Bring Me To Life
23 Capítulo Vinte e Dois.
Notas iniciais
161 comentários: EBAAAAAAAAAAAAAAAAA! Estou super feliz com isso de verdade antes no começo eu recebia bem poucos comentários com ás postagens agora eu felizmente eu tenho postagens que recebem diversos comentários, tem vezes que ficam difícil responder todos os comentários que eu recebo mais eu leio sempre um por um... E sinto todo o carinho que eu recebo, obrigada meus amores de verdades.
Gente eu sei que atrasou super, mais eu imploro que me perdoem... Minha Beta ficou com o computador quebrado e eu não tinha outra opção a não ser esperar... Pois é o único jeito que eu tenho de poder postar com perfeição a história, sem erros sem problemas... para que vocês dois se amem muito a história.
Mais uma coisa quero agradecer ás lindas das edna e da evie-blackstar por terem recomendado a história por estarem presentes em todos os capítulos desde que começaram a ler por comentarem e mais ainda por me estimular com suas indicações.
Obrigada!
Boa Leitura.
—Sonho ruim vai embora, sonho bom venha agora — eu conseguia ouvir a voz dela soando de perto de mim. Eu não sei quantas vezes a mais ela fez isso, mas acabei pegando no sono pra valer.
— Dona Esme, fazendo a oração do sono? — perguntou a voz deliciosa de Edward.
— Ela custou a dormir – explicou ela. — Eu a fiz dormir como eu fazia quando você era pequeno, querido — eu podia ouvir passos próximos à cama.
— Ela é linda não é? — perguntou ele.
— Sim, ela é linda — respondeu ela. Eu sentia que a voz dela estava longe de mim, mas de uma forma estranha ela me deixava calma. — Ela tem medo, Edward — disse ela. Eu me mexi na cama.
— Eu não vou permitir que ninguém a toque novamente daquela forma — murmurou ele, sua voz aparentemente falha.
— O que vai fazer? — perguntou ela. — Como vai se proteger? Como vai protegê— la?— questionou. Eu me encolhi na cama.
— Eu falei com o meu pai — disse ele por fim. — Nós dois embarcaremos amanhã para qualquer lugar que ela queira ir, e voltamos quando tudo em Nova York estiver resolvido — explicou ele. Ir para onde? Para onde eu queira ir? Eu me encolhi na cama.
— Eu vou dormir aqui — disse ela. — Eu vou embora assim que vocês pegarem o jato — murmurou ela. Eu respirei fundo.
— Eu vou tomar um banho, esfriar a cabeça e me deitar um pouco com ela — disse Edward.
— Eu o acordo quando o jantar estiver pronto — ela avisou.
— Tudo bem — falou ela. Eu me mexi na cama novamente e senti leve beijo nos meus lábios e depois ele se afastou. Eu me sentia estranhamente mais calma e melhor, talvez fosse o calmante. Senti a coberta ser afastada e um abraço por trás.
— Edward — murmurei.
— Psiu, dorme princesa — eu apenas entrelacei nossos dedos.
— Não, saia daqui – pedi. Ele me apertou nos braços dele me puxando para perto. Eu sentia seu peito quente nas minhas costas e suas pernas na minha cintura, me enroscando a ele.
— Não vou sair, agora dorme — pediu ele na minha orelha, mexendo nos meus cabelos. Eu fechei meus olhos e ele acariciava meu corpo, não era um toque malicioso cheio de más intenções, era um toque delicioso e harmonioso. Eu acabei dormindo novamente.
Acordei com um cheiro delicioso de comida, o aroma dançava nas minhas narinas. Eu sentia os braços de Edward na minha coluna. Passei minhas mãos por ele e senti seu abdômen definido. de olhos fechados eu continuei meu caminho presunçoso.
— Sei que esta acordada, minha safada — sussurrou ele, sua voz fez com que meu corpo sentisse uma estranha emoção. Abri meus olhos e vi que estávamos no escuro, à televisão ligada e o computador próximo da cama, provavelmente Edward estava o usando antes de eu acordar. O fitei, piscando algumas vezes.
— Garoto esperto! – falei, resmungando. Ele segurou minha mão e a beijou.
— Como se sente minha princesa? – perguntou. Eu respirei fundo.
— Mais calma – confessei. — Mas ainda assustada e amedrontada — murmurei beijando seu peito. Ele me apertou nos braços.
— Nada vai te acontecer — falou ele, encarando meus olhos. — Nada! — sussurrou ele.
— Eu queria ter a certeza que você tem – falei. ele respirou fundo beijando meus lábios.
— Confie em mim — pediu ele, eu suspirei.
— Eu confio você sabe – sussurrei. Ele beijou minha cabeça.
— Para onde quer viajar? — perguntou segurando meu rosto.
— Hãn?
— Vamos viajar amanhã pela manhã — disse ele, encarando— me.
— Mas eu nem tenho muita roupa! — murmurei.
— Eu compro tudo que precisar. Para onde quer viajar? — perguntou ele, me olhando.
— Podemos ir para onde você quiser — murmurei.
— Que tal Vancouver? — perguntou ele, eu suspirei.
— Frio — murmurei.
— Não gosta? — perguntou.
— Se for para ficar no frio, vamos para Forks – disse. Ele me beijou na cabeça. — Faz tanto tempo que eu não vejo meu pai — sussurrei sentindo a ausência paterna e segurança que meu pai costumava me dar.
— Quer ir para Forks? — perguntou ele.
— Uhum — sussurrei e ele me fitou. — Nós podemos ficar uns dias com meu pai em Forks e depois ficamos em Seattle, se você não gostar de uma cidade pequena — sugeri.
— Estando com você nos meus braços, Bella, podemos ir para a lua que eu não me importo — eu beijei seu pescoço.
— Estou faminta — sussurrei na sua pele e ele me deitou na cama.
— Eu achando que você está toda vulnerável! — falou ele segurando minha perna.
— Ei, seu cretino, eu estou faminta mais não nesse sentido! – falei, ele deu um risinho e eu acabei o acompanhando.
— Eu adoro seu sorriso sabia? — perguntou ele retoricamente.
— Não — murmurei respondendo.
— Eu gosto quando sorri — falou ele, me olhando. Eu coloquei a mão no rosto dele e beijei seus lábios. O beijo se tornou algo mais urgente do que nunca, e ele me colocou por cima, enroscando minhas pernas no seu quadril. Quando finalmente nos soltamos, me vi por cima dele e sua camisa que eu usava quase tinha ido parar em qualquer lugar daquele quarto escuro. Agarrei nos seus cabelos macios e sedosos, nossas testas ficaram encostadas uma no outra.
— Eu realmente gosto de você, Bella — murmurou ele nos meus lábios. — Você não tem que temer nada estando comigo. Eu vou protegê— la com a minha vida se for necessário — a voz de Edward causava reações deliciosas no meu corpo e eu me sentia estranhamente à vontade ouvindo aquela voz máscula e rouca. eu rocei nossos lábios.
— Se algo te acontecer— murmurei.
— Nada vai nos acontecer, Bella — disse ele beijando meus lábios. — Nada! — repetiu.
— Eu tenho medo — murmurei.
— Eu sei — falou ele segurando meu rosto. — Eu te julgaria uma tola se não tivesse, mas nós dois estamos juntos e você tem a mim e a minha família e eu não vou deixar que nada aconteça a você — eu o beijei nos lábios segurando— me ainda mais nele.
— Edward, eu sou complicada demais para você – murmurei e ele segurou meu rosto.
— E quem disse que eu gosto de coisas fáceis? – perguntou e eu fechei os olhos. — Se eu não tivesse insistido tanto em você, eu não saberia o que eu sinto por você — eu fechei meus olhos para não fita— lo.
— Edward, eu já disse que ainda não é retorico o que você sente por mim — murmurei e ele beijou meus lábios.
— Eu sei – sussurrou. — mas tem chances de se tornar? — perguntou ele e eu suspirei.
— Vamos com calma, por favor – pedi e ele beijou meus lábios.
— Iremos — murmurou me beijando. Meu estomago roncou.
— Estou faminta! — falei choramingando.
— Eu vou ver o que tem para jantar — disse ele me colocando na cama e ficando por cima de mim. — Essa conversa ainda não acabou! — falou ele.
— Eu prometo que depois eu vou deixar você me deixar cansada — ele deu um sorriso malicioso.
— Ah, é? — perguntou.
— Uhum – murmurei. Ele me beijou, sua língua preencheu minha boca e ele segurou minha perna, subindo levemente a camisa, apertando minha cintura fortemente. Ele foi para o meu pescoço e eu gemi baixo.
— Desse jeito fica difícil esperar depois do jantar — afirmou mordiscando minha pele. Eu gemi novamente e puxei seu rosto para a minha boca. Ele respondeu a altura a minha vontade, suas mãos exploravam cada parte do meu corpo. Eu parei de beija— lo porque meu estomago roncou.
— Mas eu não vou ignorar minha fome — murmurei.
— Ah, Bella! — falou ele, resmungando.
— Vai pegar alguma coisa para eu comer, Edward — pedi o olhando. — Depois nós dois nos resolvemos! – falei e ele resmungou encarando meus olhos.
— Muito esperta, gata, muito esperta! — falou ele e eu revirei os olhos. — Não revira os olhos para mim se não eu te ataco aqui mesmo — murmurou ele. Eu revirei os olhos e ele me beijou de forma violenta, segurando minha cintura com força. Eu me agarrei ao seu pescoço e o deitei na cama, ficando por cima dele. Suas mãos subiram das minhas pernas para a minha coluna levando a minha camisa e eu o soltei, suas mãos subiram minha camisa tirando ela e jogando em um canto qualquer.
— Edward — saiu mais como um gemido do que como uma reação para ele me soltar.
— Eu quero você — sussurrou na minha pele. Ele sugou meu pescoço, mordiscando e eu arquei minha coluna. Ele continuou descendo os lábios pelo meu colo.
— E eu quero comer — murmurei sentindo meu estomago roncar novamente. ele resmungou.
— Tudo bem! — falou ele. — Mas depois que comer, você não me escapa! – falou. eu dei um sorriso maliciosa.
— Eu te recompenso depois garotão — ele pegou a camisa e me vestiu. — Eu prometo – murmurei e ele deu um beijo nos lábios.
— Ah, eu espero que recompense mesmo — murmurou ele malicioso. — Vou pegar uma boxer para você usar porque vagar na frente do meu irmão e do meu pai só com essa camisa e de lingerie por baixo — eu dei um sorriso o olhando e ele fez uma careta.
— Ciumento! — murmurei provocando.
— Vai ver o ciumento quando eu te pegar de jeito! — eu me calei depois dessa. Ele saiu da cama e eu fiquei ali esperando ele aparecer com uma boxer branca. Eu s vesti e ele deu um sorriso.
— Veremos garotão — falei o olhando. — Vai ao banheiro acalmar as coisas ai em baixo que está bem visível! – falei e ele deu risada.
— Porque não da uma acalmada você aqui? — perguntou de forma desafiadora.
— Eu nego o fogo agora, mas depois eu prometo fazer tudo que você quiser garotão – falei. Ele deu um sorriso e me beijou nos lábios novamente.
— É bom fazer tudo que eu quiser mesmo — falou ele. Eu o beijei nos lábios apenas.
— Agora vai garotão! – mandei. Ele me beijou novamente e foi para o banheiro.
— Nada de sair desse quarto! — falou e eu revirei os olhos. — E não revira esses olhos! — repreendeu.
— Vai logo! – mandei.
Deitei— me na cama novamente esperando por ele, que ficou uns quinze minutos, quase meia hora no banheiro. ele saiu e me olhou pervertido.
— Se não compensar, Bella, eu não vou deixar você gozar! — disse ele. Eu me ajoelhei na cama e o olhei.
— Você seria malvado desse jeito? – perguntei e ele deu um sorriso malicioso.
— Seria perverso — murmurou ele. — Agora vamos que eu quero te alimentar e depois eu quero minha recompensa — falou ele. eu fiquei na cama.
— Me leva no colo? — perguntei e ele me encarou.
— Tá falando sério? — perguntou ele. Eu fiz um sim e me levantei na cama e subi nas costas dele. E então ele me levou para fora do quarto.
— Bom garoto! — murmurei na orelha dele. Quando chegamos à sala de estar vimos Esme, que usava uma camisa masculina, creio que de Carlisle e um shorts também, e Rosalie, que era a única com pijama mesmo. Emmett também estava de calça de moletom e camisa de flanela.
— Como se sente querida? — perguntou Esme. Eu ainda estava nas costas de Edward, minhas pernas cruzadas na sua cintura e sua mão segurando minha perna.
— Bem melhor, Esme – respondi. Edward ainda estava de pé comigo nas costas dele.
— Também quem não estaria bem sendo paparicada por Edward dessa forma? — perguntou Rosalie e eu beijei o pescoço dele.
— Eu o recompenso muito bem, pelos mimos que ele me dá — comentei beijando o pescoço dele.
— Estraga bastante Edward! — falou Rosalie. — Depois não adianta reclamar — murmurou ela. Ela falava a mesma coisa para Demetri.
— E porque eu reclamaria? — perguntou Edward murmurando comigo ainda nas costas dele.
— Você vai descobrir mais para frente Edward — disse Rosalie. Eu dei um risinho e ele me colocou no chão, mas me abraçou pelos ombros e beijou minha cabeça.
— Eu não estou entendendo — comentou me olhando. — Alguma pista a me dar Srta. Swan? — perguntou e eu dei um sorriso, me aproveitando que ele gosta dele.
— No momento não – falei. Ele me levou para o sofá e me sentou no colo dele.
— Está com uma carinha bem melhor, querida — disse Esme me olhando. eu encostei minha cabeça no pescoço de Edward.
— Eu sou um ótimo remédio, mãe — comentou Edward se engrandecendo e eu revirei os olhos.
— Menos, Edward – murmurei e ele suspirou, me beijando nos lábios. — Deve ter sido o calmante e também o sono profundo que me fez ficar melhor – comentei, corrigindo o comentário dele e ele me abraçou também.
— Mas, eu fiz você ficar com essa carinha menos abatida — murmurou e eu neguei apenas.
— Um pouco – comentei e ele beijou minha cabeça.
— E vocês dois já decidiram para onde vão viajar? — perguntou Rosalie quebrando um pouco o nosso clima.
— Forks — respondeu Edward por mim. Eu encostei o meu nariz no pescoço dele inalando o seu perfume delicioso.
— Forks? — perguntou Esme, meio surpresa.
— Vamos passar alguns dias na casa do meu pai – expliquei.
— Quanto tempo ficarão em Forks? — perguntou Esme intervindo.
— Acho que uma semana – respondi. — Depois vamos para Seattle – comentei e ela deu um meio sorriso.
— Quanto tempo vai demorar a resolver todos esses problemas? — perguntei olhando para Carlisle.
— Enquanto você estiver fora da linha do tiro — respondeu Carlisle. — Creio que em algumas semanas, no máximo oito, isso tudo já esteja resolvido — oito semanas? Muito tempo, muito tempo longe de Nova York, e de Rosalie minha irmã gêmea sinistra.
— Muito tempo — disse Rosalie me olhando.
— Muito tempo sem minha irmã sinistra – murmurei e ela deu risada.
— Dois meses e meio — comentou Edward. — Não é muito tempo — falou ele dando de ombros.
— Diz isso porque não é você que vai ficar longe de Bella! — retrucou ela, fechando a cara.
— Nós podemos viajar no outro fim de semana e ficar com eles — disse Emmett intervindo. Eu suspirei.
— Ainda bem que eu não vou ficar longe dela — comentou Edward dando de ombros e eu beijei os lábios dele.
— Queria ver se tivesse que ficar — disse Rosalie. Eu fiquei em silencio apenas olhando para os dois. Me sentei no sofá, o cheiro do jantar estava dançando no meu nariz.
— Estou com fome — murmurei baixinho para Edward.
— Eu vou ver se já está pronto — disse ele. — Mas depois eu vou querer minha sobremesa — murmurou na minha orelha. ele se foi e eu fiquei na sala com a família de Edward e Rosalie que saiu dos braços de Emmett e me abraçou.
— Pronto, perdi minha mulher! — resmungou Emmett e eu dei um sorriso travesso.
— Deixe as duas Emmett, elas são amigas — disse Esme.
— Amigas de longa data — comentei abraçando Rosalie. Quando Edward retornou ele encarou eu e Rosalie juntas.
— Vamos fazer sexo a três? — perguntou ele e eu revirei os olhos.
— A quatro! – respondi e ele deu risada, negando. Ele se sentou ao meu lado e eu coloquei meu rosto no peito dele. Rosalie me abraçou, deitando na minha perna e eu segurei a mão de Edward de um lado e a mão de Rosalie do outro.
— Rosalie é a mulher da minha vida – anunciei e ela deu um sorriso. — Mesmo eu não sendo lesbica, mas ela é a mulher da minha vida — murmurei entrelaçando o dedos com as mãos dela.
— Você também é minha mulher perua — disse ela e eu dei um sorriso.
— E onde eu fico nessa história? — perguntou Edward e eu o encarei.
— Você é meu tesão, Edward — ele deu um sorriso.
— Hey, estamos aqui! — falou Carlisle intervindo.
— E eu onde eu fico nessa história, ursa? — perguntou Emmett. Ursa? Eu olhei para Rosalie.
— Ursa? — perguntei olhando para ela sem entender.
— Depois eu explico — disse ela dando de ombros.
— Melhor mesmo – murmurei e olhei para Edward. — E a comida está pronta? — perguntei.
— Está sim, as empregadas vão colocar a mesa e vão chamar — disse ele, respondendo a minha pergunta e dando um beijo na minha mão.
— Hey, eu quero minha mulher de volta! — falou Emmett se levantando do sofá e vindo até Rosalie, que estava deitada na minha perna.
— Sua mulher não — corrigi ele. — Nossa mulher, só que eu divido com você para fins prazerosos – comentei. Rose negou rindo.
— Vem aqui ursão — ai meu Deus! Eu e Edward nos olhamos.
— Eca — murmurou ele e eu dei risada.
— Menos, ai garotão – disse. Ele deu um sorriso malicioso, me beijou nos lábios e deu um sorriso me fitando. Emmett se sentou ao lado de Rosalie e deitou na perna dela.
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