Notas iniciais
Hey!!! Como estão minhas leitoras pervertidas??? Esse capítulo ficou pequeno, mas eu só estou postando para não deixar vocês no vácuo, hoje tive pouco tempo para escrever, vou recompensar no próximo. Boa leitura!!!

No dia seguinte...

11 de Março, Domingo, 2018.

P.O.V Da Jade

Eu havia desligado meu celular, meu apartamento estava limpo e arrumado, a roupa suja estava na lavanderia e eu não estava com nenhum ânimo para sair. Naquele domingo, eu só queria ficar sozinha e sossegada, descansando em casa.

Fiz uma sobremesa de café, enchi uma taça e peguei algumas bolachas doces. Sentei no sofá, liguei a TV e fiquei ali vendo uma série qualquer que passava na TV à cabo.

Assim que terminei de saborear a minha deliciosa sobremesa, coloquei a taça vazia na mesinha de centro. Quando peguei o controle para mudar de canal, a campainha tocou.

Praguejei em voz baixa.

Decidi ficar na minha, eu não ia atender a porta. Mas a pessoa continuava insistindo, tocando a porra da campainha sem parar. Se fosse a Vega, eu com certeza iria esganar ela. Será que alguém não pode ter sossego apenas uma vez na vida?

Me levantei emputecida, preparada para mandar seja lá quem fosse ir embora e voltar outro dia, mas quando abri a porta dei de cara com o Sr. Oliver.

— Oi, vim em má hora? — Abriu um sorriso de fazer qualquer uma perder a compostura.

Seu olhar desceu por meu corpo, me secando descaradamente.

Ele estava segurando uma sacola de papel, e estava usando camiseta e bermuda jeans, seus cabelos estavam soltos com as pontas tocando os ombros.

— Pior é que veio, vai embora, eu não tô...

— Eu trouxe uma coisinha para você. — O cretino me interrompeu, levantando a sacola.

— O quê? — Perguntei entediada.

— Bolo de café com recheio de chocolate e cobertura de Capuccino. — Respondeu sorrindo.

Senti minha boca salivar.

— Entra logo! — O puxei pela camiseta.

Minutos depois...

— Você quer um pedaço? — Perguntei cortando uma generosa fatia.

— Não, obrigado. — Recusou.

Era um bolo redondo e mediano. Provei um pedacinho, aprovando. O sabor era divino. Muito bom mesmo. Fechei os olhos, gemendo de satisfação, aquele bolo era muito saboroso.

— Pelo visto, gostou. — Comentou.

Terminei de engulir e abri os olhos.

— Amei. Onde você comprou? — Perguntei.

— Encontrei a receita na internet, comprei os ingredientes e fiz. — Falou com naturalidade.

— Mentira! É sério? — Indaguei impressionada.

— Super sério. — Assentiu. — Aprovado? — Perguntou.

— Com certeza. Muito gostoso. — Afirmei.

— Que bom que gostou, fiz especialmente para você. — Abriu mais um daqueles sorrisos de tirar o fôlego.

— Ah, é? Você merece um agradinho, então... — Passei a língua lentamente por meu lábio inferior.

[...]

Desci sua bermuda junto com a boxer branca, seu pau saltou ereto, me ajoelhei e o peguei espalhando o pré-gozo por sua glande. O acariciei antes de colocá-lo na boca.

O suguei devagar, rodeando a língua por ali.

— Ah, assim, isso, me chupa bem gostoso... — Segurou minha cabeça.

Massageei suas bolas que já estavam ficando inchadas, tirei seu membro da boca e deslizei a língua por seu comprimento antes de voltar à chupá-lo.

— Oh, até onde consegue engulir? — Perguntou agarrando meu cabelo.

Chupei sua glande sentindo o gosto de seu pré-gozo e relaxei a garganta, segurei suas coxas deixando ele estocar em minha boca. Apertei suas coxas, sentindo seu membro ir bem fundo, ele se retirou para eu poder tomar fôlego...

— Quer me fazer engasgar? — Peguei seu pau de novo.

— Ainda não... — Sorriu sacana.

Voltei à chupá-lo, engulindo-o até onde eu conseguia enquanto massageava suas bolas.

Ele não demorou muito para gozar em minha boca, e claro, eu enguli tudinho, eu já estava acostumada com o gosto dele.

— Nós não vamos transar na bancada ou na mesa. — Avisei.

— Então, vamos para o sofá? — Sugeriu.

— Vamos. — Assenti, saímos da cozinha e fomos para a sala.

O empurrei para o sofá e subi nele, sentando em seu colo. Começamos a nos beijar. Suas mãos afoitas percorriam o meu corpo, apalpando, apertando, acariciando-me...

Mordi e suguei seu lábio inferior, lhe arrancando um gemido abafado. Paramos o beijo.

Tirei minha regata, eu estava usando um sutiã azul-escuro. Subi sua camiseta, expondo sua pele morena, arranhei seu tórax.

O fecho do meu sutiã era frontal, O Oliver o abriu com rapidez. Eu mesma me livrei daquela peça e ergui o corpo, desaboteei meu short, saí de cima dele para terminar de me despir, o moreno se livrou da bermuda e da cueca.

— Topa uma 69? — Me puxou para cima dele de novo.

— Claro, por quê não? — Aquilo ia ser interessante.

Me posicionei, ficando por cima.

— Sempre molhadinha... — Me acariciou.

Abocanhei seu pau abafando um gemido ao sentir sua boca, seus dedos me abriram para dar espaço para a sua língua, parei de chupá-lo e gemi alto sentindo ele mergulhar a língua em mim.

— Oh, porra... — Estremeci de prazer.

Sua boca me devorava com gosto, me deixando ainda mais molhada... Era uma delícia sentir sua língua deslizando por minha abertura.

[...]

Acabei gozando na boca dele, ele também gozou na minha, não me importei em 'limpá-lo', eu não poderia desperdiçar nenhuma gotinha, não é?

— Tô com sede. — Saí de cima dele, o gosto dele estava em cada cantinho da minha boca.

Ele sentou no sofá e eu fui para a cozinha. Tomei água, eu realmente estava com muita sede.

— Vamos para o meu quarto? — O chamei assim que retornei à sala.

Assim que chegamos ao meu quarto, Oliver foi logo me empurrando para a cama. Agarrei sua nuca e iniciamos mais um beijo longo.

— Quero ficar por cima. — Avisei ofegante quando paramos o beijo.

Mudamos de posições, montei nele e arranhei seu peitoral. Me curvei voltando a beijá-lo. Suas mãos se firmaram em minha cintura.

O ar nos faltou e encerramos o beijo mais uma vez. O moreno já estava ficando ereto abaixo de mim. Virei seu rosto e deslizei a língua por seu pescoço.

Gemi quando ele me penetrou um dedo, sua mão direita estava por baixo de mim. Retirou o dedo devagar.

— Chupa! — Pediu levantando o dedo indicador e o do meio.

Me ajeitei sobre seu tórax, abri a boca, Oliver enfiou os dois dedos de uma vez.

— Isso! Chupa bastante, morena. — Me incentivou.

[...]

— Apenas relaxa... — Pressionou um dos dedos lubrificados na minha entrada anal.

Estremeci com o contato inesperado. Tentei relaxar com suas carícias. Arfei quando ele forçou o dedo, soltei um gemido quando ele foi me dilatando, fui relaxando...

Cravei as unhas em seus ombros, seu dedo deslizou devagar me invadindo.

— Está doendo? — Perguntou empurrando o dedo me fazendo arfar numa mistura de prazer inexplicável e um pouquinho de dor...

— Oh, tira... — Ofeguei.

— Calma. Relaxa... — Retirou o dedo devagar.

— Me lubrifica direito e tenta de novo... — Pedi.

Aquilo tudo havia me excitado, Oliver aproveitou que eu estava toda encharcada, meu clitóris latejava... Usou meus fluídos para me lubrificar bastante...

Já estava um pouco mais relaxada e deixei ele usar o dedo para me estimular por 'trás'. Fui me dilatando aos poucos até aceitar seu dedo médio, o incômodo virou prazer e eu tive um orgasmo apenas sendo estimulada por 'trás'...

— Gostou? — Perguntou acariciando minhas nádegas.

— Não foi tão ruim... — Falei um pouco ofegante. — Uma hora você se acostuma, vamos com calma... — Sorriu.

Eu tinha acabado de descobrir novos prazeres...

— Agora fica por cima... — Minhas pernas ainda estavam trêmulas.

— Claro. Já fodi a sua bunda usando os dedos e você gostou, e agora vou comer a sua boceta toda encharcadinha do jeito que eu gosto... — Sorriu, malicioso.

Notas finais
Então, curtiram o capítulo de hoje??? Jade resolveu deixar rolar e descobriu novos prazeres hehehehe Querem o ponto de vista dele também??? Bjs e até o próximo.