Notas iniciais
Estou muito feliz, sabem por quê? Porque BD ganhou mais uma recomendação. Giovana, muito obrigada. Eu pirei com tudo que você escreveu. Amei sua recomendação. Valeu mesmo!!! Me deixou mega feliz e motivada. Vou preparar um capítulo maior e especial para dedicar a você. Gente, eu sei, sei que o capítulo ficou pequeno, mas vou compensar no próximo, blz? E esse tem mais Hots é claro. Ps: Vocês sabem, a fic é Hentai, é um romance erótico, tem cenas de sexo detalhadas e palavreados de baixo calão. Só leiam se quiserem, depois nem venham criticar e tals. Eu não chamo palavrões, mas os escrevo em minhas Fics. Já estão avisados! Já posso classificar para +18? Todos marcaram essa opção no Controle Parental? Porque se não, não poderão mais acessar a Fic. Boa leitura!!!

P.O.V Da Jade

— Você tem um belo corpo, sabia? Todas essas curvas deixam qualquer um louco. Gosto muito de morenas e você é o tipo de mulher irresistível... — Voltou a abrir minhas pernas. — Me fala sobre o que gosta na hora do sexo... — Começou a me tocar, estimulando meu clitóris.

— Gosto de preliminares... Ah, não pare... — Pedi quando ele parou de me acariciar. — De um bom sexo oral como deve ter percebido... — Soltei outro gemido quando ele me penetrou um dedo, eu estava super sensível após o orgasmo.

— O que mais? — Girou o dedo e inseriu outro.

— Também gosto de dar prazer... — Estremeci sentindo seus dedos entrando mais fundo.

— Seja específica... Gosta de ficar por cima? Chupar? De levar tapinhas? — Retirou os dedos e os chupou com vontade.

— Nunca apanhei na hora do sexo. — Falei sentando na cama, o latejar entre minhas pernas apenas aumentava.

— Gosta de puxões de cabelo? — Indagou enquanto se masturbava, me encarando.

— Gosto. — Senti meu rosto esquentar.

— Agora vem aqui e encaixa essa boceta apertada no meu pau. Quero saber se sabe rebolar bem gostoso. — Sorriu, malicioso.

Ele estava sentado, com as costas apoiadas na cabeceira. Me aproximei olhando para o seu membro que estava ereto, pronto para entrar em mim.

— Você está toda encharcada, mas continua apertada pra caralho... — Agarrou minha cintura quando me ajeitei sobre ele, sentando e deslizando devagar. Gemi sentido seu membro me preencher por inteira. — Isso, gostosa, geme mais... — Bateu na minha bunda com força.

Trinquei os dentes, o tapa foi dolorido e ardeu muito.

— Gostou? — Massageou o local e eu comecei a me movimentar.

— Bate de novo... — Rebolei fazendo ele gemer e apertar minha cintura.

Sua mão se chocou de novo contra minha nádega direita. O estalo soou alto. A dor era boa.

— Você é boa nisso! Porra! Você sabe como enlouquecer um homem. Oh, mais rápido... — Tombou a cabeça e me deixou no total comando.

Agarrei seus ombros e aumentei a velocidade. Subindo e descendo, rebolando, fazendo nossos corpos se chocarem, a cama mover abaixo de nós... Nossos gemidos e o barulho do seu colchão ecoavam pelo quarto.

Suas mãos foram para os meus seios, apertando e beliscando meus mamilos, me causando mais dor... A dor era boa e prazerosa. Eu nunca havia sentido nada igual.

Soltei um palavrão, arqueei e joguei a cabeça para trás, gemendo alto. Tremores e a moleza tomaram conta do meu corpo. O prazer escorreu como líquido por entre minhas pernas... Uma das melhores sensações do mundo.

Ele mudou nossas posições, me fazendo deitar na cama, com ele ainda dentro de mim... Estocou uma, duas, três, quatro vezes e por fim se liberou, me enchendo com seu gozo... Desabou suado e cansado, deitando a cabeça sobre meus seios.

— Morena, você sabe como trepar... Sabe rebolar bem gostoso! — Deu tapinhas na minha coxa esquerda.

— Eu sei disso... — Ri, com meu ego aumentado.

[...]

— Você é insaciável. — Falei impressionada com o 'fogo' daquele homem.

— É bom fazer sexo durante o banho, vai me dizer que não gosta? — Riu sacana e ligou o chuveiro.

— Nunca fiz... — Mordi o lábio inferior quando ele me puxou, colando nossos corpos.

A água estava numa temperatura ótima.

— Sempre tem uma primeira vez... — Roçou nossos lábios.

Deslizei a língua por aqueles lábios finos e macios, querendo aprofundar o beijo. Fui prensada contra a parede.

Nos beijamos com volúpia. O filho da mãe me deixou excitada apenas com um beijo.

Quando paramos o beijo, ele me virou, me deixando de costas para ele... Deslizou os dedos entre minhas coxas, abri as pernas...

— Pronta para ser fodida de novo, que delícia... — Sussurrou em meu ouvido. — Agora empina que eu vou te comer nessa posição, você quer? — Enfiou dois dedos.

— Ah, quero... — Gemi e fiz o que ele pediu sem pensar duas vezes.

Apoiei as mãos contra os azulejos. Ele me penetrou devagar. Estava tão duro, pulsante... Segurou minha cintura com firmeza.

— Você está apertando meu pau, lambuzando ele todo... Agora vou te foder com força, será que você aguenta? — Mordiscou meu lóbulo.

— Claro que sim. — Rebolei, louca para sentí-lo me possuindo daquele jeito. — Por quê não começa logo? — Perguntei, impaciente.

— Se prepara, hoje você vai sair daqui dolorida. — Avisou.

Iniciou as investidas.

Ele me fez gemer enlouquecida, soltar palavrões e xingamentos, quanto mais eu gemia, mais ele metia com força...

— Seu puto, está me... Ahhh. Oh, eu acho que... Porra! — Eu estava sendo esmagada contra os azulejos frios.

Nossos corpos se chocavam causando um certo atrito. Sexo selvagem. Era exatamente o que estávamos fazendo naquele banheiro.

[...]

— Consegue andar? — Riu debochado.

— Consigo. Para de rir, isso não tem graça. — Joguei a toalha embolada na cara dele que riu ainda mais se divertindo.

Comecei a me vestir. Fiz caretas na hora de me abaixar e sentar na cama para colocar os sapatos.

Dolorida e ardida, foi assim que fiquei por conta daquela transa intensa.

— Estou com uma puta vontade de botar sua calcinha para o lado e meter de novo em você. Nem precisamos tirar sua saia, e você fica tão sexy com esses saltos... — Disse lambendo o lábio inferior.

— Sério isso? Você não cansa? — O olhei, incrédula.

— Sempre vou querer mais, morena. Quêm mandou ser tão gostosa? — Sorriu, malicioso.

Levantei e me aproximei, alisando seu peito.

— Beck... — Eu gostava de seu apelido. — Você é muito pervertido. — Deslizei as unhas em seu peitoral lisinho.

— Você também é uma pervertida. — Desceu as mãos para minha bunda. — Sei que está dolorida... — Sorriu, satisfeito. — Você pratica anal? — Que pergunta descarada era aquela?.

— Não. — Respondi um tanto ofendida.

— Nunca fez? — Se surpreendeu, neguei balançando a cabeça. — Então, vou ser o primeiro. — Ele estava louco?

— Vai sonhando, querido! — Retirei suas mãos que apalpavam minhas nádegas.

Me afastei caminhando para a porta do quarto. Ele me seguiu, saimos do cômodo e o moreno me levou até a porta principal.

— Gosto de vermelho. — Soltou uma dica.

— Até amanhã, Oliver! — Me despedi.

— Até, linda! — Oh, Deus, aquele sotaque canadense.

Fui para casa já com sua dica em mente.

Se ele queria me ver de lingerie vermelha, ele iria me ter de lingerie vermelha. E eu tinha uma novinha para ser estreada.

Notas finais
Só duas pessoas estão comentando. Cadê o resto dos leitores??? Apareçam, deixem de ser leitores fantasmas rsrsrs Seus dedinhos não vão cair. Amo responder comentários e saber o que estão achando. Bjs