Broken Innocence

5 Fairy tales always end up one day!


Notas iniciais
Mais um pra vocês suas putas, agora eu vou dormir pq to quebrada...
MayShadows ganhou um amaasso do Shadows e Miwa_Mazur ganhou um tapa na bunda dado por ninguém mais ninguém menos do que Jimmy.
Espero que não me matem nesse capitulo, respirem pq tem muita coisa ainda para acontecer. Apertem os cintos e tirem as crianças da sala. rsrs'
Parei já. Fui Boa noite e Boa leitura suas putas gostosaas.
s2

Acordou as sete horas da manhã, se arrumou e saiu caminho a lanchonete, deixou para que tomasse café lá, ela adorou, fez tudo certo, e aprendeu tudo muito rápido.

A mulher que havia conversado com ela antes era a dona da lanchonete, e não ficaria mais ali já que Anna estava trabalhando.

Já eram quase dez da manhã e não havia muito movimento, Anna estava atrás do balcão observando a rua, suas pernas bambearam quando viu o mesmo cara tatuado da casa noturna entrar pela porta, ele era muito mais bonito de perto, tinha olhos incríveis, e olhando de perto um corpo digno dos deuses.

Ele se sentou de frente para ela, apoiando os cotovelos no balcão e pegando um cardápio que estava ali. Quando Anna ia abrir a boca para perguntar o que ele iria querer, Rebecca, a outra funcionaria chegou toda sorridente parando frente a ele.

-E aí Matt, vai ser o mesmo de sempre? –Ela perguntou com um sorriso tão escancarado que sua boca parecia que ia rasgar.

Ele passou os olhos em Rebecca e depois encarou Anna, que corou e desviou o olhar, ele sorriu de lado e abaixou a cabeça olhando o cardápio de novo.

-Isso mesmo Renata. –Ele falou.

-É Rebecca. –A garota disse enquanto seu sorriso sumia e ela caminhava emburrada para preparar o pedido.

Anna repreendeu o riso que queria sair, tinha achado a cena muito engraçada, Matt percebeu.

-É que ela é muito chata. –Ele sussurrou soltando uma leve risada e a encarou.

-Também acho, se me dá licença. –Anna disse cochichando e saindo para anotar os pedidos dos clientes que haviam acabado de chegar.

-Toda. –Matt disse sorrindo e voltando a encarar o cardápio.

Matt tomou seu café e saiu dando uma acenada para Anna que retribuiu sorrindo. O seu dia foi extremamente cansativo. As meninas fecharam a lanchonete e estavam a limpando quando Rebecca puxou assunto.

-Ele é um idiota. –Rebecca comentou.

-Quem? –Anna perguntou apesar de saber de quem se tratava.

-Matt. O bonitão das tatuagens. –Rebecca respondeu.

-Não o conheço. –Anna disse enquanto terminava de limpar as mesas.

-Nem queira perder seu tempo. Ele se acha só porque é bonito e gostoso, e porque disse que vai montar uma banda. –Rebecca disse com uma voz irritante.

-Entendi. –Anna respondeu sem muito interesse.

Foi embora para casa, ainda dava tempo de descansar antes de ir para a casa noturna.

>><><><


Os dias foram se passando bem rápidos, já fazia dois meses que estava ali, nos dois empregos ainda, morando no mesmo lugar. Whisky crescia cada vez mais rápido, e ficava cada vez mais arteiro. Não tinha visto Matt mais, provavelmente devia estar viajando, ela pensava.

Em dois dias Anna faria dezenove anos, apesar de estar trabalhando estava animada, não via a hora de alcançar maioridade para não correr mais risco nenhum.

(Dois dias depois)


Era aniversário de Anna e ela estava se aprontando para o trabalho, deixou agua e comida para whisky e caminhou calmamente até a lanchonete.

Limpou as mesas e varreu o chão, depois se acomodou atrás do balcão ao lado de Rebecca, estava mexendo em seu celular, vendo a última foto que havia tirado com Zacky, nem percebeu que Matt entrou e se sentou de frente pra ela.

Como o celular estava encima do balcão, o homem o pegou a fazendo encará-lo.

-Seu namorado? –Matt perguntou tirando o pirulito da boca, parecia uma criança.

-Não, apenas um velho amigo. –Respondeu tímida.

-Saquei. –Ele respondeu entregando-lhe o celular e colocando de volta o pirulito na boca, deixando suas covinhas á mostra, Anna vomitou arco-íris por dentro ao vê-las.

Quando Rebecca ia perguntar o que ele queria, Matt se adiantou para Anna.

-Acho que hoje vou querer só um café mesmo Anna. –Ele disse enquanto lia o nome da garota no crachá, Rebecca os fuzilou com o olhar, e não saiu dali.

-E vai ficar sem comer? Você pode passar mal. –Anna disse inocente.

-É faz sentido. O que me sugere então? –Matt perguntou arqueando a sobrancelha.

-Eu sempre como essa panqueca aqui, além de sustentar bem ela é muito gostosa. –Anna disse enquanto pegava o cardápio e mostrava a ele.

-Nunca comi, mas vou confiar em você. –Ele disse abrindo um enorme sorriso, e Anna mais uma vez viajou em suas covinhas lindas.

-Café agora ou só na hora que as panquecas chegarem? –Anna perguntou sorrindo.

-Só na hora que elas chegarem. Obrigado.

Anna se retirou e foi para a cozinha, começou a preparar as panquecas, logo Rebecca apareceu.

-Como você consegue isso garota? –Rebecca perguntou a encarando.

-Isso o quê? –Anna perguntou sem entender.

-Bom, geralmente Matt não é tão educado assim. –Rebecca comentou.

Anna deu de ombros, afinal de contas não tinha o que responder, nem ela mesmo sabia o por que ele era assim com ela.

Entregou as panquecas e o café para Matt.

-Fui eu quem fiz, depois me fala se posso casar. –Ela disse rindo, ele gargalhou.

-Pode deixar.

Matt tomou tranquilamente seu café, enquanto Anna limpava as mesas, só havia ele de cliente lá. Ele terminou seu café e encarou Anna que varria o chão.

-Pode casar viu Anna, porque isso daqui estava divino. –Ele disse sorrindo, ela o encarou corada.

-Obrigada. –Sorriu tímida.

Matt acertou as contas com Rebecca e tomou mais um gole de seu café, enquanto Anna voltava para trás do balcão.

-Amanhã volto no mesmo horário, se quiser deixar as panquecas prontas. –Ele disse sorrindo.

-Pode deixar. –Anna respondeu simpática.

-Até e obrigado. –Ele disse.

-Até, volte sempre. –Anna disse.

E ele se foi. Anna ficou o resto da tarde distraída, pensando em Matt e no que Rebecca havia falado. Pensou em Zacky também, tentou imaginar o que ele devia estar fazendo. Terminou seu expediente e foi pra casa. Descansou e seguiu para seu outro emprego.

Vestiu sua roupa, que era roxa, colocou o pano de seda que tampava sua boca e nariz e foi com as meninas dançar.

A noite estava sendo cansativa para ela, a casa estava movimentada, o som alto, seus pés doíam. Foi quando Anna avistou Matt, que parecia estar bem tonto, ou sobre efeito de alguma droga. Chegou a sua conclusão quando o viu cheirando um pó branco junto com o amigo baixinho.

Matt a encarou e depois sumiu. Minutos depois Alice a chamou.

-O que foi? –Anna perguntou enquanto Alice a puxava pelo corredor, adentrou no quarto.

-Anna, não desaponte Dericky pelo amor de Deus. Preste bem atenção no que eu vou te falar. Um cliente pagou muito para ter um programa seu, e se você não fizer vai acabar com isso. –Alice apontou para um roxo na sua virilha.

- O quê? Nem pensar Alice, você está brincando? –Anna perguntou encarando Alice incrédula.

-Anna, faça tudo o que o cliente quiser, se não Dericky vai te matar. –Alice falou cochichando com Anna.

Dericky entrou no quarto e encarou as duas, Anna com cara de espanto e Alice com cara de susto.

-Anna minha querida, hoje um cliente me pagou muito para te ter. E é melhor você não desaponta-lo e fazer tudo o que ele quiser, se não nós nos entenderemos mais tarde. –Dericky falou enquanto se aproximava de Anna e passava a mão sobre o rosto dela.

-Não, não, não. Eu não vou fazer isso. –Anna disse enquanto se afastava de Dericky.

Dericky a puxou violentamente pelo braço, apertou com tanta força que seus dedos ficariam marcados ali.

-Sua vadia, você não tem escolha, se não fizer o que ele quer eu te ensino uma lição mais tarde, e eu te garanto, não vai ser nada prazeroso. –Ele disse cuspindo as palavras na cara de Anna que estava assustada, não tinha reação, queria correr, fugir, gritar por socorro, mas nada conseguia fazer.

-Dericky, solte-a, você vai machuca-la. –Alice disse enquanto Dericky a soltava.

-Nada de tirar a mascara. –Dericky disse enquanto saia porta a fora.

-Eu vou fugir. –Anna disse com a voz tremula enquanto tentava trocar de roupa.

-Desista Anna, antes você fazer esse programa do que Dericky pegar você. Acredite experiência própria. Apenas faça tudo o que o cliente quiser. É só perguntar como ele quer e pronto. Vai ser mais rápido do que você imaginar. Por favor pequena, não faça nada do que você vai arrepender depois. –Alice disse encarando a amiga que estava parada sem reação, como se tivesse congelado.

-Eu não quero isso Alice. Eu vou fugir, ele não vai me achar. –Anna disse.

-Anna, ele está lá fora e só vai sair dessa maldita porta se o cliente sair satisfeito, não se preocupe não é nenhum velho nojento, muito pelo contrario, você tirou sorte grande, é um gostoso. –Alice disse encarando Anna.

-Não Alice eu não vou fazer isso. –Anna disse encarando Alice com os olhos cheios de lágrimas.

-Anna, seja uma boa garota, se precisar finja que está sentindo o máximo de prazer, mesmo que não esteja, se imagine com outro alguém ou alguma coisa do tipo, ajuda muito. Agora respira fundo, arruma essa máscara que ele já vai entrar. Boa sorte. –Alice disse enquanto saía do quarto. Anna ficou parada perplexa encarando a porta.

Anna estremeceu quando viu a figura do homem entrando no quarto, era ele, era Matt, ele estava com um sorriso malicioso nos lábios, os olhos vidrados, provavelmente efeito da droga, a porta atrás de si foi fechada.

Ele a encarou e se aproximou, estava com uma camiseta xadrez e uma calça jeans. Tocou o rosto de Anna que tremeu.

-Calma, eu não sou tão mal quanto pareço. –Ele falou com a voz rouca.

-V-vai querer como? –Anna perguntou gaguejando.

Matt aproximou os lábios no pescoço de Anna que se esquivou um pouco, o hálito quente a fez arrepiar.

-Eu conheço sua voz. –Ele disse enquanto mordia levemente o pescoço dele e apertava o bumbum da mesma.

Anna ficou sem palavras, queria empurra-lo e sair correndo, mais ficou com medo por causa de Dericky.

Ela ouviu o barulho do zíper da calça de Matt se abrindo.

-Pode começar por aqui. –Ele sussurrou no ouvido da garota, e a empurrou sem muita força a fazendo cair sentada na cama.

Passou os dedos por entre os cabelos da menina e colocou seu membro dentro boca da mesma, Anna fazia aquilo sem a mínima experiência.

Após se sentir satisfeito Matt deitou a garota e tirou sua roupa junto com a dela, a virou de costas, colocou um preservativo e se encaixou em meio as pernas da garota, sem muita cerimônia enfiou seu membro todo de uma vez, sentiu o hímen da garota se rompendo e sua intimidade se contraindo violentamente, um urro de dor saiu dos lábios de Anna, que agora chorava.

Matt a puxou, fazendo com que ela ficasse de quatro, e começou a estocar fundo e forte, Anna chorava e tentava falar, mas nada saia de sua boca.

Matt estava a machucando, Anna sangrava mas ele nem percebeu, estava sobre o efeito da droga ainda.

Foi quando a mascara que Anna usava caiu, e Anna implorou para que Matt parasse.

-Matt por favor, você está machucando. –Anna disse em meio as lágrimas.

Matt diminuiu a velocidade, ele estava voltando a consciência, conhecia muito bem aquela voz, tirou se membro da garota que caiu chorando, a virou e a encarou, quando viu que era Anna ficou sem reação, a garota escondeu o rosto em meio as mãos.

-Anna. –Matt sussurrou.

-Só vai embora por favor. –Anna disse com a voz abafada.

Anna se contorcia de dor, apertava uma perna na outra enquanto um pouco de sangue saía de si, Matt vendo aquilo se sentia um monstro, passou a mão pelo cabelo e sentiu raiva de si mesmo, não podia acreditar que tinha feito isso.

Tirou as mãos de Anna do rosto e a encarou, ela chorava muito.

-Anna por favor me perdoe, eu não. –Matt não sabia o que falar.

Tomou a garota em seus braços e a abraçou, como se assim a protegesse de si mesmo, Anna apenas chorava, não tinha forças.

-Por favor Matt, me deixa sozinha é tudo o que eu peço. –Anna disse tentando se afastar dele.

-Anna eu não posso acreditar nisso. –Ele falou encarando desesperado a garota.

-Por favor Matt só vai embora. –Ela disse mais uma vez.

-Não, eu tenho que te levar pra um hospital, olha o que eu fiz com você, é pelo menos o mínimo que eu tenho que fazer. –Matt disse a encarando.

-Matt, eu estou bem, por favor vai embora. Se realmente quer compensar isso é só ir embora. –Ela falou séria o encarando nos olhos.

Matt pode ver toda a dor estampada nos olhos de Anna, mais uma vez sentiu repulsa de si mesmo. Respirou fundo e se vestiu, deixando a garota sozinha ali.

Anna se pôs a chorar e deitou feito um bebê na cama, não podia explicar a dor que sentia agora. Sentia nojo de si, não sentia raiva de Matt, não conseguia. Mas sentia muito nojo de si, por não ter sido capaz de pelo menos tentar fugir.

Anna respirou fundo, se levantou e se vestiu, saiu do quarto andando com um pouco de dificuldade pela dor que sentia. Encontrou com Dericky no meio do caminho, que jogou a parte do dinheiro dela no chão.

-Está aí seu pagamento e o dinheiro da transa de hoje sua vadia. –Ele falou grosso.

Anna pegou o dinheiro que estava no chão e o tacou dentro da bolsa, encarou Dericky e cuspiu no chão, perto do pé dele.

-É melhor procurar outra seu filha da puta. –Anna disse enquanto dava as costas e caminhava lentamente, indo embora para casa.

Quando chegou em casa foi direto tomar um banho, se deitou e chorou, chorou até pegar no sono por não ter mais forças de ficar acordada.

Matt sentia tanta raiva de si mesmo que esmurrou o espelho de sua casa, o quebrando em vários pedaços e rasgando sua mão.

Não podia acreditar em nada do que tinha feito. \"\"

Notas finais
Pra não me chamarem de má, Brian distribuindo uma noite daquelas para o quarto review...
rsrs'