Broken Innocence
4 Adoption and jobs!
Notas iniciais
(MUSICA TEMA DO CAPITULO É A SNUFF DO SLIPKNOT - http://www.youtube.com/watch?v=kgN5iBFI-PY)
Mais um capitulo para vocês se deliciarem.
Vou ver se já posto outro hoje. Agora eu só vou postar de noite pq to trampando, então fica mais complicado pra mim.
Espero que gostem!
E a ganhadora do selinho do Zacky V. sou euuuu õ/...
LOL
Mentira foi a MayShadows que ganhou, mimimimi T.T
E quem ganhou a mordidinha do Jojo no pescoço foi a Miwa_Mazur, e só pq a Samy fez birra vou deixar ela escolher o que quiser de qualquer um deles.
rsrs'
Capitulo dedicado a todas vcs suas fodas que sempre marcam presença nos reviews...
BOA LEITURA.
Um mês se passou e Anna voltou para casa, à primeira coisa que fez quando viu sua mãe foi perguntar se havia chegado correspondência. Marie disse que não, nada, estava mentindo.
Anna subiu triste e se enfiou no quarto.
Zacky estava com raiva, já era para ter tido uma resposta, mais nada chegou até ele, desistiu por completo de mandar qualquer coisa.
"Bury all your secrets in my skin
(Enterre todos os seus segredos na minha pele)
Come away with innocence,
(Desapareça com inocência)
And leave me with my sins
(E me deixe com os meus pecados)
The air around me still feels like a cage
(O ar ao meu redor ainda me parece como uma gaiola)
And love is just a camouflage for what resembles rage again...
(E o amor é só uma camuflagem para o que parece ser raiva de novo)
Anna todos os dias conferia a caixa de correspondências, e nunca tinha nada lá. Zacky Fazia a mesma coisa.
So if you love me, let me go.
(Então se você me ama, deixe-me ir.)
And run away before I know.
(E corra para longe antes que eu perceba.)
My heart is just too dark to care.
(Meu coração está negro demais para se importar.)
I can't destroy what isn't there.
(Não posso destruir o que não está lá.)
Deliver me into my fate -
(Me entregue para dentro do meu destino -)
If I'm alone I cannot hate
(Se estou só, não posso odiar)
I don't deserve to have you...
(Eu não mereço ter você...)
My smile was taken long ago
(Meu sorriso foi tomado há muito tempo atrás)
If I can change I hope I never know
(Se eu posso mudar, Eu espero que eu nunca saiba)
Anna ficou com raiva. Imaginou que Zacky já havia a esquecido e arrumado outra qualquer. E Zacky pensava que ela não dava a minima para ele, pressionou uma das cartas que ela havia mandado para ele no seu aniversário de oito anos, quando ela tinha cinco, era uma carta com um desenho dele e um dela.
I still press your letters to my lips
(Eu ainda aperto suas cartas aos meus lábios)
And cherish them in parts,
(E as mantenho em partes)
Of me that savor every kiss
(De mim, partes que aproveitaram cada beijo)
I couldn't face a life without your light
(Eu não pude encarar a vida sem a sua luz)
But all of that was ripped apart...
(Mas tudo isso foi tirado...)
When you refused to fight
(quando você recusou a lutar)
(3 anos depois)
Anna esperou, esperou três anos por uma carta de Zacky, e ele o mesmo. Mas um dia as esperanças somem. Ambos desistiram um do outro.
So save your breath, I will not hear.
(Então guarde o seu fôlego, eu não irei escutar.)
I think I made it very clear.
(Eu acho que fiz tudo muito claro.)
You couldn't hate enough to love.
(Você não poderia odiar o suficiente para amar.)
Is that supposed to be enough?
(Isso era para ser o suficiente?)
I only wish you weren't my friend.
(E só desejo que você não fosse minha amiga.)
Then I could hurt you in the end.
(assim eu poderia te machucar no final.)
I never claimed to be a saint...
(Eu nunca clamei para ser Santo...)
My own was banished long ago
(Meu interior foi banido tempos atrás)
It took the death of hope to let you go
(Isso custou a Morte da Esperança para deixar você ir)
So break yourself against my stones
(Então se quebre contra as minhas pedras)
And spit your pity in my soul
(E cuspa sua empatia na minha alma)
You never needed any help
(Você nunca precisou de nenhuma ajuda)
You sold me out to save yourself
(Você me vendeu por inteiro para se salvar)
And I won't listen to your shame
(E eu não escutarei a sua vergonha)
You ran away — you're all the same
(Você fugiu como os outros)
Angels lie to keep control...
(Anjos mentem para manter o controle...)
My love was punished long ago
(Meu amor foi punido tempos atrás)
If you still care, don't ever let me know
(Se você ainda se importa, nunca me deixe saber)
If you still care, don't ever let me know...
(Se você ainda se importa, nunca me deixe saber...)
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Anna já estava com dezoito anos, e seu casamento marcado, seria daqui uma semana. Já estava com tudo pronto para fugir, não iria pensar duas vezes, essa noite seguiria para HB, Califórnia.
Nem ao menos teve tempo de se despedir de Manncy, Brian e Jimmy, tinha pouco tempo.
Quando anoiteceu e seus pais estavam dormindo, pegou sua mala e saiu sem que ninguém percebesse, foi direto para a rodovia e começou a pedir carona. Conseguiu carona com uma médica até uma cidade próxima a HB, agora só faltavam alguns Km. Já estava amanhecendo e ela ainda estava na estrada com uma plaquinha na mão indicando a cidade e pedindo carona, até que uma boa alma apareceu, era um homem simpático, um vendedor, que a levou e a deixou dentro da cidade. Anna agradeceu muito e começou na procura desesperada de um lugar para morar.
Perto do centro da cidade havia uma Kitnet alugando, Anna passou lá para conferir. O lugar era pequeno, mas como era só para ela seria perfeito. Tinha uma cozinha, uma sala, uma área com lavanderia, um banheiro e um quarto. Era toda mobiliada, com tudo que se precisa, talheres, pratos.
Só não tinha cama, era um colchão de casal no chão, e justamente por isso estava mais barata, Anna conseguiu pagar o aluguel adiantado de três meses, e o resto do dinheiro guardou para que comprasse o que comer até arrumar um serviço.
Jogou sua mala com as suas coisas sobre o colchão e foi direto tomar um banho, já sairia para procurar um emprego.
Quando saiu do banho se trocou, fez uma maquiagem leve e saiu a procura de um emprego.
Andou por vários lugares até que avistou uma lanchonete que tinha uma pequena placa onde avisava que precisava de pessoas para trabalhar.
Anna sorriu e entrou na lanchonete, encarou a moça do outro lado do balcão no caixa, era uma senhora de cabelos começando a ficarem esbranquiçados. Ela encarou Anna de cima em baixo.
-Oi, eu vim saber se ainda precisam de alguém para trabalhar. –Anna perguntou simpática.
-Só posso pagar dois dólares à hora. –Ela respondeu indiferente.
-Tudo bem, começo quando? –Anna perguntou empolgada.
-Amanhã às oito horas, não se atrase.
-Tudo bem, então até. –Anna se despediu sorrindo.
Anna andou um pouco mais pela cidade, se sentou no banco de uma praça e ficou encarando os rostos novos que via, aquela cidade era tão diferente do Texas, ela sentia uma paz de espirito enorme, Anna sabia que só um emprego não resolveria muito, pensou em procurar algo noturno, mas ainda não tinha certeza se era isso que realmente queria, respirou fundo e andou mais um pouco pela cidade.
Passou de frente a um pet shop, e viu um filhote de pastor alemão na doação, Anna não resistiu e o adotou, já que afinal ficaria um bom tempo sozinha, provavelmente, então precisava de uma companhia.
http://www.caopestre.com.br/filhotes/39dias03.JPG
Quando estava voltando para casa, passou perto de uma casa noturna, onde também havia uma plaquinha com aviso de emprego disponível.
Ela estava com o pequeno cachorrinho no colo, e resolveu ver o emprego, afinal de contas ajudaria muito até ela estabilizar a vida.
O que Anna não sabia, era que ali também rolava uma casa de prostituição.
Ela entrou e havia umas garotas em volta de um homem alto e forte, eles riam e conversavam sobre qualquer coisa, encararam Anna que sorriu simpática.
-Bom, queria saber se ainda estão precisando de alguém para trabalhar. –Perguntou tímida.
-Sabe dançar? –O homem perguntou.
-Bom, não muito, mas aprendo rápido, posso garantir. –Ela disse sorrindo.
-O que vocês acham meninas? –Ele perguntou as encarando.
-Nós podíamos tentar. –Uma delas respondeu sorrindo.
-Identidade. –Ele falou estendendo o braço.
É claro que Anna havia tomado uma precaução e feito uma identidade falsa, pegou dentro de sua bolsa e entregou para o homem, que olhou para a identidade e para Anna, repetiu o ato umas três vezes.
Entregou a identidade para ela e a encarou mais uma vez.
-Bom, apareça aqui as nove, e não se atrase. –Ele disse seco.
-Tudo bem, muito obrigada. –Anna disse enquanto dava as costas e saía.
Foi para a casa, afinal de contas tinha que descansar um pouco até de noite. Quando chegou soltou o pequeno casa a dentro, que a seguiu por todo o lado, colocou comida e água pra ele e de se deitou no colchão. Quando fechou os olhos o pequeno pulou em seu colo e começou a lhe lamber o rosto.
-Heey, pare com isso. –Ela disse rindo. Ele latiu como resposta.
-Tenho que escolher um nome pra você. O que acha de Axl? –Ela perguntou mais ele lhe mordeu o dedo.
-Ai, tudo bem Axl não, que tal Whisky? Whisky Baker. –Ela disse gargalhando e ele a lambeu.
-Agora que já tem nome me deixa dormir Whisky. –Ela disse rindo e acariciando o pelo fofo do cachorro.
Anna dormiu o resto da tarde, acordou com o celular despertando as oito, tomou um rápido banho e foi caminhando até o trabalho na casa noturna.
Quando chegou lá encontrou a mesma mulher de mais cedo encostada no balcão da entrada, a mulher a encarou e sorriu.
-Que bom que você não se atrasou, Dericky odeia garotas que não são pontuais, a proposito meu nome é Alice, o que você precisar é só falar comigo. –Ela disse sorrindo.
-A obrigada. –Anna respondeu tímida.
-Agora venha, vou te ensinar a dançar. –Alice disse enquanto puxava a garota.
Alice ensinou muita coisa para Anna, que logo aprendeu, já estava com os passos gravados em sua memória. Alice a incentivou e encorajou muito.
-Bom Anna, agora tenho que te apresentar o “seu cantinho” –Ela disse fazendo sinais de aspas.
Alice puxou Anna e a levou até um corredor, onde havia várias portas, que estavam fechadas. Alice destrancou a última porta e a abriu, lá tinha uma cama de casal, um guarda roupas pequeno, um banheiro e um enorme espelho, uma penteadeira com maquiagens e vários perfumes encima.
-Bom Anna de agora em diante esse é o seu canto. Só você e o Dericky tem a chave daqui, essas maquiagens e perfumes são para você usar, e tem que caprichar em. Aquele guarda roupas tem varias fantasias para você usar em dias alternados, e todas tem mascaras, não se esqueça de usa-las. Ele quer que você fique diferente, então não pode mostrar o rosto para ninguém sem a permissão dele.
-Espera aí, eu não vou ter que me prostituir não né? Pelo amor de Deus eu sou virgem. –Anna perguntou assustada.
-Na verdade não. –Dericky respondeu sem disfarçar um enorme sorriso, adorou saber que a menina era virgem.
Dericky deixou umas roupas que queria que ela usasse, eram fantasias, e todas elas dessas de dança do ventre, sempre com mascara, ele queria ter uma nova atração, uma coisa diferente que atraísse as pessoas, e chegou à conclusão de que ela deveria usar uma mascara.
Anna se vestiu, estava se sentindo mal em meio aquelas roupas, mas se não quisesse voltar pra casa e casar com um qualquer teria que ralar.
Ela colocou o lenço que cobria sua boca e nariz, deixando só os olhos a mostra. E foi até seu lugar, já tinha algumas garotas dançando, e a música eletrônica tocava ao fundo, a casa estava lotada, havia homens e mulheres por todos os lados, dançando ou observando as dançarinas, que acompanhavam o ritmo sensualmente. Alguns caras jogavam dinheiro aos pés das dançarinas, Anna arrecadou muito dinheiro com isso, o problema é que tinha que dividir tudo com Dericky.
Foi quando um cara em especial chamou a atenção de Anna, ele era alto e forte, os braços coberto por tatuagens, era lindo, um verdadeiro “Deus Grego”, ela pensou.
Ao lado dele um outro homem, só que mais baixinho, que também era um gato, ambos cochichavam e a encaravam vez em quando. Depois de algum tempo ali bebendo e a observando eles sumiram.
Já era duas da manhã quando a boate fechou, Anna estava cansada, afinal de contas dançar, e ainda por cima no salto alto, que ela não estava nem um pouco acostumada, era bem difícil. Ela trocou de roupa e já ia saindo quando se esbarrou em Alice.
-Desculpa Alice, eu nem te vi. –Anna se desculpou.
-Que isso meu anjo, não foi nada, já vai embora? –Alice perguntou.
-Já, estou muito cansada. –Anna respondeu sorrindo.
-E por que não dorme aqui mesmo? É muito perigoso ir embora sozinha agora. –Alice comentou.
-Não obrigado, ainda tenho que cuidar do meu novo cachorrinho. –Anna disse sorrindo.
-Aquele fofinho que estava com você de manhã? –Ela perguntou sorrindo.
-Sim ele mesmo, meu pequeno Whisky. –Anna disse sorrindo.
-Ele é um fofo. Então até amanhã Anna. –Alice disse sorrindo.
-Até. –Anna disse enquanto ia embora.
Quando chegou em casa se deparou com seu travesseiro no chão e um certo cachorrinho deitado encima dele, riu alto. Se deitou e apagou.
Sonhou com o cara tatuado a noite toda.
Notas finais
rsrs'
Amo vcs suas pragas.
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