Broken Lines

49 Capítulo 49


Notas iniciais
Então meus negos tudo bom? Enfim, to postando isso no domingo, sim no domingo, porque a partir de hoje, todas as postagens serão aos domingos. " Mas nossa você não aqueta o cu com o dia da postagem... e mimimimimi" To passando as postagens pra domingo pois, eu tenho uma vida bem corrida, tipo são silvestre, e agora, grassas a deols, eu consegui uma beta e ela só tem tempo disponível aos sábados, então por isso que as postagens foram postas aos domingos a partir dessa data, valeu gatosos? E em relação após esse capítulo aqui, sem previa de quando sair o outro '-' Porque eu tenho que arrumar umas ideias e tá tenso arrumar tempo. Sem mais delongas, vamos lá. E comentem em pragas u-u

Se o paraíso for branco, com luzes brancas e um cheiro interminável de materiais injeteis descartáveis, então tenha certeza, o céu não cheira bem.

Abri meus olhos, luzes brancas passavam por minha vista,uma parte de minha cabeça molhada com um liquido gosmento, levei minha mão até o local e vi enquanto eu ouvia pessoas gritando instruções uma as outras. Minha visão estava turva e eu podia sentir que se tratava de sangue. Olhei para as pessoas ao meu lado tentando enxerga-las, mas não adiantava nada, minha visão ficava turva novamente.

– Perseu, fique acordado. – disse um homem do meu lado.

– Eu estou tentando, mas eu estou com sono. – Disse sonolento.

E isso foi à conta para que meus olhos se fechassem e eu adormecesse.

~Uma semana depois~

Acordei sentindo minha cabeça latejando. Abri meus olhos e percebi que estava em um hospital, Thalia estava sentada ao meu lado, dormindo na poltrona do acompanhante. Levantei minhas mãos e vi que eu estava preso a vários aparelhos. Joguei minhas pernas para o lado da cama tentando sustentar meu peso, mas eu ficava tonto com o esforço e não estava adiantando nada.

– O que você está fazendo cabeça de alga? Mal acordou e já quer fazer merda? – disse Thalia me olhando. – Fiquei preocupada com vocês. – disse me olhando fraternalmente.

– Nico, onde está o Nico? – perguntei nervoso.

– Bem, eu não posso falar sobre isso agora. – disse Thalia olhando para seus pés deixando algumas lágrimas rolarem por sua face.

– Thalia, ou você me diz onde o Nico está ou eu vou descobrir sozinho!

– Percy, eu não posso falar, já disse.

A ira me consumia, meti a mão nas agulhas que estavam em meu braço removendo-as dali o mais rápido o possível, sai correndo e cambaleando do quarto, travei a porta pelo lado de fora enquanto Thalia tentava vir atrás de min. Escorria sangue pelo meu braço pela remoção imediata das agulhas, caminhei segurando-o enquanto procurava a recepção. Por onde eu passava todos me olhavam por conta do braço e do roupão que deixava meus glúteos a mostra, mas não isso não era importante agora. Com muito esforço cheguei onde queria e atrás do balcão se encontrava uma mulher ruiva que logo me olhou.

–Ai meu deus! Enfermagem! Venha aqui rápido! — Gritou para alguns técnicos de enfermagem que li se encontravam.

– Eu só quero saber qual é o quarto do meu irmão. – Disse exasperado e arfando.

– Não antes de a enfermagem chegar aqui! – disse a mulher teimando a me ouvir e me dar a informação necessária

– Você quer, por favor, me dizer onde fica a porra do quarto do meu irmão? – gritei fazendo com que todos me olhassem e deixando a mulher nervosa.

– Senhor, eu não posso... – respondeu nervosa.

– Além de se mostrar mal informada também é incompetente, que maravilha. Me dá licença! — Invadi o balcão e digitei o nome do Nico na barra de pesquisa mostrando-me o quarto que ele estava. – Muito obrigado por nada.

Resolvi subir pelas escadas depois de ouvir a voz de Thalia vindo dos elevadores. Cheguei ao quarto andar do maldito prédio e segui para o quarto trezentos e nove. Entrei no quarto e Nico estava deitado inconsciente enquanto minha mãe estava adormecida ao seu lado, mas ela logo despertou quando entrei no quarto.

– Percy, o que você faz aqui? Olha esse braço! – disse alarmada e exalando preocupação.

– Está tudo bem comigo. Nico está bem? O que aconteceu com ele? — perguntei.

– Bem isso eu que tenho que dizer a você. Vimos vocês sendo perseguidos pela Annabeth, mas não sabemos o que aconteceu depois. Quando ficamos sabendo, nós disseram que vocês foram encontrados na enseada, você e Nico estavam respirando e entrando em um quadro de hipotermia, porém vivos.

Olhei para cama em minha frente e vi que o cabelo de Nico havia crescido até a altura dos seus olhos.

– flashback on -

O peitoril da ponte cedeu e o carro de Nico despencou. Pude ouvir seus soluços e quanto mais caíamos, mais lentamente as coisas aconteciam, quando colidimos com a água Nico havia batido a cabeça do vidro fazendo com que ele ficasse inconsciente. Soltei meu sinto de segurança e o de Nico e nadei para a superfície o carregando, meu braço doía assim como minha cabeça. Estávamos no meio do rio, nadei o mais rápido que podia até que a corrente começou a me carregar.

– Nico, acorda Nico.

Nico estava jogado em meus braços completamente inconsciente, mas respirando. A correnteza me arrastava porem eu tinha que lutar contra a mesma pelo nosso bem. Os músculos de meus braços e pernas já estavam cansados, faltavam somente alguns metros para chegarmos à enseada, forçava meu corpo exausto a se deslocar um pouco mais para frente, tentando manter a minha vida e a vida de Nico a salvo.

Bastou somente eu conseguir chegar a enseada que meu corpo falhou e logo perdi a consciência

– Flashback off -

Contei o que havia acontecido a minha mãe e ela começou a chorar até que Thalia e a equipe de enfermagem invadiram o quarto.

– Percy você é louco? – Thalia começou a gritar comigo.

– Mãe, o Nico vai ficar bem? – perguntei ignorando umaThalia irritada do meu lado.

– Não sei, Percy, não sei. – disse minha mãe tremula.

– Perseu Jackson, não me ignore! – gritou Thalia transtornada novamente.

– Foda-se você e a enfermagem, eu estou preocupado com nosso irmão. Agora me deixe quieto e cale a boca.

– Agora! — gritou Thalia enquanto dois enfermeiros brutamontes me agarravam e me imobilizavam.

– Mas o que? — Perguntei perplexo pela situação tentando me soltar dos brutamontes.

– Desculpa Percy, mas momentos desesperados pedem medidas desesperadas. — disse Thalia quando finalmente adormeci.

Depois de algum tempo acordei no mesmo quarto, olhei para o lado e Thalia me observava com uma ira nítida em seus olhos.

– Se você tentar fazer qualquer coisa eu te mando pro inferno pra visitar a Annabeth, e eu falo serio. – disse com autoridade em sua voz.

– Como assim pro inferno? – Olhei confuso pra mesma até que ela começou a massagear suas têmporas. Um nítido sinal de irritação.

– Annabeth se matou depois que vocês dois cariam da ponte, a policia disse que ela ficou rindo enquanto olhava para baixo e que depois começou a chorar como uma louca e colocou uma bala na sua cabeça. – disse seria.

– Isso tem quanto tempo? Na verdade eu estou dormindo há quanto tempo? — disse calmo olhando para Thalia que devolvia com um olhar pesaroso.

– Você uns quatro dias.

– E o Nico?

– Talvez, só Deus saiba.

Notas finais
COMENTEM OOKAY!!!