando, acariciando-me...
Mordi e suguei seu lábio inferior, lhe arrancando um gemido abafado. Paramos o beijo.
Tirei minha regata, eu estava usando um sutiã azul-escuro. Subi sua camiseta, expondo sua pele morena, arranhei seu tórax.
O fecho do meu sutiã era frontal, O Oliver o abriu com rapidez. Eu mesma me livrei daquela peça e ergui o corpo, desaboteei meu short, saí de cima dele para terminar de me despir, o moreno se livrou da bermuda e da cueca.
— Topa uma 69? — Me puxou para cima dele de novo.
— Claro, por quê não? — Aquilo ia ser interessante.
Me posicionei, ficando por cima.
— Sempre molhadinha... — Me acariciou.
Abocanhei seu pau abafando um gemido ao sentir sua boca, seus dedos me abriram para dar espaço para a sua língua, parei de chupá-lo e gemi alto sentindo ele mergulhar a língua em mim.
— Oh, porra... — Estremeci de prazer.
Sua boca me devorava com gosto, me deixando ainda mais molhada... Era uma delícia sentir sua língua deslizando por minha abertura.
[...]
Acabei gozando na boca dele, ele também gozou na minha, não me importei em 'limpá-lo', eu não poderia desperdiçar nenhuma gotinha, não é?
— Tô com sede. — Saí de cima dele, o gosto dele estava em cada cantinho da minha boca.
Ele sentou no sofá e eu fui para a cozinha. Tomei água, eu realmente estava com muita sede.
— Vamos para o meu quarto? — O chamei assim que retornei à sala.
Assim que chegamos ao meu quarto, Oliver foi logo me empurrando para a cama. Agarrei sua nuca e iniciamos mais um beijo longo.
— Quero ficar por cima. — Avisei ofegante quando paramos o beijo.
Mudamos de posições, montei nele e arranhei seu peitoral. Me curvei voltando a beijá-lo. Suas mãos se firmaram em minha cintura.
O ar nos faltou e encerramos o beijo mais uma vez. O moreno já estava ficando ereto abaixo de mim. Virei seu rosto e deslizei a língua por seu pescoço.
Gemi quando ele me penetrou um dedo, sua mão direita estava por baixo de mim. Retirou o dedo devagar.
— Chupa! — Pediu levantando o dedo indicador e o do meio.
Me ajeitei sobre seu tórax, abri a boca, Oliver enfiou os dois dedos de uma vez.
— Isso! Chupa bastante, morena. — Me incentivou.
[...]
— Apenas relaxa... — Pressionou um dos dedos lubrificados na minha entrada anal.
Estremeci com o contato inesperado. Tentei relaxar com suas carícias. Arfei quando ele forçou o dedo, soltei um gemido quando ele foi me dilatando, fui relaxando...
Cravei as unhas em seus ombros, seu dedo deslizou devagar me invadindo.
— Está doendo? — Perguntou empurrando o dedo me fazendo arfar numa mistura de prazer inexplicável e um pouquinho de dor...
— Oh, tira... — Ofeguei.
— Calma. Relaxa... — Retirou o dedo devagar.
— Me lubrifica direito e tenta de novo... — Pedi.
Aquilo tudo havia me excitado, Oliver aproveitou que eu estava toda encharcada, meu clitóris latejava... Usou meus fluídos para me lubrificar bastante...
Já estava um pouco mais relaxada e deixei ele usar o dedo para me estimular por 'trás'. Fui me dilatando aos poucos até aceitar seu dedo médio, o incômodo virou prazer e eu tive um orgasmo apenas sendo estimulada por 'trás'...
— Gostou? — Perguntou acariciando minhas nádegas.
— Não foi tão ruim... — Falei um pouco ofegante. — Uma hora você se acostuma, vamos com calma... — Sorriu.
Eu tinha acabado de descobrir novos prazeres...
— Agora fica por cima... — Minhas pernas ainda estavam trêmulas.
— Claro. Já fodi a sua bunda usando os dedos e você gostou, e agora vou comer a sua boceta toda encharcadinha do jeito que eu gosto... — Sorriu, malicioso.
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